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Mensagem adicionada por Ruben,

Temas a abordar neste tópico:

- Informações referentes ao canal como um todo, não a respeito de um dos seus profissionais;
- Mudanças nos cargos de diretor ou noutros cargos relevantes.

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Postado
há 1 hora, Magazine disse:

Amiga, mas isso tem mais a ver com a estratégia da SIÇ emular maior parte da programação da TVI. Era inevitável isso acontecer, eles tinham de combater o Somos Portugal.

De certa forma, o fim do cinema na tv é culpa da TVI :vip:

É, mas em 2016 a SIC redimiu do erro que foi ter o Portugal em Festa e até Junho de 2020 deixou de ser uma TVIcópia aos domingos à tarde.

Isso, com a justificação de que "estávamos em pandemia e a nossa prioridade era ajudar os pimbas"

há 54 minutos, cristovaoga disse:

Havemos de chegar a 2028 e ainda vais andar a queixar-te do fim do cinema aos domingos :zzz:

:acabou:

Temo que em 2028 já os sábados e os domingos sejam dias de trabalho, do jeito que as grelhas de hoje são

Postado
há 10 horas, cristovaoga disse:

Havemos de chegar a 2028 e ainda vais andar a queixar-te do fim do cinema aos domingos :zzz:

:acabou:

Uma queixa perfeitamente válida dado o estado absolutamente abjeto da televisão nacional, especialmente dos dois estarolas privados.

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Acho que a abordagem da SIC em deixar a liderança para segundo plano, por agora, é uma estratégia brilhante. 

Enquanto a TVI continuar com a aposta contínua em reality shows todo o ano, a SIC não tem qualquer hipótese de voltar a liderar. 

Devem sim deixar a TVI desgastar o formato reality-show o mais que conseguirem e depois contra-atacar se se notar algum sinal de saturação do público com esse formato.

 

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há 9 minutos, D23 disse:

Acho que a abordagem da SIC em deixar a liderança para segundo plano, por agora, é uma estratégia brilhante. 

Enquanto a TVI continuar com a aposta contínua em reality shows todo o ano, a SIC não tem qualquer hipótese de voltar a liderar. 

Devem sim deixar a TVI desgastar o formato reality-show o mais que conseguirem e depois contra-atacar se se notar algum sinal de saturação do público com esse formato.

 

quando a tvi não liderava diziam o mesmo 'não eram obsecados por chegar à liderança que isso não era o mais importante no momento' o Daniel simplesmente copiou o argumento para 'passar pano' numa estratégia falhada.

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há 55 minutos, AndreRob disse:

quando a tvi não liderava diziam o mesmo 'não eram obsecados por chegar à liderança que isso não era o mais importante no momento' o Daniel simplesmente copiou o argumento para 'passar pano' numa estratégia falhada.

A SIC não pode fazer nada para combater os reality shows. Só podem mesmo esperar que o público sature desse formato. Nesse sentido, acho que o comunicado está bem redigido, porque ajuda a acalmar os ânimos e a conversa da "perda de liderança". 

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há 32 minutos, D23 disse:

A SIC não pode fazer nada para combater os reality shows. Só podem mesmo esperar que o público sature desse formato. Nesse sentido, acho que o comunicado está bem redigido, porque ajuda a acalmar os ânimos e a conversa da "perda de liderança". 

Mais ou menos.

A SIC não tem 1 formato para combater os reality-shows, mas já houve várias temporadas de BB/SS que perdiam para as novelas das seis ou meia-noite, ou para os docs das 7.

A SIC tem é de ter uma grelha bem montada e não fazer como tem feito, deixar o Última Hora contra a Júlia, o Extra contra Nazaré, e por aí vai.

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1 hour ago, AndreRob said:

quando a tvi não liderava diziam o mesmo 'não eram obsecados por chegar à liderança que isso não era o mais importante no momento' o Daniel simplesmente copiou o argumento para 'passar pano' numa estratégia falhada.

Claro que a sim, se voltam a ganhar um mês fazem uma festa e dizem que sempre esteve nos objetivos :rofl: as pessoas caem no conto do vigário, a prioridade até pode ser a estabilidade da grelha, coisa que não aconteceu no ano passado, mas o objetivo último é a liderança. Aqui não há nada de brilhante, é apenas comunicação de empresa.

Editado por Fernando
Postado
há 1 hora, Fernando disse:

Claro que a sim, se voltam a ganhar um mês fazem uma festa e dizem que sempre esteve nos objetivos :rofl: as pessoas caem no conto do vigário, a prioridade até pode ser a estabilidade da grelha, coisa que não aconteceu no ano passado, mas o objetivo último é a liderança. Aqui não há nada de brilhante, é apenas comunicação de empresa.

