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Mensagem adicionada por Ruben,

Temas a abordar neste tópico:

- Informações referentes ao canal como um todo, não a respeito de um dos seus profissionais;
- Mudanças nos cargos de diretor ou noutros cargos relevantes.

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Postado
há 22 minutos, Divergente disse:

Se se concretizar essa tal compra, como ficará a grelha da sic? Será que os actores se mantém, ou serão despachados?

Antes de acontecer o que quer que seja, há contas para pagar.

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Postado (editado)
há 8 horas, Divergente disse:

Se se concretizar essa tal compra, como ficará a grelha da sic? Será que os actores se mantém, ou serão despachados?

Duvido muito que a SIC volte a ter um grande grupo de atores exclusivos como no passado. Mas alguns devem continuar como a Cláudia Vieira, Ricardo Pereira (ainda é exclusivo?), Luciana Abreu, ou a Diana Chaves, se voltar para a ficção.

Editado por D91
Postado
há 15 horas, Divergente disse:

Se se concretizar essa tal compra, como ficará a grelha da sic? Será que os actores se mantém, ou serão despachados?

Boas 

A 1ª  coisa antes da compra das acções por parte do grupo MFE  é  chegar a um acordo com o banco BPI ( maior creador da banca do grupo Impresa e que pertence aos espanhóis do Caixa Bank) para renegociar a dívida gigante do grupo de media  português. 

Se o MFE conseguir  aí  sim deverá,   das duas uma.

Fazer uma OPA ao grupo Impresa para ter a maioria do capital ( é  a opção mais provável) ou adquirir  a maioria do capital da SIC ( na minha opinião  a menos provável de acontecer isto porque fica só  com a estação  televisiva e sinceramente não  é  o que a família Balsemão quererá).

Posto isto só  depois poderão  mexer na programação dos canais   mas numa 1ª  fase deve ser muito ligeiramente. 

Ao fazer uma OPA ( oferta pública  de aquisição) o grupo MFE ficará  também com o Expresso e com a GMTS empresas do grupo Impresa.

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A mensagem da MFE no Expresso:

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Segundo a Sábado, o anúncio do fim das negociações está para breve. Já dão como certa a compra, só ainda não se sabe se compram já a maioria dos grupo ou se compram uma parte minoritária com a promessa de venda a longo prazo.

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há 5 minutos, srcbica disse:

Será que o Daniel só vai voltar a colocar uma novela brasileira na terceira faixa, porque já está a contar com o ovo no cu da galinha?

Não iria tanto por aí porque eles ainda não sabem quanto dinheiro vai ser injetado.

Talvez agora tenha de mostrar resultados. Se a administração mudar deixa de ter a proteção que tinha.

Quando a administração da TVI mudou a primeira coisa que fizeram foi mudar o diretor :mosking:

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O facto de a MFE ter deixado uma nota de pesar no Expresso já diz alguma coisa, de facto. Mas, sinceramente, parece-me quase impossível que já tenham comprado a maioria do grupo. Ou fizeram uma avaliação super otimista do potencial do negócio a longo prazo e estão a gastar à grande, ou então não sei. Isto porque o banco dificilmente deixará baixar muito mais a dívida.

Editado por jt9
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há 10 horas, srcbica disse:

Será que o Daniel só vai voltar a colocar uma novela brasileira na terceira faixa, porque já está a contar com o ovo no cu da galinha?

Mas quem é que confirmou isso?

Postado

Boas,

Eu ponho por dúvidas que a MFE tenha se quer comprado já  alguma percentagem minoritária na Impresa.

Isto é  tudo só  especulações  a MFE não  se vai meter num negocio destes se não  tiver o controlo do grupo Impresa ( a maioria do capital/ ações ) e sem negociar com o Caixa Bank  ( BPI em Portugal) para baixo o valor da dívida  da Impresa.

