Dimitri Postado 22 de julho 2025 Postado 22 de julho 2025 (editado) há 4 minutos, D91 disse: Mas eu nem me refiro a informação das redes sociais, falo de informação em geral. Mas também os ocs nem explicam como deve ser o que se vai continuar a falar na escola.... Sim eu também acho que a maioria dos alunos não quer saber, nem é uma disciplina obrigatória, e nem a sexualidade é falada todo o ano letivo, geralmente é apenas num período. De qualquer forma, isto é como tudo, retirar o acesso a esses temas é um passo rumo à descredibilização de tudo aquilo que tem sido conquistado a nível sexual quer face à identificação de predadores sexuais, a direitos sobre o próprio corpo, orientação sexual, nada é garantido e quanto mais se deixa esticarem a corda, num abrir e piscar de olhos regride tudo. Editado 22 de julho 2025 por Dimitri 4 Citar
Fernando Postado 22 de julho 2025 Postado 22 de julho 2025 (editado) 4 minutes ago, mavb98 said: Quando andava no Básico, ainda no tempo da "Formação Cívica", que era basicamente a disciplina do DT, mas era complementada com seminários sobre drogas, sexualidade, ambiente, etc. Iam à escola pessoas dessas áreas dar palestras aos alunos todos. Depois "Formação Cívica" fundiu-se com IAM (Investigação e Apoio Multidisciplinar, que foi uma fusão da Área de Projeto e Estudo Acompanhado), e deu origem à disciplina de Cidadania, diferente do que no Continente, e até surgiu mais cedo, em 2011. Nunca teve peso ideológico, e nessa altura o PS já governava na Região à quase 16 anos. Vantagens de viver numa Região Autónoma em que a educação está regionalizada. Até houve uma altura em que as provas de aferição também eram diferentes. Sim, eu também cheguei a ter algumas palestras sobre esses assuntos, mas era uma coisa muito pontual - acontecia umas cinco vezes no ano. O que eu proponho era mesma algo sistemático, uma hora semanal só para palestras, que permitisse que, de facto, vários tópicos fossem abordados, e a disciplina não fosse usado para fazer a planta da sala (como no meu caso ), e abordados de uma forma correta, é que se os professores não tiverem o mínimo de conhecimento sobre os assuntos ou souberam umas coisas, estão a desinformar, muitas vezes de forma inconsciente, os alunos. Acho que tem de acabar a imagem de que o professora, seja qual for a sua área, sabe tudo. Os professores são pessoas como as outras, por muito estudados que sejam. Editado 22 de julho 2025 por Fernando 3 Citar
AndreRob Postado 22 de julho 2025 Postado 22 de julho 2025 Alias a unica aula que havia em que muitas vezes se exploravam assuntos fora do contexto 'escolar' era religiao e moral e sabemos bem como isso era tendencioso... 1 1 Citar
cristovaoga Postado 22 de julho 2025 Postado 22 de julho 2025 Independentemente do que estiver no programa da disciplina, esta será sempre (quase) inútil. No meu caso e no de toda a gente que conheço da minha idade, tudo na disciplina de Cidadania/Formação Cívica foi abordado de forma extremamente superficial, à pressa, e sem acrescentar nada. É, como muitos aqui já disseram, apenas mais um bloco de 50 minutos que os diretores de turma utilizam para justificar faltas, fazer a eleição do delegado de turma, e, lá pelo meio, faz-se um trabalho ou outro sobre igualdade de género... Há ainda imenso pudor em falar-se de sexualidade. Além disso, a disciplina deveria ser utilizada para ensinar literacia financeira, por exemplo, que é bem mais prioritário que identidade de género. Há que encontrar um equilíbrio entre temas, sem ceder a propagandas, quer de esquerda, quer de direita. 4 Citar
