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Países que gostava de visitar:

- Itália (Veneza, Florença, Roma).

- Islândia (pra ver as auroras boreais)

- Grécia

- Angola

Há outros que também me despertam curiosidade, mas penso que estes 4 seriam os que queria visitar primeiro.

Editado por Forbidden
  • Gosto 1
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há 4 horas, Forbidden disse:

Países que gostava de visitar:

- Itália (Veneza, Florença, Roma).

- Islândia (pra ver as auroras boreais)

- Grécia

- Angola

Há outros que também me despertam curiosidade, mas penso que estes 4 seriam os que queria visitar primeiro.

Excepto Angola, também gostava de visitar esses países. Adorava ver uma aurora boreal ao vivo, e a Islândia tem também aquelas piscinas de água quente da geotermia, deve ser tão fixe.

Eu já estou há tanto tempo sem andar de avião, que voltei a ter um pouco de medo de andar xD Antes da primeira vez tinha pavor só de pensar em estar no ar, e na primeira vez apanhei alguns sustos, mas depois venci o medo, e agora tenho outra vez receio. Gostava tanto de ir aos EUA mas só de pensar que tenho de estar 7 horas ou isso dentro de um avião...

  • Gosto 2
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Tenho uma pergunta: alguém pode recusar atender alguém que se apresente em tronco nu num estabelecimento comercial? Não estou a falar num bar de praia (aí é normal que as pessoas apareçam de calções e biquíni), estou a falar por exemplo de loja de centro comercial ou de um estabelecimento de comércio tradicional dentro de um espaço urbano. Imaginem ainda outros cenários (por exemplo, um banco ou uma agência de seguros - locais em que as próprias pessoas que lá trabalham geralmente têm algumas regras de vestuário).  É um ato que pode ter consequências legais para quem o faz (para quem anda em tronco nu) ou simplesmente pode ser considerado má educação e falta de consideração pelas pessoas que lá trabalham e pelos outros clientes e caso se diga alguma coisa (quer à pessoa, quer às autoridades) nós é que passamos por púdicos e provavelmente ainda levamos com umas respostas e possível reclamação da pessoa em tronco nu?

Editado por Jenny
Repetição de texto
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há 2 horas, Jenny disse:

Tenho uma pergunta: alguém pode recusar atender alguém que se apresente em tronco nu num estabelecimento comercial? Não estou a falar num bar de praia (aí é normal que as pessoas apareçam de calções e biquíni), estou a falar por exemplo de loja de centro comercial ou de um estabelecimento de comércio tradicional dentro de um espaço urbano. Imaginem ainda outros cenários (por exemplo, um banco ou uma agência de seguros - locais em que as próprias pessoas que lá trabalham geralmente têm algumas regras de vestuário).  É um ato que pode ter consequências legais para quem o faz (para quem anda em tronco nu) ou simplesmente pode ser considerado má educação e falta de consideração pelas pessoas que lá trabalham e pelos outros clientes e caso se diga alguma coisa (quer à pessoa, quer às autoridades) nós é que passamos por púdicos e provavelmente ainda levamos com umas respostas e possível reclamação da pessoa em tronco nu?

Não sei, mas acho que é apenas mal visto... não é proibido acho eu xD

Eu pessoalmente não o faria mas é porque não gosto de andar por aí em tronco nu, nem nos bares de praia.

Editado por Ambrósio
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há 20 horas, Forbidden disse:

Países que gostava de visitar:

- Itália (Veneza, Florença, Roma).

- Islândia (pra ver as auroras boreais)

- Grécia

- Angola

Há outros que também me despertam curiosidade, mas penso que estes 4 seriam os que queria visitar primeiro.

Angola? Tens umas cascatas em Kalandula, a marginal de Luanda, uma praia ou outra (que não é nada de especial) e mais nada. E o Kissama para quem quer ver as girafas e as zebras. É um país muito pobre em turismo e Luanda é uma cidade altamente perigosa. Em África (e caso querias um PALOP), é preferível ires a São Tomé, Moçambique ou Cabo Verde que tem praias e paisagens lindíssimas e muita vegetação. 

