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Profissionais SIC


Ruben
Mensagem adicionada por Ruben,

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Postado
há 1 hora, SorNunz disse:

Penso que já foi dito que a Inês estará na novela da MJC. 

Que a personagem seja melhor que a Clara de PS, o que não é muito difícil  :manas:

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TV7dias fala em cláudia vieira e ortigão juntos em novo projeto da SIC. aposto que é a nova novela, com a sofia ribeiro como antagonista

Postado

Segundo a TV 7 Dias, Cláudia Vieira e Lourenço Ortigão estão juntos em uma nova produção.

Será a substituta de Sangue Oculto que começa as gravações em abril? 

Postado
há 1 minuto, Dan S. disse:

TV7dias fala em cláudia vieira e ortigão juntos em novo projeto da SIC. aposto que é a nova novela, com a sofia ribeiro como antagonista

Achei que o Ortigão tinha dito que queria afastar-se das novelas uns tempos. Mas pronto, €€€€€.

As gravações de Por Ti já acabaram há tanto tempo que já descansou o suficiente. :dog:

Postado
há 4 minutos, AZ-TV disse:

Segundo a TV 7 Dias, Cláudia Vieira e Lourenço Ortigão estão juntos em uma nova produção.

Será a substituta de Sangue Oculto que começa as gravações em abril? 

Se fosse há uns anos atrás, ia ser explosivo, a novela dos traídos:galderia:

A Sofia tem de vir com uma protagonista, nunca fez uma e na casa feliz disse que gostava de fazer uma

Postado
há 6 minutos, Pedro M. disse:

Achei que o Ortigão tinha dito que queria afastar-se das novelas uns tempos. Mas pronto, €€€€€.

As gravações de Por Ti já acabaram há tanto tempo que já descansou o suficiente. /cdn-cgi/mirage/90474469a89bf33e6f9d5408f029773a569ecd7eef128cd3d0d3c711f9b01696/1280/https://forum.atelevisao.com/uploads/emoticons/dog.gif

Pode ser uma série da OPTO, até porque ao lado dessa notícia na capa têm uma nota para as séries mais aguardadas do ano.

Postado
há 7 minutos, Filipe disse:

Pode ser uma série da OPTO, até porque ao lado dessa notícia na capa têm uma nota para as séries mais aguardadas do ano.

Verdade. Mas com a Cláudia, que vai com certeza ganhar uma das protagonistas na substituta de Sangue Oculto, induz que seja da novela que estão a falar. 

Postado
há 14 minutos, Pedro M. disse:

Achei que o Ortigão tinha dito que queria afastar-se das novelas uns tempos. Mas pronto, €€€€€.

Disseram-lhe que para fazer carreira internacional tinha de ser bom actor, por isso ele pensou: bem, já que aqui estamos, might as well:riso_mask:

Postado
há 20 minutos, AZ-TV disse:

Segundo a TV 7 Dias, Cláudia Vieira e Lourenço Ortigão estão juntos em uma nova produção.

Será a substituta de Sangue Oculto que começa as gravações em abril? 

Já se sabe quem é o autor?

Postado
há 16 minutos, AZ-TV disse:

Não, mas aposto na Ana Casaca /cdn-cgi/mirage/cbb8b5a63ef45c71acd17c065b79c0bc789436a01a9088288068139a26186ca1/1280/https://forum.atelevisao.com/uploads/emoticons/cryhappy.png

Já eu aposto que será um novo autor, à semelhança do que aconteceu com a Ana Casaca.

Postado
há 18 minutos, AZ-TV disse:

Não, mas aposto na Ana Casaca /cdn-cgi/mirage/750924252c7a072ddd8bf30d4ce38d9ba65d74623fe9ae8de029ac7d3032743f/1280/https://forum.atelevisao.com/uploads/emoticons/cryhappy.png

Dêem um descanso gigante á mulher, já bastou as bombas AA 2 e LDM, tóxico:bebeda:

Postado
On 04/01/2023 at 13:43, CarlosTeixeira disse:

Como se a Globo de Portugal precisasse de roubar o nome à Record Portuguesa 

Queria a Record ser a TVI kkkkkkkk :dog:

Postado
há 9 horas, Pedro M. disse:

Verdade. Mas com a Cláudia, que vai com certeza ganhar uma das protagonistas na substituta de Sangue Oculto, induz que seja da novela que estão a falar. 

