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Narrative Lab: Inscrições Abertas ×
Mensagem adicionada por Ruben,

Temas a abordar neste tópico:

- Informações referentes ao canal como um todo, não a respeito de um dos seus profissionais;
- Mudanças nos cargos de diretor ou noutros cargos relevantes.

Posts Recomendados

Postado
há 8 horas, EFMR disse:

A TVI conseguiu financiamento nos concursos do ICA para duas séries:

"O Arquiteto" de Patrícia Müller no valor de 368.685,89€, pelo Fundo de Apoio ao Cinema e Turismo.

A série do Rui Nabeiro, realizada pelo Leonel Vieira, da autoria de Sara Rodi e Manuel Arouca no valor de 329.565,55€, no concurso anual de apoio do ICA.

Provavelmente irão entrar em produção depois de gravarem a série do Tony. Se quiserem criar tópico 😉

Isto sim são boas notícias!

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Postado
há 10 horas, EFMR disse:

A TVI conseguiu financiamento nos concursos do ICA para duas séries:

"O Arquiteto" de Patrícia Müller no valor de 368.685,89€, pelo Fundo de Apoio ao Cinema e Turismo.

A série do Rui Nabeiro, realizada pelo Leonel Vieira, da autoria de Sara Rodi e Manuel Arouca no valor de 329.565,55€, no concurso anual de apoio do ICA.

Provavelmente irão entrar em produção depois de gravarem a série do Tony. Se quiserem criar tópico 😉

Muito boas notícias, mas a série do Rui Nabeiro ser feita por um realizador vincadamente mediocre e da co-autoria de Manuel Arouca é um grande não :no:

Dito isso, venham daí essas séries que a televisão portuguesa precisa.

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"A Media Capital anunciou hoje uma oferta vinculativa para a compra da totalidade das ações da Cofina, com o valor de aquisição livre de ónus e encargos, por de 80 milhões de euros.

Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a Media Capital salienta que, “tendo por base os pressupostos e sujeito aos termos e condições constantes da presente Oferta, o valor de aquisição por 100% das ações da sociedade livres de ónus e encargos tem por referência um ‘enterprise value'” de 80 milhões de euros.

A dívida líquida, “corresponde ao valor da dívida financeira (isto é, dívida bancária e outras responsabilidades de natureza similar), deduzida do valor das disponibilidades de caixa, é fixada em 45 milhões de euros, assumindo um fundo de maneio normal para a atividade corrente da sociedade”.

“O montante em que a dívida líquida exceda os 45 milhões de euros será abatida ao preço”, adianta a Media Capital."

FONTE: executivedigest.sapo.pt/noticias/media-capital-lanca-oferta-vinculativa-sobre-totalidade-das-acoes-da-cofina-media/

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Não é possível concordar, nem mesmo entender a iniciativa de compra do Correio da Manhã, por todos os motivos e mais algum. Literalmente, a única coisa positiva desse grupo é a grande rede de correspondentes locais, espalhados por todo o país, que, sendo bem utilizada, poderia significar um jornalismo de proximidade que mais nenhum meio de comunicação tem a possibilidade de ter (atualmente, como sabemos, serve para chegar primeiro ao local manchado com sangue fresco). 

No entanto, e ao contrário do que fui lendo por aqui, não me parece que o negócio vai ser travado nas entidades reguladoras. Ao contrário do que aconteceu no tempo da tentativa de compra da MC pela Altice, o ambiente hoje em dia é de incentivo à aglomeração de grupos de média. Aliás, desde que tomou posse na MC, o Mário Ferreira e a sua equipa têm empurrado a narrativa de que o mercado de comunicação social em Portugal é demasiado pequeno para ter tantos operadores em concorrência. Portanto, eles têm preparado o terreno para uma iniciativa deste género, que é facilitada pela óbvia fragmentação da audiência e pelas quebras de receitas da publicidade. 

