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Mensagem adicionada por Ruben,

Temas a abordar neste tópico:

- Informações referentes ao canal como um todo, não a respeito de um dos seus profissionais;
- Mudanças nos cargos de diretor ou noutros cargos relevantes.

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Boas, 

Tá  difícil mesmo o grupo MFE dentro do seu conselho de administração  devem estar a fazer as contas a quanto esta "brincadeira" de aquirir 33% da Impresa vai custar, isto porque é  enfiar dinheiro fresquinho na empresa mas ficam minoritários sem poder de decisão, mas acredito que durante os 2 anos serão  muito vigilantes para ver se a família Balsemão cumpre os acordos financeiros. 

Depois um grupo destes como a MFE não  entra para um grupo como a Impresa se não  for para ter a maioria  das acções  e do capital  isto para poderem ter o controlo e meterem quem quiserem a mandar no grupo em Portugal  e ao mesmo tempo tirarem a maior parte dos  dividendos quando o grupo começar a dar lucro.

O que realmente  interessa saber é  como ficará a programação  da SIC  daqui a 2 anos para já  pouco ou nada vai mudar e mesmo se vão  continuar com o Expresso porque como todos sabemos  não é o forte da MFE imprensa escrita digital e em papel.

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Hoje a MFE apresenta os resultados do trimestre. Não quer dizer que falem da Impresa, mas pode sempre sair daí alguma pista sobre a estratégia para a expansão europeia e o timing da entrada em Portugal.

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Para quem não viu, saiu um comunicado da Impresa: a SIC vendeu a participação de 30% que tinha na DualTickets por 3,5 milhões.

É uma empresa ligada a bilhetes e reservas (dona da bilheteira online BOL). A operação dá uma mais-valia de cerca de 1 milhão.

Fica aqui a info porque ainda ninguém tinha mencionado isto.

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há 16 horas, jt9 disse:

Para quem não viu, saiu um comunicado da Impresa: a SIC vendeu a participação de 30% que tinha na DualTickets por 3,5 milhões.

É uma empresa ligada a bilhetes e reservas (dona da bilheteira online BOL). A operação dá uma mais-valia de cerca de 1 milhão.

Fica aqui a info porque ainda ninguém tinha mencionado isto.

Balsemão Júnior ainda conseguiu salvaguardar o cinema e os bónus natalinos da malta trabalhadora para dezembro.:rezando:

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E já são conhecidos os resultados dos primeiros nove meses da MFE e… meus amigos, aquilo é só lucro por todo o lado. :haha:

- 243 milhões de euros de lucro
- Cash flow acima dos 340 milhões

Traduzindo de forma rápida, a MFE está com uma força financeira absurda. No ano passado, nesta altura, o lucro era de 96 milhões. Investir na Impresa é fácil kkkkk

Editado por jt9
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José Eduardo Moniz sobre o negócio: "Acho que quanto mais competitivo o mercado for, melhor. Se a entrada dos italianos na Impresa significar isso, acho que é bom para o mercado. É benéfico sobretudo se introduzir uma maior racionalização nas estratégias comerciais das empresas."

"É sinal que as empresas têm potencial"

https://eco.sapo.pt/2025/11/20/entrada-da-mfe-na-impresa-e-benefica-sobretudo-se-introduzir-uma-maior-racionalizacao-nas-estrategias-comerciais-das-empresas/

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há 1 hora, jt9 disse:

E já são conhecidos os resultados dos primeiros nove meses da MFE e… meus amigos, aquilo é só lucro por todo o lado. :haha:

- 243 milhões de euros de lucro
- Cash flow acima dos 340 milhões

Traduzindo de forma rápida, a MFE está com uma força financeira absurda. No ano passado, nesta altura, o lucro era de 96 milhões. Investir na Impresa é fácil kkkkk

Isso só  vai fazer a SIC  principalmente  esta ser e muito beneficiada até  com conteúdos que receberá do portefólio da MFE.

Já  o Expresso eu tenho muitas duvidas que a MFE a médio/ longo prazo o queira já  que não  é  a sua praia impresa escrita.

 

Editado por emanuel92
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há 2 horas, jt9 disse:

E já são conhecidos os resultados dos primeiros nove meses da MFE e… meus amigos, aquilo é só lucro por todo o lado. :haha:

- 243 milhões de euros de lucro
- Cash flow acima dos 340 milhões

Traduzindo de forma rápida, a MFE está com uma força financeira absurda. No ano passado, nesta altura, o lucro era de 96 milhões. Investir na Impresa é fácil kkkkk

Vem dinheiro para Os Traidores, Shark Tank, Impractical Jokers, Survivor, ... 

:adoro:

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há 27 minutos, Filipe disse:

Vem dinheiro para Os Traidores, Shark Tank, Impractical Jokers, Survivor, ... 

