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há 2 horas, D23 disse:

Nem eu disse que o PS fez alguma coisa, Vou votar no PS, porque estou numa zona em que só PS, PSD e CHEGA elegem e não quero deitar o meu voto ao lixo. 
 

Mas antes de também elegerem o CHEGA só elegiam PS ou PSD. Isso mostra que é possível passarem a eleger outros partidos. Pensa mesmo se queres votar de forma "útil" ou votar de acordo com o que queres mesmo votar.

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há 2 horas, D23 disse:

Nem se compara com o mal do Governo do Passos Coelho, que mandou as pessoas emigrar de forma irresponsável e ainda conseguiu acabar com muitos negócios, incluindo restaurantes de diárias de "beira da estrada", que não conseguiram suportar o IVA a 23%. 

Passos Coelho não era só péssimo PM como também era e é uma péssima pessoa:

https://alvitrando.blogs.sapo.pt/nini-nilo-escreveu-recado-ao-pedro-3570581?fbclid=IwY2xjawJqQIFleHRuA2FlbQIxMAABHhpN6SY_yDZAi-9Z5dqB9FvreFAPftDgshEU0GUwbVf9PYuAXxbvTjcPZQaD_aem_ZdZdo9Eh5NVSgmIEb7Dcjg

Quem o defender depois de ler este texto não deve ter um pingo de humanidade.

Editado por Ficcão Total
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há 7 minutos, Ficcão Total disse:

Passos Coelho não era só péssimo PM como também era e é uma péssima pessoa:

https://alvitrando.blogs.sapo.pt/nini-nilo-escreveu-recado-ao-pedro-3570581?fbclid=IwY2xjawJqQIFleHRuA2FlbQIxMAABHhpN6SY_yDZAi-9Z5dqB9FvreFAPftDgshEU0GUwbVf9PYuAXxbvTjcPZQaD_aem_ZdZdo9Eh5NVSgmIEb7Dcjg

Quem o defender depois de ler este texto não deve ter um pingo de humanidade.

O meu namorado é da zona Oeste, que era uma zona que tinha muitos restaurantes que serviam diárias e tornou-se simplesmente incomportável para muitos empregadores, manter restaurantes de diárias a preços acessíveis para camionistas com 23% IVA.
O mesmo para o negócio das flores; a minha mãe tinha uma loja de flores e quase foi à falência porque as flores passaram de 6 para 23%.
As pessoas é que têm memória curta. 

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há 52 minutos, Phoenix disse:

Mas antes de também elegerem o CHEGA só elegiam PS ou PSD. Isso mostra que é possível passarem a eleger outros partidos. Pensa mesmo se queres votar de forma "útil" ou votar de acordo com o que queres mesmo votar.

1 milhão de votos não contam todas as eleições :abesbilica: É preciso dizer mais do que isto, para percebermos que o nosso sistema eleitoral está errado?

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há 2 horas, D23 disse:

Não é como se o António Costa tivesse governado num período de contração econónima fortíssímo, como foi a pandemia de covid-19.

 

Não se compara, a crise de 2011, foi muito pior do que a época do covid em 2020 em termos financeiros. São situações muito distintas para o pais, nem tem comparação possível. Só quem viveu sabe.

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há 6 horas, D23 disse:

Nem se compara com o mal do Governo do Passos Coelho, que mandou as pessoas emigrar de forma irresponsável e ainda conseguiu acabar com muitos negócios, incluindo restaurantes de diárias de "beira da estrada", que não conseguiram suportar o IVA a 23%. 

Se na altura ficou um pouquinho mais caro, hoje em dia a culpa ainda é do Passos, os restaurantes de diárias estão caríssimos e com menos comida no prato, e estão abarrotar, queres ver que passaram a ir ao MC!? Queres dizer que a culpa desses restaurantes fecharem foram esse miserável aumento, comparável ao preço de agora que está bem pior, se fecharam é porque não eram fortes para se manterem.

Editado por Hilarion
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há 38 minutos, Hilarion disse:

Se na altura ficou um pouquinho mais caro, hoje em dia a culpa ainda é do Passos, os restaurantes de diárias estão caríssimos e com menos comida no prato, e estão abarrotar, queres ver que passaram a ir ao MC!? Queres dizer que a culpa desses restaurantes fecharem foram esse miserável aumento, comparável ao preço de agora que está bem pior, se fecharam é porque não eram fortes para se manterem.