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Uma coisa que se tem confundido muito neste fórum é a diferença entre a aquisição vertical e a aquisição Horizontal. A aquisição Vertical, como era o caso da compra da MC por parte da Altice, é sempre mais problemática uma vez que poder-se-á dar a exclusão dos restantes players no mercado em detrimento da empresa pertencente ao grupo mãe. Por exemplo, caso a Atice comprasse a TVI poder-se-ia dar o caso de exclusão de serviços da SIC e da RTP ou qualquer outra forma de desfavorecimento  na plataforma MEO e mesmo na TDT. Já a aquisição horizontal só se torna problemática quando origine uma quota de mercado de tal modo elevada que crie uma situação de enorme desvantagem para os restantes Players do mercado. Imaginemos a aquisição da Media Capital por parte do grupo Impresa, mais de 50% do mercado televisivo estaria nas mãos de um só grupo

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Quem tem salário mais alto na TV: galã português ou brasileiro
Diferença de ganhos entre Diogo Amaral e Cauã Reymond ressalta a discrepância entre o poder de compra em euros e reais

galas01-s4xvqkm6hyd2.jpg
Foto: Fotomontagem: Blog Sala de TV

 

O lisboeta Diogo Amaral e o carioca Cauã Reymond são atores da mesma geração. Têm idade próxima – 41 e 43 anos, respectivamente – e começaram na TV quase na mesma época, o início da década de 2000.

Ambos tiveram portas abertas pela beleza explícita e, com o tempo, provaram ser bem mais do que um rosto e um corpo bonitos. Hoje, após atuações consistentes na TV e no cinema, são reconhecidos pela força dramática.

As similaridades entre eles servem de comparação sobre o mercado de trabalho em Portugal e no Brasil. Diogo acaba de ser contratado para ser protagonista da próxima novela do canal TVI, ‘Cacau’.

Segundo a imprensa, ele terá salário de 9 mil euros, cerca de R$ 48 mil na cotação atual. Um rendimento acima da média paga a artistas da teledramaturgia de seu país. O salário médio em Portugal é de 1.400 euros (R$ 7.500).

Na Globo, Cauã Reymond teria salário de R$ 300 mil. A informação não é oficial. Considerando esta quantia, ele ganharia o equivalente a 56 mil euros, seis vezes mais do que o colega português. O rendimento médio no Brasil está em R$ 2.800 (525 euros).

Essa gritante diferença salarial entre os galãs não tem nada a ver com mérito. São contratados de empresas com tamanhos díspares. A Globo é uma das maiores emissoras do planeta, com receitas de R$ 15 bilhões em 2022. No ano passado, o grupo de mídia do qual a TVI faz parte faturou 15 vezes menos.

A outra questão relevante é o poder de compra atrelado à valorização da moeda local. Os 9 mil euros pagos a Diogo Amaral proporcionam um padrão de vida alto em Lisboa. Lá, não é preciso ganhar muito para ter acesso a bens de consumo da classe média, diferentemente do que ocorre no Brasil.


Finanças à parte, os dois são exemplos de artistas bem-sucedidos a partir da dedicação à arte. A boa pinta ajudou, é claro, mas ninguém sobrevive tanto tempo nesse meio apenas pela aparência. O sucesso tem sido consequência do talento.

https://www.terra.com.br/diversao/tv/quem-tem-salario-mais-alto-na-tv-gala-portugues-ou-brasileiro,857aa6e475992b9b12049d8243928830psrrq1ad.html

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há 2 horas, Fadokimi disse:

Quem tem salário mais alto na TV: galã português ou brasileiro
Diferença de ganhos entre Diogo Amaral e Cauã Reymond ressalta a discrepância entre o poder de compra em euros e reais

galas01-s4xvqkm6hyd2.jpg
Foto: Fotomontagem: Blog Sala de TV

 

O lisboeta Diogo Amaral e o carioca Cauã Reymond são atores da mesma geração. Têm idade próxima – 41 e 43 anos, respectivamente – e começaram na TV quase na mesma época, o início da década de 2000.

Ambos tiveram portas abertas pela beleza explícita e, com o tempo, provaram ser bem mais do que um rosto e um corpo bonitos. Hoje, após atuações consistentes na TV e no cinema, são reconhecidos pela força dramática.

As similaridades entre eles servem de comparação sobre o mercado de trabalho em Portugal e no Brasil. Diogo acaba de ser contratado para ser protagonista da próxima novela do canal TVI, ‘Cacau’.

Segundo a imprensa, ele terá salário de 9 mil euros, cerca de R$ 48 mil na cotação atual. Um rendimento acima da média paga a artistas da teledramaturgia de seu país. O salário médio em Portugal é de 1.400 euros (R$ 7.500).

Na Globo, Cauã Reymond teria salário de R$ 300 mil. A informação não é oficial. Considerando esta quantia, ele ganharia o equivalente a 56 mil euros, seis vezes mais do que o colega português. O rendimento médio no Brasil está em R$ 2.800 (525 euros).