:adoro:

Nos nossos sonhos :triste_teresa:

Alem de caros, são programas que infelizmente não têm audiências suficientes, não criam buzz e a prioridade de certo deve ser limpar a casa e cortar altos investimentos em programas com pouco retorno financeiro. Com sorte talvez tenhamos um programa decente por ano :mosking:

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há 1 hora, JM26 disse:

Nos nossos sonhos :triste_teresa:

Alem de caros, são programas que infelizmente não têm audiências suficientes, não criam buzz e a prioridade de certo deve ser limpar a casa e cortar altos investimentos em programas com pouco retorno financeiro. Com sorte talvez tenhamos um programa decente por ano :mosking:

Se os dating shows também não funcionarem têm de passar para outros géneros :priere:

Além disso, não sei se conhecem o Impractical Jokers, mas é um programa barato que com um bom elenco é capaz de fazer frente ao Taskmaster. Tinham um programa barato como o Terra Nossa para irem rodando aos sábados à noite.

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há 8 minutos, Filipe disse:

Se os dating shows também não funcionarem têm de passar para outros géneros :priere:

Além disso, não sei se conhecem o Impractical Jokers, mas é um programa barato que com um bom elenco é capaz de fazer frente ao Taskmaster. Tinham um programa barato como o Terra Nossa para irem rodando aos sábados à noite.

Exatamente. O Survivor com celebridades até podia ser uma boa opção para fazer frente aos realitys da TVI, e se tivessem dinheiro podiam apostar numa versão anual da Ilha da Tentação. Mas para isso tinham que arranjar uma estratégia para terem dinheiro para fazer estes formatos. No resto do ano podiam apostar no Shark Tank (não deve ser um formato caro) e esse que sugeres.

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há 40 minutos, jt9 disse:

Saiu ontem no Milano Finanza uma peça super interessante sobre o movimento da MFE... e que até ajuda a perceber porque é que Portugal está mesmo na rota estratégica deles.

O artigo diz que:

- A MFE está em fase muito avançada da due diligence com a Impresa, e que o negócio pode ir a reunião de administração "nos próximos dias".

- O plano continua a ser entrar com até 33%, via aumento de capital, exatamente como já foi noticiado cá.

- Mas, agora, o mais curioso é a leitura estratégica: Portugal não é só Portugal no mapa deles...

  • Segundo o jornal, um dos pontos que pesou na análise foi a ponte para o mercado brasileiro, que é gigantesco (quase 19 mil milhões de dólares em publicidade).
  • Como a SIC Internacional e outros canais já chegam ao Brasil e a vários países, isso dá à MFE uma "porta de entrada".
  • Ou seja, basicamente a Impresa não é vista apenas como um ativo português, mas como uma peça com peso internacional dentro da futura rede europeia da MFE.

Isto do Brasil é bastante interessante!! Falam também da OPTO. Este negócio, a concretizar-se, vai sair melhor que a encomenda para a SIC.

Só espero que isso signifique uma coisa: investimento na produção nacional.

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44 minutes ago, jt9 said:

Saiu ontem no Milano Finanza uma peça super interessante sobre o movimento da MFE... e que até ajuda a perceber porque é que Portugal está mesmo na rota estratégica deles.

O artigo diz que:

- A MFE está em fase muito avançada da due diligence com a Impresa, e que o negócio pode ir a reunião de administração "nos próximos dias".

- O plano continua a ser entrar com até 33%, via aumento de capital, exatamente como já foi noticiado cá.

- Mas, agora, o mais curioso é a leitura estratégica: Portugal não é só Portugal no mapa deles...

  • Segundo o jornal, um dos pontos que pesou na análise foi a ponte para o mercado brasileiro, que é gigantesco (quase 19 mil milhões de dólares em publicidade).
  • Como a SIC Internacional e outros canais já chegam ao Brasil e a vários países, isso dá à MFE uma "porta de entrada".
  • Ou seja, basicamente a Impresa não é vista apenas como um ativo português, mas como uma peça com peso internacional dentro da futura rede europeia da MFE.

Isto do Brasil é bastante interessante!! Falam também da OPTO. Este negócio, a concretizar-se, vai sair melhor que a encomenda para a SIC.

Isso parece-me é mais uma alucinação, mas ok. Duvido muito que um canal português, com produtos portugueses, a ter sucesso no Brasil, já houve mais do que tentativas de tentar penetrar com formatos portugueses no mercado brasileiro e sem sucesso, incluindo novelas da SIC (suponho que eles estão a relacionar a língua com uma facilidade de entrar nesse mercado que, sim, é atrativo mas não é com produções portuguesas que vão lá). Se queriam entrar no mercado brasileiro, era mais fácil comprar logo um canal por lá, há vários deles que andam a arrastar-se a a implorar para serem comprados. Cheira-me a péssima leitura do mercado, isso sim. A única ponte segura que há com o Brasil é a ligação histórica com a Globo, e a balança favorece mais o Brasil do que Portugal, uma vez que os portugueses são mais abertos aos programas brasileiros do que o contrário.

