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Mensagem adicionada por Ruben,

Temas a abordar neste tópico:

- Informações referentes ao canal como um todo, não a respeito de um dos seus profissionais;
- Mudanças nos cargos de diretor ou noutros cargos relevantes.

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Postado
há 17 horas, Fernando disse:

Acho esse modelo de intervalos medonho, parece que estamos a ver o programa aos soluços. Lembro-me de ver o BBB em direto e era irritante a quantidade de intervalos no meio do programa, dava 20 minutos e estava outra vez em intervalo. Não sou fã, prefiro um intervalo de 15 minutos depois de dar um bom tempo do formato e depois continuar a ver. Acho que é um modelo para dar mais força ao streaming e ao Vosdal.

Pelo contrario, intervalos curtos reduzem a saída de espetadores do programa. Eu defendo isso há algum tempo. Para mim não faz sentido é haver intervalos entre programas. Há anos que se vê pelas audiencias a erosão que provocam os intervalos de 15 minutos, a maioria do publico que sai não volta ao programa.

Claro que isto precisa ser feito com algum cuidado e não de forma exagerada pelo menos na maior parte da grelha. Não sei se para a informação é a melhor estrategia visto que a informação é algo dinamico e que pode sofrer algum revés porque o publico começa a ver mais anuncios que noticias...

Mas por exemplo na ficção fazia todo o sentido blocos curtos.

 

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há 1 hora, AndreRob disse:

Pelo contrario, intervalos curtos reduzem a saída de espetadores do programa.

Mas é o que o @Fernando diz, reduz a saída de espectadores do programa, mas a longo prazo as pessoas vão cansar-se de ter de ver 500 intervalos para conseguir ver um episódio de uma novela e vão acabar por fugir para alternativas onde não há publicidade.

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há 10 minutos, Hugo disse:

Mas é o que o @Fernando diz, reduz a saída de espectadores do programa, mas a longo prazo as pessoas vão cansar-se de ter de ver 500 intervalos para conseguir ver um episódio de uma novela e vão acabar por fugir para alternativas onde não há publicidade.

É uma questão de hábito... as pessoas mudam de canal nos intervalos de 15 minutos e boa parte não volta. Se te habituares a saber que o intervalo é curto não mudas de canal. A alternativa era não terem publicidade e isso não é possivel, se se tornar mais rentável intervalos curtos esse será o caminho... alias os streamings andam a vender pacotes onde fazem intervalos de publicidade, 2 ou 3 anuncios em alguns casos.

Tenho  certeza que para um anunciante faz mais sentido pagar um pouco mais para estar num bloco de 3 minutos do que num de 15 onde eles sabem que parte da audiencia simplesmente muda de canal e perdem visibilidade.

Editado por AndreRob
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há 13 minutos, AndreRob disse:

É uma questão de hábito... as pessoas mudam de canal nos intervalos de 15 minutos e boa parte não volta. Se te habituares a saber que o intervalo é curto não mudas de canal. A alternativa era não terem publicidade e isso não é possivel, se se tornar mais rentável intervalos curtos esse será o caminho... alias os streamings andam a vender pacotes onde fazem intervalos de publicidade, 2 ou 3 anuncios em alguns casos.

Tenho  certeza que para um anunciante faz mais sentido pagar um pouco mais para estar num bloco de 3 minutos do que num de 15 onde eles sabem que parte da audiencia simplesmente muda de canal e perdem visibilidade.

Exatamente, não sei até que ponto mesmo para os anunciantes não será mais rentável.

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Obviamente isto não pode ser aplicado a toda a grelha... não faz sentido por exemplo um talk show parar a cada 5 aou 10 minutos e sinceramente tenho duvidas da viabilidade disto na informação, agora novelas e entertenimento gravado sobretudo não veria qualquer problema...

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30 minutes ago, AndreRob said:

Obviamente isto não pode ser aplicado a toda a grelha... não faz sentido por exemplo um talk show parar a cada 5 aou 10 minutos e sinceramente tenho duvidas da viabilidade disto na informação, agora novelas e entertenimento gravado sobretudo não veria qualquer problema...

Por acaso, acho que na ficção é um repelente autêntico e é aí que vai ser a maior prova de fogo. Aliás, a minha crítica assenta precisamente nisso, para mim, não faz sentido estar a ver uma série ou uma novela e levar com um intervalo no meio - embora isso na SIC já aconteça - é aí que há a maior quebra de público, para isso, prefiro esperar que o episódio saia na plataforma e vejo sem me incomodar. O mesmo para o entretenimento, principalmente formatos com mais de uma hora. Não acho que foram propriamente burros em começar este modelo na informação que é o espaço menos vulnerável. 

