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Mensagem adicionada por Ruben,

Temas a abordar neste tópico:

- Informações referentes ao canal como um todo, não a respeito de um dos seus profissionais;
- Mudanças nos cargos de diretor ou noutros cargos relevantes.

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Postado (editado)
há 13 minutos, emanuel92 disse:

Boas, 

É  importante saber que percentagem nesta 1ª  fase compra a MFE  se será  30% 40% ou inferior ( o que me parece pouco provável ser menos de 30%).

A família  Balsemão terá  a maioria do capital/ ações da holding da impresa mas com o dinheiro " fresco" e muito importante da MFE , terá  direito de certeza  ao portefólio de conteúdos desta, formatos de programas de entretenimento, séries entre outros .

Também  não  acredito que se note logo a mexida de grelha da SIC e restantes canais  temáticas mas  com os meses a passar alguns conteúdos da produzidos ou do portefólio da MFE principalmente de Espanha  e Itália  deverão  fazer parte das grelhas.

Resta saber quando a 1ª  fase de transição  ficará concluída  e quanto tempo a MFE ficará  minoritária mas como referi  não  acredito que seja mais do que 2 anos.

Concordo contigo. Tudo indica que a MFE entra logo com uma posição significativa, à volta desses 30 % 40 %, o suficiente para ter influência sem assumir já o controlo.

Também acredito que as mudanças na grelha venham de forma gradual. Primeiro estabilizam a casa, e só depois começam a integrar produções e formatos do grupo. Nem dá para o fazer antes... a dívida é gigante kkkk

Na Alemanha, com a ProSieben, começaram minoritários em 2019 e só agora, em 2025 (6 anos!!!), é que passaram a maioritários. Mas aqui o processo deve ser bem mais rápido... Portugal é um mercado mais pequeno, a estrutura acionista é muito mais simples e a Impresa precisa de liquidez imediata. Portanto, dois anos parece-me uma estimativa bem realista, sim.

Editado por jt9
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há 1 hora, emanuel92 disse:

Boas, 

É  importante saber que percentagem nesta 1ª  fase compra a MFE  se será  30% 40% ou inferior ( o que me parece pouco provável ser menos de 30%).

A família  Balsemão terá  a maioria do capital/ ações da holding da impresa mas com o dinheiro " fresco" e muito importante da MFE , terá  direito de certeza  ao portefólio de conteúdos desta, formatos de programas de entretenimento, séries entre outros .

Também  não  acredito que se note logo a mexida de grelha da SIC e restantes canais  temáticas mas  com os meses a passar alguns conteúdos da produzidos ou do portefólio da MFE principalmente de Espanha  e Itália  deverão  fazer parte das grelhas.

Resta saber quando a 1ª  fase de transição  ficará concluída  e quanto tempo a MFE ficará  minoritária mas como referi  não  acredito que seja mais do que 2 anos.

 

Que conteúdos tem? 

Postado
há 1 hora, jt9 disse:

 

Na Alemanha, com a ProSieben, começaram minoritários em 2019 e só agora, em 2025 (6 anos!!!), é que passaram a maioritários. Mas aqui o processo deve ser bem mais rápido... Portugal é um mercado mais pequeno, a estrutura acionista é muito mais simples e a Impresa precisa de liquidez imediata. Portanto, dois anos parece-me uma estimativa bem realista, sim.

Concordo contigo, sim deve ser mais rápida  a integração da  Impresa na MFE no que respeita a maioria do Capital/ações  dois anos para  isso acontecer.

Numa 1ª  fase estabilizar  economicamente e financeiramente  a impresa  e numa 2ª  fase  adquirir no mínimo  60% do capital para ter a maioria.

A SIC, o Expresso e a GMTS  vão  beneficiar  de ter um grupo europeu  com esta capacidade financeira e de produção de conteúdos  como acionista minoritário numa primeira fase  e depois maioritário.

 

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há 2 horas, jt9 disse:

Escusa de OPA… Interessante. É quase um penúltimo passo antes de uma possível venda. Vamos ver se amanhã temos novidades.

Então vai na volta e vai ser vendida na totalidade :perdida:

Postado
há 11 horas, jt9 disse:

Escusa de OPA… Interessante. É quase um penúltimo passo antes de uma possível venda. Vamos ver se amanhã temos novidades.

Vamos ver também o que vai ser vendido, provavelmente vai ser parte da sociedade Impreger (da qual a Balseger tem 71,4%) que é dona de 50,3% da Impresa, ou mesmo a Impresa directamente (parte dos 50,3%). A Balseger acredito que continue a ser dos herdeiros de Francisco Balsemão.

