Jump to content

Canais que poderão estar a caminho de Portugal


NEQ

Recommended Posts

há 1 minuto, PierreDumont disse:

O R.R. Soares já está presente em terras lusitanas? o Brasil precisa indenizar Portugal por esse tipo de coisa...

Sim, chama-se Canal Um Europa desde 2012 porque está também na grelha da Nossa TV, a operadora que ele detém no Brasil. Antes a ZON/NOS tinha o canal da IMPD portuguesa, que até tinha uma boa qualidade de sinal (por ser gerada aqui, mas tinha muitos problemas de imagem) mas retirou supostamente porque ninguém preferiu.

  • Thanks 1
Link to comment
Share on other sites

  • 1 month later...
  • 2 weeks later...
FCPortoTVDR.jpg

Francisco J. Marques anuncia canal de televisão dos dragões

 

O diretor de comunicação do FC Porto, Francisco J. Marques, anunciou, esta sexta-feira, o que se prevê ser o futuro canal de televisão do clube azul e branco.

 

Num curto vídeo nas redes sociais, o líder da comunicação portista escreveu ainda «Não é para todos. Muito em breve».

 

https://www.abola.pt/Nnh/Noticias/Ver/798219

Nova plataforma portista não interfere com o Porto Canal, que continua exatamente como está

Francisco J. Marques anunciou esta sexta-feira a FC Porto TV.

Segundo foi possível saber, a nova plataforma do FC Porto está praticamente pronta e vai ser lançada em breve.

No entanto, não terá qualquer interferência com o Porto Canal, que continua exatamente como está: com espaços de noticiário do FC Porto, claro, mas também com noticiário generalista e programas de entretenimento.

Assim sendo, a pergunta que se coloca é: o que vai ser afinal a FC Porto TV?

Basicamente vai ser uma plataforma digital, que vai recuperar conteúdos do Porto Canal e outros conteúdos novos, em estreia neste novo canal. Resta perceber como vai ser distribuído. 

 

Edited by tiago_nunes
  • Like 3
Link to comment
Share on other sites

  • 4 months later...

Canal digital #Womanize arranca a 11 de Dezembro

pedro-costa-300x300.jpg

A Infinity lança esta quarta-feira,  11 de Dezembro, o canal digital #Womanize, dedicado ao público feminino.

“Acredito que a televisão linear que fizemos ao longo dos anos vai mudar muito rapidamente e a figura do programador que pensa em horários, breaks e fluxo de audiências vai transformar-se numa curadoria de conteúdos que estarão disponíveis para o público ver quando quer em qualquer dispositivo que será cada vez mais portátil”, comenta Pedro Costa, CEO da Infinity, que esteve ligado aos lançamentos dos canais SIC Radical e SIC Mulher. “Queremos que ##Womanize seja precisamente uma plataforma onde as mulheres se revêem, sabendo que trabalhamos diariamente para inspirar as suas vidas, oferecendo-lhes informação, entretenimento e oportunidades para usarem sempre que quiserem”, refere o mesmo responsável que também passou pela BTV, Sporting TV e CMTV.

O canal, que ficará disponível em www.womanize.pt, pretende funcionar como uma plataforma de conteúdos digitais organizada por categorias e por séries de programas. Estilo, beleza, saúde, viagens, carreira, relacionamentos, família, viver a vida serão alguns dos temas a abordar.

Para além do streaming de conteúdos, a plataforma é simultaneamente uma loja digital. O projecto é lançado em parcerias da revista digital Magg, esynado previsto partilha de conteúdos.

Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2019/12/canal-digital-womanize-arranca-11-dezembro/

Link to comment
Share on other sites

  • 2 months later...

Como os canais premium angariam subscritores

pjimage.jpg

Das campanhas promocionais mais tradicionais à comercialização de gift cards em lojas físicas, passando pelas emissões em redes sociais, teste ao modelo pay-per-view e reformulações de oferta, multiplicam-se as estratégias dos canais premium para angariar subscritores

As estratégias desenvolvidas pelos canais premium para angariar subscritores assumem um papel cada vez mais crucial numa altura em que não pára de crescer a oferta de plataformas e de conteúdos, que fragmentam a audiência e disputam o share of wallet dos consumidores. No mercado português, essa luta pela carteira dos assinantes tem ganho ímpeto sobretudo no segmento desportivo, com a Eleven Sports a ensaiar novas abordagens para tentar conquistar espaço num mercado até aqui dominado pela Sport TV.

