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Mensagem adicionada por Ruben,

Temas a abordar neste tópico:

- Informações referentes ao canal como um todo, não a respeito de um dos seus profissionais;
- Mudanças nos cargos de diretor ou noutros cargos relevantes.

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Oiçam todos este forista! Ele sabe!! :fan: :fan: :fan: :fan: :fan: :fan:

Pois, ao menos, sempre podemos ter alguém diferente na próxima novela da TVI, visto que já ''despacharam'' o JCP para DC.  :dry:

Postado (editado)

Foi este o texto que, a pedido do "Expresso", escrevi sobre a Cristina, considerada, por este semanário, com um dos 100 portugueses mais influentes de 2012. Parabéns Cristina!. 

Gosta de dizer que não brinca às televisões, tal é o seu jeito de a fazer. Com autenticidade, verdade, emoção, paixão ... que só assim é que as coisas valem a pena. É ali que se dá aos outros, inteira e no seu melhor. Procurando o detalhe que promove a diferença, o ângulo que faz nova uma historia já contada, o brilho que há-de engalanar o que antes era árido. Com ela escancaram-se risos, soltam-se lágrimas, desconstroem-se poses. Como se o estúdio de televisão fosse a sala lá de casa e onde todos cabem. Sinceramente, não sei o que sobra depois de três horas diárias de entrega e partilha, já que, por feitio meu, apenas a conheço enquanto companheira de trabalho, mas o tanto que já é basta-me. O futuro conta com ela, como valor seguro, diferente e arrojado. 

Não se fica na História por se fazer televisão mas, por certo, Cristina Ferreira marca as estórias das manhãs, saborosamente desassossegadas, dos muitos milhares de espectadores, que a seguem. E, convenhamos, não será esse o mais estimulante dos prémios? 

Manuel Luis Goucha

Editado por Tiagotv
  • Gosto 8
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Entrevista a Nuno Eiró 

 

 

Não tem um domingo livre desde dezembro, mas não se importa. É estar em direto, seis horas, todos os domingos, o que o faz feliz. Em entrevista à NTV, o apresentador fala do momento mais difícil da carreira, do seu percurso e do estado da televisão.

Há quanto tempo é que não tem um fim de semana livre?

[risos]. Não foi assim há tanto tempo, é desde o fim de ano, porque não houve Somos Portugal. A partir daí foram todos e... já estamos em maio. Mas o meu fim de semana é o dia de semana, é à segunda-feira. Quando está toda a gente maldisposta por ir trabalhar na segunda-feira, eu não.

Passa horas em viagem até chegar ao local, que todas as semanas é diferente, onde vai apresentar Somos Portugal. Como é o ambiente na viagem?

Divertidíssimo. Muitas vezes vamos para o local no dia anterior, quando é muito longe. A maior parte da equipa técnica vai num autocarro com o material e nós [apresentadores] vamos numa carrinha, é sempre um regabofe. O que compensa imenso a dureza do trabalho, porque isto não é um trabalho bonitinho, de estúdio. Isto é duro em termos físicos e só se pode fazer seis horas em direto com aquele sorriso na cara quando o ambiente é muito bom.

Já apresentou mais de 50 emissões do Somos Portugal. Como é conduzir seis horas seguidas, em direto, todos os domingos?

É uma grande responsabilidade. Costumo dizer sempre que é um programa que não sendo difícil de fazer... é difícil de fazer. Quem já o fez algumas vezes tem a dinâmica, mas continuam a ser seis horas cheias de ligações, entre músicas, passatempo, reportagem, VT, convidados. Temos de ir a jogo, dançar e manter a energia.

Tem algum receio de perder o fio à meada durante um direto de tantas horas?

Não, porque assumo os meus erros. Quando te humanizas, enquanto apresentador e comunicador, parece que te sai um peso dos ombros, porque quem está em casa também se esquece muitas vezes das coisas. Já me aconteceu, aceito e assumo isso. Há feiras muito pequenas, em que à primeira vista se olha e pensa: "Ai, o que é que vou fazer aqui durante seis horas." E é esse o desafio. Transformar aquilo que a priori poderia ser um produto televisivo mais pobre num conteúdo televisivo perfeitamente aceitável.

O que é que continua a fazer deste formato um líder de audiências ao domingo naquela faixa horária?

Acho que este programa é um case study, não me lembro de nenhum programa de seis horas, sem ser os especiais, que seja assim. Os conteúdos continuam a ser os mesmos desde o verão e continuamos a ter boas audiências. Este programa é uma ponte, é muito mais importante do que aquilo que nós achamos, a nível social. Ele une as pessoas que estão fora e dentro do país, e já fazia falta um programa assim. Podemos não ser nós o target, mas claramente há muita gente que é e, com estes números que temos visto, claramente não tem só que ver com target, torna-se transversal. Não podem ser só aquelas pessoas que só gostam daquilo e da localidade. Poupem-me, não pode ser.