Eles querem de certeza pagar o menos possível da dívida da impresa ao Caixa Bank ( BPI) e assumir o controlo da Impresa como grupo integrado no "novo" grupo europeu de média. 

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há 2 minutos, emanuel92 disse:

Boas,

Eu ponho por dúvidas que a MFE tenha se quer comprado já  alguma percentagem minoritária na Impresa.

Isto é  tudo só  especulações  a MFE não  se vai meter num negocio destes se não  tiver o controlo do grupo Impresa ( a maioria do capital/ ações ) e sem negociar com o Caixa Bank  ( BPI em Portugal) para baixo o valor da dívida  da Impresa.

Eles querem de certeza pagar o menos possível da dívida da impresa ao Caixa Bank ( BPI) e assumir o controlo da Impresa como grupo integrado no "novo" grupo europeu de média. 

O histórico deles mostra que não entram logo como acionistas maioritários… fazem-no aos poucos.

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E sem terem o controlo de uma empresa  em dificuldades financeiras como a impresa.

Os gajos são  malucos para queimarem assim dinheiro ou tem  petróleo em Itália  e em Espanha, só  pode.

Sinceramente devem ficar com a maioria do Capital  mantendo o Francisco Pedro  Balsemão como CEO mas com outros administradores que eles conhecem e que estejam  ou tenham trabalhado com eles no grupo Italiano. 

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há 21 minutos, Maciel disse:

Mas quem é que confirmou isso?

Ninguém confirmou nada oficialmente - por agora, é apenas especulação nossa. O que se sabe é que a SIC tentou viabilizar a compra de Todas as Flores, mas sem sucesso, muito provavelmente por se tratar de uma produção original do Globoplay. Agora, estão a negociar os direitos de Três Graças para estrear no primeiro trimestre de 2026. Entretanto, Êta Mundo Melhor já está comprada e certamente será exibida à tarde. Assim, tudo indica que esta nova novela brasileira será aposta para o late-night.

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há 14 minutos, Bronkzor disse:

As negociações para a compra de uma participação no grupo Impresa por parte da MFE – MediaForEurope, controlada pela família Berlusconi, registaram avanços nos últimos dias. O final deste ano é agora apontado como a data-chave para a entrada do grupo italiano de media no capital da dona da SIC e Expresso.

A informação foi confirmada ao Negócios por três fontes distintas, que adiantaram também não estarem ainda acertados com a banca eventuais "haircuts" à dívida do grupo fundado por Francisco Pinto Balsemão, falecido este mês aos 88 anos. Nesta fase, segundo adiantam as mesmas fontes, a Impresa estará focada em acertar os detalhes da entrada da MEF no capital do grupo e da reestruturação que será levada a cabo, para depois avançar com contactos mais aprofundados com os principais credores.

O grupo de media viu os prejuízos agravaram-se no primeiro semestre deste ano, para os 5,1 milhões de euros. Ainda assim, a dona da SIC e Expresso enfatizaram que o número foi mais significativo face ao impacto da atual reestruturação já em curso e que sem esse custo adicional os resultados líquidos seriam negativos em 3,9 milhões, em linha com 2024. Em setembro, a SIC perdeu a liderança das audiências para a TVI. 

Ao Negócios, fontes conhecedoras do processo reconhecem que o tema da dívida é central no atual processo de negociações, garantindo também que quanto ao financiamento do curto prazo o grupo de media irá conseguir reduzir algum do seu endividamento neste trimestre por força de uma maior entrada de receitas relativas à publicidade.

No relatório e contas do primeiro semestre, a Impresa frisa que "no que toca à contínua adequação da estrutura de financiamento da Impresa aos objetivos e desafios a que se propõe, os ajustes aos ciclos de tesouraria e o aperfeiçoamento da estrutura de financiamento, de médio e longo prazo, continuarão a assumir particular destaque na agenda do grupo". Daí que, lê-se também, a Impresa continue "empenhada em avaliar alternativas para o seu nível de endividamento".

