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há 19 minutos, Fernando disse:

comprar livros novos em português é um roubo

E é raro o livro que não venha com gralhas, quer erros ortográficos, quer erros de formatação. Pagar 20 euros num livro com erros... 

há 20 minutos, Fernando disse:

há bibliotecas que têm exemplares de livros saídos da gráfica

Já poupei um bom dinheiro a requisitar livros na minha faculdade, abençoada! 

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há 12 horas, Fernando disse:

Só compro livros novos em português se 1) forem obras que quero mesmo muito ler; 2) se tiver em desconto, e normalmente é sempre em feiras do livro :haha: De resto, como leio maioritariamente em português, só para a universidade é que leio em inglês, opto por comprar em segunda mão. Há obras clássicas que facilmente se arranjam por menos de 5 euros em segunda mão, e mesmo aquele livros semi-novos também se arranjam bem mais baratos no TradeStories e assim, e muita gente faz o mesmo que eu, porque compensa.

Agora, comprar livros novos em português é um roubo, as pessoas até podem ter interesse em ler, mas não vão comprar porque pagar 20-25 euros por livros com menos de 500 páginas, muitas das vezes, é um roubo autêntico. Depois falha a aproximação das bibliotecas às pessoas, há bibliotecas que têm exemplares de livros saídos da gráfica, mas as pessoas nem sabem disso porque a maioria das  bibliotecas não sabem aproximar-se das pessoas. A promoção da língua é deixada para traz porque não há uma política cultural, ou se calhar até há e é esta.

Lá isso é verdade, os livros estão muito caros, além de que só para ai ao fim de 2 anos é que deixam de ser novidades e passam parte deles a ser vendidos mais baratos em campanhas, etc, o que em alguns casos já tirou grande parte do interesse das pessoas neles.

Depois existe também o problema da demora na tradução, como eu já tinha dito, além de estar no texto que publiquei e quem percebe inglês não está para estar à espera.

O único problema que posso encontrar nisto de ler em inglês(excepto o não favorecimento da nossa língua e de se não ter um melhor conhecimento dela) é o de muitos começarem por isso a ler practicamente só autores anglo saxónicos, o que não é bom, há muita e boa literatura por outras paragens.

Editado por tuscano
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On 29/04/2024 at 17:32, tuscano disse:

É bom porque se vendem livros, e se vai treinando o Inglês, mas ao mesmo tempo também não é, porque se vai perdendo a promoção da nossa língua. A demora em algumas das traduções, também é um pouco culpada nisto: https://observador.pt/2024/04/18/venda-de-livros-em-lingua-inglesa-cresce-em-portugal-e-preocupa-editores/

Em termos de traduções até estamos num bom caminho. O problema não é tanto a demora, mas a qualidade em si. Portugal tem feito parte de alguns lançamentos mundiais ou, em muitos casos, lançam dias ou semanas depois de sair a versão original. O problema é que muitas traduções não são propriamente incríveis e deixam um pouco a desejar. Para quem lê bem em inglês acaba sempre por ser preferível comprar os livros na língua original. Para não falar no preço, claro. Os livros em Portugal são caríssimos. Falo por mim que compro imensos e sei o que custa.

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On 01/05/2024 at 09:59, jean disse:

Em termos de traduções até estamos num bom caminho. O problema não é tanto a demora, mas a qualidade em si. Portugal tem feito parte de alguns lançamentos mundiais ou, em muitos casos, lançam dias ou semanas depois de sair a versão original. O problema é que muitas traduções não são propriamente incríveis e deixam um pouco a desejar. Para quem lê bem em inglês acaba sempre por ser preferível comprar os livros na língua original. Para não falar no preço, claro. Os livros em Portugal são caríssimos. Falo por mim que compro imensos e sei o que custa.

A qualidade da tradução, já foi bem pior, tempos houve, em que ou traduziam à pressa, ou não traduziam, pegando na versão em português do Brasil e siga que está bom e não não estava estava péssimo, existindo uma ou outra que ganhava mais relevância, porque alguém assim com mais digamos prestigio resolvia traduzir algo, agora está bem melhor, que antes, embora não seja ainda o ideal. Eu também disse isto porque ouvi alguém relacionado com a edição a falar na Antena1, dizendo que se devia fazer um esforço maior para editar em lançamentos mundiais, o que já se tem feito, mas ainda não é com a frequência que devia ser, ou  então no máximo com uma semana de diferença.

