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Princípio, Meio e Fim


Pedro.

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há 3 minutos, Free Live disse:

Isto vai flopar horrores, sinceramente. O humor do Bruno não é o humor do RAP.

É muito bonito ter 100 000 no Instagram, mas para a TV isso não é nada.

é 1 de rating .. :D 

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há 7 minutos, Free Live disse:

Isto vai flopar horrores, sinceramente. O humor do Bruno não é o humor do RAP.

É muito bonito ter 100 000 no Instagram, mas para a TV isso não é nada.

Mas vai bombar na classe A+++++++

 

Parece um programa de nicho. Eu, pessoalmente, gosto muito do humor do Bruno e vou ver, mas não é para massas, se flopar não me surpreende.

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há 8 horas, mrimbaiwtshc disse:

Uma estupidez estrear isto ao Domingo. Faziam o HN de Sábado com PF às 21h40 e isto às 23h e tinham uma coisa diferente, para além de não gastarem um episódio de AA. Ou então faziam AA + PF + isto, se quisessem ter o programa à meia-noite. 

Estupidez?? Pensa lá um bocadinho. Achas que o alinhamento que sugeres seria uma opção verdadeiramente inteligente?

há 8 horas, JMML disse:

Afinal vai para o domingo?! Oi??

Não faz sentido nenhum já com o Ricardo Araújo Pereira aos domingos!!!

Entendo o fundo do teu estado de surpresa mas, faz todo o sentido que vá para o final dos domingos, tendo em conta a especificidade do formato e o alinhamento da programação existente no fim-de-semana.

há 8 horas, Maciel disse:

Em termos de enquadramento na programação isto encaixa melhor nos domingos do que nos sábados, mas os sábados precisavam de entretenimento.

É um facto que os sábados precisam de entretenimento, mas também não é qualquer entretenimento que se encaixa nas noites de sábado (...nem mesmo em late-night). Este formato não partilha propriamente o mesmo público alvo de "Amor, Amor", "Patrões Fora" e "Não há Crise!".

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há 8 horas, scinun disse:

Desde o início se fala em ser um programa de late night e, assim sendo, é o dia da semana em que tem um melhor lead in, concordando assim que se enquadra melhor no domingo.

Não é um programa de massas, é de segmento.

 

há 8 horas, Pedro M. disse:

Desconfiava. XD

Isto fica melhor aos domingos às 00:00 depois do Hell's Kitchen que às 23:00 de sábado depois de uma novela. 

O programa liga-se bem com o Hell's Kitchen. Ao sábado ia ficar marcado como um flop. Claramente não é programa para horário muito nobre. 

Exato! Isto não é um formato para um horário de grande visibilidade, e liga bem melhor com o público do "Hell's Kitchen" do que na sequência dum "Patrões Fora".

há 8 horas, canal5 disse:

E com o desconfinamento o sábado deve ser o primeiro dia a bater em mínimos, era demasiado arriscado.

A faixa jovem-adulta e mais urbana constitui o grosso do público-alvo dum Bruno Nogueira. Público esse que, tradicionalmente, tem menos apetência para ficar em casa a ver televisão nos sábados à noite.

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há 6 horas, Vtv disse:

Estupidez?? Pensa lá um bocadinho. Achas que o alinhamento que sugeres seria uma opção verdadeiramente inteligente?

Entendo o fundo do teu estado de surpresa mas, faz todo o sentido que vá para o final dos domingos, tendo em conta a especificidade do formato e o alinhamento da programação existente no fim-de-semana.

É um facto que os sábados precisam de entretenimento, mas também não é qualquer entretenimento que se encaixa nas noites de sábado (...nem mesmo em late-night). Este formato não partilha propriamente o mesmo público alvo de "Amor, Amor", "Patrões Fora" e "Não há Crise!".

Sim, depois da surpresa a quente...

Pensando melhor, fica bem ao domingo.

Mas então eu passaria o Ricardo para o sábado... e mantinha os horários da noite de ontem.

Ao sábado tirava a novela e ficava...

21:40 "IÉGCQT"

22:15 "Patrões Fora"

23:00 "Não há Crise"

00:20 Cinema

O que achas?

Postado
há 6 horas, JMML disse:

Sim, depois da surpresa a quente...

Pensando melhor, fica bem ao domingo.