A MFE, que em 2021 consolidou a Mediaset Itália e Mediaset España, é controlada pela família Berlusconi e nesta fase da vida da Impresa uma espécie de boia de salvação. Fundada por Silvio Berlusconi, antigo primeiro-ministro italiano que faleceu em 2023, é liderada por Píer Silvio Berlusconi. E é sob a sua liderança que concluiu recentemente a OPA lançada sobre a ProSiebenSat.1, passando a deter cerca de 75% do capital do grupo alemão. 

No final de setembro, a Impresa confirmou oficialmente estar em negociações com a MFE para a compra de uma "posição relevante". Mais tarde, após pedidos de esclarecimentos feitos pela CMVM, a dona da SIC admitiu mesmo estar em causa uma participação que leve a empresa da família Berlusconi a assumir o controlo na Impresa.

"Em resposta a pedido de esclarecimento da CMVM, a Impresa informa que, de acordo com informação prestada pela sua acionista maioritária, no âmbito das negociações tornadas públicas com o grupo MFE não se encontra afastada a possibilidade da aquisição por este de uma participação relevante (direta ou indireta) para efeitos de controlo na Impresa", referiu em comunicado.

Já antes, no congresso da APDC, Francisco Pedro Balsemão, CEO da Impresa, tinha assumido que o grupo que lidera procurava parceiros para a entrada no capital. "Não estamos fechados à entrada de entidades ou pessoas de fora. Se for uma relação 'win-win', não fechamos essa porta", afirmou.

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A SIC e as suas marcas SIC Notícias, SIC Mulher, SIC Caras, SIC Novelas, SIC K e SIC Esperança foram distinguidas como Superbrands 2025.

Uma distinção que celebra o compromisso diário com a credibilidade, inovação e proximidade que marcam a relação da SIC com o seu público.

Obrigado a todos os que fazem parte desta história. Continuamos a construir o futuro, juntos. ♥️

https://www.instagram.com/p/DQbeQVBDv2z/

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há 1 hora, AndreRob disse:

A unica coisa que os novos investidores precisam fazer é correr com o Daniel Oliveira... o resto depois vai-se fazendo. Prioridades são prioridades.

Porque é que tinham de correr com o Daniel Oliveira, se o homem está a fazer omoletes sem ovos? Com as dívidas que o grupo tem, a sua gestão de grelha não podia ser muito melhor, porque o orçamento não estica. 

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há 7 minutos, D23 disse:

Porque é que tinham de correr com o Daniel Oliveira, se o homem está a fazer omoletes sem ovos? Com as dívidas que o grupo tem, a sua gestão de grelha não podia ser muito melhor, porque o orçamento não estica. 

Mas tem estratégias estapafúrdias como apostar quase sempre em dating shows. É dinheiro deitado à rua....

É preciso alguém com novas ideias...

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há 7 minutos, D91 disse:

Mas tem estratégias estapafúrdias como apostar quase sempre em dating shows. É dinheiro deitado à rua....

É preciso alguém com novas ideias...

Quem é que sugerias?

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A crise na SIC é grande mas isso não impediu o Daniel de contratar, a peso de ouro, nulidades na grelha do ponto de vista comercial como o Bruno Nogueira. E não é caso único. 

Ele já errou muito, isso é certo. Não podemos esquecer do mega flop Papel Principal que custou milhões ou das várias experiências sociais que, à excepção da edição clássica dos Casados, são fracassos um atrás do outro, ou ainda daquele programa de fds meio que cópia barata do Taskmaster. E acima disso tudo está a gestão ruinosa das fases finais das novelas, que ainda é o que resulta melhor no canal. Tudo isto demonstra falta de cuidado e desperdício de recursos de uma direção que não tem uma estratégia para o canal.

