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https://expresso.pt/politica/eleicoes/presidenciais/2025-07-14-antonio-filipe-o-candidato-presidencial-em-busca-de-consensos-e-de-unir-a-esquerda-087ec7d7

Depois de ter perdido a eleição para a Assembleia da República, o histórico comunista é o candidato a Presidente da República apoiado pelo PCP. O partido acredita que vai conseguir reunir apoios além da esfera comunista. A apresentação é esta segunda-feira na Voz do Operário

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há 12 minutos, D91 disse:

 

Tudo verdade!

Simples. Depois de anos a levar com os interrogatorios e entrevistas dele há vários especialistas que identificaram nele traços de mitómania, ele é um mentiroso compulsivo e o pior de tudo é que ele acredita piamente em tudo aquilo que diz e que todos o estão a perseguir porque n acreditam nele, os principais visados os jornalistas e os juizes, o que o torna um réu altamente dificil. É caso clinico. 

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11 minutes ago, Diogo O. said:

Acho vergonhoso haver cartazes da Alexandra Leitão com um símbolo do "MC Donald's" colado em cima.

Uma vergonha e diz muito sobre o estado do país... 

Não é um coisa bonita, mas não vamos fingir que o vandalismo a cartazes, com um teor preconceituoso e/ou desrespeituoso, não existe em relação a outros candidatos (falando em relação ao passado). Bem como não acho que seja isso que reflita o estado país, não é um fenómeno recente, nem exclusivo de um espectro político, diga-se. 

Editado por Fernando
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Quase um terço dos jovens europeus não querem ter filhos

Cerca de um terço dos jovens europeus não querem ter filhos, apontando a insegurança económica e as prioridades pessoais como causas, e 70% defendem que o acesso à preservação da fertilidade daria maior liberdade de escolha.

Segundo um inquérito que envolveu mais de 30.000 jovens em 12 países europeus, o desejo da parentalidade permanece vivo na juventude europeia, mas já não é unânime.

Mais de dois em cada três (67%) consideram-se bem informados sobre fertilidade, um valor inferior face ao nível de literacia que dizem ter sobre métodos contracetivos (80%), uma diferença que espelha uma lacuna na educação reprodutiva, especialmente quando menos de metade (49%) disse ter discutido estes temas com um profissional de saúde.

Os dados recolhidos indicam que 33% afirmam ter pouca ou nenhuma informação sobre os fatores que influenciam a capacidade de engravidar.

Sete em cada dez consideram que o acesso a técnicas de preservação da fertilidade --- como a criopreservação de óvulos ou espermatozoides --- numa idade mais jovem lhes permitiria decidir com mais autonomia se e quando querem ter filhos e 77% defendem que estas opções devem ser mais debatidas publicamente, para combater o estigma.

Ao longo dos últimos quatro anos, o Barómetro Future, elaborado pela Merck, procurou compreender as expectativas e preocupações das novas gerações sobre o futuro da Europa, incluindo temas como saúde, inovação, sustentabilidade e parentalidade.

Fonte: https://www.dnoticias.pt/2025/7/16/456252-quase-um-terco-dos-jovens-europeus-nao-querem-ter-filhos/

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há 8 minutos, André disse:

Deve ser tudo homossexual. :abismado4:

Eu não acho que seja nada disso, até porque há muitos homossexuais que pretendem ser pais e mães. Portanto, o problema está mesmo nas dificuldades sociofinanceiras na dita parentalidade.

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há 3 minutos, ilovetv.2008 disse:

Eu não acho que seja nada disso, até porque há muitos homossexuais que pretendem ser pais e mães. Portanto, o problema está mesmo nas dificuldades sociofinanceiras na dita parentalidade.

Faltou o “q”. Isso eu sei, mas os movimentos de extrema direita acham que banir tudo o que seja relativo a homossexualidade irá resolver a questão da natalidade.

Sem falar do tema dos abortos e do papel da mulher no mercado de trabalho. 

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há 19 minutos, André disse:

Faltou o “q”. Isso eu sei, mas os movimentos de extrema direita acham que banir tudo o que seja relativo a homossexualidade irá resolver a questão da natalidade.

Sem falar do tema dos abortos e do papel da mulher no mercado de trabalho. 

Pois exato. Há vários problemas na questão da natalidade, mas nenhum deles é a homossexualidade. Ora, se em vez de perseguir e/ou atacar a comunidade LGBT+, se a política fosse feita de forma a incentivar a natalidade, apoiando as jovens famílias, combatendo a precariedade e o desemprego das mulheres só por serem mães, investindo no planeamento familiar, abrindo as vagas necessárias nas creches, reforçando a qualidade das escolas e as condições para dar às crianças o melhor acompanhamento, etc., o país estaria muito, mas muito mais rejuvenescido.

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Hoje em dias os jovens mal conseguem arranjar um emprego, e quando arranjam uma grande parte é empregos precários, muitos não conseguem arranjar casa ou ter casa própria, é normal que prefiram não ter filhos. E depois não existem incentivos na questão da natalidade que leve os jovens a querer ter filhos.

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Sei que este tema pode fugir um pouco ao tópico principal, mas gostava mesmo de compreender: por que motivo a (extrema) direita continua a insistir no argumento de que "os gays não fazem filhos e, se todos fossem gays, a humanidade acabaria"? Tendo em conta os avanços científicos e tecnológicos que já permitem a pessoas LGBTQ+ terem filhos, esse argumento não faz cada vez menos sentido? Será que a questão está apenas no facto de não ser uma reprodução "natural"? Mesmo isso é discutível — afinal, o que é considerado '"natural" muda com o tempo e é, em grande parte, uma construção social.