Sim, claramente que a maioria dos restaurantes ia sobreviver a pagar 23% de IVA na restauração. Nem sei porque é que isso ainda não está em vigor hoje. Se 90% dos restaurantes fosse à falência e só ficasse os "JNCQuoi" da vida, não importava para nada para ti, não é?

O mesmo para as floristas. 

Uma flor que custa 1,50 euros e que é taxada a 6% e se repente passa para 23%. Achas que foi algo financeiramente responsável? Achas que o comerciante consegue ganhar a mesma percentagem? Se pensas que sim, claramente que estás enganado, porque passar de 13 para 23% ou de 6 para 23%, foi um choque fiscal gigantesco, até porque para além de aumentar as taxas de IVA, o Governo também aumentou os outros impostos e as contribuições para a segurança social, quando o próprio Passos Coelho, mais tarde, admitiu que se esqueceu que tinha de pagar Segurança Social, o que foi uma chapada para as pessoas e empresas que viram a sua carga fiscal a alimentar duramente nesses anos. 

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Mentalizem-se que se um dia tivermos o azar de ter o BE e a Mariana Mortágua como governo, isso seria a desgraça de Portugal. Mas felizmente isso é quase impossível de um dia acontecer.

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Ela estava a brincar e aquilo era claramente uma analogia à semana de 4 dias, que tanto o Livre como o BE defendem.

Deixa lá, @D91, que não é com o fim de feriados (como foi feito no governo do Passos) que as pessoas passam a ter mais vontade de trabalhar. :clown: Portugal é um dos países menos produtivos da Europa e alguma coisa terá de mudar. Claramente, não é ir pelo aumento de feriados, mas, sim, por uma redução do número de horas de trabalho semanais, para que as pessoas possam ter mais tempo com a sua família e a fazer aquilo que mais gostam.

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há 20 horas, Hilarion disse:

Exatamente, eles só o conseguiram porque houve investimento quando era necessário, não é agora porque já vamos tarde, concordo com o teu argumento, tirando a parte política acho que isso seja comunista ou mais nacionalista não é desculpa para o sucesso, a Alemanha está no topo e não passou regime comunista nenhum, se formos ver muitos desses países ex URSS não têm grandes níveis de avanço, tem haver mais com as lideranças dos respectivos países, uns têm a sorte de ter bons governos.

Mas a Alemanha sempre teve aposta do Estado em várias áreas até um governo de direita (Helmut Kohl) ter começado a cortar nisso. Se a Alemanha tem alguns dos problemas de infraestrutura que tem actualmente, em muito se deve ao Estado simplesmente ter deixado de gastar dinheiro desde os primeiros governos de Kohl (situação que piorou com Schröder e Merkel).

Mete uma coisa na cabeça: uma economia não pode ser minimamente funcional com laissez-faire e iniciativa privada desvairada. É de doidos que um Estado não defina políticas gerais de investimento (em que áreas investir, por exemplo) para as próximas décadas e tenha políticas de apoio (nomeadamente através de infraestruturas) que permitam desenvolver essas políticas. O que vocês querem é privados a açambarcar todo o dinheiro à face da terra com políticas económicas de extrema ineficiência e que só não provocaram ainda um maior desastre por MERA SORTE!!! Até a toda liberal Estónia pôs a carne no assador nas TIC e serviços e teve que investir nisso. O que se está a passar em Portugal é que há uma falta de visão sobre onde devemos investir e quanto é que devemos investir! Quanto à falta de avanço na URSS, tem piada que a Ucrânia já tinha Internet Gigabit antes de Portugal (e a um preço muito mais acessível), mas não convém falar nisso, não é...

Intervencionismo estatal tem sempre existir, forte de preferência! Investimento público tem sempre que existir, forte de preferência! Agora explica-me uma coisa: como é que consegues uma economia funcional com pessoas de alto nível de formação académica e profissional e com boas infraestruturas (estradas, ferrovias, redes de comunicação, etc.) se o que tu queres é CORTAR O FINANCIAMENTO QUE PERMITE ESTA PORRA AO DAR BORLAS EM CORTES DE IMPOSTOS PARA OS RICOS?!? És burro ou fazes-te de burro? É que essa matemática não funciona lá muito bem. Literalmente todos os problemas que estamos a ver actualmente são culpa de políticas económicas desastrosas dos últimos 30 a 40 anos e a tua solução é redobrar no que causou o problema? Que lindo fenómeno Dunning-Kruger, sim senhor.