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há 18 minutos, Oliveranto disse:

A contratação do Bruno Nogueira foi feita numa fase boa da sic, nesse ano tinham inclusive baixado bastante a dívida. 
Experimentar novos realitys deve custar tanto ou menos que uma edição do casados, além disso é preciso testar, a sic não pode ficar dependente apenas do casados, não têm é sorte, programas como Hells Kitchen, traidores, a Quinta, a meu ver são bem interessantes, mas se o público prefere sempre BB/SS… 

Nem mais.

Acusar do flop PP quando o público é que trocou as boas novelas clássicas do canal pela inenarrável Festa. Se começaram a querer "comédia fatela", tomem lá "comédia fatela"... :clap:

Acusar de flops nos realities, quando só o atual e o Segundas Núpcias são flop na sua Direção.

Casados, Agricultor, Amigos Improváveis, o Noivo é Que Sabe, Casados no Paraíso e mesmo A Quinta, todos cumpriram ao fim da tarde, que é onde precisam de funcionar.

Houve imensa variedade nas apostas de entretenimento de fim de semana. Umas que resultaram e outras que falharam. Mas pelo menos tentaram.

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há 3 horas, Pedro M. disse:

Eu também acho que esta direção faz muito com pouco. Obviamente o dinheiro não desculpa tudo, mas desculpa muita coisa.

A SIC nem dinheiro tem para uma novela da Globo à meia-noite. O Estamos em Casa e o Domingão andam há meses a passar vergonha, acham mesmo que por exemplo nestes horários o Daniel não mexeu porque não quis? É a mesma coisa do Terra Nossa, a SIC tem o Family Feud em pré-produção, só vem em janeiro porquê? De certeza que não têm condições para estrear mais nada este ano ao sábado à noite.

É que não é como se houvesse várias apostas e todas fracassassem. Simplesmente não há apostas. 

O que parece de 2022 (mais ou menos) para cá é que a SIC arranca o ano com alguma disponibilidade financeira, e vem A Máscara, e o Casados, e outros formatos como o Family Feud ou Os Traidores, e há mais minutos de novelas brasileiras (como em janeiro deste ano que tinham ficção brasileira das 17:40 às 20:00), mas chega ao fim do ano e não tem a mínima margem de manobra.

Eu também sou da opinião de que esta direção deveria manter-se. Até porque muitas mudanças internas vão ocorrer dentro desta empresa e uma direção de entretenimento e outra de informação estáveis vai ser importante para haver um reequilíbrio das coisas. Obviamente que depois no médio prazo se não cumprirem os objetivos impostos pelo novo CEO aí sim as direções terão de sair.

Concordo em parte.

Ainda assim essa aposta de dar tudo no início do ano e depois não sobrar dinheiro do verão para a frente é má gestão. De facto nota-se muito isso que falas, mas se eles sabem que vão ter esse problema têm obrigatoriamente de pensar que vai ter de chegar para o ano todo. É o básico.

Além de que se pode sempre apontar más apostas que foram feitas com o pouco dinheiro que tinham. O dinheiro desculpa o arrastar de alguns programas, não desculpa o investimento neles.

O Terra Nossa é o único que ainda se entende que estejam sempre a gravar porque tem um custo muito reduzido certamente.

Postado
agora mesmo, Filipe disse:

Concordo em parte.

Ainda assim essa aposta de dar tudo no início do ano e depois não sobrar dinheiro do verão para a frente é má gestão. De facto nota-se muito isso que falas, mas se eles sabem que vão ter esse problema têm obrigatoriamente de pensar que vai ter de chegar para o ano todo. É o básico.

Além de que se pode sempre apontar más apostas que foram feitas com o pouco dinheiro que tinham. O dinheiro desculpa o arrastar de alguns programas, não desculpa o investimento neles.

O Terra Nossa é o único que ainda se entende que estejam sempre a gravar porque tem um custo muito reduzido certamente.

Sim, claro que pelo meio há claros erros de gestão, não discordo nada.

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