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Profissionais SIC


Ruben
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há 8 minutos, Dinis01 disse:

Acho que ficou bem explicado o porquê da aposta no agricultor. Não era o que ele queria mas era o que funcionava melhor do ponto de vista financeiro. 

Embora se possa criticar muitas opções, não nos podemos esquecer que nem sempre a qualidade da oferta pode ser o primeiro ponto a ter em consideração. Esta "confissão" acaba por justificar várias opções que depois levaram às nossas críticas. 

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há 48 minutos, Dinis01 disse:

Óbvio, além disso o Agricultor vai estar no ar 5 meses!! 

Sim, ainda há isso. O Casados é muito mais difícil de manipular na edição.

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há 1 minuto, Pedro M. disse:

Sim, ainda há isso. O Casados é muito mais difícil de manipular na edição.

No agricultor a primeira expulsão acontece logo ao fim de uns 3 dias na quinta, mas ao ver na TV parece que já estão lá há semanas da forma que a edição é feita. 

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há 43 minutos, Dinis01 disse:

No agricultor a primeira expulsão acontece logo ao fim de uns 3 dias na quinta, mas ao ver na TV parece que já estão lá há semanas da forma que a edição é feita. 

Mas também se nota, e muito, no produto final. Aquilo é uma pastelagem insuportável. 

Pode até ter resultados aceitáveis tendo em conta os custos, mas é estar a fazer uma televisão chata, sem impacto, sem brilho. 

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há 1 minuto, VascoSantos disse:

A revista Boa Onda avança que o Bruno Nogueira renovou o seu contrato com a SIC.

Terá novos programas, inclusive na OPTO.

Sinceramente não esperava que a SIC renovasse com ele mas como a RTP anda também não teria grandes hipóteses de ter projetos com ele por enquanto.

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7 hours ago, Filipe said:

Daniel Oliveira explicou à TV 7 Dias que o desafio em 2023 é combater "a fragmentação inexorável dos públicos que procuram ofertas em outras plataformas e com outros hábitos de consumo, mesmo na própria televisão generalista". Para tal, Daniel Oliveira promete procurar novos formatos, mas salvaguardar-se e manter o foco em "apostas que são seguras, porque vivemos num mercado muito exiguo e não podemos disparar todos os tiros que queremos".

Dois mil e vinte e dois assegurou o quarto ano seguido de liderança à SIC, ainda que a TVI tenha encurtado distâncias, em especial em novembro, que Daniel refere ter sido um mês atípico. "Sabíamos que íamos partir para novembro com esse jogo de dia 2, com o jogo de Portugal na nossa concorrência no dia 24 e com o Mundial no contexto de inverno, que ia alterar muito o paradigma, e que havia armas do outro lado que nós tínhamos que combater de uma forma diferente. Conseguimos manter a liderança num contexto que ia ser muito dificil", analisa.

O ano de 2022 não foi só de vitórias absolutas e o programa Quem Quer Namorar com o Agricultor? foi um dos produtos em prime time cujas audiências não conseguiram suplantar a concorrência. Projeto falhado? "Não vejo as coisas desse modo", refere o diiretor da SIC, que desmonta a estratégia do canal. "O Agricultor permite-nos várias coisas, entre as quais termos conseguido gerar poupança que nos permitiu que em novembro pudéssemos ter mais minutos de novela, gerando outro tipo de valor. O Agricultor dá-nos essa possibilidade, porque é um programa que se grava em muito pouco tempo, que dá para muitas horas de emissão, e o minuto face ao custo, não há nenhum outro programa da SIC que tenha essa capacidade", explica, garantindo que sabia dos riscos que corria quando colocou no ar a quinta edição do formato apresentado por Andreia Rodrigues contra o Big Brother apresentado por Cristina Ferreira. Ainda assim, resume, "o Agricultor era, e hoje continuará a ser, a melhor opção face à visão de longo prazo que nós tínhamos até dezembro". Olhando para 2022, Daniel Oliveira reconhece que há coisas que teria feito de outra maneira, mas "faz parte da nossa atividade... nós acreditarmos que um nosso convidado é o certo para aquele momento e o convidado do outro lado acaba por ser mais forte. No caso do Agricultor, tivemos também uma tragédia [N.R.: a morte de um dos agricul tores], que condicionou todo o programa, que toca os públicos mais velhos. Ficou amputado".