Mas então eu passaria o Ricardo para o sábado... e mantinha os horários da noite de ontem.

Ao sábado tirava a novela e ficava...

21:40 "IÉGCQT"

22:15 "Patrões Fora"

23:00 "Não há Crise"

00:20 Cinema

O que achas?

Não acho que o RAP fique bem nos sábados, destoava com o resto da grelha.

Este programa é uma boa aposta para os domingos, mas quanto já lá temos o RAP e o Hell's Kitchen fica a parecer um pouco "too much".

Postado
há 14 horas, JMML disse:

Sim, depois da surpresa a quente...

Pensando melhor, fica bem ao domingo.

Mas então eu passaria o Ricardo para o sábado... e mantinha os horários da noite de ontem.

Ao sábado tirava a novela e ficava...

21:40 "IÉGCQT"

22:15 "Patrões Fora"

23:00 "Não há Crise"

00:20 Cinema

O que achas?

A ideia dessa possibilidade até me agrada (...e eu até aproveitaria para aumentar um pouco mais o tempo de emissão do RAP). O grande formato dos domingos ficaria com um horário menos apertado, e haveria uma melhor distribuição de "estrelas" pelo fim-de-semana. ...Mas a questão é saber até que ponto é que o "Isto é gozar com quem Trabalha" resultaria igualmente sendo transferido para os sábados. 

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Princípio, Meio e Fim! Bruno Nogueira admite: “É um híbrido entre a realidade e a ficção”

‘Princípio, Meio e Fim’ é o novo programa de Bruno Nogueira na SIC. O formato estreia no próximo domigo, 11 de abril.

Bruno Nogueira, Nuno Markl, Nuno Lopes, Salvador Martinha e Filipe Melo, ‘personagens’ de ‘Princípio, Meio e Fim‘, estiveram à conversa com os jornalistas, juntamente com Daniel Oliveira, Jessica Athayde e também elementos da produção.

Bruno Nogueira começou por referir que o programa nasce da liberdade criativa dada por Daniel Oliveira, diretor de programas da SIC.

‘Princípio Meio e Fim’ contará com seis episódios, com duração de 45 minutos, e será transmitindo aos fins-de-semana, em late night. Daniel Oliveira não revelou o horário específico, mas referiu que será perto de ‘Hell’s Kitchen’.

O programa acontecerá numa mesa de jantar, com Bruno Nogueira e mais quatro amigos. Para além do humorista, Nuno Markl, Salvador Martinha, Filipe Melo e Nuno Lopes fazem parte da escrita dos guiões.

“O programa nasce de uma coisa que sempre me fascinou e que há pouco espaço para isso na televisão que é a questão do erro e do falhanço. De quando se erra, a tentativa de resolver. É muito mais interessante quando se erra, a vertigem que isso provoca a quem está a ver”, começou por referir Bruno Nogueira.

O humorista deu depois mais pormenores sobre o formato: “Temos duas horas para escrever um episódio que será representado na segunda parte do programa… Quando se tem um programa normal, se há um erro no argumento ou uma gralha, é corrigido”.

Neste programa, os erros são representados tal como estão no guião. “Neste caso, se viesse algo em maiúsculas tinha de se gritar, uma palavra mal escrita tinha de se dizer assim, se se escrevesse mal o sítio, o ator tinha de ir para um sítio inventado. A ideia era aceitar o erro e não corrigi-lo. Os atores teriam de resolvê-lo da melhor forma possível”, garantiu.

“Todas as semanas as pessoas juntam-se para jantar sem o passado da semana anterior. Se alguém levar um tiro numa semana, na semana a seguir não há nada que se relacione com esse problema”, acrescentou.

Quanto ao género de ‘Princípio, Meio e Fim’, Bruno Nogueira foi muito direto. “É um híbrido entre realidade e ficção. A parte da criatividade é realidade, é ter um tempo para criar um guião e aí não estamos a fazer personagens nem é ficção e a última parte é a ficção pura onde não entra a realidade. É a execução do guião”, revelou.

No que diz respeito à escolha do ‘elenco’, o humorista salientou que primeiro foram criadas as personagens e depois escolhidos os atores.

“Criámos primeiro cinco personagens que achámos que iriam ao encontro da nossa ideia, que seria bom para criar conflito nesse jantar. Depois de pensar nas personagens, pensámos em quem as podia fazer”, explicou.