Confirma-se que é para a série Lúcia, A Guardiã do Segredo.

Postado

Daniel Oliveira explicou à TV 7 Dias que o desafio em 2023 é combater "a fragmentação inexorável dos públicos que procuram ofertas em outras plataformas e com outros hábitos de consumo, mesmo na própria televisão generalista". Para tal, Daniel Oliveira promete procurar novos formatos, mas salvaguardar-se e manter o foco em "apostas que são seguras, porque vivemos num mercado muito exiguo e não podemos disparar todos os tiros que queremos".

Dois mil e vinte e dois assegurou o quarto ano seguido de liderança à SIC, ainda que a TVI tenha encurtado distâncias, em especial em novembro, que Daniel refere ter sido um mês atípico. "Sabíamos que íamos partir para novembro com esse jogo de dia 2, com o jogo de Portugal na nossa concorrência no dia 24 e com o Mundial no contexto de inverno, que ia alterar muito o paradigma, e que havia armas do outro lado que nós tínhamos que combater de uma forma diferente. Conseguimos manter a liderança num contexto que ia ser muito dificil", analisa.

O ano de 2022 não foi só de vitórias absolutas e o programa Quem Quer Namorar com o Agricultor? foi um dos produtos em prime time cujas audiências não conseguiram suplantar a concorrência. Projeto falhado? "Não vejo as coisas desse modo", refere o diiretor da SIC, que desmonta a estratégia do canal. "O Agricultor permite-nos várias coisas, entre as quais termos conseguido gerar poupança que nos permitiu que em novembro pudéssemos ter mais minutos de novela, gerando outro tipo de valor. O Agricultor dá-nos essa possibilidade, porque é um programa que se grava em muito pouco tempo, que dá para muitas horas de emissão, e o minuto face ao custo, não há nenhum outro programa da SIC que tenha essa capacidade", explica, garantindo que sabia dos riscos que corria quando colocou no ar a quinta edição do formato apresentado por Andreia Rodrigues contra o Big Brother apresentado por Cristina Ferreira. Ainda assim, resume, "o Agricultor era, e hoje continuará a ser, a melhor opção face à visão de longo prazo que nós tínhamos até dezembro". Olhando para 2022, Daniel Oliveira reconhece que há coisas que teria feito de outra maneira, mas "faz parte da nossa atividade... nós acreditarmos que um nosso convidado é o certo para aquele momento e o convidado do outro lado acaba por ser mais forte. No caso do Agricultor, tivemos também uma tragédia [N.R.: a morte de um dos agricul tores], que condicionou todo o programa, que toca os públicos mais velhos. Ficou amputado".

A guerra de audiências obriga a fazer escolhas e o diretor, de 41 anos, explica que, por vezes, é preciso sacrificar projetos em prol da estratégia do canal, como a novela Lua de Mel, exibida num verão que se previa de baixo consumo de televisão, e, desta forma, "não esgotar uma novela como o Sangue Oculto nesse período e queimá-la nesse período, e guardá-la para setembro", assume. Por isso, desvaloriza a contabilização individual de cada formato. "Nós olhamos sempre para o global e depois para o individual. Há programas que muitas vezes têm que se sacrificar mais. Uma novela, muitas vezes, tem um intervalo porque nós queremos esticar o efeito prime time até mais tarde. O Sangue Oculto se não tivesse intervalo teria um resultado, com intervalo tem outro. É mais um produto que se sacrifica em prol da estação.” A estratégia revelou-se acertada e a SIC consegue, com Sangue Oculto, ombrear com novela líder da TVI Festa É Festa, algo que ainda não tinha conseguido. "Era uma novela com um grande desafio, desde logo para a Sara [N.R.: Matos], que está incrível. É im pressionante a forma como ela conseguiu diferenciar as três gémeas e está a corresponder", diz, satisfeito.

Este ano, a SIC começa com uma nova novela- Flor sem Tempo - e o regresso já dia 8, de Vale Tudo, que devolve os diretos às noites de domingo, mas que está de passagem. À antena da SIC voltam tam bém Ricardo Araújo Pereira e o programa de Bruno Nogueira, Tabu. O futuro da televisão da SIC passa também pela OPTO, uma aposta que é “para manter. Este mês começamos a gravar uma série sobre a irmã Lúcia [ver mais in formação na página um]. A Praxx vai estrear a segunda temporada, temos o Projeto Delta e, em princípio, haverá mais uma temporada de O Clube", anuncia.