mavb98 Postado 22 de julho 2025 Postado 22 de julho 2025 agora mesmo, Dimitri disse: O drama a meu ver criou-se exatamente por quem é contra que levou a esta decisão, as pessoas não têm acesso à informação igual. Eu tenho tiktok e tu tens tiktok, se eu for uma pessoa liberal vai me aparecer conteúdos com base nos meus gostos, se fores radical ou de direita vão te aparecer só conteúdos com base nisso, o algoritmo funciona para te entregar o que tu queres ver e não o que está certo ou cientificamente comprovado. A sexualidade na escola é com base em conhecimento científico e não ideológico como querem fazer passar, ajuda em tudo, tanto para os mais liberais a tomarem consciência dos perigos e do que fazem, e dos que vivem em ambientes mais conservadores a verem que a diferença não é um bicho de sete cabeças. Eu não gosto de ver coisas dos Cheganos, e como é que me aparece de vez em quando? Os algoritmos das redes sociais, para além de te recomendarem o que gostas de ver, também recomendam os que são populares, o que inevitavelmente beneficia conteúdos da direita populista. 1 Citar
Dimitri Postado 22 de julho 2025 Postado 22 de julho 2025 (editado) há 6 minutos, mavb98 disse: Quando andava no Básico, ainda no tempo da "Formação Cívica", que era basicamente a disciplina do DT, mas era complementada com seminários sobre drogas, sexualidade, ambiente, etc. Iam à escola pessoas dessas áreas dar palestras aos alunos todos. Depois "Formação Cívica" fundiu-se com IAM (Investigação e Apoio Multidisciplinar, que foi uma fusão da Área de Projeto e Estudo Acompanhado), e deu origem à disciplina de Cidadania, diferente do que no Continente, e até surgiu mais cedo, em 2011. Nunca teve peso ideológico, e nessa altura o PS já governava na Região à quase 16 anos. Vantagens de viver numa Região Autónoma em que a educação está regionalizada. Até houve uma altura em que as provas de aferição também eram diferentes. Acho que aqui na Madeira ainda se chama Formação Pessoal, e ESA (educação sexual) é um projeto que só se tem durante um período dentro dessa disciplina, nos outros períodos há outros, prevenção de catástrofes e desastres naturais e outras. Apesar do PSD governar na Madeira, e muita coisa que tenho contra a ação deles, eles têm lutado muito contra o preconceito na Madeira e diferem-se do PSD nacional, são bastante apoiantes dos indivíduos LGBT financiam várias instituições regionais que ajudam essas pessoas. Além do próprio governo ter um gabinete regional de apoio à pessoa LGBT Editado 22 de julho 2025 por Dimitri 3 Citar
D91 Postado 22 de julho 2025 Postado 22 de julho 2025 (editado) há 7 minutos, AndreRob disse: Como não? é a falar em ambiente castrador em casa ou na internet com estranhos? a Escola por ser um ambiente supostamente seguro e controlado e onde estão também geralmente os amigos naquelas idades é o local ideal para falar e aprender estas coisas de forma adequada. Na minha altura não havia nada destas aulas e vias miudos com traços mais femininos serem gozados o tempo todo na escola, não havia ninguém que os defendesse ou professores a tentarem fazer os miudos perceber o que era certo e errado. tinhas racismo institucionalizado, tinhas professores que faziam piadas machistas e homofobicas... ninguém nos explicava nada alem dos pipis e das pilinhas em ciencias. Talvez se tivesse tido mais informaçao na escola e me sentido num ambiente mais seguro para saber estas coisas não tinha cometido as asneiras e o monte de traumas que me deixaram. Às vezes esse 'antigamente nao havia e estava tudo bem' é a maior mentira que se conta... a nossa geração dos 30 para cima é a mais traumatizada a nivel psicologico e sexual muito pela falta de informação ou da má informação que nos era 'nao passada'. Sim a nossa geração sofreu muito em vários aspectos, até alguns professores eram preconceituosos e/ou não tinham sensibilidade para falar de certos temas. Não faz mal nenhum falar de sexualidade e os professores se quiserem podem sempre abordar esses temas de uma forma ou de outra. O problema do governo não é falar-se de sexualidade mas sim daquilo que eles dizem ser a ideologia de género.... Editado 22 de julho 2025 por D91 1 1 1 Citar
