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Mensagem adicionada por Ruben,

Temas a abordar neste tópico:

- Informações referentes ao canal como um todo, não a respeito de um dos seus profissionais;
- Mudanças nos cargos de diretor ou noutros cargos relevantes.

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Postado
há 4 horas, Oliveranto disse:

A contratação do Bruno Nogueira foi feita numa fase boa da sic, nesse ano tinham inclusive baixado bastante a dívida. 
Experimentar novos realitys deve custar tanto ou menos que uma edição do casados, além disso é preciso testar, a sic não pode ficar dependente apenas do casados, não têm é sorte, programas como Hells Kitchen, traidores, a Quinta, a meu ver são bem interessantes, mas se o público prefere sempre BB/SS… 

Desceu a dívida mas ela sempre foi alta.  Não era nenhuma boa fase da SIC que tem queda de receitas os ultimos anos, podia era não ser tão sufocante como a atual.

Eu também prefiro programas novos e com orçamento elevado mas convém fazer uma análise de mercado e dos interesses do publico. Este último programa do pai e da mãe é a prova da deriva do canal...

A SIC é um canal privado, tem de ter uma estratégia e não se vê nada disso atualmente. Claro que é bom arriscar e trazer programas novos mas do ponto de vista comercial é um risco, veja-se o investimento avultado que chegaram a falar do Era uma Vez na Quinta, que até acompanhei bastante. E nem falo dos Traidores que também deve ter ficado caro de produzir e que a própria SIC também estragou com aquela edição de imagens, cheia de repetições e "Up next".

há 3 horas, Luisão disse:

Nem mais.

Acusar do flop PP quando o público é que trocou as boas novelas clássicas do canal pela inenarrável Festa. Se começaram a querer "comédia fatela", tomem lá "comédia fatela"... :clap:

Acusar de flops nos realities, quando só o atual e o Segundas Núpcias são flop na sua Direção.

Casados, Agricultor, Amigos Improváveis, o Noivo é Que Sabe, Casados no Paraíso e mesmo A Quinta, todos cumpriram ao fim da tarde, que é onde precisam de funcionar.

Houve imensa variedade nas apostas de entretenimento de fim de semana. Umas que resultaram e outras que falharam. Mas pelo menos tentaram.

Pois, o problema foi querer "copiar" o estilo popularucho de FeF quando já tinham visto qual seria o resultado com a Lua de Mel... E a SIC já tinha começado 2021 com uma novela um pouco desse estilo com Amor,amor que não é de todo uma novela clássica. 

Mas não são reality, são experiências sociais :avisado:

Concordo contigo que houve bastante variedade de programas o que então não se coaduna com um canal que está nas lonas financeiramente. Pode ser bom para o espectador ter variedade de oferta (ainda que pelas audiências isso pouco importe, porque grande parte gosta mesmo é de BB e SS) mas depois isso tem consequências em investimentos futuros, não estamos a falar da SIC dos anos 90 que tinha capacidade financeira para uma grelha diversificada todos os dias no HN.

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há 1 hora, JM26 disse:

Desceu a dívida mas ela sempre foi alta.  Não era nenhuma boa fase da SIC que tem queda de receitas os ultimos anos, podia era não ser tão sufocante como a atual.

JM26, tens de ter em consideração que o Bruno ainda foi contratado quando a Cristina estava na SIC e alavancava toda a grelha, de segunda a sexta, pelo menos, o que permitia haver dinheiro de sobra para a dívida, para a Opto e também para apostar em programas de nicho, que só a RTP o pode fazer, por ser estatal. Essa fase foi a melhor que a SIC teve desde que renegou o "Big Brother". Aquela indemnização que a SIC pedia ainda foi é pouca para aquilo que perdeu em contratos publicitários.

