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Mensagem adicionada por Ruben,

Temas a abordar neste tópico:

- Informações referentes ao canal como um todo, não a respeito de um dos seus profissionais;
- Mudanças nos cargos de diretor ou noutros cargos relevantes.

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Postado
agora mesmo, Amorim disse:

Ele já estava muito debilitado 

Sim, e os jornais publicavam cada foto... Contudo, não esperava receber essa notícia agora.

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há 1 minuto, jt9 disse:

Sim, e os jornais publicavam cada foto... Contudo, não esperava receber essa notícia agora.

Nunca é uma noticia fácil de receber.... Paz a sua alma! 

CNN a passar a noticia e a falar dela

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Na despedida de Francisco Pinto Balsemão, vejo uma grande incerteza em relação ao futuro nas palavras dos funcionários do Grupo Impresa. Acho que as palavras do Rodrigo Guedes de Carvalho dizem tudo.

Quanto ao futuro, espero que a família Balsemão saiba gerir bem a situação, e até acho que seria positivo eles ficarem com parte do grupo, mas claramente é preciso que um novo investidor entre no grupo com bom dinheiro.

Vamos dar tempo ao tempo, para ver quais as estratégias que irão pôr em prática no grupo.

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há 1 minuto, D91 disse:

Na despedida de Francisco Pinto Balsemão, vejo uma grande incerteza em relação ao futuro nas palavras dos funcionários do Grupo Impresa. Acho que as palavras do Rodrigo Guedes de Carvalho dizem tudo.

Quanto ao futuro, espero que a família Balsemão saiba gerir bem a situação, e até acho que seria positivo eles ficarem com parte do grupo, mas claramente é preciso que um novo investidor entre no grupo com bom dinheiro.

Vamos dar tempo ao tempo, para ver quais as estratégias que irão pôr em prática no grupo.

Boas @D91

Infelizmente com a partida do fundador do grupo Impresa o DR Francisco Pinto Balsemão e apesar deste já  não  ter funções executivas no grupo, a sua presença quer presencialmente ou via electrónica era algo que impunha um determinado respeito pela sua obra e pela sua forma de liderar a instituição  e os seus colaboradores quase mesmo como família que assim se renomeava  a família SIC e Expresso  e todas as outras empresas dentro do grupo.

Dito isto os filhos que tem funções executivas na Impresa principalmente o Francisco Pedro Balsemão terão  de Infelizmente negociar com a família de Berlusconi  numa 1ª  fase acho que uma parte minoritária embora que a MFE quer ter o controlo do grupo no mínimo 50,01% para poder   tomar as decisões quer a nível  financeiro principalmente renegociar a dívida com o BPI/ Caixa Bank que não  será nada facil como se vê  pela postura do grupo bancário espanhol. 

Depois é  preciso ver se a MFE quer apenas comprar o controlo da SIC ( já  que o grupo Italiano a sua força  é  o negócio  de TV e a produção de conteúdos) como aparece nalgumas noticias ou vai fazer uma OPA ao grupo Impresa e adquire o grupo inteiro, teremos de aguardar.

E há  outra coisa se a MFE adquirir o controlo da Impresa terá todo o interesse em avaliar os parceiros atuais da SIC quer a nível de produção de conteúdos principalmente ficção para ser difundida pelos outros mercados onde está  presente Espanha, Itália etc o que pode levar mais tarde a poderem tentar adquirir uma percentagem de controlo na atual SP Televisão  não  me admiraria  nada.

Quanto ao Expresso a imprensa escrita em papel e digital não é  a praia da MFE mas podem a ter um interesse em manter o jornal já  que este é dos semanários mais lidos e dá  lucro. 

É  a minha opinião, vamos ver o que acontece.