mavb98 Postado 22 de julho 2025 Postado 22 de julho 2025 (editado) há 5 minutos, Fernando disse: Sim, eu também cheguei a ter algumas palestras sobre esses assuntos, mas era uma coisa muito pontual - acontecia umas cinco vezes no ano. O que eu proponho era mesma algo sistemático, que permitisse que, de facto, vários tópicos fossem abordados, e a disciplina não fosse usado para fazer a planta da sala (como no meu caso ), e abordados de uma forma correta, é que se os professores não tiverem o mínimo de conhecimento sobre os assuntos ou souberam umas coisas, estão a desinformar, muitas vezes de forma inconsciente, os alunos Na altura às vezes era fora da horário da disciplina, até podia calhar no horário de Português ou Matemática, era quando dava para irem as turmas para o auditório. São assuntos que são transversais, não necessitam de ser no horário específico. Editado 22 de julho 2025 por mavb98 2 Citar
AndreRob Postado 22 de julho 2025 Postado 22 de julho 2025 há 1 minuto, D91 disse: Sim a nossa geração sofreu muito em vários aspectos, até alguns professores eram preconceituosos e/ou não tinham sensibilidade para falar de certos temas. Não faz mal nenhum falar de sexualidade e os professores se quiserem podem sempre abordar esses temas de uma forma ou de outra. O problema do governo não é falar-se de sexualidade mas sim daquilo que eles dizem ser a ideologia de género.... Ideologia de genero que nem eles sabem definir o que é... é uma treta inventada pelos conservadores para não se falar de igualdade e sexualidade apenas... 3 1 Citar
mavb98 Postado 22 de julho 2025 Postado 22 de julho 2025 há 3 minutos, Dimitri disse: Acho que aqui na Madeira ainda se chama Formação Pessoal, e ESA (educação sexual) é um projeto que só se tem durante um período dentro dessa disciplina, nos outros períodos há outros, prevenção de catástrofes e desastres naturais e outras. Apesar do PSD governar na Madeira, e muita coisa que tenho contra a ação deles, eles têm lutado muito contra o preconceito na Madeira e diferem-se do PSD nacional, são bastante apoiantes dos indivíduos LGBT financiam várias instituições regionais que ajudam essas pessoas. Além do próprio governo ter um gabinete regional de apoio à pessoa LGBT Aqui acho que passou a ser Cidadania igual ao continente, mas o programa é definido pelo Governo Regional, acho que até é bem semelhante ao que era anteriormente e ao que referes. Também na altura tínhamos palestras sobre Proteção Civil, com direito a simulacros. Não sei se hoje ainda fazem isso. 2 Citar
Dimitri Postado 22 de julho 2025 Postado 22 de julho 2025 Voltando ao 2 às 10 aquela psicóloga a Vera corrigiu a Susana dizendo que o termo é identidade de género e não ideologia 1 2 Citar
Fernando Postado 22 de julho 2025 Postado 22 de julho 2025 E, mais, em relação a este assunto, o documento está em consulta pública, não é o documento final. Também é, para mim, um bom exercício de cidadania - já que se fala tanto dela e ninguém a consegue definir - apresentar as suas ideias em relação a tudo isto. 1 Citar
VTL Postado 22 de julho 2025 Postado 22 de julho 2025 (editado) 41 minutes ago, Fernando said: Tenho a ideia que a questão da saúde reprodutiva dá-se em ciências, no sexto ano (e volta-se a falar no nono ano), eu pelo menos dei isso nessa altura, em que se falou não só dos orgãos sexuais, mas também das doenças sexualmente transmissíveis, e isso ainda consta do programa e nas aprendizagens essenciais (basta procurar na internet). Portanto, em relação a esse tópico, está-se a criar um alarido exagerado, o governo (que podia explicar diretamente que isto continua a constar dos programas de Ciências Naturais do ensino básico), bem como a comunicação social, estão a contribuir para a desinformação. Tanto opinion makers na nossa praça e nenhum se deu ao trabalho de ir ler os programas, que estão disponíveis de forma acessível. Não acho que se trate de desinformação, aliás de todo. Estás - parece-me - a concentrar-te apenas numa das partes das parte da disciplina. Mas por exemplo ficam excluídos temas como: abusos sexuais e no namoro, não falas de desigualdade de género, não falas de identidade de género, de orientação sexual, de doenças sexualmente transmissíveis (de forma mais específica porque eu penso que também dei assim de forma genérica em ciências). E este conhecimento e ensinamentos ajudam a criar uma sociedade mais empática, mais informada, mais cívica e mais protegida. E sabemos que as narrativas de bonecos como o Numeiro são os que os rapazes estão a receber hoje em dia. E aí sim existe desinformação e ignorância. Agora concordo contigo que devem ser pessoas competentes e condignamente formadas a fazê-lo. Mas isso é uma coisa a aprimorar mas com a disciplina a funcionar, não quando ela não existe. O Ministro diz que a questão da "identidade de género" é complexa... pois Matemática também é e não é por isso que deixa de ser essencial. O retrocesso começou no dia 2 de abril do ano passado. E sem surpresas o "não é não", tornou-se "sim, óbvio". Editado 22 de julho 2025 por VTL 1 5 Citar