Após um arranque marcado pelas primeiras transmissões de jogos em directo através do Facebook Live, o mais recente canal desportivo premium no mercado, disponível em Portugal há apenas ano e meio, tem estado activo ao nível dos esforços de angariação de subscritores, com a aposta em novas soluções de comercialização de assinaturas, como os passes de meia época, lançados durante a Black Friday, ou os gift cards, por altura do Natal. À semelhança de plataformas digitais como Netflix ou Spotify, a Eleven Sports passou a comercializar subscrições em lojas físicas com a venda de cartões de oferta na cadeia de supermercados Auchan, El Corte Inglés, Media Markt, Phone House e Worten, além de estarem disponíveis para compra também através do Multibanco, Pagaqui e agentes Payshop. “O balanço da estratégia que temos implementado é extremamente positivo, não só pelos resultados obtidos num curto espaço de tempo mas também pelo feedback que temos recebido”, comenta ao M&P Nuno Miranda, director de marketing e comunicação da Eleven Sports Portugal. “Em Abril do ano passado, logo após o acordo com as operadoras, contabilizávamos mais de 250 mil portugueses com acesso às transmissões dos conteúdos premium de desporto da Eleven Sports”, refere o responsável, sem revelar números concretos de assinantes. Nuno Miranda garante apenas que “hoje esse número é maior e podemos assumir que já alcançámos uma quota de mercado superior a 20 por cento de subscritores de premium sports ainda no final da época desportiva anterior”. “Estamos muito optimistas para 2020 e as razões para o sucesso da operação explicam-se, não só pela qualidade dos conteúdos dos quais detemos direitos de transmissão para Portugal, como pela abordagem diferenciada que conseguimos imprimir na forma de apresentar e comunicar o desporto ao mercado”, acredita o responsável.

Questionado se a comercialização de cartões de assinatura é uma estratégia para manter e se os resultados justificam o alargamento à venda em mais lojas, Nuno Miranda afirma que “é claramente uma aposta para manter, e não apenas em lojas físicas mas também em lojas digitais”. “Apesar de ter sido lançado na quadra natalícia, ou seja, numa altura propícia ao forte volume de consumo, a estratégia passa por dar continuidade ao longo deste ano”, adianta, explicando que “hoje os consumidores são muito exigentes na procura e na oferta dos serviços que pretendem, pois procuram facilidade de acesso, flexibilidade e formas de surpreender”. “Para já, os resultados em apenas um mês são extremamente positivos, o que perfaz, segundo o nosso parceiro de distribuição, um dos melhores arranques de cartões de oferta em Portugal”, garante Nuno Miranda, sem avançar dados concretos.

Que futuro para o modelo pay-per-view

Outro formato testado pela primeira vez no mercado português dos conteúdos premium desportivos foi o pay-per-view, com o combate de boxe entre Anthony Joshua e Andy Ruiz. O acesso à transmissão em directo do combate podia ser adquirido de forma isolada pelos utilizadores mediante um pagamento único de 4,99 euros e sem necessidade de um subscrever um pacote de assinatura da Eleven Sports, sendo que o conteúdo podia depois ser visualizado, quer através dos operadores de televisão nacionais quer na plataforma de streaming do canal. “Sabemos que os consumidores procuram cada vez mais formas flexíveis de assistirem aos seus conteúdos preferidos sem a obrigatoriedade de subscreverem pacotes completos. Por isso, acreditamos que há muito espaço para crescer e para inovar no mercado no que diz respeito a novos formatos e novas formas de acesso”, argumenta Nuno Miranda, para quem “é uma questão de tempo até os portugueses se habituarem a este tipo de formato e de aderirem de forma mais racional e económica aos eventos do seu interesse”. “Não só porque os favorece do ponto de vista da optimização da oferta, como lhes dá a capacidade de escolha” e isso, acredita, “é fundamental num mercado tão competitivo”.