Postado
há 5 minutos, Fernando disse:

Por acaso, acho que na ficção é um repelente autêntico e é aí que vai ser a maior prova de fogo. Aliás, a minha crítica assenta precisamente nisso, para mim, não faz sentido estar a ver uma série ou uma novela e levar com um intervalo no meio - embora isso na SIC já aconteça - é aí que há a maior quebra de público, para isso, prefiro esperar que o episódio saia na plataforma e vejo sem me incomodar. O mesmo para o entretenimento, principalmente formatos com mais de uma hora. Não acho que foram propriamente burros em começar este modelo na informação que é o espaço menos vulnerável. 

os canais de cabo sobretudo dos filmes e series estão cheios deste modelo de intervalos e não é por isso que perdem audiencias. Temos de olhar para isto pela rentabilidade não pelo que nos dá jeito, claro que para mim não haver intervalos nenhuns era perfeito mas isso não é possivel e continuo a defender que este modelo é mais rentavel e até menos repelente do publico do que intervalos de 15 minutos.

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(coloquei spoiler para não aparecer logo um testamento)

Spoiler

Acho que o problema de intervalos de 2 min a meio de ficção é se forem em demasia. Um episódio de uma novela (40-45 min) que já é pequeno, dividir em três parece que não rende o episódio, a dar blocos de nem 15 min. Além disso, é algo que tem continuidade e estar continuamente a interromper para publicidade torna-se chato. Eu até tolerava por exemplo um intervalo de 3-4 min uns 10 min antes do fim do episódio, mas mais intervalos acho que me irritava (falo por mim), mas também é uma questão de hábito.

Já no caso do entretenimento (programas maiores), acho que não faz tanta diferença, porque, embora tenha continuidade ao longo do programa, este é sempre mais compartimentado e não acho exagerado por exemplo um intervalo de 3 min a cada 20 min de programa (atualmente, no caso d'A Máscara, seria um a cada duelo, até nem acho desagradável de todo).

Para testar este formato, acho que o JdN é a melhor escolha, pois é o programa da SIC com maior audiência e é preciso alcançar uma gama mais vasta de público para avaliar melhor o impacto, além de que num noticiário há sempre muitas notícias/mini reportagens, qualquer pessoa pode começar e parar de ver quando quiser, acho que os 2 min não afetam o interesse em ver o programa, é indiferente, ao contrário se fosse por exemplo uma novela, em que o público quer saber o que vai acontecer a seguir.

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há 12 minutos, RMF_123 disse:

(coloquei spoiler para não aparecer logo um testamento)

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Acho que o problema de intervalos de 2 min a meio de ficção é se forem em demasia. Um episódio de uma novela (40-45 min) que já é pequeno, dividir em três parece que não rende o episódio, a dar blocos de nem 15 min. Além disso, é algo que tem continuidade e estar continuamente a interromper para publicidade torna-se chato. Eu até tolerava por exemplo um intervalo de 3-4 min uns 10 min antes do fim do episódio, mas mais intervalos acho que me irritava (falo por mim), mas também é uma questão de hábito.

Já no caso do entretenimento (programas maiores), acho que não faz tanta diferença, porque, embora tenha continuidade ao longo do programa, este é sempre mais compartimentado e não acho exagerado por exemplo um intervalo de 3 min a cada 20 min de programa (atualmente, no caso d'A Máscara, seria um a cada duelo, até nem acho desagradável de todo).

Para testar este formato, acho que o JdN é a melhor escolha, pois é o programa da SIC com maior audiência e é preciso alcançar uma gama mais vasta de público para avaliar melhor o impacto, além de que num noticiário há sempre muitas notícias/mini reportagens, qualquer pessoa pode começar e parar de ver quando quiser, acho que os 2 min não afetam o interesse em ver o programa, é indiferente, ao contrário se fosse por exemplo uma novela, em que o público quer saber o que vai acontecer a seguir.