Fernando Postado 22 de julho 2025 Postado 22 de julho 2025 (editado) 7 minutes ago, VTL said: Não acho que se trate de desinformação, aliás de todo. Estás - parece-me - a concentrar-te apenas numa das partes das parte da disciplina. Mas por exemplo ficam excluídos temas como: abusos sexuais e no namoro, não falas de desigualdade de género, não falas de identidade de género, de orientação sexual, de doenças sexualmente transmissíveis (de forma mais específica porque eu penso que também dei assim de forma genérica em ciências). E este conhecimento e ensinamentos ajudam a criar uma sociedade mais empática, mais informada, mais cívica e mais protegida. O problema, mais uma vez, e daí digo que as pessoas estão altamente desinformadas em relação a este assunto, é que vê-se mesmo que as pessoas não leram o documento (e a manchete do Expresso é um desserviço), nem não leram os programas (a título de exemplo, as DST's são abordadas em Ciências, nas aprendizagens essenciais no 9º consta esse tópico, e creio que o professor tem margem de manobra para falar de outras questões, ninguém o impede, as aprendizagens essenciais são linhas orientadoras que abrem espaço para a decisão subjetiva do professor, se este quiser falar de consentimento, pode). Além disso, a questão da desigualdade de género, aos abusos sexuais e da orientação sexual não desapareceu do programa da disciplina de Cidadania, foi incluída no tópico dos direitos humano, a abordar no terceiro ciclo, basta ler. Mais uma vez, as pessoas também não sabem o significado de consulta pública. Podem contribuir diretamente para o debate, já que se fala tanto em cidadania, é bom que se a exerça, enquanto podem. https://www.jn.pt/delas/5897497285/saiba-como-participar-na-consulta-publica-que-quer-alterar-disciplina-de-cidadania/ Editado 22 de julho 2025 por Fernando 1 2 Citar
VTL Postado 22 de julho 2025 Postado 22 de julho 2025 Just now, Fernando said: O problema, mais uma vez, e daí digo que as pessoas estão altamente desinformadas em relação a este assunto que 1) não leram os programas (a título de exemplo, as DST's são abordadas em Ciências, nas aprendizagens essenciais no 9º consta esse tópico, e creio que o professor tem margem de manobra para falar de outras questões, ninguém o impede, as aprendizagens essenciais são linhas orientadoras que abrem espaço para a decisão subjetiva do professor, se este quiser falar de consentimento, pode); 2) a questão da desigualdade de género, aos abusos sexuais e da orientação sexual não desapareceu do programa da disciplina de Cidadania, foi incluída no tópico dos direitos humano, a abordar no terceiro ciclo, basta ler. Eu fui ler amigo. Sim falam das questões de igualdade de género (tens razão, tinha saltado) mas onde tu lês aqui a questão dos abusos sexuais e da orientação sexual? É que eu não leio. "Promover uma cultura de direitos humanos e de liberdades fundamentais, em todos os aspetos da vida dos indivíduos, nomeadamente em questões relativas ao género, à origem nacional, étnica e social, contribuindo para que as crianças e os jovens adquiram os conhecimentos, as capacidades, os valores e as atitudes que lhes permitam compreender, exercer e defender os Direitos Humanos, assumindo o respeito por estes como responsabilidade de todas as pessoas, em defesa de sociedades em que exista coesão social, paz, justiça, liberdade e democracia." Fonte: https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/enec_2025_-_consulta_publica.pdf Citar