Um exemplo, não consigo entender porque é que por exemplo este livro da Zigurate o A Próxima Guerra Civil tem de custar de base quase 20 euros, não podia ser para ai menos uns 4 ou 5, seria mais razoável: https://zigurate.pt/guerra, Se se perguntar ao editor, vai dizer que os custos são altos e que para tirar algum lucro tem de o vender a este preço, mas não devia mesmo ser assim, o sistema é que está mal.

Editado por tuscano
  • 1 mês depois...
  • 3 semanas depois...
  • 1 mês depois...
  • 1 mês depois...
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Em relação à Han Kang, que este ano ganhou o Nobel da literatura, posso confirmar que é mesmo uma excelente escritora, pois li o livro que a catapultou para fora da Coreia do Sul, A Vegetariana e é mesmo um excelente livro.

  • 8 meses depois...
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Acabei de ler Catarina e a Beleza de Matar Fascistas, de Tiago Rodrigues. Incrível!

spacer.png

 

Sinopse:

Spoiler

Uma das dez melhores peças de teatro de 2024 para a revista The New Yorker.

A peça‑fenómeno de Tiago Rodrigues, agora em livro:
«UM DIA POR ANO, UMA DE NÓS ATEAVA UM INCÊNDIO.»

Esta família mata fascistas. É uma tradição antiga que cada membro do núcleo familiar sempre seguiu. Hoje, reúnem‑se novamente numa casa no campo, no Sul de Portugal. Uma das jovens da família, Catarina, vai matar o seu primeiro fascista, raptado de propósito para o efeito. No entanto, Catarina é incapaz de concretizar o homicídio ou recusa‑se a fazê‑lo. Estala assim o conflito, acompanhado de várias questões. O que é um fascista? Há lugar para a violência na luta por um mundo melhor? Podemos violar as regras da democracia para melhor a defender?

O espectáculo criado a partir deste texto, com encenação também de Tiago Rodrigues, foi apresentado com grande sucesso de crítica e público em várias salas portuguesas e em vários países, merecendo o Prémio de Melhor Espectáculo Estrangeiro em França e Itália.

«E como é que começou tudo? Com a opiniãozinha. Explorando o medo e o preconceito. Mentindo. Manipulando. Criando a infra‑estrutura da impunidade. Os alicerces do edifício fascista. Agora vale tudo. Porquê? Porque nós permitimos que eles continuassem a falar, a falar, a falar. Que nojo. Há anos a ouvi‑los. Cada vez mais opiniões. Cada vez mais vozes fascistas. E nós a ouvi‑los. Uma náusea. Uma impotência. Uma vontade de matar. E queres tu que eu o deixe falar? Para fazer um dos seus discursos? As palavras são poderosas, Catarina. Devias saber isso. Os discursos que ele escreveu, agora são leis. Amanhã serão artigos da Constituição. E onde é que começou? Na opiniãozinha. A maldita opiniãozinha que ninguém teve a coragem de matar à nascença.»

 

Editado por Oxi
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há 3 horas, Oxi disse:

Acabei de ler Catarina e a Beleza de Matar Fascistas, de Tiago Rodrigues. Incrível!

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Sinopse:

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Uma das dez melhores peças de teatro de 2024 para a revista The New Yorker.

A peça‑fenómeno de Tiago Rodrigues, agora em livro:
«UM DIA POR ANO, UMA DE NÓS ATEAVA UM INCÊNDIO.»

Esta família mata fascistas. É uma tradição antiga que cada membro do núcleo familiar sempre seguiu. Hoje, reúnem‑se novamente numa casa no campo, no Sul de Portugal. Uma das jovens da família, Catarina, vai matar o seu primeiro fascista, raptado de propósito para o efeito. No entanto, Catarina é incapaz de concretizar o homicídio ou recusa‑se a fazê‑lo. Estala assim o conflito, acompanhado de várias questões. O que é um fascista? Há lugar para a violência na luta por um mundo melhor? Podemos violar as regras da democracia para melhor a defender?