Talvez a Mediaset fique com 24% da Impresa e a Impreger 26,3%, mantendo-se o maior accionista. Algo assim.

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há 1 hora, AG. disse:

Vamos ver também o que vai ser vendido, provavelmente vai ser parte da sociedade Impreger (da qual a Balseger tem 71,4%) que é dona de 50,3% da Impresa, ou mesmo a Impresa directamente (parte dos 50,3%). A Balseger acredito que continue a ser dos herdeiros de Francisco Balsemão.

Talvez a Mediaset fique com 24% da Impresa e a Impreger 26,3%, mantendo-se o maior accionista. Algo assim.

Boas, 

No meio de tantas Holdings ( empresas/ sub empresas) não  seria simplesmente mais fácil e rápido a MFE  adquirir cada percentagem de outros acionistas da Impresa até  prefazer os tais 30% 40 % ou mesmo 49% do capital da Impresa?

Do que adquirir  uma percentagem na Impreger esta por sua vez tem uma percentagem na Impresa. 

Isto digo eu.

Uma coisa é  certa ao menos sabe-se que vão  entrar na Impresa  ficando com uma posição minoritária  mas com todas as empresas desta incluindo o jornal Expresso que até  nem é o forte da MediaSet comunicação social escrita Impressa e digital ( jornais e  revistas).

Editado por emanuel92
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há 1 hora, emanuel92 disse:

Boas, 

No meio de tantas Holdings ( empresas/ sub empresas) não  seria simplesmente mais fácil e rápido a MFE  adquirir cada percentagem de outros acionistas da Impresa até  prefazer os tais 30% 40 % ou mesmo 49% do capital da Impresa?

Do que adquirir  uma percentagem na Impreger esta por sua vez tem uma percentagem na Impresa. 

Isto digo eu.

Uma coisa é  certa ao menos sabe-se que vão  entrar na Impresa  ficando com uma posição minoritária  mas com todas as empresas desta incluindo o jornal Expresso que até  nem é o forte da MediaSet comunicação social escrita Impressa e digital ( jornais e  revistas).

Quem são os acionistas "diretos" da impresa?

Postado
há 15 minutos, Foid disse:

Quem são os acionistas "diretos" da impresa?

Boas, 

Na ERC só  estão  os  50,306% da Impreger.

Provavelmente  o resto deve estar espalhado em bolsa , já que não  aparece  mais nada a não  ser que a Balseger detem 70% da Impreger. 

É  tudo uma salganhada de empresas/ sub empresas para no fim Balsemão controlar apenas 50,306% da Impresa pelo que percebi.

 

Postado
agora mesmo, emanuel92 disse:

Boas, 

Na ERC só  estão  os  50,306% da Impreger.

Provavelmente  o resto deve estar espalhado em bolsa , já que não  aparece  mais nada a não  ser que a Balseger detem 70% da Impreger. 

É  tudo uma salganhada de empresas/ sub empresas para no fim Balsemão controlar apenas 50,306% da Impresa pelo que percebi.

 

É uma salganhada e difícil de perceber. Tentei ver no site da Impresa mas também não consegui perceber. 

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há 1 hora, emanuel92 disse:

Boas, 

No meio de tantas Holdings ( empresas/ sub empresas) não  seria simplesmente mais fácil e rápido a MFE  adquirir cada percentagem de outros acionistas da Impresa até  prefazer os tais 30% 40 % ou mesmo 49% do capital da Impresa?

Do que adquirir  uma percentagem na Impreger esta por sua vez tem uma percentagem na Impresa. 

Isto digo eu.

Uma coisa é  certa ao menos sabe-se que vão  entrar na Impresa  ficando com uma posição minoritária  mas com todas as empresas desta incluindo o jornal Expresso que até  nem é o forte da MediaSet comunicação social escrita Impressa e digital ( jornais e  revistas).

Mais fácil ainda é a Impresa promover um aumento de capital social para que a Mediaset possa entrar.

Postado
há 16 minutos, D91 disse:

É uma salganhada e difícil de perceber. Tentei ver no site da Impresa mas também não consegui perceber. 

Sim, a família Balsemão controla cerca de 50 % da Impresa… é basicamente metade + um bocadinho, suficiente para mandar.

Corrijam-me se tiver errado, mas pelo que ando a ler a outra metade está dispersa por pequenos acionistas (fundos, investidores individuais, etc.) e é essa parte que pode ser comprada no mercado.

É basicamente esta estrutura toda que agora permite à MFE entrar minoritária, sem ainda tirar o controlo à família.