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há 3 minutos, Diogo O. disse:

Ela estava a brincar e aquilo era claramente uma analogia à semana de 4 dias, que tanto o Livre como o BE defendem.

Deixa lá, @D91, que não é com o fim de feriados (como foi feito no governo do Passos) que as pessoas passam a ter mais vontade de trabalhar. :clown: Portugal é um dos países menos produtivos da Europa e alguma coisa terá de mudar. Claramente, não é ir pelo aumento de feriados, mas, sim, por uma redução do número de horas de trabalho semanais, para que as pessoas possam ter mais tempo com a sua família e a fazer aquilo que mais gostam.

Parece-me que a maioria dos empresários ainda não percebeu que não é o número de horas que conta, mas sim a intensidade do trabalho. EU posso ter um trabalho intenso de 4 horas e em que a produtividade foi alta ou posso ter um trabalho de 8 horas diárias, em que nas últimas 3-4 horas, eu estou a olhar para o relógio à espera da hora de ir embora, porque não existe uma proporcionalidade direta entre o número de horas trabalhadas e o índice de produtivididade de uma empresa. 

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há 5 minutos, Diogo O. disse:

Ela estava a brincar e aquilo era claramente uma analogia à semana de 4 dias, que tanto o Livre como o BE defendem.

Deixa lá, @D91, que não é com o fim de feriados (como foi feito no governo do Passos) que as pessoas passam a ter mais vontade de trabalhar. :clown: Portugal é um dos países menos produtivos da Europa e alguma coisa terá de mudar. Claramente, não é ir pelo aumento de feriados, mas, sim, por uma redução do número de horas de trabalho semanais, para que as pessoas possam ter mais tempo com a sua família e a fazer aquilo que mais gostam.

Mas o Passos não acabou com todos os feriados. Mas o BE seria uma desgraça como governo, isso não tenho duvidas. 

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há 2 minutos, D91 disse:

Mas o Passos não acabou com todos os feriados. Mas o BE seria uma desgraça como governo, isso não tenho duvidas. 

Sim, para ti, qualquer governo de centro-esquerda ou de esquerda será uma desgraça. Disso, nós não temos dúvidas. :clown:

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há 10 minutos, Diogo O. disse:

Ela estava a brincar e aquilo era claramente uma analogia à semana de 4 dias, que tanto o Livre como o BE defendem.

Deixa lá, @D91, que não é com o fim de feriados (como foi feito no governo do Passos) que as pessoas passam a ter mais vontade de trabalhar. :clown: Portugal é um dos países menos produtivos da Europa e alguma coisa terá de mudar. Claramente, não é ir pelo aumento de feriados, mas, sim, por uma redução do número de horas de trabalho semanais, para que as pessoas possam ter mais tempo com a sua família e a fazer aquilo que mais gostam.

Que engraçada ela :zzz:

Depois dizem que é o chega e a direita radical que estão sempre a falar do Passos Coelho.

Impressionante a hipocrisia da esquerda :riso_fatima:

há 6 minutos, D91 disse:

Mas o Passos não acabou com todos os feriados. Mas o BE seria uma desgraça como governo, isso não tenho duvidas. 

BE governo? Cruzes canhoto

Seria a destruição total do país. Um partido radical governar

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Eu gostava mesmo de perceber o que é, afinal, esta coisa da "produtividade" para algumas pessoas. Porque, para alguns, ser produtivo é estar colado a uma máquina, a fazer não sei quantas peças em não sei quanto tempo. E pronto, parece que isso é que é trabalhar. Isso é que é produzir.

Mas eu acho que esta ideia de "produzir" e de "produtividade" banalizou-se completamente. Usa-se esta palavra para tudo, como se fosse um chavão mágico que justifica qualquer coisa. Arrota-se "produtividade" para cima de qualquer discussão, sem pensar muito bem no que ela significa realmente.