A implementação deste modelo será então para dar continuidade, aumentando a regularidade e alargando as modalidades disponibilizadas neste formato? “Sem dúvida. Fizemos um primeiro teste, que correu francamente bem, e a ideia é alargar a outros eventos desportivos globais e modalidades que saibamos serem do interesse dos adeptos do desporto”, adianta o director de marketing e comunicação da Eleven Sports, assegurando que “os resultados foram extremamente positivos, tendo superado bastante os nossos objectivos, razão pela qual estamos a trabalhar para continuar com este tipo de oferta e para novas modalidades desportivas”. Preferindo não avançar mais detalhes, Nuno Miranda refere apenas que “nos próximos meses estaremos em condições de avançar com mais novidades sobre esta matéria, mas é claro para nós que esta é uma forma certa de actuar, ou seja, termos a capacidade de ouvir os fãs e de lhes proporcionar as experiências desportivas que eles mais valorizam”. Tambem no que diz respeito a outras estratégias equacionadas para reforçar a angariação de assinantes, limita-se a dizer que estão “pensadas algumas iniciativas que estamos a analisar com os nossos parceiros e que oportunamente comunicaremos ao mercado”.

Sport TV a 20 euros

No caso da Sport TV, a estratégia tem passado sobretudo pelo lançamento de campanhas promocionais, com a mais recente a assinalar o arranque do novo ano. A campanha Entra em 2020 com Sport TV a 20 dá a possibilidade de subscrição dos canais premium por 20 euros aos primeiros 20 mil novos clientes que aderirem, sendo que a mensalidade de 20 euros será válida por seis meses para o pacote premium SD, ficando depois no valor geral dos restantes assinantes. “Esta é a primeira vez em 21 anos que a Sport TV lança uma campanha com esta abrangência. Os primeiros 20 mil portugueses podem por 20 euros aceder a todos os conteúdos premium da Sport TV, 24 horas por dia, sete dia por semana, em cinco canais, e ainda o canal NBA TV”, salientou, aquando do lançamento da campanha, Nuno Ferreira Pires, CEO da Sport TV. Numa outra iniciativa para garantir a fidelização dos assinantes, lançada em Maio do último ano, a estação premiava os subscritores do canal através da campanha Move HIIT by Sport TV. Numa parceria com a Move HIIT – Outdoor Training, empresa que promove a prática de exercício físico em grupo ao ar livre com treinos High Intensity Interval Training (HIIT), os subscritores do canal premium tinha acesso a um programa de um mês de treinos de alta intensidade. A importância que as assinaturas assume para um canal premium de desporto ficaram patentes nas declarações feitas por Nuno Ferreira Pires recentemente, durante uma conferência da ACEPI sobre monetização nos media, onde identificou a pirataria como a principal ameaça a este tipo de canais e revelou que “a Sport TV investe mais de 200 milhões de euros por ano em conteúdos”, pelo que “quem quiser vê-los terá necessariamente de pagar”. O M&P contactou a Sport TV no sentido de perceber quais as estratégias que estão a ser desenvolvidas ao nível da angariação de subscritores mas a estação optou por não responder.

A nova vida dos TVCine

Os desafios para conquistar subscritores num canal premium inserido no segmento de cinema e séries acentuam-se numa era marcada pela multiplicação da oferta de plataformas de streaming. A estratégia dos canais TVCine passa por uma reformulação da oferta, tendo assumido este mês uma nova identidade e programação. TVCine Top, TVCine Edition, TVCine Emotion e TVCine Action são as novas designações dos quatro canais detidos pela NOS, até aqui exclusivamente dedicados ao cinema, que passam ter a sua grelha de programação organizada por temáticas e absorvem as séries cuja exibição era assegurada pelo TV Séries. O canal, que até à entrada da HBO no mercado português era responsável pela distribuição em exclusivo das séries da cadeia de televisão norte-americana em Portugal, foi descontinuado pela operadora.

Questionado sobre se esta foi uma forma de minimizar o impacto do esvaziamento dos conteúdos da HBO, João Diogo ferreira, director de conteúdos da NOS, assegura que “a reorganização do portfólio de canais e a chegada da HBO são dois temas distintos”. “A par da disponibilização dos melhores e mais recentes conteúdos, os canais TVCine estão empenhados na melhoria constante da experiência de consumo e na facilidade de acesso aos mesmos. Assim, esta é uma evolução natural da nossa oferta, em linha com as tendências do mercado e com a nossa vontade de inovar, seja em termos de programação, look & feel e funcionalidades que proporcionamos aos subscritores”, explica o responsável, garantindo que “a nossa base de clientes mantém-se estável e a penetração de Pay TV continua a crescer, o que nos dá margem para acreditar no caminho que traçámos com a nossa estratégia de conteúdos”. “Entendemos que a nossa proposta de valor é única e por isso estamos bastante optimistas em relação à adesão de novos subscritores, mas também quanto à manutenção dos actuais”, afirma o director de conteúdos da NOS, salientando que “os TVCine vão continuar a ser os únicos canais de TV em Portugal onde estreiam, em exclusivo e em primeira mão, os filmes e as séries mais aclamados”.