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há 1 hora, srcbica disse:

JM26, tens de ter em consideração que o Bruno ainda foi contratado quando a Cristina estava na SIC e alavancava toda a grelha, de segunda a sexta, pelo menos, o que permitia haver dinheiro de sobra para a dívida, para a Opto e também para apostar em programas de nicho, que só a RTP o pode fazer, por ser estatal. Essa fase foi a melhor que a SIC teve desde que renegou o "Big Brother". Aquela indemnização que a SIC pedia ainda foi é pouca para aquilo que perdeu em contratos publicitários.

Tenho ideia que ele foi contratado em 2021, já sem a Cristina na SIC. Mas anyway, o meu ponto é que há no canal um desperdício de recursos que tudo junto coloca em a causa a sustentabilidade no longo prazo. Se já é largamente questionável certos valores para activos como o RAP, o que dirá de casos como o Nogueira que teve contrato durante uns anos e só teve 2 programas, salvo erro.

Sejamos sinceros, a Cristina já andava a perder força nos últimos tempos e a própria pandemia teve consequências a nível das receitas de publicidade e outras plataformas que ganharam atenção de alguns anunciantes como o TikTok. Muito provavelmente a situação da SIC não seria muito diferente mesmo com a Cristina porque o problema principal está nos custos de produção elevados face a uma queda de receitas que nem a CF iria evitar. Cabe ao canal ajustar e afinar a grelha á nova realidade.

 

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há 24 minutos, JM26 disse:

Tenho ideia que ele foi contratado em 2021, já sem a Cristina na SIC.

O Bruno Nogueira foi anunciado na SIC em julho de 2020, precisamente uma semana antes da saída da Cristina.

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há 28 minutos, D007 disse:

O Bruno Nogueira foi anunciado na SIC em julho de 2020, precisamente uma semana antes da saída da Cristina.

Ok, então foi isso. Foi aquela época em que o Daniel estava a contratar tudo e todos a mostrar força contra uma TVI recém comprada pelo Mário Ferreira. Umas semanas depois acho que foi o Ljubomir, outro que também foi muito mal aproveitado no canal.

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Impresa: MediaforEurope entrará com posição minoritária, Balsemão mantêm o controlo

Negócio está muito perto de ser concluído. A família Balsemão manter-se-á para já no controlo da dona da SIC e do Expresso. O gigante MFE, dominado pela família Berlusconi, entra minoritário, mas deverá reforçar mais tarde para assumir o controlo. Operação não envolverá um perdão da dívida bancária.

https://www.sabado.pt/dinheiro/detalhe/impresa-mediaforeurope-entrara-com-posicao-minoritaria-balsemao-mantem-o-controlo

Destaco o seguinte:

A entrada de um sócio com a robustez financeira da MFE é um fator de acalmia nas relações com a banca, que este ano apertou as contas caucionadas da Impresa (que permitem movimentar verbas sem ter saldo suficiente), pondo uma pressão forte sobre a tesouraria. Apesar da importância do negócio para a Impresa, e consequentemente para os seus credores bancários, a MFE não tinha interesse em entrar de forma agressiva junto do setor financeiro, outro sinal de que a sua presença está pensada para o longo prazo.

 

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há 20 minutos, Pedro M. disse:

É natural tendo em conta as novas informações da imprensa esta semana.

Sim, mas é problemático. Estão a apertar com eles, depois se o negócio não se realizar é mais dinheiro que estão a perder.

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há 1 minuto, Filipe disse:

Sim, mas é problemático. Estão a apertar com eles, depois se o negócio não se realizar é mais dinheiro que estão a perder.

Pois, mas sendo cotada em bolsa têm sempre obrigação de manter a CMVM informada, com várias notícias entre ontem e hoje eles pressionam.

