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O PSD nunca deveria ter-se afastado do centro. É um partido de matriz social democrata e liberal e não um partido de direita, popular como é o CDS. Desde 2011, que temos um PSD virado à direita e afastado do centro e agora temos um PS afastado do centro e que virou totalmente a esquerda. Por isso, sou da opinião, que neste momento o centro é um buraco enorme e como todos sabemos é ao centro que se conquistam as maiorias absolutas, sempre o foi. Assim sendo, acho mesmo que em 2011 o PSD não deveria ter-se coligado com o PP, mas sim procurado entender-se com o PS, mas não foi esse o entendimento do Passos Coelho como agora não é o entendimento do Costa. É caso para dizer foi a direita que começou. :haha:

Editado por Fernando Costa
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O Passos e o Portas "comungam" das mesmas ideias e até onde se sabe só houve um momento de crise. Já o PS/PCP/BE tem todos ideias muito diferentes entre si. Por exemplo os comunas e os bloquistas querem "nacionalizar tudo" e o PS não. O PS respeita a propriedade privada. Os "casamentos" a 2 tem muito maior probabilidade de dar certo do que os casamentos a 3. Repara nesta noticia http://expresso.sapo.pt/politica/2015-11-10-Afinal-PCP-podera-apresentar-mocoes-de-censura-contra-o-PS O PCP ainda nem "casou" com o PS e já pensa no divórcio, que é o que deve acontecer mais cedo ou mais tarde. Se eles estivessem minimamente empenhados num entendimento com o PS os comunas nem sequer punham a questão de apresentar uma moção de censura ao Costa. Se as coisas começarem a dar para o torto e o PS tiver de aumentar algum imposto de certeza absoluta que o Jeronimo ou até mesmo a Catarina se separam do PS, para não sofrerem uma derrota forte nas próximas eleições.

Isto nao e nenhum casamento, nao se trata de uma coligação por isso não confundam as coisas.

Editado por Forbidden
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Essa tua obsessão em atacar a igreja à força toda até te leva a comentar coisas "nada haver". :| Uma coisa é o Papa outra é o Vaticano. E até onde li não vi o nome dele em lado algum desse artigo que envolvem esses escândalos. Toda a gente sabe que o Vaticano tem muito por trás e é muito além do Papa, tanto é que se diz que o Papa Francisco se continuar assim a revolucionar a igreja eles vão arranjar jeito de acabar com ele mais cedo ou mais tarde. Portanto não mistures as coisas para não dizeres disparates.

 

  • Gosto 3
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Com o sr. Costa no governo o centralismo e outros problemas sociais em Portugal, vão atingir patamares assustadores.
As autarquias, sem ser a de Lisboa, bem podem tirar o cavalinho da chuva porque fundos nem vê-los daqui para a frente. A prioridade vai voltar a ser a Lisboa do sr. Costa. Para quê abrir centros de saúde em zonas carenciadas do interior, para quê criar uma rede de transportes (metro) em Coimbra ou aumentar a do Porto, para quê criar estabilidade social e crescimento económico de igual forma no país se o mais importante é desenvolver Lisboa e os seus passeios ? Viva ao Costa!

Rodolfo, podes dizer o que quiseres do Costa mas com essas afirmações não venhas depois defender o Marcelo com toda a força.
Muito graças a ele a regionalização nunca foi feita, porque fui constatando que em 1998 na campanha para o Não no referendo para a decisão, andou a lavar a cabeça aos portugueses a dizer que o país se iria despedaçar e até a insinuar que iriam haver casos como o da Catalunha, imagine-se... Desde aí é um tabu seja em governos PS ou PSD/CDS; mais uma vez vem na agenda deste novo governo mas quase de certeza que ninguém vai querer saber.

Editado por canal7
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Isto nao e nenhum casamento, nao se trata de uma coligação por isso não confundam as coisas.

É claro e obvio que isto é uma coligação. Ou achas que o Presidente vai dar nomear o Costa primeiro ministro com apenas 86 deputados? Que eu saiba a PaF tem 107 deputados logo tem mais direitos do que ele. É obvio que o PCP e o BE já devem ter garantido 2 tachos... perdão 2 ministérios para cada um ou tu achas que o apoio ao PS é de graça?