E a manutenção do custo de subscrição nos 10 euros faz sentido após a descontinuação de um canal? “Trata-se de uma evolução natural da oferta dos canais, que traz grandes novidades, funcionalidades e vantagens para os subscritores, mantendo a quantidade, diversidade e qualidade dos conteúdos exibidos”, argumenta João Diogo Ferreira, sublinhando que “os canais continuarão a exibir cerca de 800 filmes e séries por mês, dos quais 70 são estreias absolutas em Portugal, mas agora passa a ser mais fácil encontrá-los, não só porque o naming de cada canal facilita a identificação da programação por temáticas mas, sobretudo, porque agora os canais estão disponíveis dentro e fora de casa, em todos os ecrãs, através da app TV de todos os operadores de Pay TV nacionais”.

“Acreditamos que a comodidade e ubiquidade da experiência multiplataforma, em paralelo com a curadoria de conteúdos, a reorganização por temáticas e a nova programação são factores que, em  conjunto, aumentam de forma muito relevante o valor da oferta dos canais TVCine”, justifica o responsável, afirmando-se confiante de que “esta melhoria de proposta de valor nos faz reforçar a nossa posição competitiva e, desta forma, endereçar melhor quer actuais quer potenciais clientes, aumentando o seu nível de satisfação”.

Quanto a iniciativas para angariar assinantes, João Diogo Ferreira afirma que “a estratégia passará sempre por oferecer máxima conveniência e os melhores conteúdos aos nossos clientes, sempre de olhos postos no futuro e antecipando as expectativas dos clientes”. Questionado se a comercialização de cartões de assinatura em lojas físicas, prática comum em plataformas como o Netflix, é uma estratégia que poderia fazer sentido para os canais TVCine, o director de conteúdos da NOS reforça: “Estamos convictos de que a facilidade e comodidade dos actuais canais de subscrição dos TVCine é a mais adequada à nossa realidade e ao mercado nacional.” Ainda assim diz, “avaliamos, naturalmente, todos os modelos de subscrição, mas não nos podemos esquecer de que somos um serviço B2B, pelo que a nossa estratégia estará sempre alinhada com os operadores”.

Fonte:https://www.meiosepublicidade.pt/2020/02/os-canais-premium-angariam-subscritores/

Link to comment
Share on other sites

  • 1 year later...

Tchizé dos Santos "triste" com fim de Vida TV. Empresária ambiciona novo canal no mercado português

A empresária Tchizé dos Santos, filha do ex-presidente angolano, que esteve na origem da Vida TV, manifestou-se “triste” com o fim do canal que lança 300 pessoas no desemprego e disse querer lançar um novo canal no mercado português.

DTg6ZQ=

“O que se está a passar com os veículos de conteúdos e outros meios de comunicação suspensos e/ou encerrados por força da mudança da legislação proposta pelo partido MPLA e seu Governo, com o respaldo da maioria qualificada no parlamento conseguida sabe-se lá como, é deveras lamentável num país onde o governo havia prometido promover 500 mil empregos em 2017”, declarou Tchizé dos Santos à Lusa.

A operadora DSTv, detida pela sul-africana Multichoice, anunciou hoje que vai retirar da sua plataforma a Vida TV, um dos três canais suspensos desde abril por decisão do Governo angolano, que invocou “inconformidades”.

A Vida TV já tinha comunicado internamente a decisão aos seus colaboradores anunciando que vai fechar portas em 31 de julho, deixando no desemprego mais de 300 profissionais, na sequência da rescisão do contrato com a DSTv.

“É muita gente no desemprego, equipas inteiras de jornalistas, apresentadores, pessoal logístico. Preferia que ficassem com o canal e mantivessem os empregos”, lamentou.

Tchizé dos Santos garante ter cumprido o que estava estabelecido tendo em conta a legislação vigente na época em que o canal foi lançado (2018) e lamentou os “boicotes e perseguição financeira” por parte do Estado angolano.

“Foi mudada a lei propositadamente para obrigar todos os que quiserem emitir um canal de televisão passarem a ter que pagar aproximadamente um milhão de dólares norte-americanos, porém as leis e decretos não deviam ser retroativos e deviam ser respeitados os direitos adquiridos de quem já estava a operar à luz das regras anteriores”, sublinhou.