A guerra de audiências obriga a fazer escolhas e o diretor, de 41 anos, explica que, por vezes, é preciso sacrificar projetos em prol da estratégia do canal, como a novela Lua de Mel, exibida num verão que se previa de baixo consumo de televisão, e, desta forma, "não esgotar uma novela como o Sangue Oculto nesse período e queimá-la nesse período, e guardá-la para setembro", assume. Por isso, desvaloriza a contabilização individual de cada formato. "Nós olhamos sempre para o global e depois para o individual. Há programas que muitas vezes têm que se sacrificar mais. Uma novela, muitas vezes, tem um intervalo porque nós queremos esticar o efeito prime time até mais tarde. O Sangue Oculto se não tivesse intervalo teria um resultado, com intervalo tem outro. É mais um produto que se sacrifica em prol da estação.” A estratégia revelou-se acertada e a SIC consegue, com Sangue Oculto, ombrear com novela líder da TVI Festa É Festa, algo que ainda não tinha conseguido. "Era uma novela com um grande desafio, desde logo para a Sara [N.R.: Matos], que está incrível. É im pressionante a forma como ela conseguiu diferenciar as três gémeas e está a corresponder", diz, satisfeito.

Este ano, a SIC começa com uma nova novela- Flor sem Tempo - e o regresso já dia 8, de Vale Tudo, que devolve os diretos às noites de domingo, mas que está de passagem. À antena da SIC voltam tam bém Ricardo Araújo Pereira e o programa de Bruno Nogueira, Tabu. O futuro da televisão da SIC passa também pela OPTO, uma aposta que é “para manter. Este mês começamos a gravar uma série sobre a irmã Lúcia [ver mais in formação na página um]. A Praxx vai estrear a segunda temporada, temos o Projeto Delta e, em princípio, haverá mais uma temporada de O Clube", anuncia.

Já sobre o seu caminho como responsável da SIC, Daniel Oliveira destaca "ter uma equipa unida e termos feito aquilo que temos feito na ficção, e ter recuperado a liderança para a SIC. Tudo isso dá-me um motivo de muito orgulho. Olhando a junho de 2018, face a janeiro de 2023, o saldo é muito positivo, mas acredito que temos ainda muito para fazer", remata.

Com o começo do julgamento que opõe a SIC a Cristina Ferreira, que está prestes a começar, Daniel Oliveira remete-se ao silêncio, mas diz que o que se vai passar não causa desfoque. “Não vou falar sobre isso. Não causa [N.R.: desfoque] neste sentido de não fazer comentários. Os casos devem ser resolvidos nos sitios onde devem ser resolvidos. Qualquer coisa que eu dissesse iria contra aquilo que eu acredito que deve ser o momento, que é o momento de as coisas serem resolvidas no sítio certo", afirma o diretor de Programas.

Esta entrevista mostra o que está mal na televisão em Portugal. Quem está nas direções não são programadores de televisão, ou pensam sequer na mesma, mas são sim administratores financeiros de televisão.

O que a entrevista demonstra não é um diretor que tenta fazer a melhor televisão possível com o orçamento (curto) que tem, mas sim um diretor que tenta retirar o maior retorno possível independemente se produz boa ou má televisão ou se maltrata programas e espetadores.

Eu sei que a televisão é um negócio, mas até nesse aspeto estão a fazer um terrível serviço com decisões que até (meio que) funcionam a curto prazo mas, como o decréscimo acentuadíssimo tem vindo a mostrar, estão a matá-la a longo prazo.

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há 27 minutos, zent disse:

Esta entrevista mostra o que está mal na televisão em Portugal. Quem está nas direções não são programadores de televisão, ou pensam sequer na mesma, mas são sim administratores financeiros de televisão.

O que a entrevista demonstra não é um diretor que tenta fazer a melhor televisão possível com o orçamento (curto) que tem, mas sim um diretor que tenta retirar o maior retorno possível independemente se produz boa ou má televisão ou se maltrata programas e espetadores.

Eu sei que a televisão é um negócio, mas até nesse aspeto estão a fazer um terrível serviço com decisões que até (meio que) funcionam a curto prazo mas, como o decréscimo acentuadíssimo tem vindo a mostrar, estão a matá-la a longo prazo.

Não confundir diretores de programação com os CEO das empresas, o Daniel tem de trabalhar com o orçamento e objetivos que lhe são impostos, assim como a Cristina e o Moniz. Quem só quer ver lucro à frente não são eles, pois o que eles querem é o salário ao fim do mês como qualquer outro trabalhador. 

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7 minutes ago, Dinis01 said:

Não confundir diretores de programação com os CEO das empresas, o Daniel tem de trabalhar com o orçamento e objetivos que lhe são impostos, assim como a Cristina e o Moniz. Quem só quer ver lucro à frente não são eles, pois o que eles querem é o salário ao fim do mês como qualquer outro trabalhador. 

Eu não confundo os papéis, mas o Daniel parece que sim. Quando defende sacrificar produtos em prol da estação, ou escolher o Agricultor não porque é um melhor produto mas porque "dá para fazer render o peixe" está a fazer o papel de um administrador financeiro e não de um programador televisivo.