A dada altura, Bruno Nogueira foi questionado acerca da linguagem utilizada no programa. “Não me parece que a linguagem que se usa no programa seja a linguagem mais tradicional, mas também não me parece que seja o extremo do que acontecia no Bixo”, começou por dizer.

“É um compromisso daquilo que me parece que é fiel e honesto para as duas partes, para nenhuma das duas partes perder a identidade. Nem a SIC ao fazer um programa que não tivesse nada a ver com eles, que não faria sentido, nem eu estar a fazer algo que não tivesse nada a ver comigo”, disse ainda.

Nuno Markl também deu a sua opinião sobre a escrita do guião: “Nós esforçámo-nos para que a parte da escrita fosse também ela de certa maneira um espetáculo e fosse tudo menos monótona. Às vezes parece que temos de desarmar uma bomba. É um momento televisivo. Vai ser divertido para quem está a ver”.

Daniel Oliveira também falou sobre o formato e reiterou a confiança em ‘Princípio, Meio e Fim’. “É um programa com rigor, disruptivo e que traz esse sopro de novidade à televisão generalista. Quisemos apostar num programa diferenciado”, começou por referir.

O diretor da SIC considera que o programa tem a capacidade de captar públicos que, por norma, não viam canais generalistas.

“Acredito que o Bruno e a sua equipa tem esta capacidade de convocar públicos que não são tão tradicionais do ponto de vista da visualização de um canal generalista… Acredito que vai ter uma grande fatia de público a vê-lo e ser um fenómeno a partir do próximo domingo”, concluiu o responsável da SIC.

aTV

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“Nunca foi feito nada assim.” O novo programa de Bruno Nogueira vai ser uma loucura

Os guionistas têm duas horas para criar uma história. Os atores são lançados ao caos. “Princípio, Meio e Fim” arranca já no domingo.

 

"Vai ser um grupo de miúdos a brincar com bonecos de luxo”, explica Filipe Melo, um dos criadores que será um dos protagonistas no novo programa das noites de domingo da SIC. Os miúdos são os guionistas; os bonecos de luxo os atores. O cenário é um “híbrido entre a realidade e a ficção”, esclarece Bruno Nogueira.

“Princípio, Meio e Fim” é um programa de “humor adulto” com seis episódios, cada um com cerca de 45 minutos. A estreia acontece já no domingo, 11 de abril, ainda sem horário definido — sabe-se que será um programa de late night, que deverá ir para o ar ao final da noite.

O programa foi idealizado por Bruno Nogueira, que também irá fazer parte do conjunto de cinco atores que interpretarão os guiões criados por si e por Nuno Markl, Salvador Martinha e Filipe Melo. O elenco fica completo com Nuno Melo, Jéssica Athayde, Albano Jerónimo e Rita Cabaço.

“É uma aposta na criatividade portuguesa e no génio do Bruno [Nogueira] a desenvolver uma ideia absolutamente original”, frisa o diretor de programas da SIC Daniel Oliveira, que o descreve como uma “rutura com o que já se fez”, num “cruzamento da ficção com a realidade que mostra o processo de criação de um programa de humor”.

Não se trata, contudo, de um programa com uma narrativa linear. Aliás, tudo nele é invulgar, a começar pela estrutura. Cada episódio estará dividido em duas partes. Na primeira, numa espécie de making of, os quatro guionistas propõem-se a um desafio: criar, em apenas duas horas, uma narrativa que parte apenas de um cenário em que cinco amigos se juntam para jantar. Depois? Tudo é possível.

A liberdade total para os guionistas contrasta com a rigidez exigida aos atores que, sem espaço para eventuais improvisações, terão que interpretar a história tal qual ela foi escrita: com potenciais erros gramaticais ou gralhas, situações absurdas ou enredos com mais ou menos lógica.

“A questão do erro sempre me fascinou, o falhanço quando se erra e a tentativa de o resolver. A vertigem do erro parece-me muito mais interessante para quem está a ver (…) Aqui a única regra era que o se [o guião] viesse com algum erro de português ou, por exemplo, se estivesse escrito em maiúsculas, o ator teria que gritar. Se viesse mal escrita, tinha que ser dita assim”, explicou Bruno Nogueira durante a apresentação do seu novo programa, que descreve também como uma homenagem aos criadores, tantas vezes esquecidos e menos valorizados do que quem depois representa tudo no ecrã.