Tchizé dos Santos, foi uma das investidoras iniciais da Vida TV, mas de acordo com uma fonte do canal, que pediu para não ser identificada, a filha do ex-presidente José Eduardo dos Santos foi convidada a sair do projeto poucos meses depois do início da operação, “por causa dos seus interesses pessoais e políticos”.

“Nunca tivemos nenhuma contribuição da senhora, nunca ninguém a viu por aqui e ninguém estava a trabalhar sob a sua orientação ou agenda, basta olhar para o conteúdo produzido. Mas ficámos pelo caminho por causa dessa infeliz associação”, disse a fonte, sublinhando que “quem aqui está [Vida TV], só queria trabalhar, não quer saber de política”.

À Lusa, Tchizé dos Santos considerou que os seus sócios foram pressionados a afastá-la na altura, para poderem manter o canal.

“Hoje vê-se que nem isso bastou”, comentou.

Questionada sobre se perdeu dinheiro com o investimento feito na Vida TV, a empresária respondeu que a Westside, em que detém 35% do capital, participou num investimento total de dois milhões de dólares, e a Semba (onde detém 25%) “investiu também a sua parte”.

“Claramente, estou a ter um prejuízo financeiro e reputacional brutal, e a nível internacional”, frisou, acrescentando que está à procura de oportunidades em Portugal.

“Estou extremamente triste e gostaria de poder começar um novo canal no mercado português onde também tenho ligações por razões familiares e não só”, continuou.

Tchizé dos Santos salientou que o “mundo dos negócios é global”: “Eu hoje busco oportunidades no ramo da comunicação em Portugal, Moçambique, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau e São Tomé, porque produzo conteúdo em língua portuguesa”.

Tchizé dos Santos é atualmente influenciadora digital e criou um canal de Youtube chamado “Lifestyle em Português”.

Fonte:https://mag.sapo.pt/tv/atualidade-tv/artigos/tchize-dos-santos-triste-com-fim-de-vida-tv-empresaria-ambiciona-novo-canal-no-mercado-portugues?utm_source=facebook_sapo&utm_medium=social&utm_campaign=social_sapo&fbclid=IwAR1805ILSHqZQkW3YtS2g31rDrCQLN-jqazT28lWicGXwXAP9Yag6eT-g2I

Link to comment
Share on other sites

  • 1 year later...

‘NA MINHA TERRA TV’ MUDA DE SEDE E VAI PARA A REDE CABO

62a49e7d3f8f5.jpg

 

Empresa madeirense assinala 10 anos com investimento de 200 mil euros e dá um grande passo ao entrar nos conteúdos da NOS com cinco horas por dia de programação própria.

A poucos dias de assinalar uma década, o canal ‘Na Minha Terra TV’ abraça dois grandes desafios aos mesmo tempo: muda totalmente de instalações e está a ultimar os preparativos para entrar na rede cabo através do operador NOS, o que deverá acontecer dentro de poucos meses até ao início do próximo ano.

Ainda renitente em tornar público esse importante salto, Duarte Oliveira, o fundador e diretor operacional da empresa madeirense, acaba por confirmar ao Jornal as duas metas. Tanta uma como outra em adiantado estado de materialização.

De acordo com o diretor do canal, a marca ‘Na Minha Terra TV’ deverá estar prestes a entrar com conteúdos próprios num canal da grelha da NOS. Todo o processo está bem encaminhado e a empresa madeirense já trabalha nessa perspetiva.

O canal vai reforçar os recursos humanos com profissionais de jornalismo e assumir-se cada vez mais como canal generalista na rede de televisão por cabo.

Saiba mais sobre as novidades do canal 'Na Minha Terra TV' na edição impressa deste sábado do JM.

Fonte: https://www.jm-madeira.pt/regiao/ver/175334/Na_Minha_Terra_TV_muda_de_sede_e_vai_para_a_rede_cabo

  • Like 1
Link to comment
Share on other sites

Join the conversation

You can post now and register later. If you have an account, sign in now to post with your account.

Guest
Reply to this topic...

×   Pasted as rich text.   Restore formatting

  Only 75 emoji are allowed.

×   Your link has been automatically embedded.   Display as a link instead

×   Your previous content has been restored.   Clear editor

×   You cannot paste images directly. Upload or insert images from URL.

×
×
  • Create New...