E depois vêm com aquela conversa de que os feriados atrapalham a produtividade. Eu discordo completamente. Os feriados são importantes. São importantes para descansar, para estar com os nossos, mas também para mexer com a economia... sim, porque o dinheiro que se ganha a trabalhar também serve para ser gasto em lazer. E esse lazer faz girar negócios: cafés, restaurantes, lojas, turismo. Há todo um sector que vive desses momentos.

Cada vez temos menos tempo, menos dinheiro, e mesmo assim ainda se olha de lado para os feriados, como se fossem uma ameaça ao desenvolvimento. E aqui já estou a fugir um bocadinho do tema original, mas acho que faz parte.

Para alguns patrões, a única produtividade que conta é a da sua empresazinha. Desde que se esteja lá dentro, fisicamente presente, está tudo bem. O que importa é dar horas à casa. Parece que o país só anda para a frente se os trabalhadores estiverem trancados nas empresas. E mais se pudessem cortar férias, feriados, folgas… cortavam. O importante é estar ali, a produzir, como se fosse isso que define o valor do trabalhador e o sucesso de um país.

Mas o dinheiro tem de circular. O salário dos funcionários também faz parte da economia. Não podemos pensar só em produzir, produzir, produzir na empresa X e esquecer tudo o resto. Os feriados são dias importantes para as pessoas e também para muitos negócios. Por exemplo, o Dia de Todos os Santos é fundamental para floristas. E nesse dia, tecnicamente, o povo "não está a produzir". Mas está. Está a viver, a gastar, a participar noutra dinâmica da economia.

E depois, o que é que é isso de produzir, afinal? Estar agarrado a uma máquina a fazer X peças em Y tempo?

O trabalho criativo, por exemplo, não se mede assim. Há dias em que sou super produtivo em três horas, faço tudo. Outros dias, passo doze horas em frente ao computador e não sai nada. Nem tudo pode ser medido com uma régua de fábrica.

Eu tenho dias em que faço tudo o que tinha para fazer em cinco horas… e depois passo o resto do tempo a fingir que estou ocupado, a engonhar, porque tenho de cumprir o horário. E depois tenho dias em que dez horas não chegam. E o pior é que não dá para prever. Não é algo que se consiga distribuir de forma linear ao longo do tempo. A produtividade, para mim, aparece e desaparece. É cíclica, é humana.

Editado por Duarte com D
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há 19 minutos, D91 disse:

Mas o Passos não acabou com todos os feriados. Mas o BE seria uma desgraça como governo, isso não tenho duvidas. 

 

há 14 minutos, Amorim disse:

Que engraçada ela :zzz:

Depois dizem que é o chega e a direita radical que estão sempre a falar do Passos Coelho.

Impressionante a hipocrisia da esquerda :riso_fatima:

BE governo? Cruzes canhoto

Seria a destruição total do país. Um partido radical governar

>Afirmam que um governo com BE seria o fim do mundo.
>Não esclarecem porquê.
>Vão-se embora.

OK... Acho que estamos a falar com bots.

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há 22 minutos, JDaman disse:

 

>Afirmam que um governo com BE seria o fim do mundo.
>Não esclarecem porquê.
>Vão-se embora.

OK... Acho que estamos a falar com bots.

Porque para essas pessoas, bom era um governo com a IL, a privatizar tudo e depois termos problemas crónicos como o Reino Unido tem, ao nível dos comboios. 
Privatiza-se a RTP, a CGD, a CP, a TAP, o SNS e a escola pública e corta-se 6 mil milhões em impostos e depois espera-se pelos investidores estrangeiros. :adoro_jj:
Isso sim, seria um ótimo Governo. 
 

Porque o BE é um partido radical, mas a IL não. :adoro_jj:

Editado por D23
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Coragem para defenderem o BE, nem vou discutir a suposta radicalidade porque isso é um conceito tão subjetivo e tão vago que nem vale a pena entrar nisso, é mais pelo vazio que reina ali, a nível de propostas, a nível de argumentação, a nível de coerência. Tudo falha ali. A campanha deles nesta eleição é o reflexo daquilo que são, sem lei nem rei, conseguiram chutar a coordenadora para canto.