Já sobre o seu caminho como responsável da SIC, Daniel Oliveira destaca "ter uma equipa unida e termos feito aquilo que temos feito na ficção, e ter recuperado a liderança para a SIC. Tudo isso dá-me um motivo de muito orgulho. Olhando a junho de 2018, face a janeiro de 2023, o saldo é muito positivo, mas acredito que temos ainda muito para fazer", remata.

Com o começo do julgamento que opõe a SIC a Cristina Ferreira, que está prestes a começar, Daniel Oliveira remete-se ao silêncio, mas diz que o que se vai passar não causa desfoque. “Não vou falar sobre isso. Não causa [N.R.: desfoque] neste sentido de não fazer comentários. Os casos devem ser resolvidos nos sitios onde devem ser resolvidos. Qualquer coisa que eu dissesse iria contra aquilo que eu acredito que deve ser o momento, que é o momento de as coisas serem resolvidas no sítio certo", afirma o diretor de Programas.

Postado
há 10 horas, afonso ツ disse:

Já eu aposto que será um novo autor, à semelhança do que aconteceu com a Ana Casaca.

Duvido... O surgimento de novos autores é raro. 

Postado
há 1 hora, Filipe disse:

Daniel Oliveira explicou à TV 7 Dias que o desafio em 2023 é combater "a fragmentação inexorável dos públicos que procuram ofertas em outras plataformas e com outros hábitos de consumo, mesmo na própria televisão generalista". Para tal, Daniel Oliveira promete procurar novos formatos, mas salvaguardar-se e manter o foco em "apostas que são seguras, porque vivemos num mercado muito exiguo e não podemos disparar todos os tiros que queremos".

Dois mil e vinte e dois assegurou o quarto ano seguido de liderança à SIC, ainda que a TVI tenha encurtado distâncias, em especial em novembro, que Daniel refere ter sido um mês atípico. "Sabíamos que íamos partir para novembro com esse jogo de dia 2, com o jogo de Portugal na nossa concorrência no dia 24 e com o Mundial no contexto de inverno, que ia alterar muito o paradigma, e que havia armas do outro lado que nós tínhamos que combater de uma forma diferente. Conseguimos manter a liderança num contexto que ia ser muito dificil", analisa.

O ano de 2022 não foi só de vitórias absolutas e o programa Quem Quer Namorar com o Agricultor? foi um dos produtos em prime time cujas audiências não conseguiram suplantar a concorrência. Projeto falhado? "Não vejo as coisas desse modo", refere o diiretor da SIC, que desmonta a estratégia do canal. "O Agricultor permite-nos várias coisas, entre as quais termos conseguido gerar poupança que nos permitiu que em novembro pudéssemos ter mais minutos de novela, gerando outro tipo de valor. O Agricultor dá-nos essa possibilidade, porque é um programa que se grava em muito pouco tempo, que dá para muitas horas de emissão, e o minuto face ao custo, não há nenhum outro programa da SIC que tenha essa capacidade", explica, garantindo que sabia dos riscos que corria quando colocou no ar a quinta edição do formato apresentado por Andreia Rodrigues contra o Big Brother apresentado por Cristina Ferreira. Ainda assim, resume, "o Agricultor era, e hoje continuará a ser, a melhor opção face à visão de longo prazo que nós tínhamos até dezembro". Olhando para 2022, Daniel Oliveira reconhece que há coisas que teria feito de outra maneira, mas "faz parte da nossa atividade... nós acreditarmos que um nosso convidado é o certo para aquele momento e o convidado do outro lado acaba por ser mais forte. No caso do Agricultor, tivemos também uma tragédia [N.R.: a morte de um dos agricul tores], que condicionou todo o programa, que toca os públicos mais velhos. Ficou amputado".