Gostava genuinamente de perceber este raciocínio.

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há 31 minutos, SecretNavy disse:

Sei que este tema pode fugir um pouco ao tópico principal, mas gostava mesmo de compreender: por que motivo a (extrema) direita continua a insistir no argumento de que "os gays não fazem filhos e, se todos fossem gays, a humanidade acabaria"? Tendo em conta os avanços científicos e tecnológicos que já permitem a pessoas LGBTQ+ terem filhos, esse argumento não faz cada vez menos sentido? Será que a questão está apenas no facto de não ser uma reprodução "natural"? Mesmo isso é discutível — afinal, o que é considerado '"natural" muda com o tempo e é, em grande parte, uma construção social.

Gostava genuinamente de perceber este raciocínio.

Eles não estão preocupados com a humanidade ou a falta de crianças eles querem apenas criar argumentos para culparem alguns pelas pessimas politicas publicas em questão de natalidade, saude e até de custo de vida. A direita radical e outra defende o capitalismo com unhas e dentes, alimenta-se dele... e não aceitam que é esse mesmo capitalismo que retira direitos, que torna a vida das pessoas mais  dificil, que faz as pessoas pensarem duas vezes antes de terem filhos... é como a historia dos imigrantes eles querem bode expiatórios para os problemas que eles não querem resolver. 

A maioria das pessoas à nossa volta são heteros que não tem filhos porque nao tem condições para os ter, não há nenhum argumento que tenha conteudo vindo da extrema direita na questão dos problemas sociais atuais.

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há 1 hora, Ficcão Total disse:

 

O discurso dele foi incongruente, sim, mas daí a ser um mau presidente e um oportunista, não concordo.

Até porque acho que o Moedas, dentro dos candidatos já conhecidos, é o melhor para chefiar os interesses da capital.

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há 20 horas, SecretNavy disse:

Sei que este tema pode fugir um pouco ao tópico principal, mas gostava mesmo de compreender: por que motivo a (extrema) direita continua a insistir no argumento de que "os gays não fazem filhos e, se todos fossem gays, a humanidade acabaria"? Tendo em conta os avanços científicos e tecnológicos que já permitem a pessoas LGBTQ+ terem filhos, esse argumento não faz cada vez menos sentido? Será que a questão está apenas no facto de não ser uma reprodução "natural"? Mesmo isso é discutível — afinal, o que é considerado '"natural" muda com o tempo e é, em grande parte, uma construção social.

Gostava genuinamente de perceber este raciocínio.

Nos homossexuais nunca vamos conseguir ter filhos da forma natural, isso e um facto que nunca vai mudar… Embora crianças com pais do mesmo género seja um modelo de família tao valido quanto outros, a realidade é que não é uma concepção biológica.

Mas sem dúvida que a crise da natalidade não se deve a homossexualidade. Mas também não acredito que se baseie apenas nas dificuldades económicas. Os nossos bisavós tinham 8/9 filhos, em tempos onde se vivia bem pior, e ninguém lhes deu nada…

A questão e que vivemos numa sociedade mais centrada no eu, em que cada um e focado nos seus objetivos, carreiras, e muitas vezes os filhos são um impedimento. Also, considerando o estado do mundo atual, é mais que valido as pessoas não quererem ter filhos, porque de facto a geração que está a nascer agora vai ter muito que penar neste mundo, se nada mudar…

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há 4 minutos, Rui Melo disse:

Nos homossexuais nunca vamos conseguir ter filhos da forma natural, isso e um facto que nunca vai mudar… Embora crianças com pais do mesmo género seja um modelo de família tao valido quanto outros, a realidade é que não é uma concepção biológica.

Mas sem dúvida que a crise da natalidade não se deve a homossexualidade. Mas também não acredito que se baseie apenas nas dificuldades económicas. Os nossos bisavós tinham 8/9 filhos, em tempos onde se vivia bem pior, e ninguém lhes deu nada…

A questão e que vivemos numa sociedade mais centrada no eu, em que cada um e focado nos seus objetivos, carreiras, e muitas vezes os filhos são um impedimento. Also, considerando o estado do mundo atual, é mais que valido as pessoas não quererem ter filhos, porque de facto a geração que está a nascer agora vai ter muito que penar neste mundo, se nada mudar…

O que é isso de "forma natural"????

Se tu soubesses a quantidade de casais que andam a fazer tratamento de fertilidade por terem baixa contagem de espermatozoides, por usarem o telemóvel no bolso das calças...

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7 minutes ago, Rui Melo said:

Mas sem dúvida que a crise da natalidade não se deve a homossexualidade. Mas também não acredito que se baseie apenas nas dificuldades económicas. Os nossos bisavós tinham 8/9 filhos, em tempos onde se vivia bem pior, e ninguém lhes deu nada…

 

Os teus bisavós e, provavelmente, avós, como os meus e outros tantos, tinham mais filhos porque os meios contraceptivos não eram generalizados. Não era expectável que um casal jovem ficassem sem fazer nada, não havendo pílula, preservativos e outras tantas coisas, era normal que se engravidasse com mais facilidade.

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Será que sou o único que senti enorme vergonha alheia pelo momento de bate-boca que acabou de acontecer entre os deputados do PS, que sinceramente mais pareciam os do Chega pelo comportamento adotado em pleno debate do Estado da Nação, e o presidente da Assembleia da República, que apenas fez o óbvio: estabelecer limites às ofensas pessoais que poderiam, a partir do discurso de José Luís Carneiro, existir?

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