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há 15 minutos, Fernando disse:

Coragem para defenderem o BE, nem vou discutir a suposta radicalidade porque isso é um conceito tão subjetivo e tão vago que nem vale a pena entrar nisso, é mais pelo vazio que reina ali, a nível de propostas, a nível de argumentação, a nível de coerência. Tudo falha ali. A campanha deles nesta eleição é o reflexo daquilo que são, sem lei nem rei, conseguiram chutar a coordenadora para canto.

O nível de coerência é zero. Então o Bloco agora diz que é contra mais armas, e há uns meses andou nas manifs a favor da Ucrânia e a aplaudir de pé Zelensky que veio exclusivamente pedir armamento? 

Depois temos a Mariana Mortágua a falar mal do tiktok e das empresas das redes sociais, e andam a fazer vídeos ridículos para a malta jovem nessas redes... 

É uma pena que a líder não seja a Marisa Matias, tinha muito jeito para liderar. A Mariana Mortágua foi muito boa nos anos 2012-2015, mas agora é uma nulidade. 

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11 minutes ago, Patiño said:

O nível de coerência é zero. Então o Bloco agora diz que é contra mais armas, e há uns meses andou nas manifs a favor da Ucrânia e a aplaudir de pé Zelensky que veio exclusivamente pedir armamento? 

Depois temos a Mariana Mortágua a falar mal do tiktok e das empresas das redes sociais, e andam a fazer vídeos ridículos para a malta jovem nessas redes... 

É uma pena que a líder não seja a Marisa Matias, tinha muito jeito para liderar. A Mariana Mortágua foi muito boa nos anos 2012-2015, mas agora é uma nulidade. 

A situação da Ucrânia começou quando andavam a dizer uma coisa uns dias antes da guerra e outra uns tempos depois, além do discurso sinuoso entre "somos a favor da soberania da ucrânia" e o "a ucrânia tem culpa". 

A Mortágua é uma ótima deputada, mas a estrutura do partido está podre, nem acho que seja tudo culpa dela. Chamar os fundadores em modo messiânico é um atestado de incompetência. 

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há 1 hora, JDaman disse:

 

>Afirmam que um governo com BE seria o fim do mundo.
>Não esclarecem porquê.
>Vão-se embora.

OK... Acho que estamos a falar com bots.

Porque seria a bandalheira total. É um partido radical, e iria criar várias tensões na sociedade. Um governo do BE teria ideias fortes e progressistas, mas enfrentaria tensões sérias com a realidade económica e institucional.

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Outra coisa que, para mim, revela alguma hipocrisia no Bloco de Esquerda é a forma como lidam com a questão dos imigrantes e os direitos laborais.

É sempre aquele discurso do “venham todos, as portas estão abertas”, mas depois, na prática, o que se vê é que muitos destes imigrantes acabam por ser explorados até ao limite por entidades patronais. Gente a trabalhar por valores miseráveis, em condições que nem deviam existir. 

E depois há o outro lado: um português que se recuse a aceitar esse tipo de condições, que diga “não” à precariedade ou aos baixos salários, fica a ver navios. Sem trabalho. Porque há sempre alguém disposto a aceitar menos. 

O Bloco diz-se contra os patrões, contra a exploração… mas depois parece que alimenta este tipo de esquemas. Falam em proteger os trabalhadores, mas é uma contradição difícil de engolir.

E eu, sinceramente, já nem percebo muito bem o que é que o BE defende ao certo. Dizem que defendem os direitos das mulheres, da comunidade LGBT, dos mais vulneráveis… mas depois estão muitas vezes do lado de culturas, de comunidades ou de práticas que, na realidade, são profundamente preconceituosas contra esses mesmos grupos. Não faz sentido.

A intenção pode até ser boa, mas falta coerência. E quando não há coerência, perdem-se as causas no meio da confusão.

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Eu não entendo, genuinamente, como é que ainda há gente (e jovem) que vota no PS e no PSD. A sério que não. Vocês olham para este país estagnado, com problemas estruturais por resolver há três séculos, embora com um potencial enormíssimo, e pensam: "eh pá, assim é que eu gosto"? É isso? Só pode ser!

Temos jovens qualificados que não conseguem comprar uma casa, que não conseguem abrir um negócio, que são explorados e destratados, sem receber sequer um salário digno. Tratamos os professores, médicos, polícias e bombeiros como lixo. Tratamos as crianças, os doentes, os deficientes, os idosos como lixo. Temos um sistema de saúde disfuncional, um sistema de educação precário, um sistema de segurança social construído à moda Ponzi, que qualquer dia colapsa. Temos uma dívida externa aberrante. Não temos soberania. É isto, pelos vistos, que vocês gostam!