O objetivo passa, portanto, por mostrar “a outra parte da engrenagem” da criação dos programas. Contrariamente ao que se possa pensar, explica Nuno Markl, a primeira parte de cada episódio não assentará apenas em “quatro tipos sentados a uma mesa com um computador”.

“Esforçámo-nos para que essa parte da escrita fosse também ela um espetáculo e fosse tudo menos monótona. Às vezes parece um thriller, parece que temos que desarmar uma bomba”, conta sobre os momentos que, garantem os criadores, vai contar com muitas situações de “caos”.

A “falta de lógica” que Salvador Martinha aponta como resultado ocasional do processo caótico de escrita é um peso que recai nos ombros dos atores. “É uma mudança para mim, na maneira de fazer comédia”, revela o ator Nuno Melo.

“Há para nos aqui uma coisa muito diferente do comum, o facto de não podermos improvisar e termos que brincar num texto que era fixo e que não podíamos mudar (…) A graça aqui é a forma como lidamos com o erro, como é que em vez de arranjarmos maneira de ele fazer sentido, tentamos procurar que ele se torne engraçado.”

O conceito inicial partia de uma tema para cada episódio, mas rapidamente foi descartado e optou-se pela total liberdade criativa, que dará origem a que cada semana seja possível ver um episódio completamente não relacionado com o anterior. As personagens surgem depois, de forma mais adaptada, para que “fossem cinco personagens que iriam ao encontro da ideia do que seria bom para criar conflito num jantar”, explica Bruno Nogueira.

Sem mais revelações sobre o que é possível esperar no novo programa de domingo à noite, resta esperar pela estreia. E “Princípio, Meio e Fim” terá que se ficar pelo rótulo simples de um programa de humor, sem mais descrições possíveis. “É difícil catalogá-lo (…) acho que nunca foi feito nada assim. Não é uma sitcom, não é um reality show. Acho que criámos aqui um género novo”, conclui Nuno Markl.

 

https://www.nit.pt/cultura/televisao/nunca-foi-feito-nada-assim-o-novo-programa-de-bruno-nogueira-vai-ser-uma-loucura?fbclid=IwAR0Ko07FTnD5CXfPfKYTYZ0VhmhAwe-78IF2EBE2CEyZ0valTaJHdh2L2hQ

 

 

 

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há 48 minutos, M2M disse:

Ainda sonho com uma segunda temporada do "último a sair". Era um programa genial. 

Que programa de culto , tantos anos e ainda toda a gente se lembra.

Postado

Até pode nem ser um grande sucesso audiometrico, mas parece me que vem um programa interessantíssimo. 

Espero que exibam os episódios completos e não andem a retalhar. 

Postado

AS PERSONAGENS:

 

Albano Jerónimo – PAULO

Paulo é o anfitrião. É intenso, confiante e temperamental. Cozinha bem. É amigo do seu amigo – aquele que está sempre lá, seja a que horas for.

Nuno Lopes – STONE

Stone é um espírito livre. Um homem descomplexado que vive em harmonia com o mundo, com os outros e consigo próprio. Talvez toque demasiado nos outros e não conheça o conceito de espaço pessoal.

Rita Cabaço – MARIA JOÃO

Maria João – João, para os amigos – é a pessoa mais querida e doce que irão conhecer… até começar a beber. Nessa altura, perde os filtros e transforma-se num daquelas animais que começam as suas frases com “sabes que eu sou muito frontal”.

Jessica Athayde – FRANCISCA

Francisca – também conhecida como Chica – é um twitter humano. Um compêndio de justiça social. Umas vezes estará certa, outras nem por isso, mas tem sempre algo a dizer sobre qualquer assunto. Custa-lhe muito que neste jantar só existam brancos privilegiados.

Bruno Nogueira – LUÍS HENRIQUE

Luís Henrique não tem carisma, não tem interesse, não tem graça – mas esforça-se. MUITO. Quando abre a boca cria uma espécie de vácuo na sala. Reza a lenda que uma vez tentou um trocadilho espirituoso e secou uma folha de uma árvore da borracha.

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