Está atento às audiências?

Claro que sim e aplaudimos. Somos responsáveis por uma grande fatia do horário do canal ao domingo e fazemos uma boa cama ao Jornal das 8.

Para além do Somos Portugal, é também repórter do Big Brother VIP, depois de ter sido também na Casa dos Segredos. Coincidentemente, a sua tese de mestrado é sobre esta temática.

Adoro o formato e adoro a forma como vejo o formato. Para mim, é um estudo altamente sociológico. E torna-se tão mais interessante quanto menos julgares ter a mente aberta e não olhar para aquelas pessoas e começar a rotular. Quando eu assisto, aquelas pessoas não são só aquilo. São aquilo naquelas circunstâncias e tornam-se tão mais interessantes quanto mais manipulados são.

E existem sempre críticas quanto a essa manipulação...

Vejo as pessoas nas redes sociais a comentar "Está tudo a ser manipulado". Claro que sim, ideia é essa! Eles não foram para lá passar férias.

Recentemente, o programa que apresentava com Leonor Poeiras, Vídeo Pop, migrou também para o cabo. O futuro da televisão passa pelo cabo, pelos canais temáticos?

Não passa agora, vai passar sempre. Já não vemos televisão como víamos. Na realidade já ninguém vê televisão, televisão. Cada um vê a sua televisão. Agora, se a generalista vai acabar? Acho que não e, em Portugal então, como estamos sempre 20 anos atrás de todos os outros, é contar 20 anos depois de acabar lá fora para acabar cá.

E houve vários colegas seus que passaram a ter um programa exclusivamente seu no cabo, como Manuel Luís Goucha e Fernando Alvim, que têm talk shows. Não gostava de ter um programa seu num dos temáticos?

Não. É giro? Sim. É interessante? Sim. Mas não ter um programa meu já não me tira do sério. E depois de ter visto que talk shows não é para quem quer, é para quem pode... Em Portugal, o talk show é algo que muita gente quer. Porque é ter uma coisa com o seu nome, que é o próprio a "liderar". Claro, quem não gostaria? Mas depois os resultados nunca são espetaculares. Se faz sentido para mim? Não, gosto muito mais de concursos, de reportagens...

Mas é algo que já o tirou do sério?

Claro que sim, acho que faz parte. É como querer ter um carro aos 16 anos e ter de ser um Porsche. É uma coisa que vem com a idade, quando és mais miúdo queres, mas depois percebes que é só um programa. É um programa de conversa, e muita conversa tenho eu nos programas em que estou [risos]. Volto à analogia de ter 16 anos: na altura, se calhar, achava que o Porsche da carreira era ter um talk show. Hoje não acho.

Sente-se realizado com os programas que tem feito?

Vou-me sentindo realizado com os programas que faço, com as equipas que tenho, com a contracena que dou e recebo. Divirto-me horrores.

Até onde é que vai a sua ambição em televisão?

Não sei, acho que o horário que mais gosto é o day time, e nesta faixa existem imensas coisas que se podem fazer. Acho que também é uma questão de tempo até reformularmos os programas que estão noday time. Porque antigamente falávamos para os velhinhos, os reformados, as pessoas que estavam doentes em casa. Agora falamos para uma imensa maioria de gente nova que está em casa sem emprego e obrigatoriamente a generalista vai ter de olhar para isso.

Na TVI, o day time é principalmente assegurado por Manuel Luís Goucha e por Cristina Ferreira. Seria um formato tipo Você na TV!, que já chegou a conduzir sozinho a 3 de maio?

Se é um programa tipo Você na TV!? Sinceramente, nunca pensei no formato, a resposta mais direta que posso dar é: quero fazer daytime. Como, com quem ou quando? Não faço ideia e não me tira o sono, porque quando a altura chegar, chegará.

Tem um humor muito particular e até atrevido. Já lhe trouxe dissabores na TV?

Nunca, primeiro porque eu não me levo a sério, segundo porque permito que haja contracena. Quando estou a entrevistar alguém, se essa pessoa me responder de volta, não tento suprimir a resposta. "Vais à guerra, dás e levas" e quem está em casa acaba por perceber. Mas se pensarem bem, aquilo que eu não digo é muito pior do que aquilo que eu digo. Não se pode passar aquela linha nem perder a noção. Mas o humor atrevido é muito português e aceite pelos portugueses.

Não se leva a sério, mas há pessoas que o podem levar...

Se há... ainda não se chegaram à frente até agora. Claro que não podemos agradar a todos, nem faço tenções disso, mas o meu trabalho é um trabalho bem-disposto, em direto, no meio de não sei quantas pessoas que podem dizer o que quiserem no Somos Portugal, porque estamos em festas e até já beberam uns copitos. Ou seja, eu dou-me à morte e levar esse humor mais atrevido para uma feira popular era coisinha para correr mal. Mas 50 programas depois ainda não correu.