 

 

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há 3 minutos, emanuel92 disse:

Boas @D91

Infelizmente com a partida do fundador do grupo Impresa o DR Francisco Pinto Balsemão e apesar deste já  não  ter funções executivas no grupo, a sua presença quer presencialmente ou via electrónica era algo que impunha um determinado respeito pela sua obra e pela sua forma de liderar a instituição  e os seus colaboradores quase mesmo como família que assim se renomeava  a família SIC e Expresso  e todas as outras empresas dentro do grupo.

Dito isto os filhos que tem funções executivas na Impresa principalmente o Francisco Pedro Balsemão terão  de Infelizmente negociar com a família de Berlusconi  numa 1ª  fase acho que uma parte minoritária embora que a MFE quer ter o controlo do grupo no mínimo 50,01% para poder   tomar as decisões quer a nível  financeiro principalmente renegociar a dívida com o BPI/ Caixa Bank que não  será nada facil como se vê  pela postura do grupo bancário espanhol. 

Depois é  preciso ver se a MFE quer apenas comprar o controlo da SIC ( já  que o grupo Italiano a sua força  é  o negócio  de TV e a produção de conteúdos) como aparece nalgumas noticias ou vai fazer uma OPA ao grupo Impresa e adquire o grupo inteiro, teremos de aguardar.

E há  outra coisa se a MFE adquirir o controlo da Impresa terá todo o interesse em avaliar os parceiros atuais da SIC quer a nível de produção de conteúdos principalmente ficção para ser difundida pelos outros mercados onde está  presente Espanha, Itália etc o que pode levar mais tarde a poderem tentar adquirir uma percentagem de controlo na atual SP Televisão  não  me admiraria  nada.

Quanto ao Expresso a imprensa escrita em papel e digital não é  a praia da MFE mas podem a ter um interesse em manter o jornal já  que este é dos semanários mais lidos e dá  lucro. 

É  a minha opinião, vamos ver o que acontece.

 

 

Sim faz sentido o que dizes. E não me admiraria que a MFE venha a ter interesse em adquirir a SP Televisão. Em relação ao Expresso, é o jornal mais lido do pais, por isso podem ter interesse em continuar com o mesmo. 

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Acho uma pena não serem reatadas as negociações com o Grupo Jerónimo Martins (dona do Pingo Doce) para o capital social da Impresa continuar sobre  controlo nacional, em vez de vendermos tudo o que há no país a estrangeiros.

A Sonae (dona do Continente), principal concorrente da Jerónimo Martins, fundou o Jornal Público e tem uma participação principal na NOS.

Com o dinheiro da Jerónimo Martins o grupo Impresa poderia aspirar a outros voos, continuando a ser uma empresa portuguesa, tal como a Media Capital foi resgatada pelo dinheiro do Mário Ferreira, com interesses que hoje em dia ainda são um pouco duvidosos, quando alimenta reuniões entre o Almirante Gouveia e Melo e André Ventura...

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há 2 minutos, Eduardo Oliveira disse:

Acho uma pena não serem reatadas as negociações com o Grupo Jerónimo Martins (dona do Pingo Doce) para o capital social da Impresa continuar sobre  controlo nacional, em vez de vendermos tudo o que há no país a estrangeiros.

A Sonae (dona do Continente), principal concorrente da Jerónimo Martins, fundou o Jornal Público e tem uma participação principal na NOS.

Com o dinheiro da Jerónimo Martins o grupo Impresa poderia aspirar a outros voos, continuando a ser uma empresa portuguesa, tal como a Media Capital foi resgatada pelo dinheiro do Mário Ferreira, com interesses que hoje em dia ainda são um pouco duvidosos, quando alimenta reuniões entre o Almirante Gouveia e Melo e André Ventura...

Também concordo que seria positivo o grupo continuar nas mãos de portugueses. Todos vimos o que aconteceu quando a Média Capital foi adquirida pelos espanhóis. Eles podiam tentar reatar as negociações com o Grupo Jerónimo Martins, mas não sei até que ponto será possível. 