Fernando Postado 22 de julho 2025 Postado 22 de julho 2025 Just now, VTL said: Eu fui ler amigo. Sim falam das questões de igualdade de género (tens razão, tinha saltado) mas onde tu lês aqui a questão dos abusos sexuais e da orientação sexual? É que eu não leio. "Promover uma cultura de direitos humanos e de liberdades fundamentais, em todos os aspetos da vida dos indivíduos, nomeadamente em questões relativas ao género, à origem nacional, étnica e social, contribuindo para que as crianças e os jovens adquiram os conhecimentos, as capacidades, os valores e as atitudes que lhes permitam compreender, exercer e defender os Direitos Humanos, assumindo o respeito por estes como responsabilidade de todas as pessoas, em defesa de sociedades em que exista coesão social, paz, justiça, liberdade e democracia." Fonte: https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/enec_2025_-_consulta_publica.pdf Página seis deste documento. São as tais aprendizagens essenciais. https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/cidadania_desenvolvimento_-_aprendizagens_essenciais_-_consulta_publica.pdf 2 Citar
PierreDumont Postado 22 de julho 2025 Postado 22 de julho 2025 On 17/07/2025 at 14:41, D91 disse: Trump quer mudar a receita da Coca-Cola! Não sei como é em Portugal, mas no Brasil sempre foi feita com cana de açúcar (até pela abundância histórica). Aliás, desconheço qualquer refrigerante brasileiro feito com xarope de milho (que existe no mercado brasileiro em algumas formulações, inclusive "puro" como Mel Karo). O que estraga os refrigerantes no meu país são as formulações mistas de açúcar com sacarina que dá um retrogosto intragável. Para refrigerantes sem açúcar, o ideal é a sucralose (procedente da cana de açúcar). No sul dos EUA existe um certo culto pela MexCoke (a Coca-Cola mexicana feita com cana de açúcar). Eu experimentei Skittles importado e eu detestei o sabor da formulação com xarope de milho. On 10/07/2025 at 09:18, Fernando disse: Coragem para defender a TAP. Essa empresa sempre foi um devaneio oriundo do tempo do Salazar, especialmente num mundo que, a longo prazo, vai ter de substituir, para viagens de curta duração o avião, é mais do que acertada esta privatização. Peca é por não vir acompanhada - porque este país faz alergia ao comboio - com um forte investimento na ferrovia e, finalmente, colocar este país ligado à Europa. A TAP conseguiu o extraordinário sucesso em prestar um serviço ruim em sua região de maior lucratividade: as rotas do Brasil. Muitas regiões (como o Nordeste) é praticamente um monopólio. Porém, até essa lucratividade eles podem perder graças aos novos voos da Air Europa, Iberia, Air France, Latam e Azul. E, a depender da situação, até a TAAG e a TACV podem ampliar suas operações para o Brasil. 3 Citar
JDaman Postado 22 de julho 2025 Postado 22 de julho 2025 há 1 hora, PierreDumont disse: Não sei como é em Portugal, mas no Brasil sempre foi feita com cana de açúcar (até pela abundância histórica). Aliás, desconheço qualquer refrigerante brasileiro feito com xarope de milho (que existe no mercado brasileiro em algumas formulações, inclusive "puro" como Mel Karo). O que estraga os refrigerantes no meu país são as formulações mistas de açúcar com sacarina que dá um retrogosto intragável. Para refrigerantes sem açúcar, o ideal é a sucralose (procedente da cana de açúcar). No sul dos EUA existe um certo culto pela MexCoke (a Coca-Cola mexicana feita com cana de açúcar). Eu experimentei Skittles importado e eu detestei o sabor da formulação com xarope de milho. A MexCoke ser feita com cana-de-açúcar é um gigantesco mito. Além disso, o xarope de milho é usado nos EUA porque é barato e é barato porque os vários governos federais e estaduais têm subsidiado de forma gigantesca a produção de milho a um nível próximo do absurdo ao longo de décadas. Mais uma vez, os agricultores votaram forte em Trump e levam mais um paulada do seu ídolo. 2 Citar
Max30 Postado 22 de julho 2025 Postado 22 de julho 2025 "Vai-te f****!" Stephen Colbert responde a Trump após ser afastado da TV https://www.noticiasaominuto.com/fama/2826064/vai-te-f-stephen-colbert-responde-a-trump-apos-ser-afastado-da-tv 6 1 2 Citar