Essa gritante diferença salarial entre os galãs não tem nada a ver com mérito. São contratados de empresas com tamanhos díspares. A Globo é uma das maiores emissoras do planeta, com receitas de R$ 15 bilhões em 2022. No ano passado, o grupo de mídia do qual a TVI faz parte faturou 15 vezes menos.

A outra questão relevante é o poder de compra atrelado à valorização da moeda local. Os 9 mil euros pagos a Diogo Amaral proporcionam um padrão de vida alto em Lisboa. Lá, não é preciso ganhar muito para ter acesso a bens de consumo da classe média, diferentemente do que ocorre no Brasil.


Finanças à parte, os dois são exemplos de artistas bem-sucedidos a partir da dedicação à arte. A boa pinta ajudou, é claro, mas ninguém sobrevive tanto tempo nesse meio apenas pela aparência. O sucesso tem sido consequência do talento.

https://www.terra.com.br/diversao/tv/quem-tem-salario-mais-alto-na-tv-gala-portugues-ou-brasileiro,857aa6e475992b9b12049d8243928830psrrq1ad.html

"Hoje, após atuações consistentes na TV e no cinema, são reconhecidos pela força dramática."

:perdida: 

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A TVI foi condenada ao pagamento de uma coima de 40 mil euros, devido a conteúdo de publicidade que não foram identificados como tal no A Tarde É Sua.

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há 42 minutos, Fernando disse:

O ATES continua a dar prejuízo à TVI, mesmo tendo já passado 3 anos desde do seu fim 

:chocada:

Deu lucro durante muitos anos. Este programa que sempre foi uma continuação do ATES, que aliás ficou vários anos com o mesmo cenário. Exibições até às 20h à sexta com 760. Ocupava 3 horas da grelha diária, incluindo a faixa das 18h e ainda liderou durante 8 anos. xD

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há 12 horas, Maciel disse:

Deu lucro durante muitos anos. Este programa que sempre foi uma continuação do ATES, que aliás ficou vários anos com o mesmo cenário. Exibições até às 20h à sexta com 760. Ocupava 3 horas da grelha diária, incluindo a faixa das 18h e ainda liderou durante 8 anos. xD

Continuação das Tardes da Júlia, certo? :)

As multas chegam com cada atraso... 

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  • 2 semanas depois...
  • 2 semanas depois...
Postado (editado)

Media Capital reduz prejuízos para 4,8 ME no primeiro semestre

A Media Capital registou resultados líquidos das operações continuadas de 4,8 milhões de euros negativos no primeiro semestre deste ano, uma melhoria face aos 7,9 milhões negativos do período homólogo, segundo um comunicado ao mercado.

Na nota, publicada pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a empresa, que detém vários meios de comunicação, incluindo a TVI, adiantou que nos primeiros seis meses do ano, os rendimentos operacionais atingiram 69,3 milhões de euros quando, no mesmo período de 2022, haviam sido de 69,7 milhões de euros.

"Os rendimentos registados no primeiro semestre de 2023 refletem um decréscimo de 7% face ao período homólogo nos rendimentos de publicidade, motivados pela quebra do mercado publicitário na televisão de canal aberto, no qual se assistiu a uma quebra de 5,1% até maio de 2023", explicou.

https://www.rtp.pt/noticias/economia/media-capital-reduz-prejuizos-para-48-me-no-primeiro-semestre_n1506896

 

Dona da TVI arranca com programa de rescisões por mútuo acordo

O EBITDA é negativo em 1,3 milhões, uma melhoria 65% e o endividamento situa-se nos 28,5 milhões. A Media Capital vai avançar com um programa de rescisão de contratos de trabalho por acordo mútuo.

Nas receitas, a publicidade representou 44 milhões de euros, uma descida de 7%. Esta deve-se, justifica o grupo, à “quebra do mercado publicitário na televisão de canal aberto, no qual se assistiu a uma quebra de 5,1% até maio de 2023”. “Apesar da quebra verificada na TVI generalista, assistiu-se a um crescimento dos rendimentos de publicidade nos canais de cabo, com especial destaque para a CNN Portugal, a qual registou um aumento de 33%”, acrescenta o grupo.

Os outros rendimentos operacionais, sobretudo produção audiovisual e venda de conteúdos, fixaram-se nos 26 milhões de euros, um crescimento de 12%.

Por áreas, a televisão digital e entretenimento teve resultado operacional negativo de 5 milhões de euros, uma recuperação de 20% na comparação homóloga, e um EBITDA ajustado de -2,7 milhões.