O espectáculo criado a partir deste texto, com encenação também de Tiago Rodrigues, foi apresentado com grande sucesso de crítica e público em várias salas portuguesas e em vários países, merecendo o Prémio de Melhor Espectáculo Estrangeiro em França e Itália.

«E como é que começou tudo? Com a opiniãozinha. Explorando o medo e o preconceito. Mentindo. Manipulando. Criando a infra‑estrutura da impunidade. Os alicerces do edifício fascista. Agora vale tudo. Porquê? Porque nós permitimos que eles continuassem a falar, a falar, a falar. Que nojo. Há anos a ouvi‑los. Cada vez mais opiniões. Cada vez mais vozes fascistas. E nós a ouvi‑los. Uma náusea. Uma impotência. Uma vontade de matar. E queres tu que eu o deixe falar? Para fazer um dos seus discursos? As palavras são poderosas, Catarina. Devias saber isso. Os discursos que ele escreveu, agora são leis. Amanhã serão artigos da Constituição. E onde é que começou? Na opiniãozinha. A maldita opiniãozinha que ninguém teve a coragem de matar à nascença.»

 

Vi a peça ao vivo e a Sara Barros Leitão arrasou. Queria tanto uma adaptação disto a telefilme!

  • 2 meses depois...
  • 2 semanas depois...
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Muitos parabéns, @Angel-O, pelo lançamento do teu livro! :giveheart:

OndinaEaCidadePerdida-capa-651x1024.jpg

Sinopse: Ondina sempre fora uma vila pacata, mas o seu destino muda quando três jovens descobrem um segredo há muito enterrado. Fragmentos de um passado esquecido conduzem-nos a um mistério ancestral, onde lendas se tornam realidade e o oceano esconde mais do que simples marés.

Atlântida, a cidade perdida, não é apenas um mito — está prestes a emergir, trazendo consigo um poder que pode moldar o futuro… ou destruí-lo. Entre profecias, Dário e os seus amigos enfrentam verdades que os mudam para sempre enquanto os laços que os unem se transformam, revelando segredos e escolhas que os podem separar.

À medida que o véu entre o presente e o passado se desfaz, cada decisão pode ser a diferença entre a salvação e a ruína. Entre o dever e o coração, entre o medo e a coragem, eles terão de descobrir até onde estão dispostos a ir para proteger tudo o que amam.

Quando as águas se revoltam e o passado desperta, a única certeza é que nada voltará a ser como antes.

https://cordeldeprata.pt/livraria/ondina-e-a-cidade-perdida/

https://www.atelevisao.com/geral/colaborador-do-a-televisao-lanca-primeiro-romance/

Editado por Lee
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há 18 horas, Lee disse:

Muitos parabéns, @Angel-O, pelo lançamento do teu livro! :giveheart:

OndinaEaCidadePerdida-capa-651x1024.jpg

Sinopse: Ondina sempre fora uma vila pacata, mas o seu destino muda quando três jovens descobrem um segredo há muito enterrado. Fragmentos de um passado esquecido conduzem-nos a um mistério ancestral, onde lendas se tornam realidade e o oceano esconde mais do que simples marés.

Atlântida, a cidade perdida, não é apenas um mito — está prestes a emergir, trazendo consigo um poder que pode moldar o futuro… ou destruí-lo. Entre profecias, Dário e os seus amigos enfrentam verdades que os mudam para sempre enquanto os laços que os unem se transformam, revelando segredos e escolhas que os podem separar.

À medida que o véu entre o presente e o passado se desfaz, cada decisão pode ser a diferença entre a salvação e a ruína. Entre o dever e o coração, entre o medo e a coragem, eles terão de descobrir até onde estão dispostos a ir para proteger tudo o que amam.

Quando as águas se revoltam e o passado desperta, a única certeza é que nada voltará a ser como antes.

https://cordeldeprata.pt/livraria/ondina-e-a-cidade-perdida/

https://www.atelevisao.com/geral/colaborador-do-a-televisao-lanca-primeiro-romance/

Parabéns, @Angel-O. Muito sucesso para este livro e para a tua relação com a editora...

Spoiler

Pois, infelizmente, o que não faltam aí são casos e exemplos de coisas menos boas entre autores e editores.