A guerra de audiências obriga a fazer escolhas e o diretor, de 41 anos, explica que, por vezes, é preciso sacrificar projetos em prol da estratégia do canal, como a novela Lua de Mel, exibida num verão que se previa de baixo consumo de televisão, e, desta forma, "não esgotar uma novela como o Sangue Oculto nesse período e queimá-la nesse período, e guardá-la para setembro", assume. Por isso, desvaloriza a contabilização individual de cada formato. "Nós olhamos sempre para o global e depois para o individual. Há programas que muitas vezes têm que se sacrificar mais. Uma novela, muitas vezes, tem um intervalo porque nós queremos esticar o efeito prime time até mais tarde. O Sangue Oculto se não tivesse intervalo teria um resultado, com intervalo tem outro. É mais um produto que se sacrifica em prol da estação.” A estratégia revelou-se acertada e a SIC consegue, com Sangue Oculto, ombrear com novela líder da TVI Festa É Festa, algo que ainda não tinha conseguido. "Era uma novela com um grande desafio, desde logo para a Sara [N.R.: Matos], que está incrível. É im pressionante a forma como ela conseguiu diferenciar as três gémeas e está a corresponder", diz, satisfeito.

Este ano, a SIC começa com uma nova novela- Flor sem Tempo - e o regresso já dia 8, de Vale Tudo, que devolve os diretos às noites de domingo, mas que está de passagem. À antena da SIC voltam tam bém Ricardo Araújo Pereira e o programa de Bruno Nogueira, Tabu. O futuro da televisão da SIC passa também pela OPTO, uma aposta que é “para manter. Este mês começamos a gravar uma série sobre a irmã Lúcia [ver mais in formação na página um]. A Praxx vai estrear a segunda temporada, temos o Projeto Delta e, em princípio, haverá mais uma temporada de O Clube", anuncia.

Já sobre o seu caminho como responsável da SIC, Daniel Oliveira destaca "ter uma equipa unida e termos feito aquilo que temos feito na ficção, e ter recuperado a liderança para a SIC. Tudo isso dá-me um motivo de muito orgulho. Olhando a junho de 2018, face a janeiro de 2023, o saldo é muito positivo, mas acredito que temos ainda muito para fazer", remata.

Com o começo do julgamento que opõe a SIC a Cristina Ferreira, que está prestes a começar, Daniel Oliveira remete-se ao silêncio, mas diz que o que se vai passar não causa desfoque. “Não vou falar sobre isso. Não causa [N.R.: desfoque] neste sentido de não fazer comentários. Os casos devem ser resolvidos nos sitios onde devem ser resolvidos. Qualquer coisa que eu dissesse iria contra aquilo que eu acredito que deve ser o momento, que é o momento de as coisas serem resolvidas no sítio certo", afirma o diretor de Programas.

É verdade que desde que o Daniel assumiu funções como diretor se sente que a SIC tem uma estratégia, as coisas são pensadas já com antecedência. O que traz coisas positivas como negativas, porque depois quando algo não corre tão bem acontecem os tais programas serem "sacrificados" em prol dos flops.. 

Postado
há 1 hora, Filipe disse:

Daniel Oliveira explicou à TV 7 Dias que o desafio em 2023 é combater "a fragmentação inexorável dos públicos que procuram ofertas em outras plataformas e com outros hábitos de consumo, mesmo na própria televisão generalista". Para tal, Daniel Oliveira promete procurar novos formatos, mas salvaguardar-se e manter o foco em "apostas que são seguras, porque vivemos num mercado muito exiguo e não podemos disparar todos os tiros que queremos".

Dois mil e vinte e dois assegurou o quarto ano seguido de liderança à SIC, ainda que a TVI tenha encurtado distâncias, em especial em novembro, que Daniel refere ter sido um mês atípico. "Sabíamos que íamos partir para novembro com esse jogo de dia 2, com o jogo de Portugal na nossa concorrência no dia 24 e com o Mundial no contexto de inverno, que ia alterar muito o paradigma, e que havia armas do outro lado que nós tínhamos que combater de uma forma diferente. Conseguimos manter a liderança num contexto que ia ser muito dificil", analisa.