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há 3 minutos, Pedro M. disse:

Impresa: MediaforEurope entrará com posição minoritária, Balsemão mantêm o controlo

Negócio está muito perto de ser concluído. A família Balsemão manter-se-á para já no controlo da dona da SIC e do Expresso. O gigante MFE, dominado pela família Berlusconi, entra minoritário, mas deverá reforçar mais tarde para assumir o controlo. Operação não envolverá um perdão da dívida bancária.

https://www.sabado.pt/dinheiro/detalhe/impresa-mediaforeurope-entrara-com-posicao-minoritaria-balsemao-mantem-o-controlo

Destaco o seguinte:

A entrada de um sócio com a robustez financeira da MFE é um fator de acalmia nas relações com a banca, que este ano apertou as contas caucionadas da Impresa (que permitem movimentar verbas sem ter saldo suficiente), pondo uma pressão forte sobre a tesouraria. Apesar da importância do negócio para a Impresa, e consequentemente para os seus credores bancários, a MFE não tinha interesse em entrar de forma agressiva junto do setor financeiro, outro sinal de que a sua presença está pensada para o longo prazo.

 

Acabem com esta historia de uma vez por todas. 

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A Impresa e os Italianos andam num namoro não assumido. Alguém tem de o tornar oficial, porque até lá não sabem o que são um para o outro.

Enfim, é a geração de hoje em dia. :dog:-qqqq

Editado por jt9
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há 55 minutos, Pedro M. disse:

Impresa: MediaforEurope entrará com posição minoritária, Balsemão mantêm o controlo

Negócio está muito perto de ser concluído. A família Balsemão manter-se-á para já no controlo da dona da SIC e do Expresso. O gigante MFE, dominado pela família Berlusconi, entra minoritário, mas deverá reforçar mais tarde para assumir o controlo. Operação não envolverá um perdão da dívida bancária.

https://www.sabado.pt/dinheiro/detalhe/impresa-mediaforeurope-entrara-com-posicao-minoritaria-balsemao-mantem-o-controlo

Destaco o seguinte:

A entrada de um sócio com a robustez financeira da MFE é um fator de acalmia nas relações com a banca, que este ano apertou as contas caucionadas da Impresa (que permitem movimentar verbas sem ter saldo suficiente), pondo uma pressão forte sobre a tesouraria. Apesar da importância do negócio para a Impresa, e consequentemente para os seus credores bancários, a MFE não tinha interesse em entrar de forma agressiva junto do setor financeiro, outro sinal de que a sua presença está pensada para o longo prazo.

 

A confirmar-se, o negócio segue exatamente o guião esperado: entrada minoritária, controlo mantido pelos Balsemão e uma transição calma.

É um modelo idêntico ao da ProSieben na Alemanha, como fiz questão de o dizer há uns dias.

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Boas,

Basicamente  entram no capital da Impresa como minoritários para tapar os buracos deixados pela antiga e atual administração. 

Sinceramente  não  estou a ver a MFE ficar minoritária  muito tempo provavelmente  1 ou 2 anos para aguentar o barco e depois compram a maioria. 

Ninguém se mete num negocio destes para perder dinheiro  e a  MFE não  é  diferente  tem estofo financeiro mas quererá  a curto médio  prazo o controlo da Impresa.

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há 42 minutos, emanuel92 disse:

Boas,

Basicamente  entram no capital da Impresa como minoritários para tapar os buracos deixados pela antiga e atual administração. 

Sinceramente  não  estou a ver a MFE ficar minoritária  muito tempo provavelmente  1 ou 2 anos para aguentar o barco e depois compram a maioria. 

Ninguém se mete num negocio destes para perder dinheiro  e a  MFE não  é  diferente  tem estofo financeiro mas quererá  a curto médio  prazo o controlo da Impresa.

Eu acho que daqui a 2 anos já está a controlar o Grupo e faz sentido, provavelmente vai comprar/adquirir faseadamente 

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Estranho o grupo manter-se em silêncio quando as ações estão suspensas desde as 15h de ontem.

Será que estão à espera de segunda-feira para anunciar novidades?

Editado por jt9
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há 18 minutos, jt9 disse:

Estranho o grupo manter-se em silêncio quando as ações estão suspensas desde as 15h de ontem.