A produção audiovisual registou um resultado operacional negativo de 561 mil euros, uma recuperação de 48%, e um EBITDA ajustado de 700 mil euros, uma melhoria de 321%.

“Ainda que a redução de custos no primeiro semestre de 2023 tenha permitido compensar parcialmente a quebra na principal fonte de receita do Grupo, gerando uma melhoria de EBITDA face ao período homólogo, o Grupo tem como objetivo a sua melhoria substancial no segundo semestre do ano“, aponta.

Assim, a Media Capital “está em processo de revisão da sua estrutura de custos e dos seus processos internos e “será anunciado um programa para rescisão de contratos de trabalho por acordo mútuo“. Serão também “tomadas outras medidas que permitam uma adequada gestão dos recursos disponíveis”, diz o grupo que abre então caminho para um programa de rescisões.

https://eco.sapo.pt/2023/08/11/media-capital-teve-prejuizos-de-48-milhoes-no-semestre/

Editado por msm0
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há 5 minutos, msm0 disse:

Media Capital reduz prejuízos para 4,8 ME no primeiro semestre

A Media Capital registou resultados líquidos das operações continuadas de 4,8 milhões de euros negativos no primeiro semestre deste ano, uma melhoria face aos 7,9 milhões negativos do período homólogo, segundo um comunicado ao mercado.

Na nota, publicada pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a empresa, que detém vários meios de comunicação, incluindo a TVI, adiantou que nos primeiros seis meses do ano, os rendimentos operacionais atingiram 69,3 milhões de euros quando, no mesmo período de 2022, haviam sido de 69,7 milhões de euros.

"Os rendimentos registados no primeiro semestre de 2023 refletem um decréscimo de 7% face ao período homólogo nos rendimentos de publicidade, motivados pela quebra do mercado publicitário na televisão de canal aberto, no qual se assistiu a uma quebra de 5,1% até maio de 2023", explicou.

https://www.rtp.pt/noticias/economia/media-capital-reduz-prejuizos-para-48-me-no-primeiro-semestre_n1506896

primeiro semestre nao muito bom para as privadas, as duas com prejuizo de 4 milhoes de euros

mas parece que foi mais critico para a tvi, o prejuizo foi maior, apesar das vendas disto e daquilo

Editado por jt9
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há 12 minutos, Magazine disse:

Mort, tá tudo com prejuízos :surpresa_alberta:

Expectiva: novos programas
Realidade: novo programa de despedimentos :olhos:

Se o Triângulo das Bermudas tivesse ficado momentaneamente quietinho dentro de uma gaveta assim como o Cristina Convida em 2014 e se soubessem realmente construir uma grelha, talvez a TVI não estivesse em contenção de custos :mosking:

https://www.atelevisao.com/tvi/adeus-casa-dos-segredos-cristina-ferreira-e-moniz-querem-reality-show-novo-e-inedito/

não te deviam ter trocado Secret

Spoiler

nem à Teresa Guilherme :triste_teresa::triste_teresa::triste_teresa:

 

Editado por jjsousa
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Que tragédia :manas: 

Nem com a grelha miserável que têm e poupança aqui e ali conseguem sequer sair do vermelho. Tanta coisa com a dívida ter descido para agora aumentar outra vez e não foi pouco.

Já nem vou comentar a rescisão de contratos, que é só mesmo triste. De certeza que não serao os que recebem acima dos 5k.

A esquizofrenia de um canal que tem resultados negativos, receitas a caírem e despedimentos de funcionários em querer comprar um outro grupo de media curiosamente também com prejuízos :clown:

Nao investiguem o Mário Ferreira que não é preciso. Não dou nem 5 anos para despachar a TVI a um grupo estrangeiro. 

Editado por JM26
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há 4 minutos, JM26 disse:

Nao investiguem o Mário Ferreira que não é preciso. Não dou nem 5 anos para despachar a TVI a um grupo estrangeiro. 

Desfecho amaldiçoado: a Media Capital é comprada pela WBD de Zaslav e sofre os habituais cortes da empresa, o que impede a repetição de Glass Roofs

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Isto só significa que quem será prejudicado serão os funcionários da empresa, principalmente os que já têm salários médios, a roçar os baixos, bem como o telespectador, se espera que a TVI vá ter boa programação para 2024, já percebemos que não vai acontecer. Vai ser tudo low-cost ou repetido, ainda para mais com um consumo baixo e sem conseguir liderar. 

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