O ano de 2022 não foi só de vitórias absolutas e o programa Quem Quer Namorar com o Agricultor? foi um dos produtos em prime time cujas audiências não conseguiram suplantar a concorrência. Projeto falhado? "Não vejo as coisas desse modo", refere o diiretor da SIC, que desmonta a estratégia do canal. "O Agricultor permite-nos várias coisas, entre as quais termos conseguido gerar poupança que nos permitiu que em novembro pudéssemos ter mais minutos de novela, gerando outro tipo de valor. O Agricultor dá-nos essa possibilidade, porque é um programa que se grava em muito pouco tempo, que dá para muitas horas de emissão, e o minuto face ao custo, não há nenhum outro programa da SIC que tenha essa capacidade", explica, garantindo que sabia dos riscos que corria quando colocou no ar a quinta edição do formato apresentado por Andreia Rodrigues contra o Big Brother apresentado por Cristina Ferreira. Ainda assim, resume, "o Agricultor era, e hoje continuará a ser, a melhor opção face à visão de longo prazo que nós tínhamos até dezembro". Olhando para 2022, Daniel Oliveira reconhece que há coisas que teria feito de outra maneira, mas "faz parte da nossa atividade... nós acreditarmos que um nosso convidado é o certo para aquele momento e o convidado do outro lado acaba por ser mais forte. No caso do Agricultor, tivemos também uma tragédia [N.R.: a morte de um dos agricul tores], que condicionou todo o programa, que toca os públicos mais velhos. Ficou amputado".

A guerra de audiências obriga a fazer escolhas e o diretor, de 41 anos, explica que, por vezes, é preciso sacrificar projetos em prol da estratégia do canal, como a novela Lua de Mel, exibida num verão que se previa de baixo consumo de televisão, e, desta forma, "não esgotar uma novela como o Sangue Oculto nesse período e queimá-la nesse período, e guardá-la para setembro", assume. Por isso, desvaloriza a contabilização individual de cada formato. "Nós olhamos sempre para o global e depois para o individual. Há programas que muitas vezes têm que se sacrificar mais. Uma novela, muitas vezes, tem um intervalo porque nós queremos esticar o efeito prime time até mais tarde. O Sangue Oculto se não tivesse intervalo teria um resultado, com intervalo tem outro. É mais um produto que se sacrifica em prol da estação.” A estratégia revelou-se acertada e a SIC consegue, com Sangue Oculto, ombrear com novela líder da TVI Festa É Festa, algo que ainda não tinha conseguido. "Era uma novela com um grande desafio, desde logo para a Sara [N.R.: Matos], que está incrível. É im pressionante a forma como ela conseguiu diferenciar as três gémeas e está a corresponder", diz, satisfeito.

Este ano, a SIC começa com uma nova novela- Flor sem Tempo - e o regresso já dia 8, de Vale Tudo, que devolve os diretos às noites de domingo, mas que está de passagem. À antena da SIC voltam tam bém Ricardo Araújo Pereira e o programa de Bruno Nogueira, Tabu. O futuro da televisão da SIC passa também pela OPTO, uma aposta que é “para manter. Este mês começamos a gravar uma série sobre a irmã Lúcia [ver mais in formação na página um]. A Praxx vai estrear a segunda temporada, temos o Projeto Delta e, em princípio, haverá mais uma temporada de O Clube", anuncia.

Já sobre o seu caminho como responsável da SIC, Daniel Oliveira destaca "ter uma equipa unida e termos feito aquilo que temos feito na ficção, e ter recuperado a liderança para a SIC. Tudo isso dá-me um motivo de muito orgulho. Olhando a junho de 2018, face a janeiro de 2023, o saldo é muito positivo, mas acredito que temos ainda muito para fazer", remata.

Com o começo do julgamento que opõe a SIC a Cristina Ferreira, que está prestes a começar, Daniel Oliveira remete-se ao silêncio, mas diz que o que se vai passar não causa desfoque. “Não vou falar sobre isso. Não causa [N.R.: desfoque] neste sentido de não fazer comentários. Os casos devem ser resolvidos nos sitios onde devem ser resolvidos. Qualquer coisa que eu dissesse iria contra aquilo que eu acredito que deve ser o momento, que é o momento de as coisas serem resolvidas no sítio certo", afirma o diretor de Programas.

O Agricultor deve ter um rendimento custo/benefício absurdo... Bem maior que o Casados, que precisa de pagar luas de mel, alojamento e tudo mais.

Postado
há 1 hora, Filipe disse:

Daniel Oliveira explicou à TV 7 Dias que o desafio em 2023 é combater "a fragmentação inexorável dos públicos que procuram ofertas em outras plataformas e com outros hábitos de consumo, mesmo na própria televisão generalista". Para tal, Daniel Oliveira promete procurar novos formatos, mas salvaguardar-se e manter o foco em "apostas que são seguras, porque vivemos num mercado muito exiguo e não podemos disparar todos os tiros que queremos".