Não concordo, acho que isto pode tendencialmente prejudicar mais os noticiários que as novelas, até porque se a informação tiver demasiados intervalos a tendencia sim é mudares para o outro canal que está também a dar noticias. No caso das novelas é um produto que fideliza, tu não desistes por ter 2 ou 3 intervalos desistes porque não gostas da historia por isso nas series americanas e nas novelas brasileiras este é o modelo usado. Não percebo é como levamos tantos anos a entender isso. Claro que não é preciso exagerar, basta um intervalo a cada 8 a 10 minutos de produto... desde que haja a noção que é curto não irá prejudicar a visualização.

 

Editado por AndreRob
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há 1 hora, AndreRob disse:

os canais de cabo sobretudo dos filmes e series estão cheios deste modelo de intervalos e não é por isso que perdem audiencias. Temos de olhar para isto pela rentabilidade não pelo que nos dá jeito, claro que para mim não haver intervalos nenhuns era perfeito mas isso não é possivel e continuo a defender que este modelo é mais rentavel e até menos repelente do publico do que intervalos de 15 minutos.

Os canais de cabo não têm tanta publicidade como os generalistas de TV aberta, faz logo uma grande diferença. E mesmo assim irrita imenso, aliás, basta ver que as audiências nos EUA estão completamente na lama, fugiu tudo para o streaming. Há meia duzia de anos viamos uma série a fazer 1.0 de demo e a ser cancelada por isso e agora as séries fazem 0.3 e são renovadas.

Postado
há 1 minuto, Hugo disse:

Os canais de cabo não têm tanta publicidade como os generalistas de TV aberta, faz logo uma grande diferença. E mesmo assim irrita imenso, aliás, basta ver que as audiências nos EUA estão completamente na lama, fugiu tudo para o streaming. Há meia duzia de anos viamos uma série a fazer 1.0 de demo e a ser cancelada por isso e agora as séries fazem 0.3 e são renovadas.

Mas isso nos EUA assim como cá não é por causa dos intervalos e não há rentabilidade que aguente a forma como se gere os intervalos hoje em dia nos canais abertos e por isso esta postura da sic faz todo o sentido.

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há 1 hora, AndreRob disse:

Mas isso nos EUA assim como cá não é por causa dos intervalos e não há rentabilidade que aguente a forma como se gere os intervalos hoje em dia nos canais abertos e por isso esta postura da sic faz todo o sentido.

 Claro que faz. É óbvio que 15min seguidos de publicidade os anúncios não tem impacto. Até admira só estarem a experimentar isto agora.

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há 4 minutos, Maciel disse:

 Claro que faz. É óbvio que 15min seguidos de publicidade os anúncios não tem impacto. Até admira só estarem a experimentar isto agora.

de certa forma já o andavam a testar quando metiam aqueles breaks de 1 ou 2 minutos com tempo... além disso isto torna os intervalos menos previsiveis porque se há coisa que é irritante é mudar de canal e estarem todos como que combinados em intervalo ao mesmo tempo... nos canais de noticias é certinho.

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O público terá muito menos tendência a mudar de canal quando sabe que os intervalos são curtos e se têm contador a mostrá-lo. E para os anunciantes até se torna mais interessante e o canal pode ganhar com isso, cobrando mais nessas slots.

Intervalos de 15 minutos são convite quase direto a fazer zapping.

E amei que é pessoal que nem vê a SIC que está a pôr interrogações nesta medida de teste :mico:

 

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Estou só à espera do comentário do @scinun. :pinderica: Pelo menos a mim, parece-me que ele tem conhecimento neste tipo de matérias.

On 17/02/2025 at 09:55, jt9 disse:

Como serão os novos intervalos?

🔹 Primeiro intervalo – 20h19 | Duração: 1m40s → Nos, Nissan, Lidl e McDonald’s
🔹 Segundo intervalo – 20h42 | Duração: 1m35s → Vodafone, Citroën, Dove Men e Cofidis
🔹 Terceiro intervalo – 21h02 | Duração: 1m47s → Citroën, Skip, L’Oréal e Volvo

Entretanto, no terceiro dia deste novo modelo de teste com intervalos curtos no "Jornal da Noite", tivemos outras marcas a juntarem-se: Opel, Ikea, Skip, Garnier e Dove.

Editado por jt9
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Obrigado pela consideração e lembrança @jt9. Não sou entendido, gosto da àrea, deixo a minha humilde opinião. Desculpem o texto lonngoooooo.

Do ponto de vista do negócio:

Este projeto é o "sonho de menino" para qualquer agência de meios/criativas.....conseguires mensurar não só quantitativamente o teu anúncio como ter um feedback qualitativo (o avaliar do impacto emocional pela Mediaprobe ‘Emotional Impact, a New Standard for Media Measurement’,) é algo de sonho.