Editado por Anastacia
  • Gosto 4
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há 3 horas, Jenny disse:

Tenho uma pergunta: alguém pode recusar atender alguém que se apresente em tronco nu num estabelecimento comercial? Não estou a falar num bar de praia (aí é normal que as pessoas apareçam de calções e biquíni), estou a falar por exemplo de loja de centro comercial ou de um estabelecimento de comércio tradicional dentro de um espaço urbano. Imaginem ainda outros cenários (por exemplo, um banco ou uma agência de seguros - locais em que as próprias pessoas que lá trabalham geralmente têm algumas regras de vestuário).  É um ato que pode ter consequências legais para quem o faz (para quem anda em tronco nu) ou simplesmente pode ser considerado má educação e falta de consideração pelas pessoas que lá trabalham e pelos outros clientes e caso se diga alguma coisa (quer à pessoa, quer às autoridades) nós é que passamos por púdicos e provavelmente ainda levamos com umas respostas e possível reclamação da pessoa em tronco nu?

Em certos espaços, as pessoas não podem andar em tronco nu, e os bancos são um deles, tal como as igrejas.

Editado por joanagsantos
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há 3 horas, Jenny disse:

Tenho uma pergunta: alguém pode recusar atender alguém que se apresente em tronco nu num estabelecimento comercial? Não estou a falar num bar de praia (aí é normal que as pessoas apareçam de calções e biquíni), estou a falar por exemplo de loja de centro comercial ou de um estabelecimento de comércio tradicional dentro de um espaço urbano. Imaginem ainda outros cenários (por exemplo, um banco ou uma agência de seguros - locais em que as próprias pessoas que lá trabalham geralmente têm algumas regras de vestuário).  É um ato que pode ter consequências legais para quem o faz (para quem anda em tronco nu) ou simplesmente pode ser considerado má educação e falta de consideração pelas pessoas que lá trabalham e pelos outros clientes e caso se diga alguma coisa (quer à pessoa, quer às autoridades) nós é que passamos por púdicos e provavelmente ainda levamos com umas respostas e possível reclamação da pessoa em tronco nu?

Do ponto de vista legal, nâo ha nenhuma lei que o proíba explicitamente andar em topless na rua. Topless é permitido na praia por lei, invocando a liberdade de expressão, e ninguém restringiu o topless as praias e piscinas (por isso teoricamente podes conduzir em tronco nu). Mas a liberdade de expressão tem os seus limites, nomeadamente se importunares alguém. Por isso teoricamente um restaurante pode permitir nudez completa no estabelecimento se cà fora anunciar esse facto aos cidadãos para que estes possam evitar o local, e não serem importunados, se assim o entenderem.

Mas tu perguntas num restaurante ou banco que é num estabelecimento aberto ao publico, mas de domínio privado. Ai a coisa muda de figura, porque quem manda é o dono (ou gerente), e esse pode dizer que não quer que o/a cliente faça topless, porque ele entende que esta a incomodar os clientes, ou simplesmente porque sim. Em tua casa mandas tu, certo? 

Comporta-se um bocadinho como fumar. Pode-se fumar na rua e em sitios para isso destinados, mas não podes fumar em locais fechados porque prejudicas a saúde dos outros (teoricamente na rua também mas la esta é um local publico, e não é possível evitar).

Nao sei se da para perceber assim. 

  • Gosto 5
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Rui Maria Pêgo:

Há uns tempos um amigo perguntava-me: "o que é isso de ser figura pública? Já se qualificam como figuras públicas, as meninas apanhadas a fazer amor no Main?"
Dificilmente. Por mais que já se lhes conheça alguns ângulos mortos.
Conheço pessoas que dizem ser "figura pública por profissão". Ou seja, existem, respiram, de forma... Pública. O seu trabalho é esse: oxigenar o sangue à frente dos outros.
Tudo bem. Cada um respira como quer. Menos aqueles que acabam mortos por não respirarem como é suposto.
E não estou aqui a fazer uma graça com asmáticos. Morreram 50 pessoas em Orlando - terra da Disney - que ousaram ser quem são dentro de um local que imaginavam seguro.
No fundo, respiravam. Lá na vida deles. Ligeiramente entrincheirados numa discoteca lá "deles".
Para sempre "meio entrincheirados".
Porque é sempre assim, não é? Morreram "aqueles". Aqueles sírios. Aqueles turcos. Aquelas nigerianas raptadas e violadas pelo Boko Haram. Aqueles paneleiros que quiseram abanar-se ao som de Ariana Grande.
Não digo paneleiros para chocar. Digo-o porque as palavras têm vida; memória. Digo-o porque esses paneleiros são iguais a ti que estás a ler isto.
E são completamente iguais a mim; são pessoas.
Por circunstâncias escolhidas e herdadas, sou uma figura pública - por mais que o termo me faça rir.
Contudo, não desconto no IRS com croquetes e não apareço muitas vezes nas revistas que acabam esquecidas em salas de espera. Esse não é o meu trabalho.
O meu trabalho é público. Seja na televisão, ou na rádio, mas gosto de pensar que existe para promover discussão.
É por isso que escolho ter o desplante de falar disto às quase 60 mil pessoas que seguem esta página.
Coincide gostar de meninos. Mas gosto mais de que toda a gente possa ser o que quiser, onde quiser, de que forma quiser, sem esperar um balázio na testa.
Não me parece pedir muito.
E eles não pediram muito. Quiseram só estar à vontade.
Não quero pôr um # a trendar.
Quero só que penses como, ao fomentar o ódio, vamos todos parar ao mesmo forno.
É só uma questão de tempo.
Não rezes por Orlando. Trata só os outros com o respeito que gostarias que tivessem por ti.

  • Gosto 3
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há 34 minutos, Anastacia disse:

Angola? Tens umas cascatas em Kalandula, a marginal de Luanda, uma praia ou outra (que não é nada de especial) e mais nada. E o Kissama para quem quer ver as girafas e as zebras. É um país muito pobre em turismo e Luanda é uma cidade altamente perigosa. Em África (e caso querias um PALOP), é preferível ires a São Tomé, Moçambique ou Cabo Verde que tem praias e paisagens lindíssimas e muita vegetação. 

Sim, do que vi da AUM tem paisagens lindissimas mesmo. Mas sim, tem os seus perigos... e quando digo Angola podia ser outro pais africano como esses que referes.

Postado
há 20 minutos, Manú Silva disse:

Rui Maria Pêgo:

Há uns tempos um amigo perguntava-me: "o que é isso de ser figura pública? Já se qualificam como figuras públicas, as meninas apanhadas a fazer amor no Main?"
Dificilmente. Por mais que já se lhes conheça alguns ângulos mortos.
Conheço pessoas que dizem ser "figura pública por profissão". Ou seja, existem, respiram, de forma... Pública. O seu trabalho é esse: oxigenar o sangue à frente dos outros.
Tudo bem. Cada um respira como quer. Menos aqueles que acabam mortos por não respirarem como é suposto.
E não estou aqui a fazer uma graça com asmáticos. Morreram 50 pessoas em Orlando - terra da Disney - que ousaram ser quem são dentro de um local que imaginavam seguro.
No fundo, respiravam. Lá na vida deles. Ligeiramente entrincheirados numa discoteca lá "deles".
Para sempre "meio entrincheirados".
Porque é sempre assim, não é? Morreram "aqueles". Aqueles sírios. Aqueles turcos. Aquelas nigerianas raptadas e violadas pelo Boko Haram. Aqueles paneleiros que quiseram abanar-se ao som de Ariana Grande.
Não digo paneleiros para chocar. Digo-o porque as palavras têm vida; memória. Digo-o porque esses paneleiros são iguais a ti que estás a ler isto.
E são completamente iguais a mim; são pessoas.
Por circunstâncias escolhidas e herdadas, sou uma figura pública - por mais que o termo me faça rir.
Contudo, não desconto no IRS com croquetes e não apareço muitas vezes nas revistas que acabam esquecidas em salas de espera. Esse não é o meu trabalho.
O meu trabalho é público. Seja na televisão, ou na rádio, mas gosto de pensar que existe para promover discussão.
É por isso que escolho ter o desplante de falar disto às quase 60 mil pessoas que seguem esta página.
Coincide gostar de meninos. Mas gosto mais de que toda a gente possa ser o que quiser, onde quiser, de que forma quiser, sem esperar um balázio na testa.
Não me parece pedir muito.
E eles não pediram muito. Quiseram só estar à vontade.
Não quero pôr um # a trendar.
Quero só que penses como, ao fomentar o ódio, vamos todos parar ao mesmo forno.
É só uma questão de tempo.
Não rezes por Orlando. Trata só os outros com o respeito que gostarias que tivessem por ti.