Editado por Fernando
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há 3 minutos, User3468 disse:

Só espero que isso signifique uma coisa: investimento na produção nacional.

E aposta num programação renovada, com novos formatos internacionais, apostas fortes na SIC .

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há 4 minutos, Fernando disse:

Isso parece-me é mais uma alucinação, mas ok. Duvido muito um canal português, com produtos portugueses, a ter sucesso no Brasil, já houve mais do que tentativas de tentar penetrar com formatos portugueses no mercado brasileiro e sem sucesso (suponho que eles estão a relacionar a língua com uma facilidade de entrar nesse mercado). Se queriam entrar no mercado brasileiro, era mais fácil comprar logo um canal por lá, há vários deles que andam a arrastar-se a a implorar para serem comprados. Cheira-me a péssima leitura do mercado, isso sim. 

Eu, pelo que percebi, querem usar a vantagem da língua para, através de Portugal, entrar no mercado brasileiro. E, a partir daí, conseguir ganhar mais dinheiro com os formatos da casa (aqui não consigo ter a leitura que eles querem conteúdos portugueses a terem sucesso no mercado brasileiro). Ou seja, aproveitar os contactos para publicitar conteúdos de vários países.

Editado por User3468
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há 8 minutos, Fernando disse:

Isso parece-me é mais uma alucinação, mas ok. Duvido muito que um canal português, com produtos portugueses, a ter sucesso no Brasil, já houve mais do que tentativas de tentar penetrar com formatos portugueses no mercado brasileiro e sem sucesso, incluindo novelas da SIC (suponho que eles estão a relacionar a língua com uma facilidade de entrar nesse mercado que, sim, é atrativo mas não é com produções portuguesas que vão lá). Se queriam entrar no mercado brasileiro, era mais fácil comprar logo um canal por lá, há vários deles que andam a arrastar-se a a implorar para serem comprados. Cheira-me a péssima leitura do mercado, isso sim. A única ponte segura que há com o Brasil é a ligação histórica com a Globo, e a balança favorece mais o Brasil do que Portugal, uma vez que os portugueses são mais abertos aos programas brasileiros do que o contrário.

Atenção que o artigo não está a dizer que "a SIC vai conquistar o Brasil" ou que vamos meter novelas portuguesas no horário nobre da Globo... isso seria realmente fantasia kkkk.

O ponto aqui é outro: a MFE olha para a Impresa como um ativo com presença internacional já instalada, incluindo no Brasil. Não por causa de formatos portugueses, mas porque (segundo o artigo):

- a SIC Internacional e a SIC Notícias já estão distribuídas no Brasil, via cabo/IPTV
- a Impresa é o grupo português com mais canais emitidos fora do país (11 países, 40 operadores)

E isto, para a MFE, significa que a Impresa já tem uma infraestrutura e acordos internacionais que podem ser integrados num futuro "super-grupo" europeu.

Edit: e sobre "comprar logo um canal brasileiro"... isso seria infinitamente mais caro e mais complexo regulatoriamente. Portugal é um mercado mais que fácil para os italianos entrarem, barato e, neste caso, com uma empresa cheia de canais já distribuídos lá fora.

Editado por jt9
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12 minutes ago, User3468 said:

Eu, pelo que percebi, querem usar a vantagem da língua para, através de Portugal, entrar no mercado brasileiro. E, a partir daí, conseguir ganhar mais dinheiro com os formatos da casa (aqui não consigo ter a leitura que eles querem conteúdos portugueses a terem sucesso no mercado brasileiro). Ou seja, aproveitar os contactos para publicitar conteúdos de vários países.

A questão é que, num mundo globalizado, a língua faz zero sentido para fazer negócios, não é como se no Brasil não se soubesse falar outras línguas (se é isso o entendimento deles, estamos mal :rofl:). Além disso, o Brasil tem ligações históricas com Itália também, portanto. Esse argumento não faz sentido. Entrar no mercado quer dizer uma de duas coisas, ou exportar formatos ou canais ou fazer produções :haha: A vantagem da língua só faz sentido se for para tentar implementar formatos por lá.

9 minutes ago, jt9 said:

Atenção que o artigo não está a dizer que "a SIC vai conquistar o Brasil" ou que vamos meter novelas portuguesas no horário nobre da Globo... isso seria realmente fantasia kkkk.