O orgulho dele não é fazer hoje uma melhor televisão do que aquela que encontrou em 2018, mas sim conquistar/assegurar lideranças seja de que maneira for.

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agora mesmo, zent disse:

Eu não confundo os papéis, mas o Daniel parece que sim. Quando defende sacrificar produtos em prol da estação, ou escolher o Agricultor não porque é um melhor produto mas porque "dá para fazer render o peixe" está a fazer o papel de um administrador financeiro e não de um programador televisivo.

Hum? Mas isso foi possivelmente a condição dada "pelo administrador financeiro" a um "programador televisivo", logo o "programador televisivo" tinha de fazer algo de acordo com o "administrador financeiro"

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A verdade, com pouco orçamento ou grande orçamento, é que a SIC é líder graças ao poder dos seus informativos. Se eles não fossem líderes, o canal também não era. Ou o contrário. Estar o Agricultor ou outra coisa em antena faz pouca diferença, como faz darem 10 ou 30 minutos de Fina Estampa ou Pantanal. O retorno que têm daí não são as audiências, mas sim o quanto conseguem poupar ao comprarem menos produtos.

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4 minutes ago, dav01 said:

Hum? Mas isso foi possivelmente a condição dada "pelo administrador financeiro" a um "programador televisivo", logo o "programador televisivo" tinha de fazer algo de acordo com o "administrador financeiro"

Dentro das condições dadas de orçamento e audiências, aquela terá sido uma escolha do Daniel. O que na minha opinião é uma opção que privilegia mais o custo financeiro que o produto final oferecido aos espetadores. Tenho muitas dúvidas que dentro do orçamento disponível não fosse possível outras escolhas.

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há 15 minutos, zent disse:

Dentro das condições dadas de orçamento e audiências, aquela terá sido uma escolha do Daniel. O que na minha opinião é uma opção que privilegia mais o custo financeiro que o produto final oferecido aos espetadores. Tenho muitas dúvidas que dentro do orçamento disponível não fosse possível outras escolhas.

Acho que ele foi claro na entrevista ao dizer que mais nenhum programa dá tanto "retorno" como o Agricultor, entre repetições e compactos são muitos minutos de programação que poupa. Não é por acaso que já vai pelo quinto mês em exibição, que outro programa duraria tanto? 

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há 9 horas, Filipe disse:

Por isso, desvaloriza a contabilização individual de cada formato. "Nós olhamos sempre para o global e depois para o individual. Há programas que muitas vezes têm que se sacrificar mais. Uma novela, muitas vezes, tem um intervalo porque nós queremos esticar o efeito prime time até mais tarde. O Sangue Oculto se não tivesse intervalo teria um resultado, com intervalo tem outro. É mais um produto que se sacrifica em prol da estação.”

Lamento, mas não consigo perceber esta mentalidade de merceeiro. É o vale tudo para mais 0,5% de share na média do dia, relegando totalmente a parte criativa e artística de fazer televisão, desrespeitando o telespectador (e depois ficar admirado que a audiência das generalistas têm quebrado num ritmo avassalador de um ano para o outro) e os profissionais que lutam para ter um produto bem construído, esperando que o gestor de grelha ofereça àquele programa a maior visibilidade possível. 

Acho triste esta ideia de que é o produto que se sacrifica. A SIC não aproveita nadinha a confiança que o telespectador lhe dá há 4 anos. Não se arrisca nada, não se vai mais longe com o grande entretenimento, aposta-se em novelas a torto e a direito, cortadas às postas de pescada, e este idiota ainda vai para a imprensa fazer este tipo de discurso. A TVI encostou-se muito à sombra da bananeira, nomeadamente com o Bruno Santos, mas julgo que sempre honrou minimamente a confiança do público. O Daniel Oliveira vê a televisão com uma fábrica de chouriças, acho triste. 

Por outro lado, culpo a centralização do poder de decisão na tv portuguesa. Na televisão internacional vê-se muito a figura do "produtor executivo" que luta pelo seu programa/ série e que vende à estação de televisão que melhor garantias lhe dá na transmissão do produto. O facto dessa figura de produtor não existir leva a que o diretor-geral seja todo o poderoso e venha fazer declaração lamentáveis destas. 

Ainda, acho um mito dizer que se quer estender o prime-time, quando o que na realidade fazem é preencher o prime-time unicamente com o Jornal da Noite. Não é digno de uma estação generalista com uma liderança absoluta, mas sim de uma empresa especialista numa área (informação) muito amedrontada pela concorrência.

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5 minutes ago, _Daniel_ said:

A TVI encostou-se muito à sombra da bananeira, nomeadamente com o Bruno Santos, mas julgo que sempre honrou minimamente a confiança do público.