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Boas, 

Com o grupo JM ou com a Sonai que é  acionista do grupo NOS.

A Sonai tem experiência nas telecomunicações  com a NOS, a NOS tem experiência  na distribuição de conteúdos e canais de TV, com a experiência da comunicação social  da Impresa podia ser um grupo bastante forte.

Não  sei é  se Anacom, ERC e AC (autoridade da  concorrência) esta última teria a decisão difícil de aprovar ou não  o negócio talvez obrigando a determinados condicionantes , embora no caso da NOS e não do MEO esta facilita a distribuição de canais e conteúdos aos concorrentes  por isso penso que o  negócio como esse poderia ser aprovado pela AC.

Para a Impresa, SIC seria muito bom se caisse nas mãos da Sonai/NOS

Editado por emanuel92
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há 12 minutos, emanuel92 disse:

Boas, 

Com o grupo JM ou com a Sonai que é  acionista do grupo NOS.

A Sonai tem experiência nas telecomunicações  com a NOS, a NOS tem experiência  na distribuição de conteúdos e canais de TV, com a experiência da comunicação social  da Impresa podia ser um grupo bastante forte.

Não  sei é  se Anacom, ERC e AC (autoridade da  concorrência) esta última teria a decisão difícil de aprovar ou não  o negócio talvez obrigando a determinados condicionantes , embora no caso da NOS e não do MEO esta facilita a distribuição de canais e conteúdos aos concorrentes  por isso penso que o  negócio como esse poderia ser aprovado pela AC.

Para a Impresa, SIC seria muito bom se caisse nas mãos da Sonai/NOS

A empresa chama-se SONAE, que vem de Sociedade Nacional de Estratificados, porque inicialmente eles estavam apenas focados "na área das madeiras processadas, mais especificamente, na produção de painéis laminados decorativos de alta-pressão." fonte: https://www.publico.pt/2015/03/15/economia/noticia/cronologia-acontecimentos-marcantes-da-historia-da-sonae-1689182

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há 12 minutos, D23 disse:

A empresa chama-se SONAE, que vem de Sociedade Nacional de Estratificados, porque inicialmente eles estavam apenas focados "na área das madeiras processadas, mais especificamente, na produção de painéis laminados decorativos de alta-pressão." fonte: https://www.publico.pt/2015/03/15/economia/noticia/cronologia-acontecimentos-marcantes-da-historia-da-sonae-1689182

Sim é  Sonae  com E , eu é  com a pressa acabei por escrever com  o I e depois não corrigi. 

De qualquer forma obrigado pela correcção/ atenção.

há 4 minutos, jt9 disse:

SONAE? Um grupo também cheio de dívidas ahahahahahaah? O Jornal Público, por exemplo, está cada vez mais reduzido.

Pode ser através da NOS Audiovisuais  grupo NOS  tem capacidade para isso e tem outros acionistas sem ser só  a Sonae.

Restava saber se a NOS estaria disponível para isso infelizmente  penso que não. 

Editado por emanuel92
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Se o acordo Altice/Media Capital foi barrado, um acordo SONAE/Impresa seria também barrado pela AdC. Só o Grupo Jerónimo Martins (equiparando com a SONAE) conseguiria ter a luz verde, pelo simples facto de não ter na estrutura uma empresa de media. Mas não acredito que avancem. A injeção de capital que o grupo precisa é muito elevado e mesmo com sucesso na Polónia, não sei se o Grupo JM teria capacidade financeira para colocar tanto dinheiro numa empresa, sabendo que não teriam retorno em troca.

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há 5 minutos, D91 disse:

Duvido que a SONAE tenha interesse na SIC nesta altura. O Grupo Jerónimo Martins talvez fosse mais seguro.

Nem a SIC tem interesse na SONAE, certamente. O Grupo do Continente está com dívidas de mais de mil milhões de euros, salvo erro.

  • Obrigado 4

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