Ele quando publicou isso também fiquei a pensar nessa parte a negrito. Fiquei a pensar e pensar no sentido disso, e fiquei na ideia que ele se estava a assumir. xD Estarei enganado? 

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há 24 minutos, João 94 disse:

Ele quando publicou isso também fiquei a pensar nessa parte a negrito. Fiquei a pensar e pensar no sentido disso, e fiquei na ideia que ele se estava a assumir. xD Estarei enganado? 

Fiquei com a mesma sensação que tu :P Conheço um grupo no face, onde se partilham conteúdos gay, por lá dizem que ele no seu perfil pessoal, manda muitas dicas do que é, e partilha também notícias LGBT. A verdade é que sempre houve boatos sobre a orientação dele, desde do Curto Circuito, mas pronto boatos são boatos, não são para se levar a sério :D 

 

  • Gosto 2
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Eu sou pobre, só fui a França. Nunca viajei para mais lado nenhum. E foi porque, com a minha idade, tinha desconto  djWyslJ.gif

Spoiler

Claro que já fui a Espanha, mas não conta (toda a gente que vai ao Algarve, vai a Espanha).

 

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há 1 hora, Anastacia disse:

Angola? Tens umas cascatas em Kalandula, a marginal de Luanda, uma praia ou outra (que não é nada de especial) e mais nada. E o Kissama para quem quer ver as girafas e as zebras. É um país muito pobre em turismo e Luanda é uma cidade altamente perigosa. Em África (e caso querias um PALOP), é preferível ires a São Tomé, Moçambique ou Cabo Verde que tem praias e paisagens lindíssimas e muita vegetação. 

É por isso que não gostava de ir a Angola. De África talvez só Cabo Verde. Moçambique é muito looonge xD

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On 06/06/2016 at 20:06, D007 disse:

Sim, já li várias coisas e até vi um filme outro dia em que se abordava a "farsa" que é a política, por exemplo.

Não quero com isto dizer que agora não haja uma separação (e eu até acredito que os governos beneficiem de tudo isso), mas muitas dessas organizações (Al Qaeda, ISIS, etc) foram criadas pelos EUA.

Não acredito nem um pouco nisso, qual o motivo dos EUA para criarem organizações desse tipo? Isso são teorias da conspiração. 

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há 3 minutos, João F. disse:

Não acredito nem um pouco nisso, qual o motivo dos EUA para criarem organizações desse tipo? Isso são teorias da conspiração. 

O ISIS não foi criado pelos EUA diretamente, mas de forma indireta acabou por ser (devido a invasão do Iraque).

  • Gosto 1
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Agora mesmo, Forbidden disse:

O ISIS não foi criado pelos EUA diretamente, mas de forma indireta acabou por ser (devido a invasão do Iraque).

Pronto, ok, resultou da prepotência dos EUA que "metem o focinho" em todo o lado, mas não foram os EUA que pensaram: vamos criar uma organização terrorista para arrasar com monumentos, cidades e maltratar mulheres e crianças. 

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há 1 hora, sue disse:

Do ponto de vista legal, nâo ha nenhuma lei que o proíba explicitamente andar em topless na rua. Topless é permitido na praia por lei, invocando a liberdade de expressão, e ninguém restringiu o topless as praias e piscinas (por isso teoricamente podes conduzir em tronco nu). Mas a liberdade de expressão tem os seus limites, nomeadamente se importunares alguém. Por isso teoricamente um restaurante pode permitir nudez completa no estabelecimento se cà fora anunciar esse facto aos cidadãos para que estes possam evitar o local, e não serem importunados, se assim o entenderem.