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Sobre os accionistas da Impresa, contactei a SIC e disseram que "os dados não estão disponível para o público em geral". :perdida:

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Postado (editado)
há 27 minutos, D91 disse:

Sobre os accionistas da Impresa, contactei a SIC e disseram que "os dados não estão disponível para o público em geral". :perdida:

Boas, 

Segungo a lei da transparência eles ( impresa) são  obrigados a divulgar quem são  os acionistas com cotas representativas e que tenham voto na sociedade  de pelo menos com 2,5%.

O que leva a crer que existem muitos pequenos investidores  muitos com 2% ou muito menos.

Assim é  com o Grupo Media Capital  se forem ver no site deles, por exemplo  a Warner Bros Discovery  tem cerca de 1% fruto do acordo de licenciamento  e como não tem os 2,5% que dá  poder de voto não  aparece no site dos acionistas da Media Capital. 

há 49 minutos, jt9 disse:

Sim, a família Balsemão controla cerca de 50 % da Impresa… é basicamente metade + um bocadinho, suficiente para mandar.

Corrijam-me se tiver errado, mas pelo que ando a ler a outra metade está dispersa por pequenos acionistas (fundos, investidores individuais, etc.) e é essa parte que pode ser comprada no mercado.

É basicamente esta estrutura toda que agora permite à MFE entrar minoritária, sem ainda tirar o controlo à família.

Boas, 

Sim será  nessa percentagens que a MFE vai investir.

Comprando essas ações  espalhadas em bolsa, com isso  se comprarem   todas ficam  com cerca de 49% do capital / ações  o que já  será  quase meia por meia com a família  Balsemão  e mesmo sendo minoritários com cerca de 49% tem uma posição  de relevo e muito importante. 

Editado por emanuel92
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há 3 horas, emanuel92 disse:

Boas, 

Segungo a lei da transparência eles ( impresa) são  obrigados a divulgar quem são  os acionistas com cotas representativas e que tenham voto na sociedade  de pelo menos com 2,5%.

O que leva a crer que existem muitos pequenos investidores  muitos com 2% ou muito menos.

Assim é  com o Grupo Media Capital  se forem ver no site deles, por exemplo  a Warner Bros Discovery  tem cerca de 1% fruto do acordo de licenciamento  e como não tem os 2,5% que dá  poder de voto não  aparece no site dos acionistas da Media Capital. 

Exatamente. Eles são obrigados a divulgar, mas como esses acionistas devem ter menos de 2% eles não são obrigados a divulgar. 

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Et voilà: "Italianos vão injetar até 30 milhões e ficam com 33% da Impresa"

Família Balsemão passará a controlar 34% do capital e Francisco Pedro Balsemão continuará como CEO da empresa.

Notícia exclusiva para assinantes: https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/media/detalhe/italianos-vao-injetar-ate-30-milhoes-e-ficam-com-33-da-impresa
Aqui está:

Citação

Os italianos da MFE – MediaForEurope vão injetar até 30 milhões de euros na Impresa, dona da SIC e do Expresso. A operação será concretizada através de um aumento de capital e o grupo fundado por Silvio Berlusconi passará a ter uma posição acionista de 33% na dona da SIC e Expresso, sabe o Negócios. O acordo que está em cima da mesa deverá ser comunicado ao mercado esta semana, sendo que as partes têm interesse em concretizar o mais rapidamente possível a prestação de informação à CMVM (Comissão do Mercado de Valores Mobiliários).

O aumento de capital irá produzir apenas efeitos na estrutura acionista da Impresa. Com a entrada de dinheiro fresco, a MFE ficará com a referida posição de 33%, enquanto a família Balsemão garantirá uma participação de 34% e a continuidade de Francisco Pedro Balsemão como CEO da empresa. Os outros 33% estão distribuídos por vários acionistas e encontram-se numa situação de “free-float”.

Este aumento de capital é visto como uma etapa inicial do relacionamento futuro entre a família Balsemão e o grupo italiano de media fundado por Silvio Berlusconi, tendo em vista o saneamento financeiro e o relançamento do grupo Impresa.

De notar que esta operação se refletirá apenas na Impresa SGPS, na qual a Impreger, holding da família Balsemão, tem 50,3% do capital, a qual por sua vez é controlada a 71% pela Balseger, outra holding de natureza familiar. 

Este reforço de capital deverá servir para, no imediato, mitigar os problemas de tesouraria do grupo Impresa, dando também mais margem de manobra para futuras negociações com os credores. 

Os cinco herdeiros de Francisco Pinto Balsemão comunicaram na passada sexta-feira à CMVM que vão ficar com a posição da holding Balseger, que detém a indiretamente maioria do capital da Impresa através da Impreger, dividindo entre si em partes iguais a participação que era do fundador da empresa. Assinaram também um acordo parassocial que determina que vão seguir uma estratégia conjunta nas assembleias gerais onde seja decidido o futuro da empresa.