O humor esta intrinsecamente ligado ao seu trabalho?

Não, é parte daquilo que sou. É a parte que eu escolho para trabalhar televisivamente. Nós não somos atores, somos apresentadores, mas, não trabalhando com personagens, trabalhamos com personas televisivas. A nossa missão não é exatamente pedagógica, é de entretenimento. Estamos lá para fazer as pessoas rir. Isto foi algo que começou com o Êxtase, na SIC, e com a Fátima [Lopes] no Fátima e o registo está lá. Já não sou tão atrevido como era, mas percebo que as pessoas façam aquela colagem.

Fez dez anos de televisão no ano passado e já levava mais seis de rádio. Qual é o balanço que faz da sua carreira televisiva?

Foi uma montanha-russa. Na SIC foram sete anos e foi gradativo porque, se formos a ver, de ano a ano tinha sempre mais um programa para fazer. Depois saí e houve um momento em que a montanha-russa desce para ganhar balanço para outras coisas. Foi um momento de aprendizagem que também considerei muito positivo e bastante duro. E depois volta a subir numa casa completamente diferente que é a TVI. É um percurso surpreendente porque não estava à espera dele.

"Eu não conheço esta SIC"

Já passou pela SIC, deu um saltinho à RTP e agora está na TVI. Onde é o seu lar?

O meu lar é onde estou. Sempre. Não sou muito de saudosismos.

Nunca teve vontade de regressar à SIC?

Não, porque estou bem onde estou. As coisas têm fases. E mesmo quando fiquei sem trabalhar, isso também não queria dizer que sentia saudades de trabalhar ali. Eu vivo o momento. Faço por estar na casa onde estou a trabalhar. Em relação à SIC, foi bom. Eu era outro, a casa era outra. Eu não conheço esta SIC, como ela não me conhece a mim.

Já teve algum contrato de exclusividade?

Na SIC, sim, mas não se chamava isso. Mas não era um daqueles grandes contratos de exclusividade, e não ter um nunca me deixou receoso nem ressabiado. Vivo muito bem com a felicidade dos outros. Isso só me deixou receoso até ficar sem emprego, depois passou-me.

Falou da descida da montanha-russa, o ano e meio em que esteve parado, depois de terminar oSIC ao Vivo e o Red Bull Air Race. Como foi esse período da sua carreira?

Senti-me como um carro que estava habituado a andar a 300 quilómetros à hora e que puseram um boi à frente. Esmagado pelo excesso de tempo. Nunca tinha estado sem um objetivo diário e foi uma aprendizagem dolorosa ter de pensar nos meus dias sem isso. Foi duro, porém, perdi os medos a uma data de coisas, nomeadamente ficar sem trabalho. É difícil, mas ninguém morre. Houve ali uma fase a meio do deserto em que já não se vê nada, nem à frente nem atrás, e é assustador. E dá tempo para tudo, inclusive para ficar desesperado e cometer alguns atos menos sóbrios, como entrevistas desesperadas. E isso é o maior desafio, não fazer asneira.

Teve medo de que o público se esquecesse de si?

Não, porque eles não se esquecem. E às vezes até era melhor que se esquecessem.

Porquê?

Porque quando estamos num processo de desertificação aquilo que não queremos é ir ao supermercado, ao cinema ou sair à noite e lembrarem-te de que estás sem trabalho. As pessoas não fazem isso com essa intenção, mas quando me diziam: "Tenho saudades suas, onde é que anda?"... Não se esquecem. Quando se faz daytime durante muito tempo entra-se pela casa das pessoas dentro e tornamo-nos um membro da família delas.

Como lida com a exposição pública?

Vem com o trabalho. O que é que a pessoa pode fazer? Podes expor-te menos, mas não podes querer passar na rua e que não te reconheçam. Aceito a parte menos boa desta profissão, porque se não aceitar não vou ser feliz e eu não tenho paciência para ser infeliz. Esta falta de privacidade é no fundo um prolongamento daquilo que nós fazemos.

Uma das partes mais memoráveis da sua carreira para o público foi o Fátima. Sente-se de certa forma um "sobrinho" de Fátima Lopes?

Não. Antigamente, tratava-a por mãe, mas há uns meses ela disse-me: "Não, tu és um irmão." Não é uma tia, é uma companheira, nós temos uma relação muito engraçada, que se estende muito para lá daquilo que é televisão.

Chegou a ser comentador do social. Ainda existe preconceito sobre essa área?