Boa sorte para esta nova etapa e aproveita ao máximo, já que me parece estar diante de uma grande obra! 🍀

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On 23/09/2025 at 21:46, Lee disse:

Muitos parabéns, @Angel-O, pelo lançamento do teu livro! :giveheart:

OndinaEaCidadePerdida-capa-651x1024.jpg

Sinopse: Ondina sempre fora uma vila pacata, mas o seu destino muda quando três jovens descobrem um segredo há muito enterrado. Fragmentos de um passado esquecido conduzem-nos a um mistério ancestral, onde lendas se tornam realidade e o oceano esconde mais do que simples marés.

Atlântida, a cidade perdida, não é apenas um mito — está prestes a emergir, trazendo consigo um poder que pode moldar o futuro… ou destruí-lo. Entre profecias, Dário e os seus amigos enfrentam verdades que os mudam para sempre enquanto os laços que os unem se transformam, revelando segredos e escolhas que os podem separar.

À medida que o véu entre o presente e o passado se desfaz, cada decisão pode ser a diferença entre a salvação e a ruína. Entre o dever e o coração, entre o medo e a coragem, eles terão de descobrir até onde estão dispostos a ir para proteger tudo o que amam.

Quando as águas se revoltam e o passado desperta, a única certeza é que nada voltará a ser como antes.

https://cordeldeprata.pt/livraria/ondina-e-a-cidade-perdida/

https://www.atelevisao.com/geral/colaborador-do-a-televisao-lanca-primeiro-romance/

É comprar, é comprar :lol:

Obrigado @Lee @ilovetv.2008

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  • 4 semanas depois...
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Bom, como o tópico "qual o último livro que leste ou está a ler" está bloqueado a novas respostas, coloco aqui a minha última leitura:

É um livro muito interessante para se perceber de onde veio o CHEGA e como ganhou a força que tem hoje em dia, em tão pouco tempo. 

È um livro grande, tem cerca de 700 páginas, mas aconselho a quem se interessa pelo fenómeno destes movimentos populistas. 

300x

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  • 8 meses depois...
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Segundo a wikipedia, dentro do espólio do falecido Luís Miguel Rocha, que era considerado um Dan Brown português, apenas "O Último Papa" e "Bala Santa" estão interligados. Eu só li "O Último Papa" há vários anos e o livro para mim era tão bom, que li-o numa semana apenas, na pausa universitária da Páscoa. Quando eu fui pegar na sequela, no verão, infelizmente já não me lembrava da maioria das personagens secundárias e acabei por deixar para outra altura, já que não me apetecia também reler algo lido há tão pouco tempo.

Passados estes anos, ontem, não sabendo onde deixei "O Último Papa", peguei então numa outra obra que julgava ser independente das outras duas, mas eis que ao quinto capítulo aparece uma personagem chamada Sara e fico logo :confusa_cristina:. Continuo a ler um pouco mais e vem a descrição de que Sara sabia mais sobre o Vaticano do que muita gente que lá morava ou trabalhava e aí vejo "esta Sara é a mesma protagonista dos outros dois livros"!

Ou seja, tal como o Dan Brown usou o Robert Langdon, o Luís Miguel Rocha resolveu usar a Sara em várias das suas aventuras relacionadas com um mesmo tema (no caso do primeiro, simbologia, e no caso do segundo, segredos religiosos), porém quer-me parecer que quem escreveu os artigos na wikipedia das obras do Luís Miguel Rocha não leu as obras, já que é referido apenas em "Bala Santa" que esta se trata de uma sequela de "O Último Papa".

Agora, como eu não tenho uma fonte fiável para me guiar, fico a pensar se, para ler a saga da Sara, eu devo primeiro pegar no primeiro livro publicado pelo Luís Miguel Rocha, apesar de não ser do mesmo género que o segundo.

  • 2 semanas depois...
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Como as minhas férias se estão a aproximar, preciso de um livro novo. Ontem estava a pensar e reparei que nunca li um livro de um autor português contemporâneo. Têm recomendações? Não gosto de livros de fantasia, nem de policiais/thrillers. O resto por mim pode ser. Queria um livro que me fizesse pensar.