O ponto aqui é outro: a MFE olha para a Impresa como um ativo com presença internacional já instalada, incluindo no Brasil. Não por causa de formatos portugueses, mas porque (segundo o artigo):

- a SIC Internacional e a SIC Notícias já estão distribuídas no Brasil, via cabo/IPTV
- a Impresa é o grupo português com mais canais emitidos fora do país (11 países, 40 operadores)

E isto, para a MFE, significa que a Impresa já tem uma infraestrutura e acordos internacionais que podem ser integrados num futuro "super-grupo" europeu.

Eu também não disse conquistar, a questão é que é preciso que as coisas tenho o mínimo de aderência para se justificar o investimento, e aqui falo de forma mais geral, incluindo canais e formatos. Eu duvido muito que seja rentável, os canais internacionais, normalmente, interessam mais às diásporas portuguesas do que à população local (e o mesmo se passa noutros locais, a maioria das pessoas tem canais internacionais no Cabo e está nem aí para eles), mesmo a questão linguística não vejo canais desse género a fazerem audiências expressivas (aqui não é questões de liderança), e penso que o Cabo no Brasil tem um papel bem diferente do que tem o mundo euro-americano. Não sei o que eles querem dizer com entrar no mercado brasileiro, fracamente, mas parece-me uma leitura apenas economicista e sem ter em conta as particularidades locais. O Brasil é um mercado gigantesco, mas nem tudo cola por lá, especialmente do que vem de Portugal. 

Editado por Fernando
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há 11 minutos, Fernando disse:

Eu também não disse conquistar, a questão é que é preciso que as coisas tenho o mínimo de aderência para se justificar o investimento. Eu duvido muito que seja rentável, os canais internacionais, normalmente, interessam mais às diásporas portuguesas do que à população local (e o mesmo se passa noutros locais, a maioria das pessoas tem canais internacionais no Cabo e está nem aí para eles), mesmo a questão linguística não vejo canais desse género a fazerem audiências expressivas (aqui não é questões de liderança), e penso que o Cabo no Brasil tem um papel bem diferente do que tem o mundo euro-americano. Não sei o que eles querem dizer com entrar no mercado brasileiro, fracamente, mas parece-me uma leitura apenas economicista e sem ter em conta as particularidades locais. O Brasil é um mercado gigantesco, mas nem tudo cola por lá, especialmente do que vem de Portugal.

Sim, é uma leitura puramente económica e estratégica. Quando tens um grupo que está a (tentar) montar uma rede transnacional (Itália + Espanha + Alemanha + em breve, possivelmente Portugal), canais já distribuídos no Brasil e noutros mercados tornam-se ferramentas comerciais (só). E também é por isso que é referida a quantia de 19 mil milhões em publicidade.

Aliás, estava aqui a pensar. A SIC e os restantes canais do grupo são pagos pela presença nos pacotes, né? Epá, isto ainda mais expandido, é literalmente mais uma receita garantida.

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Boas, 

Claro  que para a MFE a entrada em Portugal  vai permitir ter uma rede de  canais e conteúdos por 4 países  onde sinceramente  haverá sinergias entre todos Itália, Espanha, Alemanha  e Portugal. 

Também com isto os conteúdos produzidos  pelos canais  desses países do grupo  MFE passarão  na SIC  como a SIC  terá  conteúdos a passar na Alemanha, Itália, Espanha  pelos canais do grupo e só assim fará  sentido.

Para além da MFE ter  todo o interesse também  em saber como estão  os atuais contratos de distribuição dos canais SIC nas plataformas de cabo e o que poderão  fazer para melhorar essas condições  e eventualmente também  emitir alguns  nos países onde atua o grupo.

Editado por emanuel92
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On 22/11/2025 at 14:46, jt9 disse:

- a SIC Internacional e a SIC Notícias já estão distribuídas no Brasil, via cabo/IPTV

Acho que só a SIC Internacional está no Brasil. Nunca vi a SIC Notícias numa operadora brasileira.

Ainda está na Claro TV, em Setembro de 2022 saiu da SKY e foi substituída pelo regresso da RTP Internacional. Só operadores de pequeno porte é que tinham ambos (RTP e SIC)

Postado (editado)
há 55 minutos, ATVTQsV disse:

Acho que só a SIC Internacional está no Brasil. Nunca vi a SIC Notícias numa operadora brasileira.

Ainda está na Claro TV, em Setembro de 2022 saiu da SKY e foi substituída pelo regresso da RTP Internacional. Só operadores de pequeno porte é que tinham ambos (RTP e SIC)

Eu acho que o que interessa para a MFE é ter aquele espaço. Não me surpreenderia que a SIC Internacional, a SIC Caras e a SIC Radical dessem lugar a novos canais, aproveitando os acordos existentes de distribuição nacional e internacional dos mesmos.

Editado por User3468
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