Sim. É porque é social, porque é música popular, pimba... e porquê? Somos tão pequeninos em tamanho, não se justifica. Lá está, acho que é uma tontice. Fiz quando fui convidado para fazer, fiz à minha maneira e consegui escapar-me porque arranjei o meu modusoperandi, escondia-me imenso no humor e foi por isso que consegui estar ali durante dois anos, sem qualquer tipo de dissabores.

Como é que vê o estado da televisão em Portugal?

Acho que se devia começar a olhar para as audiências. Se a nossa ideia é fazer televisão para as pessoas que estão em casa, então vamos perceber de facto o que é que funciona. Existe tanto estudo de audiências, tanto painel, mas ainda continua a descurar-se os números e a gastar balúrdios em programas que não têm expressão nenhuma. Mas não quero ser muito específico, não sou diretor de programas e não me pagam para ser. Quando pagarem, logo se vê.

Vê-se a fazer televisão para sempre, ou o "para sempre" ainda é muito longínquo?

[Pausa]. A pergunta é também uma resposta. Não sei. Gosto muito, vejo-me a fazer televisão e sinto-me como peixe na água. Mas se daqui a dez anos me vejo a fazer televisão ou se me vão deixar fazer? Não sei.

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Postado (editado)

 

Esta semana provam-se vestidos, escolhem-se tecidos e cores, cosem-se botões, fazem-se bainhas.

Desenhei mais uma vez aquilo que quero usar na próxima festa que se aproxima, os Globos de Ouro. Hoje fiz a primeira prova na PP Couture, a dupla que vai executar o meu desenho. Amanhã vamos escolher o tecido da saia.. Criatividade não falta nesta parceria LP + PP Couture! O resultado fin vai ser protegido até ao próximo domingo. Espero que gostem!

 

 

In https://www.facebook.com/lpoeiras

 

Leonor Poeiras vai aos Globos de Ouro.. :O

Ainda não percebi porquê que a TVI ainda a tem como cara no grafismo da família, .. mas ok

Mas por um lado, é por o mesma razão que publiquei este post.. sempre trabalhou na TVI.

Editado por TheSecret
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A ida da Nônô aos Globos de Ouro não é nada de mais. A Iva já foi inúmeras vezes com o Angel-O, e a Jéssica Athayde com o Manzarra.

 

Por falar no separador da família, tenho a ideia de que passa menos vezes. Pelo menos não o tenho visto tanto.

Editado por Fofusco
  • Gosto 1
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A ida da Nônô aos Globos de Ouro não é nada de mais. A Iva já foi inúmeras vezes com o Angel-O, e a Jéssica Athayde com o Manzarra.

 

Por falar no separador da família, tenho a ideia de que passa menos vezes. Pelo menos não o tenho visto tanto.

Ultimamente eles têm passado mais o que tem os anos de 1993 a 2013 com ecrãs com vários programas da História da TVI.

Postado

E porque os da TVI não podem ir aos Globos de Ouro? O evento não premeia televisão, premeia toda a arte e diversas áreas importantes para o nosso país.

Mesmo que houvesse a categoria TV, nada os impede de não ir. É necessário ter fair-play e a ida de empregados da concorrência só dá credibilidade à gala.

 

No Brasil e no Reino Unido isso acaba por acontecer.

  • Gosto 2
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In https://www.facebook.com/lpoeiras

 

Leonor Poeiras vai aos Globos de Ouro.. :O

Ainda não percebi porquê que a TVI ainda a tem como cara no grafismo da família, .. mas ok

Mas por um lado, é por o mesma razão que publiquei este post.. sempre trabalhou na TVI.

Muitas caras TVI vão aos Globos, não é nada de extraordinário!

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Se bem me lembro há uns bons anos, quando ainda eram namorados, o Nuno Janeiro e a Sofia Ribeiro marcaram presença. E estavam bastante associados à TVI,

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Até a Maria João Bastos foi lá e recebeu um prémio!!! As pessoas da TVI podem perfeitamente ir!!! Antes até havia prémio de tv e a Alexandra Lencastre chegou a ganhar pela Ana e os Sete que era da tvi!!!

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Até a Maria João Bastos foi lá e recebeu um prémio!!! As pessoas da TVI podem perfeitamente ir!!! Antes até havia prémio de tv e a Alexandra Lencastre chegou a ganhar pela Ana e os Sete que era da tvi!!!

Mas a TG retiraram-no o de melhor apresentadora  :rolleyes:  Agora só por causa disso já ganhou 2 anos seguidos  :cool:

Postado

Até a Maria João Bastos foi lá e recebeu um prémio!!! As pessoas da TVI podem perfeitamente ir!!! Antes até havia prémio de tv e a Alexandra Lencastre chegou a ganhar pela Ana e os Sete que era da tvi!!!

 

Agora lembrei-me que, no tempo do Moniz, ele e a Moura Guedes também iam aos globos de ouro

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