É PR. 

Postado
há 2 horas, Pedro M. disse:

Mais ou menos.

A SIC não tem 1 formato para combater os reality-shows, mas já houve várias temporadas de BB/SS que perdiam para as novelas das seis ou meia-noite, ou para os docs das 7.

A SIC tem é de ter uma grelha bem montada e não fazer como tem feito, deixar o Última Hora contra a Júlia, o Extra contra Nazaré, e por aí vai.

Sim, mas agora também tens o "Especial", que tem audiências muito boas no HN. 

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Postado (editado)
há 7 minutos, Diogo Marreiros disse:

Tu achas que que o Ricardo Costa só começou a pensar no que iria fazer no dia 6?

ao ponto de despedir o Daniel Oliveira no dia a seguir... vai um longo caminho

Teve de passar a pasta da Informação e receber parte das coisas do entretenimento

Editado por gualter007
Postado (editado)

“A SIC é a grande vencedora do Prémio Cinco Estrelas 2025, na categoria “TV - Canais Generalistas”. Também a jornalista Clara de Sousa foi distinguida, pelo quarto ano consecutivo, com o Prémio na Categoria de Jornalismo. Estas distinções são o resultado da avaliação de 102.400 consumidores. Agradecemos a preferência.”

Editado por jt9
  • Gosto 9
  • Adoro 3
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há 26 minutos, luismvsilva97 disse:

Infelizmente é, hoje em dia é tudo um negócio e temos que pagar tudo!

Pois, só que infelizmente o dinheiro não estica e não dá para tudo....

  • Gosto 2
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agora mesmo, D91 disse:

Pois, só que infelizmente o dinheiro não estica e não dá para tudo....

120€/ano ainda é puxado.

Reparei que, para ler o artigo, basta pagar 1€. Já o paguei e, abaixo, deixo a notícia. Aliás, em "modo citação" está a notícia completa. Aqui, para todos verem, destaco dois pontos interessantes do ponto de vista comercial, com informações que não eram conhecidas.

  • A proximidade com os anunciantes é um ponto importante para a estação, que já tem estabelecidas parcerias com marcas, para a programação deste ano, como uma ação comercial com o ‘Casa Feliz’, que terá um novo espaço de gravação, estabelecida com a agência imobiliária ERA. Trata-se de uma narrativa na qual a antiga ‘casa’ onde o programa é gravado estará à venda com a ajuda da ERA.
  • A integração de publicidade em ficção é outra das apostas. Daniel Oliveira refere que ‘A Herança’ tem prevista uma parceria de marca, que será revelada mais próximo da data de lançamento, juntamente com outros acordos de ‘product placement’ e ‘branding’.

 

Citação

 

Ricardo Costa: “A liderança não é uma obsessão para a SIC”

Daniel Oliveira, Ricardo Costa e Bernardo Ferrão (na foto) revelam ao M&P as apostas da estação para 2025. Com conteúdos distintivos e parcerias estratégicas, a SIC quer diversificar a oferta, fortalecer a informação e lançar novos programas.
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“A liderança não é uma obsessão para a SIC, nem tem de ser”, declara ao M&P Ricardo Costa, novo diretor de conteúdos da Impresa, a propósito da apresentação da nova grelha de programação da SIC, a 7 de janeiro no hotel Vila Galé Collection Palácio dos Arcos, em Paço de Arcos.

Ricardo Costa, que desde 6 de janeiro é administrador da Impresa com o pelouro editorial, considera que “a curto e a médio prazo, o mais importante para a SIC é ter uma operação distintiva junto dos espetadores, sustentável e com os melhores resultados editoriais e comerciais”, escusando-se a avançar o investimento na nova grelha.

O diretor de conteúdos da Impresa avança que “estamos a trabalhar para reconquistar a liderança, mas não é algo que nos faça desviar daqueles que são os nossos princípios e modelos de trabalho. No fundo, o nosso trabalho em 2025 é uma continuação do que fizemos em 2024, o mais afinado possível, de forma a melhorar os nossos resultados”.

Quanto ao entretenimento e à ficção, Daniel Oliveira, diretor-geral de entretenimento da Impresa e diretor de programas da SIC, revela que “apesar de a SIC não depender de um só programa na grelha, a grande novidade é a novela ‘A Herança’, em que Patrícia Tavares terá um dos papéis principais. A novela estreia nas próximas semanas e será um produto âncora da estação”.