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Rodolfo, podes dizer o que quiseres do Costa mas com essas afirmações não venhas depois defender o Marcelo com toda a força.Muito graças a ele a regionalização nunca foi feita, porque fui constatando que em 1998 na campanha para o Não no referendo para a decisão, andou a lavar a cabeça aos portugueses a dizer que o país se iria despedaçar e até a insinuar que iriam haver casos como o da Catalunha, imagine-se... Desde aí é um tabu seja em governos PS ou PSD/CDS; mais uma vez vem na agenda deste novo governo mas quase de certeza que ninguém vai querer saber.

Até porque Portugal é um país ridiculamente heterogéneo a nível de composição demográfica e tudo... Aliás, somos um estado-várias nações como Espanha, o Reino Unido ou a Bélgica, como facilmente se pode constatar (só que não).

Fiquem Bem.

  • Gosto 3
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Essa tua obsessão em atacar a igreja à força toda até te leva a comentar coisas "nada haver". :| Uma coisa é o Papa outra é o Vaticano. E até onde li não vi o nome dele em lado algum desse artigo que envolvem esses escândalos. Toda a gente sabe que o Vaticano tem muito por trás e é muito além do Papa, tanto é que se diz que o Papa Francisco se continuar assim a revolucionar a igreja eles vão arranjar jeito de acabar com ele mais cedo ou mais tarde. Portanto não mistures as coisas para não dizeres disparates.

 

Concordo, mais vale não ligar a isso. Tal como a Politica, Desporto, etc, a Igreja tem muitos podres por detrás e onde as pessoas só buscar o poder. Eu pertenço á igreja, mas também sei ver que este Papa está a fazer muito e a actualizar a Igreja.
Posso fazer aqui um "pequeno exagero", este Papa ao tentar dar outro rumo, pode vir a ser assasinado, mas não quero isso.

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Concordo, mais vale não ligar a isso. Tal como a Politica, Desporto, etc, a Igreja tem muitos podres por detrás e onde as pessoas só buscar o poder. Eu pertenço á igreja, mas também sei ver que este Papa está a fazer muito e a actualizar a Igreja.Posso fazer aqui um "pequeno exagero", este Papa ao tentar dar outro rumo, pode vir a ser assasinado, mas não quero isso.

E não se pode modernizar? Ou tem de continuar obsoleta e pouco atraente para os mais jovens?:dontknow:

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E não se pode modernizar? Ou tem de continuar obsoleta e pouco atraente para os mais jovens?:dontknow:

Muito pelo contrário, falei de um modo positivo. Os Jovens são o futuro da igreja, e aquilo também mudou muito por eles,

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Até porque Portugal é um país ridiculamente heterogéneo a nível de composição demográfica e tudo... Aliás, somos um estado-várias nações como Espanha, o Reino Unido ou a Bélgica, como facilmente se pode constatar (só que não).

Fiquem Bem.

Sim, mas nos casos da Madeira e dos Açores não poderia haver movimentos que queiram a independência dessas regiões?

  • Gosto 1
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Sim, mas nos casos da Madeira e dos Açores não poderia haver movimentos que queiram a independência dessas regiões?

Para haver movimentos independentistas é preciso haver um passado histórico que justifique tal coisa, assim como é preciso haver uma cultura e até mesmo uma língua (que é o caso da Catalunha) completamente distinta do país onde estão inseridos, estes movimentos não nascem porque alguém se lembrou de tal coisa. Nos Açores e na Madeira (que já gozam de autonomia suficiente) não tens culturas ou línguas distintas, aliás, o país todo é completamente homogéneo, nada comparável com a Espanha ou com o Reino Unido.

  • Gosto 1
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Exacto, mas por vezes, nessas regiões lá surgem uns movimentos a pedir a independência dessas regiões

http://www.jm-madeira.pt/artigos/madeira-admite-referendo-e-açores-estuda-independência

http://expresso.sapo.pt/actualidade/para-cumprir-portugal-falta-a-independencia-dos-acores-e-da-madeira=f730880

Algumas notícias sobre o tema.