PaulPeter Postado 22 de julho 2025 Postado 22 de julho 2025 há 3 minutos, Max30 disse: "Vai-te f****!" Stephen Colbert responde a Trump após ser afastado da TV https://www.noticiasaominuto.com/fama/2826064/vai-te-f-stephen-colbert-responde-a-trump-apos-ser-afastado-da-tv É só o início! 😂 Citar
User3468 Postado 22 de julho 2025 Postado 22 de julho 2025 há 32 minutos, Max30 disse: "Vai-te f****!" Stephen Colbert responde a Trump após ser afastado da TV https://www.noticiasaominuto.com/fama/2826064/vai-te-f-stephen-colbert-responde-a-trump-apos-ser-afastado-da-tv Esta “novela” vai tão ter contornos idênticos aos do Conan durante e após a era Tonight Show em 2010. 2 Citar
Vieira Postado 23 de julho 2025 Postado 23 de julho 2025 Vandalismo na praça onde Chega apresenta candidato ao Porto https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/vandalismo-na-praca-onde-chega-apresenta-candidato-ao-porto 2 Citar
AndreRob Postado 23 de julho 2025 Postado 23 de julho 2025 há 46 minutos, Vieira disse: Vandalismo na praça onde Chega apresenta candidato ao Porto https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/vandalismo-na-praca-onde-chega-apresenta-candidato-ao-porto Vão culpar os extremistas do BE... Provavelmente foram os proprios apoiantes do chega que fizeram aquilo para assim gerar 'ruido' e noticias... não era a primeira vez nem a ultima. 2 Citar
Max30 Postado 23 de julho 2025 Postado 23 de julho 2025 Só agora vi esta história Filha casa com o próprio pai em Portugal — e há mais nesta história que vai deixá-lo chocado Uma mulher de 68 anos casou-se com o seu próprio pai, de 95 anos, numa cerimónia realizada na Conservatória do Registo Civil de Guimarães, o que por si só já é uma situação chocante. Contudo, o mais surpreendente nesta história é que o casamento aconteceu após a morte da mãe, em outubro de 2024, e com a clara intenção da filha ficar com a herança e a pensão do pai. O casal, que reside na Rua da Venda, em Fermil, no concelho de Celorico de Basto, oficializou o matrimónio a 18 de maio. Os irmãos da mulher denunciaram o caso ao Ministério Público, não só contra a irmã, mas também contra a conservadora e a oficial que efetuou o registo do casamento, por não terem verificado devidamente os documentos de nascimento e a relação de paternidade entre os dois. A certidão de nascimento confirma que a mulher é filha do homem com quem se casou — um detalhe que torna a situação ainda mais chocante. https://tvi.iol.pt/doisas10/casamento/filha/filha-casa-com-o-proprio-pai-em-portugal-e-ha-mais-nesta-historia-que-vai-deixa-lo-chocado 3 Citar
liv Postado 23 de julho 2025 Postado 23 de julho 2025 há 11 minutos, Max30 disse: Só agora vi esta história Filha casa com o próprio pai em Portugal — e há mais nesta história que vai deixá-lo chocado Uma mulher de 68 anos casou-se com o seu próprio pai, de 95 anos, numa cerimónia realizada na Conservatória do Registo Civil de Guimarães, o que por si só já é uma situação chocante. Contudo, o mais surpreendente nesta história é que o casamento aconteceu após a morte da mãe, em outubro de 2024, e com a clara intenção da filha ficar com a herança e a pensão do pai. O casal, que reside na Rua da Venda, em Fermil, no concelho de Celorico de Basto, oficializou o matrimónio a 18 de maio. Os irmãos da mulher denunciaram o caso ao Ministério Público, não só contra a irmã, mas também contra a conservadora e a oficial que efetuou o registo do casamento, por não terem verificado devidamente os documentos de nascimento e a relação de paternidade entre os dois. A certidão de nascimento confirma que a mulher é filha do homem com quem se casou — um detalhe que torna a situação ainda mais chocante. https://tvi.iol.pt/doisas10/casamento/filha/filha-casa-com-o-proprio-pai-em-portugal-e-ha-mais-nesta-historia-que-vai-deixa-lo-chocado Eu vi na Casa Feliz e fiquei completamente chocado. Mas antes isto do que o matar ou às irmãs. 2 Citar
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