No entretenimento, segundo o diretor de programas da SIC, o caminho a seguir em 2025 passa por “diversificar a oferta de conteúdos e olhar para o passado com o objetivo de entender o que pode ser melhorado nos diferentes horários”, destacando Cláudia Vieira enquanto protagonista de outra novela em pré-produção, bem como a aposta na versão portuguesa do concurso norte-americano ‘Family Feud’, com César Mourão como apresentador.

A proximidade com os anunciantes é um ponto importante para a estação, que já tem estabelecidas parcerias com marcas, para a programação deste ano, como uma ação comercial com o ‘Casa Feliz’, que terá um novo espaço de gravação, estabelecida com a agência imobiliária ERA. Trata-se de uma narrativa na qual a antiga ‘casa’ onde o programa é gravado estará à venda com a ajuda da ERA.

A integração de publicidade em ficção é outra das apostas. Daniel Oliveira refere que ‘A Herança’ tem prevista uma parceria de marca, que será revelada mais próximo da data de lançamento, juntamente com outros acordos de ‘product placement’ e ‘branding’.

Informação assente em programas de sucesso

Bernardo Ferrão, diretor de informação da SIC desde 6 de janeiro, declara ao M&P que “a aposta é continuar a fazer a mesma informação com a qualidade e o rigor que a SIC tem apresentado, assente em programas de sucesso como ‘Investigação SIC’, ‘Grande Reportagem’ e ‘Polígrafo SIC’, entre outros”.

Contudo, “temos várias novidades em marcha”, revela Bernardo Ferrão, avançando a ‘Grande Operação SIC Final Taça da Liga’, um esforço conjunto da SIC e SIC Notícias que consiste na cobertura da final da Taça da Liga, disputada a 11 de janeiro, em Leiria. No âmbito da operação, o ‘Primeiro Jornal’ e o ‘Jornal da Noite’ serão emitidos a partir do Estádio Municipal de Leiria, com apresentação do jornalista João Moleira, que é também o novo apresentador do ‘Polígrafo SIC’, anteriormente apresentado por Bernardo Ferrão.

Questionado sobre a sustentabilidade a longo prazo das audiências da informação da SIC, Bernardo Ferrão argumenta que “a informação da SIC já é muito sustentada através de produtos ‘premium’ e de grande prestígio. A inovação através de programas pontuais, como o que fizemos sobre os unicórnios portugueses, e outras séries e produtos que ainda estão para ser revelados – com temas relativos ao país e à atualidade -, são também uma aposta que vamos continuar a fazer, devido aos bons resultados e à resposta positiva dos espetadores”.

 

 

  • Obrigado 14
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há 21 minutos, jt9 disse:

120€/ano ainda é puxado.

Reparei que, para ler o artigo, basta pagar 1€. Já o paguei e, abaixo, deixo a notícia. Aliás, em "modo citação" está a notícia completa. Aqui, para todos verem, destaco dois pontos interessantes do ponto de vista comercial, com informações que não eram conhecidas.

  • A proximidade com os anunciantes é um ponto importante para a estação, que já tem estabelecidas parcerias com marcas, para a programação deste ano, como uma ação comercial com o ‘Casa Feliz’, que terá um novo espaço de gravação, estabelecida com a agência imobiliária ERA. Trata-se de uma narrativa na qual a antiga ‘casa’ onde o programa é gravado estará à venda com a ajuda da ERA.
  • A integração de publicidade em ficção é outra das apostas. Daniel Oliveira refere que ‘A Herança’ tem prevista uma parceria de marca, que será revelada mais próximo da data de lançamento, juntamente com outros acordos de ‘product placement’ e ‘branding’.

 

 

Obrigado por teres gasto €1 por nós :cryhappy: (€120 por ano é absurdo)

  • Gosto 7
Postado
há 1 hora, jt9 disse:

uma ação comercial com o ‘Casa Feliz’, que terá um novo espaço de gravação, estabelecida com a agência imobiliária ERA. Trata-se de uma narrativa na qual a antiga ‘casa’ onde o programa é gravado estará à venda com a ajuda da ERA.

cristina-ferreira-wtf.gif

  • Haha 2
Postado
há 5 horas, jt9 disse:

A integração de publicidade em ficção é outra das apostas. Daniel Oliveira refere que ‘A Herança’ tem prevista uma parceria de marca, que será revelada mais próximo da data de lançamento, juntamente com outros acordos de ‘product placement’ e ‘branding’.

Obrigado @jt9.

Esta será uma das principais apostas para 2025, é uma forma do canal rentabilizar o elevado consumo que os seus produtos tem em diferido nas boxs.

Destaco ainda para a "responsabilidade" dada à nova novela, que foi definida como "produto Âncora".

 

 

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