E temos pesos pesados dos meios envolvidos,  como é o exemplo da Havas Media Group Portugal e a IPG Mediabrands Portugal.

Exemplo da Havas Media Group Portugal:

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IPG Mediabrands Portugal : Sonae Sierra, Unilever, Eleven Sports/DAZN, Cofidis, Super Bock Group, Delta e Volvo

Acho que é um projeto que a Impresa pode capitalizar, até porque, como diz a notícia: "Preenchemos toda a oferta para estas duas semanas, através da adesão dos nossos anunciantes habituais”. No fundo o canal, como parceiro, quer criar condições para uma melhor rentabilização do investimento do anunciante - tem tudo para dar certo.

Do ponto de vista do telespectador:

Para o telespectador acho que este tipo de intervalos só funciona de forma aceitável em formatos que não sejam a ficção.
Acho perfeitamente enquadráveis em espaços noticiosos, em programas em direto tipo talk show, entretenimento ou reality (permite dividir segmentos).
Em ficção, acho que o tempo deve ser mais reduzido, mas não mais que uma interrupção/inserção por hora....aqui o caminho é mesmo o product placement e a compra "induzida", com um maior trabalho na incorporação de produtos no decor e textos.
Há desafios, porque o anunciante quer conhecer o produto final de ficção, quer conhecer o seu impacto e com as gravações mais afastadas da data de exibição isso diluiu-se um pouco. 

Pegando no exemplo do episódio de estreia da Herança: uma oportunidade perdida foi a cena em que uma personagem vai ao frigorífico e bebe um copo de leite e/ou iogurte líquido, mas não tem marca, por outro lado, temos a presença de marcas de carros, nomeadamente volvo (se a memória não me falha).
Espero que em breve, veja personagens a irem às compras e aparecerem com sacos de um hiper sem o mencionar, etc.

Há muito trabalho a fazer neste campo, acho que a Impresa está a dar passos no caminho certo, espero que os telespectadores aceitem. :) 
Mesmo que não tenha retorno financeiro imediatos cria laços muito fortes com as agências de meios/criativas, que são quem gere o investimento das marcas em função dos goals das campanhas.

Como exemplo destes laços: dou sempre o exemplo do Continente (Sonae) há uns anos, na altura do boom do pingo doce com as promoções, em que havia despique pelo preço mais baixo nos folhetos de fim-de-semana. A sinergia da agência de meios era tão grande com determinados canais, que o anúncio ficava pronto ao final do dia para ser inserido no break dos noticiários ("
from the oven to the live TV").

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há 3 minutos, Bronkzor disse:

Depois da operadora WOO na semana passada, os canais SIC chegaram hoje à UZO

mas alguém tem esses operadores com o serviço de tv? se o movel já é um mico com constantes erros e alterações sem aviso... imagino o serviço de tv.

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há 34 minutos, AndreRob disse:

mas alguém tem esses operadores com o serviço de tv? se o movel já é um mico com constantes erros e alterações sem aviso... imagino o serviço de tv.

Não sei tu, mas para mim e imagino para muitos outros consumidores que são sensíveis ao preço, estas novas operadoras foram realmente uma pedrada no charco.

O serviço é bem mais barato, a internet é igual ou muitas vezes até melhor em relação ao que muitos utilizadores tinham antes, sem fidelização e com um serviço de tv que é suficiente para a necessidade da maioria das pessoas... diria que é um no brainer

Admirar-me-ia se ao longo do tempo não houvesse muito mais gente a mudar para estas novas operadoras

 

há 13 minutos, Adpo disse:

e  para quando na Digi? Continuam sem ter.

Acredito que este movimento primeiro da NOS/WOO e agora da MEO/UZO deve ser para antecipar essa chegada à Digi

Editado por Bronkzor
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há 2 horas, Bronkzor disse:

Não sei tu, mas para mim e imagino para muitos outros consumidores que são sensíveis ao preço, estas novas operadoras foram realmente uma pedrada no charco.