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há 3 horas, Diogo Marreiros disse:

Como as minhas férias se estão a aproximar, preciso de um livro novo. Ontem estava a pensar e reparei que nunca li um livro de um autor português contemporâneo. Têm recomendações? Não gosto de livros de fantasia, nem de policiais/thrillers. O resto por mim pode ser. Queria um livro que me fizesse pensar.

Eu gostei muito de "Um Muro e Uma Cerca" da Elisabete Martins de Oliveira, que é psicóloga, e fala sobre a amizade improvável entre o Santiago, uma criança negligenciada pelos pais, e o Elias, um senhor viúvo de 72 anos, também ele isolado da família. Quando o rapaz e os pais se mudam para a casa do lado de Elias, os dois começam a conversar através do muro e da cerca que os separa e é daí que nasce a ligação entre os dois... ajuda a refletir sobre muitos dos problemas das grandes cidades e assim...

Nesse sentido, mas embora mais previsível e superficial a meu ver, "O Homem que Passeava Livros",de Carsten Henn.

Em termos de romances, recomendo vivamente os do Raul Minh'Alma, pois todos têm finais imprevisíveis e plots twists super apetecíveis. 

Agora, este verão, vou ver se começo a saga do José Mauro de Vasconcelos, com o clássico "O Meu Pé de Laranja Lima", mas reconheço, desde já, que 2026 está a ser dos anos que menos li... veremos se este me faz recuperar e retomar este hábito que gosto tanto, até porque o que não faltam são boas opções para tal.

  • Obrigado 1
  • 1 mês depois...
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Vou tentar renascer este tópico pois comecei a ler há coisa de 3 meses e agora estou praticamente um leitor recorrente.

Li Projeto Hail Mary devido ao filme e gostei dele, não dou 5/5 simplesmente por ser demasiado técnico e científico para mim.

A seguir foi o 1984, um absoluto clássico. Muito impactante, muito atual, muito assustador. 5/5

Passei por um livro chamado Casas Estranhas, de um autor japonês. Um thriller/mistério muito curioso que usa plantas específicas de casas para contar a história, mas o último capítulo merecia ser pelo menos mais dois para explicar tudo direitinho. 3/5

Piranesi foi o último livro que acabei, e fiquei totalmente impactado com a beleza e todo o seu world-building. Fiquei imensamente triste de o ter acabado... Por mim lia muito mais capítulos! Definitivamente um dos meus (senão o meu favorito) deste ano! 5/5

Agora vou começar a ler um livro especificamente de terror chamado Entre Fogo e Sangue. França, século XIV, peste negra e demónios. Give me!

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há 3 horas, Bloody disse:

Passei por um livro chamado Casas Estranhas, de um autor japonês. Um thriller/mistério muito curioso que usa plantas específicas de casas para contar a história, mas o último capítulo merecia ser pelo menos mais dois para explicar tudo direitinho. 3/5

Este chamou-me particularmente à atenção já que sou fascinado por plantas. Vou pesquisar mais sobre e ver se há por cá.

———————-

edit: pois que fui agora mesmo pesquisar mais e percebi que não estavas a falar de plantas vivas.:cryhappy:

  • Haha 1
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há 10 minutos, Diogo Marreiros disse:

Este chamou-me particularmente à atenção já que sou fascinado por plantas. Vou pesquisar mais sobre e ver se há por cá.

———————-

edit: pois que fui agora mesmo pesquisar mais e percebi que não estavas a falar de plantas vivas.:cryhappy:

:haha: Sorry. :mosking: É mesmo plantas de construção. 

  • Haha 1
  • 1 mês depois...
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Lido: The Only One Left (Riley Sager) - 4.75/5. Livro cheeeeio de plot twists! Incrível como cada capítulo tinha um, e tu pensas que "oh, este é o plot twist", e depois lês o capítulo seguinte e vês que afinal é outro. Muito interessante!

A ler agora: A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert (Joel Dicker)

  • Gosto 2
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Leiam o Lisboa, Luanda, Paraíso da Djaimila Pereira de Almeida. Não se vão arrepender!

Recentemente, também li A Sibila, da Agustina Bessa-Luís (denso, para quem não esteja habituado a ler não recomendo); Inverno em Lisboa, de António Muñoz Molina; e vou a meio do clássico Gabriela, Cravo e Canela

  • Gosto 1

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