Eu posso até criar um movimento para a independência do concelho onde vivo, não quer dizer que venha a acontecer ou que consiga apoio suficiente para sequer pensarem seriamente no assunto. A independência dos Açores/Madeira é um cenário completamente irrealista, são duas regiões intrisecamente portuguesas. Aliás, Portugal é um país homogéneo, não faz grande sentido apostar na regionalização. Faz sim sentido apostarem na descentralização de algumas infraestruturas.

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Muito pelo contrário, falei de um modo positivo. Os Jovens são o futuro da igreja, e aquilo também mudou muito por eles,

Mudou em que? Continua a ter a mesma postura em relação aos temas que interessam: divorcio, aborto, homossexualidade, contracepção, etc.

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Mudou em que? Continua a ter a mesma postura em relação aos temas que interessam: divorcio, aborto, homossexualidade, contracepção, etc.

Isso leva o seu tempo, há mentes do vaticanos que ainda não sairam do passado. Mas o Papa já falou muito desses assuntos.

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Isso leva o seu tempo, há mentes do vaticanos que ainda não sairam do passado. Mas o Papa já falou muito desses assuntos.

O Papa disse ainda a apouco tempo que era contra os divorcios no sínodo, quanto mais os outros temas. Se nem o divorcio conseguem aceitar... enfim.

  • Gosto 1
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O Papa disse ainda a apouco tempo que era contra os divorcios no sínodo, quanto mais os outros temas. Se nem o divorcio conseguem aceitar... enfim.

Em relação aos casamentos e divórcios, casa quem quer, porque é que há ultimamente, muitos casais que apenas se "juntam"? Li há pouco tempo, que 50% dos casamentos, só é feito pela festa, não para celebrar o amor que os une.

  • Gosto 1
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Para haver movimentos independentistas é preciso haver um passado histórico que justifique tal coisa, assim como é preciso haver uma cultura e até mesmo uma língua (que é o caso da Catalunha) completamente distinta do país onde estão inseridos, estes movimentos não nascem porque alguém se lembrou de tal coisa. Nos Açores e na Madeira (que já gozam de autonomia suficiente) não tens culturas ou línguas distintas, aliás, o país todo é completamente homogéneo, nada comparável com a Espanha ou com o Reino Unido.

No caso da Madeira e dos Açores, só haveria independência se acontecesse o mesmo que levou à independência dos EUA ou aos movimentos de "descolonização" na América do Sul: insatisfação com o governo central. Por muito que possam ver açorianos ou madeirenses a queixarem-se do governo central, queixam-se tanto como os aveirenses ou portuenses...

Quanto à regionalização por cá, até que acho boa ideia que tivéssemos regiões que se aproximassem dos Bundesländer alemães (embora neste caso, as nossas regiões não abordassem questões como a educação, por exemplo). Há questões onde o estado central não pode estar tão próximo dos cidadãos, e aí faz sentido o poder local ter um conjunto de poderes mais amplos.

Fiquem Bem.

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No caso da Madeira e dos Açores, só haveria independência se acontecesse o mesmo que levou à independência dos EUA ou aos movimentos de "descolonização" na América do Sul: insatisfação com o governo central. Por muito que possam ver açorianos ou madeirenses a queixarem-se do governo central, queixam-se tanto como os aveirenses ou portuenses...

Quanto à regionalização por cá, até que acho boa ideia que tivéssemos regiões que se aproximassem dos Bundesländer alemães (embora neste caso, as nossas regiões não abordassem questões como a educação, por exemplo). Há questões onde o estado central não pode estar tão próximo dos cidadãos, e aí faz sentido o poder local ter um conjunto de poderes mais amplos.

Fiquem Bem.

Além de que os Açores e a Madeira não têm uma economia propriamente capaz de aguentar uma independência, portanto mesmo com uma considerável insatisfação com o governo central, pensar em independência seria suicídio.

No caso alemão, faz sentido ser um estado federal porque a Alemanha é bastante descentralizada, sem falar na elevada população e industrialização do país. Eu acho que se pode dar uma maior autonomia aos distritos e insistir numa política de descentralização, pois não considero que uma regionalização faça grande sentido num país tão pequeno e ainda consideravelmente centralizado tanto a nível de infraestruturas como populacional.

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Em relação aos casamentos e divórcios, casa quem quer, porque é que há ultimamente, muitos casais que apenas se "juntam"? Li há pouco tempo, que 50% dos casamentos, só é feito pela festa, não para celebrar o amor que os une.