O entendimento entre os herdeiros, agora acionistas da Balseger (Mónica Balsemão, Henrique Balsemão, Francisco Maria Balsemão, Joana Balsemão e Francisco Pedro Balsemão), prevê a “coordenação do exercício de direitos de voto em assembleias da Balseger e, por extensão, o alinhamento de voto na Impreger e na Impresa em matérias estratégicas”.

A MFE, que em 2021 consolidou a Mediaset Itália e Mediaset España, é controlada pela família Berlusconi e nesta fase da vida da Impresa surge como uma espécie de boia de salvação. Fundada por Silvio Berlusconi, antigo primeiro-ministro italiano que faleceu em 2023, é liderada por Píer Silvio Berlusconi. E foi sob a sua liderança que concluiu recentemente a OPA lançada sobre a ProSiebenSat.1, passando a deter cerca de 75% do capital do grupo alemão. 

No final de setembro, a Impresa confirmou oficialmente estar em negociações com a MFE para a compra de uma "posição relevante". Mais tarde, após pedidos de esclarecimentos feitos pela CMVM, a dona da SIC admitiu mesmo estar em causa uma participação que leve a empresa da família Berlusconi a assumir o controlo na Impresa.

 

Pontos a destacar:

  • "Os italianos da MFE – MediaForEurope vão injetar até 30 milhões de euros na Impresa, dona da SIC e do Expresso."
  • "A operação será concretizada através de um aumento de capital, e o grupo fundado por Silvio Berlusconi passará a ter uma posição acionista de 33% na dona da SIC e do Expresso."
  • "Com a entrada de dinheiro fresco, a MFE ficará com a referida posição de 33%, enquanto a família Balsemão garantirá uma participação de 34% e a continuidade de Francisco Pedro Balsemão como CEO."
  • "Este aumento de capital é visto como uma etapa inicial do relacionamento futuro entre a família Balsemão e o grupo italiano de media fundado por Silvio Berlusconi, tendo em vista o saneamento financeiro e o relançamento do grupo Impresa."
  • "O reforço de capital deverá servir para, no imediato, mitigar os problemas de tesouraria do grupo Impresa, dando também mais margem de manobra para futuras negociações com os credores."
  • "A MFE surge nesta fase como uma espécie de boia de salvação."
  • "O entendimento entre os herdeiros prevê a coordenação do exercício de direitos de voto em matérias estratégicas."
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há 12 minutos, jt9 disse:

Et voilà: "Italianos vão injetar até 30 milhões e ficam com 33% da Impresa"

Família Balsemão passará a controlar 34% do capital e Francisco Pedro Balsemão continuará como CEO da empresa.

Notícia exclusiva para assinantes: https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/media/detalhe/italianos-vao-injetar-ate-30-milhoes-e-ficam-com-33-da-impresa
Aqui está:

 

Pontos a destacar:

  • "Os italianos da MFE – MediaForEurope vão injetar até 30 milhões de euros na Impresa, dona da SIC e do Expresso."
  • "A operação será concretizada através de um aumento de capital, e o grupo fundado por Silvio Berlusconi passará a ter uma posição acionista de 33% na dona da SIC e do Expresso."
  • "Com a entrada de dinheiro fresco, a MFE ficará com a referida posição de 33%, enquanto a família Balsemão garantirá uma participação de 34% e a continuidade de Francisco Pedro Balsemão como CEO."
  • "Este aumento de capital é visto como uma etapa inicial do relacionamento futuro entre a família Balsemão e o grupo italiano de media fundado por Silvio Berlusconi, tendo em vista o saneamento financeiro e o relançamento do grupo Impresa."
  • "O reforço de capital deverá servir para, no imediato, mitigar os problemas de tesouraria do grupo Impresa, dando também mais margem de manobra para futuras negociações com os credores."
  • "A MFE surge nesta fase como uma espécie de boia de salvação."
  • "O entendimento entre os herdeiros prevê a coordenação do exercício de direitos de voto em matérias estratégicas."

Então eles sempre compram a Impresa e não a outra empresa da família. 

Isso significa que fica:

34% - Balsemão

33% - MFE

33% - Outros acionistas

O objetivo da MFE nunca será investir sem retorno, tal como aí diz inclui direito de voto em algumas decisões e deve vir com a promessa de em X anos aumentar a percentagem.

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há 14 minutos, jt9 disse:

Et voilà: "Italianos vão injetar até 30 milhões e ficam com 33% da Impresa"

 

Com esse dinheiro já podem ter uma grelha melhor.:adoro:

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