O serviço é bem mais barato, a internet é igual ou muitas vezes até melhor em relação ao que muitos utilizadores tinham antes, sem fidelização e com um serviço de tv que é suficiente para a necessidade da maioria das pessoas... diria que é um no brainer

Admirar-me-ia se ao longo do tempo não houvesse muito mais gente a mudar para estas novas operadoras

 

Acredito que este movimento primeiro da NOS/WOO e agora da MEO/UZO deve ser para antecipar essa chegada à Digi

Esse movimento da woo e da uzo nada mais é que uma manobra para minar a Digi, porque oferecem da mesma forma planos a menor custo...  não é por acaso que a sic entrou aqui provavelmente foi com acordos com a meo e a nos e não por boa vontade da sic. As grandes operadoras já mostraram que estão dispostas a usar estes operadores para travar a digi, até porque eles também ganham com o negocio por cederem a sua rede... é um win win mesmo que isso retire alguns clientes ao operador principal.

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Relativamente ao novo modelo publicitário - citado Linkedin SIC:
Novo modelo de breaks de 2 minutos no “Jornal da Noite” da SIC com resultados positivos 💡
Já com os resultados da primeira semana, a SIC provou ter dado mais um passo na inovação da área de publicidade em Portugal com a introdução de intervalos de apenas 2 minutos no “Jornal da Noite”.
Com este novo modelo, a SIC alcançou uma audiência média de 9.8% nos intervalos do “Jornal da Noite”, o que se traduz num aumento de 23% face ao modelo anterior.
Mais: o impacto emocional médio nestes intervalos curtos foi de 544, um valor 12% acima do formato anterior. Mas há outros dados a destacar.
— 📊 A publicidade no “Jornal da Noite” teve um impacto emocional 29% superior ao conteúdo;
— 🧠 O brand recall médio foi de 27%, um valor 16pp acima daquele que, até à nova estratégia, prevalecia no “Jornal da Noite” com o modelo anterior.
Além disso, os resultados do questionário pós-sessões reforçam a eficácia desta estratégia.
— 58% dos entrevistados consideraram a informação da SIC superior à de outros canais generalistas;
— 80% acharam a duração dos intervalos adequada e 55% afirmaram que a frequência dos intervalos não interferiu na experiência de visualização;
— 81% consideraram a frequência dos intervalos apropriada, o que contribuiu para uma experiência de visualização fluida e envolvente;
—36% nunca sentiram vontade de mudar de canal, enquanto 41% raramente sentiram essa vontade.
Esta nova estratégia da SIC não só oferece uma maior experiência de visualização aos espectadores, como é capaz de gerar um impacto muito maior para os anunciantes.

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Num modelo habitual de 15 minutos, é impossível ter quase 1 milhão de pessoas sintonizadas num canal durante um intervalo. :haha: Um resultado muito positivo para a primeira semana.

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há 18 minutos, scinun disse:

Relativamente ao novo modelo publicitário - citado Linkedin SIC:
Novo modelo de breaks de 2 minutos no “Jornal da Noite” da SIC com resultados positivos 💡
Já com os resultados da primeira semana, a SIC provou ter dado mais um passo na inovação da área de publicidade em Portugal com a introdução de intervalos de apenas 2 minutos no “Jornal da Noite”.
Com este novo modelo, a SIC alcançou uma audiência média de 9.8% nos intervalos do “Jornal da Noite”, o que se traduz num aumento de 23% face ao modelo anterior.
Mais: o impacto emocional médio nestes intervalos curtos foi de 544, um valor 12% acima do formato anterior. Mas há outros dados a destacar.
— 📊 A publicidade no “Jornal da Noite” teve um impacto emocional 29% superior ao conteúdo;
— 🧠 O brand recall médio foi de 27%, um valor 16pp acima daquele que, até à nova estratégia, prevalecia no “Jornal da Noite” com o modelo anterior.
Além disso, os resultados do questionário pós-sessões reforçam a eficácia desta estratégia.
— 58% dos entrevistados consideraram a informação da SIC superior à de outros canais generalistas;
— 80% acharam a duração dos intervalos adequada e 55% afirmaram que a frequência dos intervalos não interferiu na experiência de visualização;
— 81% consideraram a frequência dos intervalos apropriada, o que contribuiu para uma experiência de visualização fluida e envolvente;
—36% nunca sentiram vontade de mudar de canal, enquanto 41% raramente sentiram essa vontade.
Esta nova estratégia da SIC não só oferece uma maior experiência de visualização aos espectadores, como é capaz de gerar um impacto muito maior para os anunciantes.

Mas o instagram da TVI tinha prometido que este modelo de intervalos era um fracasso... :read:

Mds em quem acreditar? :defno:

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