Questionável, a TVI teve uma fase em que programa desapareciam da grelha de um dia para o outro, só agora com a entrada da Nuno Santos/Cristina é que a coisa mudou, mesmo os flops ficou durante algum tempo e saem com dignidade da grelha. Há uns anos tiveste um programa a terminar para a casa desse mesmo programa receber outro. 

:manas:

Entre isso e andar a dar mijinhas de novelas não sei o que é melhor. 

A SIC não honra a confiança e a TVI não aproveita as enormes lacunas que a SIC tem, como a SIC aproveitou em 2018. Era preciso algum produto e uma organização muito diferente, mas o que já se viu é que organização e inovação na TV portuguesa acontece de tempos a tempos e tem uma duração muito curta. O Daniel Oliveira assim como a Cristina estão-se a revelar tão maus ou piores do que a velha guarda nos tempos decadentes. Eu não digo que seja tudo culpa deles, estamos a viver uma conjectura de desinvestimento no setor televisivo , nota-se a léguas, mas a passividade e os mesmos produtos de sempre são inteiramente culpa deles. Eu acredito que a TV portuguesa vai levar uma volta muito em breve, há público na TV, ele é que está afastado e não quer regressar para ver aquilo que sempre viu.

Postado
agora mesmo, Fernando disse:

Questionável, a TVI teve uma fase em que programa desapareciam da grelha de um dia para o outro, só agora com a entrada da Nuno Santos/Cristina é que a coisa mudou, mesmo os flops ficou durante algum tempo e saem com dignidade da grelha. Há uns anos tiveste um programa a terminar para a casa desse mesmo programa receber outro. 

:manas:

No tempo da liderança absoluta da TVI? É essa fase que estou a comparar. Sei lá, quando se apostou numa série que tinha tudo para correr mal chamada Equador e a colocou no horário mais nobre da semana. Simplesmente não vejo a SIC a tentar minimamente aproveitar os resultados que tem tido para fazer alguma coisa diferente. Não vou comentar as dificuldades que a TVI tem atualmente, porque são de facto gritantes, estão pendurados há anos numa novela :ph34r:

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6 minutes ago, _Daniel_ said:

No tempo da liderança absoluta da TVI? É essa fase que estou a comparar. Sei lá, quando se apostou numa série que tinha tudo para correr mal chamada Equador e a colocou no horário mais nobre da semana. Simplesmente não vejo a SIC a tentar minimamente aproveitar os resultados que tem tido para fazer alguma coisa diferente. Não vou comentar as dificuldades que a TVI tem atualmente, porque são de facto gritantes, estão pendurados há anos numa novela :ph34r:

Tudo disseste que "sempre honrou minimamente", eu comprovei-te que não foi sempre. A mesma situação se passa na SIC, eu também acho que a SIC na primeira fase da liderança teve produtos e uma grelha interessante e ,acima de tudo, organizado, e acredito que isso tenha feito a diferença em comparação ao canal do lado totalmente moribundo. :haha: 

Postado

A SIC em 2019 esteve muito bem mesmo, notava-se a léguas o grande investimento, no fundo o canal refundou-se e tudo funcionava maravilhosamente. Hoje é só uma sombra desse tempo. Mas a TVI não aproveita nadinha e é péssima a formar equipas,fator que foi determinante para a SIC se reerguer. Ou alguma alminha acredita que apostar no Zé Lopes, Ruben Rua e Cláudio Ramos ia virar a sorte da estação? 

O Daniel Oliveira é aquilo que eu sempre tenho dito: um mero gestor financeiro. Tudo é feito na base dos serviços mínimos. A SIC nem sequer parece uma estação líder de audiências, está em contenção permanente, sempre aflita, a pensar em reposições, compactos e especiais da treta. Depois gabam-se que são líderes em todos os targets. Apesar de tudo a TVI ainda se tenta mexer e reagir mas não o sabe fazer corretamente. 

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3 minutes ago, BlueScorpion said:

Ou alguma alminha acredita que apostar no Zé Lopes, Ruben Rua e Cláudio Ramos ia virar a sorte da estação? 

O Cláudio e o Zé Lopes foram apostas precisamente na SIC líder e no programa que virou o jogo :dog:

Longe de defender o "talento" do Cláudio, mas ele está bem longe de ser o principal problema da TVI, pelo contrário. Aqui no fórum andavam a vaticinar o fim do Dois às 10 e o programa não só continua na grelha, como faz acima da média diária. Isto quererá dizer alguma coisa. Ah, além de ter dado a cara pelas três edição do BB que melhor correram, até vir o BBF. Uma coisa é não gostar do Cláudio, e de facto há muito pouco talento, outra é querer negar que ele é acarinhado pelo público. Ninguém sabe como, mas é. 

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