So 50%? :dontknow:

Aposto que os casamentos pela igreja, feitos pela fé em si, ou para celebrar o amor que une os casais se contam pelos dedos duma mao... :negative:

Mas o mesmo vale pelas outras festas religiosas, nomeadamente batizados.:80:

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So 50%? :dontknow:

Aposto que os casamentos pela igreja, feitos pela fé em si, ou para celebrar o amor que une os casais se contam pelos dedos duma mao... :negative:

Mas o mesmo vale pelas outras festas religiosas, nomeadamente batizados.:80:

um casamento não tem de ser religioso para ser feito por amor.

e mesmo os religiosos acho que estão a generalizar demasiado

Editado por joanna
Postado (editado)

No caso alemão, faz sentido ser um estado federal porque a Alemanha é bastante descentralizada, sem falar na elevada população e industrialização do país. Eu acho que se pode dar uma maior autonomia aos distritos e insistir numa política de descentralização, pois não considero que uma regionalização faça grande sentido num país tão pequeno e ainda consideravelmente centralizado tanto a nível de infraestruturas como populacional.

Não achas que foi por causa da inexistência de uma regionalização que o país se tornou assim?
E isso de sermos um país pequeno em tamanho (temos muitos países atrás de nós na Europa nesse facto, mas adoramos dizer que somos pequeninos...) não impede nada, a Holanda embora tenha mais 3 milhões de habitantes que nós é do tamanho do Alentejo e é regionalizada.

Tu só deves ver a regionalização como aquilo que se faz com os estados federais da Alemanha ou até as comunidades de Espanha, mas existem outros sistemas que podiam ser aplicados cá mais adequados à nossa realidade. E como se vê em Portugal, a descentralização não funciona praticamente nada sem haver uma regionalização.

Editado por canal7
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Não achas que foi por causa da inexistência de uma regionalização que o país se tornou assim?E isso de sermos um país pequeno em tamanho (temos muitos países atrás de nós na Europa nesse facto, mas adoramos dizer que somos pequeninos...) não impede nada, a Holanda embora tenha mais 3 milhões de habitantes que nós é do tamanho do Alentejo e é regionalizada.
Tu só deves ver a regionalização como aquilo que se faz com os estados federais da Alemanha ou até as comunidades de Espanha, mas existem outros sistemas que podiam ser aplicados cá mais adequados à nossa realidade. E como se vê em Portugal, a descentralização não funciona praticamente nada sem haver uma regionalização.

 

Eu não sou contra a regionalização, apenas acho que em Portugal não é a solução ideal atualmente. Para já, seria preferível reforçares os poderes dos municípios e as atribuições que estes têm sobre quem vive nesses mesmos municípios. A regionalização agora não impede que tenhas vários centralismos, até porque custa menos expandires dentro de capitais de distrito, por exemplo, pois há mais infraestruturas disponíveis que de cidades dentro desses mesmos distritos com uma dimensão considerável. Serão necessárias preparações primeiro para começares a pensar em regionalizar o país e neste momento Portugal não está preparado para isso e até que esteja, dada a nossa situação económica, ainda vai demorar alguns anos.

Havendo uma preparação que garanta que não tenhas "mini-Lisboas/Portos" dentro das 7 regiões que foram propostas recentemente, e assim deixando as cidades mais pequenas da maneira como estão agora, e havendo um orçamento prévio a ser distribuido pelas tais regiões, juntamente com propostas concretas de expandir as infraestruturas pelo país (caso contrário, estás a investir dinheiro desnecessariamente porque muitas empresas acabam por fechar) de forma consciente, isto é, que combine as infraestruturas atuais com projeções futuras a curto/médio prazo, eu sou a favor da regionalização, mas lá está, isto demora anos a realizar-se, não podemos pensar que, por a regionalização ser uma forma relativamente eficaz de descentralizar o país, devemos fazer isto já porque atualmente apostar na regionalização não teria os efeitos desejados. E é basicamente por isso que, para já, não acho que a regionalização deva ser feita, mas sim uma "pré-regionalização" que envolva distritos e respetivos municípios de modo a criar uma situação propícia à regionalização do país.

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