Mas tu perguntas num restaurante ou banco que é num estabelecimento aberto ao publico, mas de domínio privado. Ai a coisa muda de figura, porque quem manda é o dono (ou gerente), e esse pode dizer que não quer que o/a cliente faça topless, porque ele entende que esta a incomodar os clientes, ou simplesmente porque sim. Em tua casa mandas tu, certo? 

Comporta-se um bocadinho como fumar. Pode-se fumar na rua e em sitios para isso destinados, mas não podes fumar em locais fechados porque prejudicas a saúde dos outros (teoricamente na rua também mas la esta é um local publico, e não é possível evitar).

Nao sei se da para perceber assim. 

Obrigada pela resposta tão completa. Sim, deu para perceber muito bem. :)

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Postado (editado)
On 08/06/2016 at 00:44, Linkin disse:

Uma Questão Já alguém viajou ou pretende viajar? Quais os vossos locais de sonho?

Já fui a Madrid, mas em Portugal  já visitei zonas de Portugal muito bonitas, como o Porto, Ovar, Aveiro, Algarve, Espinho(Albufeira, Vilamoura, Lagos), Já visitei o Ribatejo, Guarda(arredores) Alenquer, Lisboa já fui ao Mosteiro dos Jerónimos e á Torre de Belém. Já fui a Sines.

Gostava de visitar o Douro, Coimbra, Braga(Aqui em Portugal).

Em Julho, irei á Polónia, uma viagem das Jornadas Mundiais da Juventude de Católicos, um encontro com o Papa Francisco.

Outra viagem que quero fazer é a Londres, visitar um amigo meu, e claro visitar o resto de Londres.
Sempre interessou-me mais, os Países Europeus.

 
 
 
 

Já estive em Londres e posso dizer que foram dos melhores dias da minha vida. Cidade fantástica, tens de andar a um ritmo alucinante se queres ver uma grande parte da cidade e mesmo assim ficam coisas por visitar. É um mundo, mesmo daquelas viagens que se pudesse voltar a fazer nem pensava duas vezes. Tem um "mas", mas este já era de contar, os preços não são muito acessíveis por lá. :mosking: 

Para além disso, e não fosse este o país que mais conheço para além de Portugal, já estive três vezes em Frankfurt, na Alemanha (a última delas durante a Páscoa deste ano). Não tão alucinante como Londres mas se há um estilo de vida que aprecio bastante é o alemão. Divirto-me imenso, tenho grandes memórias de lá e tento ir lá uma vez por ano. Também já estive na Espanha e na França, mas neste último caso não foi propriamente a visitar cidades.

No topo das minhas prioridades tenho agora dois destinos: Holanda (muito provavelmente Amesterdão) e Estados Unidos (Texas mais concretamente). Assim como propriedades mais secundárias tenho Itália, Áustria, Polónia ou qualquer um dos países nórdicos. Quanto a Portugal, gostaria de ir aos Açores mas prefiro viajar para outros países.

Editado por Ruben Fonseca
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há 2 horas, João F. disse:

Não acredito nem um pouco nisso, qual o motivo dos EUA para criarem organizações desse tipo? Isso são teorias da conspiração. 

Não digo que tenha sido pelo Governo diretamente, mas sim por organizações dos EUA, algumas delas financiadas pelo Estado.

Por exemplo, Al Qaeda inicialmente era financiada pela CIA. Há provas disso.

Postado
há 4 horas, Ruben Fonseca disse:

Para além disso, e não fosse este o país que mais conheço para além de Portugal, já estive três vezes em Frankfurt, na Alemanha (a última delas durante a Páscoa deste ano). Não tão alucinante como Londres mas se há um estilo de vida que aprecio bastante é o alemão. Divirto-me imenso, tenho grandes memórias de lá e tento ir lá uma vez por ano. Também já estive na Espanha e na França, mas neste último caso não foi propriamente a visitar cidades.

 

Sério? Como é, resumidamente o estilo de vida deles?
França, estive para ir, mas lá para o sul e depois para Paris.

Amesterdão, é brutal, um amigo meu falou muito bem daquilo.