"Ah, vou votar no PS porque é de esquerda e é a única alternativa ao PSD, que é fascista!" Bullshit! Acreditam mesmo nisto? É essa a vossa real preocupação? Votem no Bloco, no PCP, no Livre! Querem melhores condições de vida e votam no partido que não as proporcionou? Querem revitalizar a economia e votam no partido que mais contribuiu para a manutenção dos monopólios? O mesmo para o PSD. Tudo a mesma corja: a diferença é que um é cor-de-rosa e outro é cor-de-laranja. 

Eu quero lá saber se é de esquerda ou de direita ou o diabo a sete! Eu quero uma vida digna para os meus compatriotas, quero um Estado digno e desburocratizado, quero uma justiça que funcione, instituições que funcionem, transportes, saúde e educação para todos. Porra! Estamos há cinquenta anos à espera que cumpram estas promessas.

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há 1 hora, Duarte com D disse:

Para alguns patrões, a única produtividade que conta é a da sua empresazinha. Desde que se esteja lá dentro, fisicamente presente, está tudo bem. O que importa é dar horas à casa. Parece que o país só anda para a frente se os trabalhadores estiverem trancados nas empresas. E mais se pudessem cortar férias, feriados, folgas… cortavam. O importante é estar ali, a produzir, como se fosse isso que define o valor do trabalhador e o sucesso de um país.

 

há 25 minutos, Duarte com D disse:

Outra coisa que, para mim, revela alguma hipocrisia no Bloco de Esquerda é a forma como lidam com a questão dos imigrantes e os direitos laborais.

É sempre aquele discurso do “venham todos, as portas estão abertas”, mas depois, na prática, o que se vê é que muitos destes imigrantes acabam por ser explorados até ao limite por entidades patronais. Gente a trabalhar por valores miseráveis, em condições que nem deviam existir. 

E depois há o outro lado: um português que se recuse a aceitar esse tipo de condições, que diga “não” à precariedade ou aos baixos salários, fica a ver navios. Sem trabalho. Porque há sempre alguém disposto a aceitar menos. 

O Bloco diz-se contra os patrões, contra a exploração… mas depois parece que alimenta este tipo de esquemas. Falam em proteger os trabalhadores, mas é uma contradição difícil de engolir.

E eu, sinceramente, já nem percebo muito bem o que é que o BE defende ao certo. Dizem que defendem os direitos das mulheres, da comunidade LGBT, dos mais vulneráveis… mas depois estão muitas vezes do lado de culturas, de comunidades ou de práticas que, na realidade, são profundamente preconceituosas contra esses mesmos grupos. Não faz sentido.

A intenção pode até ser boa, mas falta coerência. E quando não há coerência, perdem-se as causas no meio da confusão.

Quando eu vim para o sul, eu dei-me conta de algo que não estava à espera, mas que rapidamente entendi. É verdade que aqui há realmente um pool genético que predispõe as pessoas a ter problemas mentais, mas o mercado/cultura política que aqui reina não abona a favor disso. Não faço ideia de quantas pessoas vi na minha lista e na consulta aberta com burn out, porque trabalham feitas escravas e dizem que não querem baixa, porque depois quando voltam ao trabalho é pior, seja porque ninguém o faz e acumula, seja porque depois são ostracizados, seja pelas duas coisas. Tenho um caso que a sorte dela é ter alguma genética que a torna resiliente, porque muitos no lugar dela já estavam à vontade com 3-5 comprimidos. Uma mulher que não tira férias já há uns bons anos, faz horas extra a trambolhão e tanto esses dias como essas horas não são pagas! Parece que estou no Brasil para ver semelhante cultura escravagista. Ora, a ver estes casos, eu perguntei-lhes mesmo "Porque não procura outro serviço? Porque não denuncia as condições de trabalho?" e as respostas são "Porque não há, não posso perder o meu emprego". Naquele momento, eu entendi a falta de patrões que o sul tem, para competirem entre eles e com o público também, que um dos casos, que teve de passar a ser acompanhada na psiquiatria, trabalhava numa repartição das finanças.

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