Será que estão à espera de segunda-feira para anunciar novidades?

provavelmente é por isso mesmo, estão a negociar ainda algumas coisas e para evitar especulações que possam prejudicar o valor de mercado. Até porque qualquer decisão terá sempre de passar pelo crivo da CMVM.

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Estava aqui a dar uma nova vista de olhos às notícias que saíram ontem e reparei que, depois de as ações terem sido suspensas, o ECO lançou isto: “Os herdeiros de Francisco Pinto Balsemão dividiram entre si, em partes iguais, a posição do pai na holding da família, a Balseger, que detém a maioria do capital da Impresa, foi comunicado esta sexta-feira ao mercado.” | https://eco.sapo.pt/2025/10/31/herdeiros-de-balsemao-repartem-acoes-na-holding-da-familia-em-partes-iguais/

Curioso como isto passou completamente despercebido por aqui kkk Este timing da sucessão familiar a coincidir com a suspensão das ações… não me parece nada inocente. :mosking:

Editado por jt9
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há 26 minutos, jt9 disse:

Estava aqui a dar uma nova vista de olhos às notícias que saíram ontem e reparei que, depois de as ações terem sido suspensas, o ECO lançou isto: “Os herdeiros de Francisco Pinto Balsemão dividiram entre si, em partes iguais, a posição do pai na holding da família, a Balseger, que detém a maioria do capital da Impresa, foi comunicado esta sexta-feira ao mercado.” | https://eco.sapo.pt/2025/10/31/herdeiros-de-balsemao-repartem-acoes-na-holding-da-familia-em-partes-iguais/

Curioso como isto passou completamente despercebido por aqui kkk Este timing da sucessão familiar a coincidir com a suspensão das ações… não me parece nada inocente. :mosking:

Também pode ser uma das razões, afinal entramos numa fase de partilhas de patrimonio o que pode gerar alguns conflitos e as tais especulações... a morte de balsemão é um volte face importante nas negociações.

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há 4 minutos, AndreRob disse:

Também pode ser uma das razões, afinal entramos numa fase de partilhas de patrimonio o que pode gerar alguns conflitos e as tais especulações... a morte de balsemão é um volte face importante nas negociações.

Tendo em conta as notícias que foram saindo, dá para especular que a família está a alinhar-se internamente antes da entrada da MFE. Como disseste, e bem, a morte do Balsemão é um volte-face importante nas negociações. Os italianos não iam avançar sem saber quem, dentro da família, tem poder de decisão. Esta reorganização acaba por dar estabilidade jurídica e prepara o terreno para o negócio.

Editado por jt9
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há 2 horas, jt9 disse:

Estranho o grupo manter-se em silêncio quando as ações estão suspensas desde as 15h de ontem.

Será que estão à espera de segunda-feira para anunciar novidades?

O mercado também fechou logo a seguir às 16:30, têm o fim de semana todo para comunicar algo antes da abertura de segunda. Portanto neste momento as ações continuarem suspensas não tem grande peso.

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Boas, 

É  importante saber que percentagem nesta 1ª  fase compra a MFE  se será  30% 40% ou inferior ( o que me parece pouco provável ser menos de 30%).

A família  Balsemão terá  a maioria do capital/ ações da holding da impresa mas com o dinheiro " fresco" e muito importante da MFE , terá  direito de certeza  ao portefólio de conteúdos desta, formatos de programas de entretenimento, séries entre outros .

Também  não  acredito que se note logo a mexida de grelha da SIC e restantes canais  temáticas mas  com os meses a passar alguns conteúdos da produzidos ou do portefólio da MFE principalmente de Espanha  e Itália  deverão  fazer parte das grelhas.

Resta saber quando a 1ª  fase de transição  ficará concluída  e quanto tempo a MFE ficará  minoritária mas como referi  não  acredito que seja mais do que 2 anos.

 

Editado por emanuel92
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