Eu não sei se irei visitar mais alguma coisa, se passar pela Polónia, é uma questão de confirmar 

 

Postado

Eu não sei o que se passa, mas sinto que este ano de 2016 está a ser dos piores anos não só da minha vida, como de muita gente que conheço. Não sei, só têm acontecido desgraças e azares, vejo as pessoas em meu redor cada vez mais deprimidas e desanimadas e à medida que o tempo passa está tudo a acontecer de uma maneira estranha em relação ao que era dantes... E eu que sou uma pessoa bastante positiva e optimista, tenho andado um pouco em baixo estes últimos tempos mas não consigo encontrar razão aparente para isso.

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Postado
há 13 horas, Ambrósio disse:

Eu não sei o que se passa, mas sinto que este ano de 2016 está a ser dos piores anos não só da minha vida, como de muita gente que conheço. Não sei, só têm acontecido desgraças e azares, vejo as pessoas em meu redor cada vez mais deprimidas e desanimadas e à medida que o tempo passa está tudo a acontecer de uma maneira estranha em relação ao que era dantes... E eu que sou uma pessoa bastante positiva e optimista, tenho andado um pouco em baixo estes últimos tempos mas não consigo encontrar razão aparente para isso.

Olha para trás e vê a razão, pode ser que te lembres :) Fala com eles também ;) Não podes deixar de ser optimista, por um momento ou outro.

Este ano, voltei a estar com alguns antigos amigos e admito que estava com saudades, mas da parte deles, há rancor sobre mim, entretanto não posso fazer nada e fico triste com isso. Deixei de estar mais com os meus colegas de trabalho, que por razão, só saía com eles por necessidade e com alguns amigos de um colega meu de trabalho, também por necessidade e segundo soube ontem, ele vai sair em Setembro.

Outro colega meu de trabalho, com quem me dou muito bem, vai saber este mês se fica efectivo ou não, se ele sair, praticamente, fico sozinho.



 

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Postado
há 16 horas, Linkin disse:

Sério? Como é, resumidamente o estilo de vida deles?
França, estive para ir, mas lá para o sul e depois para Paris.

Amesterdão, é brutal, um amigo meu falou muito bem daquilo.

Eu não sei se irei visitar mais alguma coisa, se passar pela Polónia, é uma questão de confirmar 

 

 

Os alemães têm um estilo de vida mais "relaxado" e digo até "saudável" que nós aqui. Não digo relaxado no sentido de que trabalham menos (não há qualquer dúvida, nem é novidade, que os alemães são muito mais exigentes e trabalham muito mais que em Portugal) mas no sentido em que, durante o fim-de-semana, costumam sair para andar de bicicleta à beira-rio (ou simplesmente apanhar banhos de sol à beira-rio nos dias de melhor calor), ir a cafés/bares no centro da cidade para beberem, fazerem compras, comer fora ou, quando a Bundesliga (liga alemã) decorre, ver um jogo de futebol no estádio (a Bundesliga é, em média, a liga com maior assistência na Europa). Simplesmente há uma distinção clara de quando se deve trabalhar e quando se deve divertir e andar por aí.

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Postado
há 32 minutos, Ruben Fonseca disse:

Os alemães têm um estilo de vida mais "relaxado" e digo até "saudável" que nós aqui. Não digo relaxado no sentido de que trabalham menos (não há qualquer dúvida, nem é novidade, que os alemães são muito mais exigentes e trabalham muito mais que em Portugal) mas no sentido em que, durante o fim-de-semana, costumam sair para andar de bicicleta à beira-rio (ou simplesmente apanhar banhos de sol à beira-rio nos dias de melhor calor), ir a cafés/bares no centro da cidade para beberem, fazerem compras, comer fora ou, quando a Bundesliga (liga alemã) decorre, ver um jogo de futebol no estádio (a Bundesliga é, em média, a liga com maior assistência na Europa). Simplesmente há uma distinção clara de quando se deve trabalhar e quando se deve divertir e andar por aí.

Como e que os alemães trabalham mais se tem menos horas de trabalho que nós?!

Postado
há 46 minutos, Forbidden disse:

Como e que os alemães trabalham mais se tem menos horas de trabalho que nós?!

Mas são mais produtivos. Os Alemães fazem em 1 hora o que os Portugueses fazem numa tarde inteira de trabalho :lol: (e na função pública, então...)

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