Dois mil e vinte e dois assegurou o quarto ano seguido de liderança à SIC, ainda que a TVI tenha encurtado distâncias, em especial em novembro, que Daniel refere ter sido um mês atípico. "Sabíamos que íamos partir para novembro com esse jogo de dia 2, com o jogo de Portugal na nossa concorrência no dia 24 e com o Mundial no contexto de inverno, que ia alterar muito o paradigma, e que havia armas do outro lado que nós tínhamos que combater de uma forma diferente. Conseguimos manter a liderança num contexto que ia ser muito dificil", analisa.

O ano de 2022 não foi só de vitórias absolutas e o programa Quem Quer Namorar com o Agricultor? foi um dos produtos em prime time cujas audiências não conseguiram suplantar a concorrência. Projeto falhado? "Não vejo as coisas desse modo", refere o diiretor da SIC, que desmonta a estratégia do canal. "O Agricultor permite-nos várias coisas, entre as quais termos conseguido gerar poupança que nos permitiu que em novembro pudéssemos ter mais minutos de novela, gerando outro tipo de valor. O Agricultor dá-nos essa possibilidade, porque é um programa que se grava em muito pouco tempo, que dá para muitas horas de emissão, e o minuto face ao custo, não há nenhum outro programa da SIC que tenha essa capacidade", explica, garantindo que sabia dos riscos que corria quando colocou no ar a quinta edição do formato apresentado por Andreia Rodrigues contra o Big Brother apresentado por Cristina Ferreira. Ainda assim, resume, "o Agricultor era, e hoje continuará a ser, a melhor opção face à visão de longo prazo que nós tínhamos até dezembro". Olhando para 2022, Daniel Oliveira reconhece que há coisas que teria feito de outra maneira, mas "faz parte da nossa atividade... nós acreditarmos que um nosso convidado é o certo para aquele momento e o convidado do outro lado acaba por ser mais forte. No caso do Agricultor, tivemos também uma tragédia [N.R.: a morte de um dos agricul tores], que condicionou todo o programa, que toca os públicos mais velhos. Ficou amputado".

A guerra de audiências obriga a fazer escolhas e o diretor, de 41 anos, explica que, por vezes, é preciso sacrificar projetos em prol da estratégia do canal, como a novela Lua de Mel, exibida num verão que se previa de baixo consumo de televisão, e, desta forma, "não esgotar uma novela como o Sangue Oculto nesse período e queimá-la nesse período, e guardá-la para setembro", assume. Por isso, desvaloriza a contabilização individual de cada formato. "Nós olhamos sempre para o global e depois para o individual. Há programas que muitas vezes têm que se sacrificar mais. Uma novela, muitas vezes, tem um intervalo porque nós queremos esticar o efeito prime time até mais tarde. O Sangue Oculto se não tivesse intervalo teria um resultado, com intervalo tem outro. É mais um produto que se sacrifica em prol da estação.” A estratégia revelou-se acertada e a SIC consegue, com Sangue Oculto, ombrear com novela líder da TVI Festa É Festa, algo que ainda não tinha conseguido. "Era uma novela com um grande desafio, desde logo para a Sara [N.R.: Matos], que está incrível. É im pressionante a forma como ela conseguiu diferenciar as três gémeas e está a corresponder", diz, satisfeito.

Este ano, a SIC começa com uma nova novela- Flor sem Tempo - e o regresso já dia 8, de Vale Tudo, que devolve os diretos às noites de domingo, mas que está de passagem. À antena da SIC voltam tam bém Ricardo Araújo Pereira e o programa de Bruno Nogueira, Tabu. O futuro da televisão da SIC passa também pela OPTO, uma aposta que é “para manter. Este mês começamos a gravar uma série sobre a irmã Lúcia [ver mais in formação na página um]. A Praxx vai estrear a segunda temporada, temos o Projeto Delta e, em princípio, haverá mais uma temporada de O Clube", anuncia.

Já sobre o seu caminho como responsável da SIC, Daniel Oliveira destaca "ter uma equipa unida e termos feito aquilo que temos feito na ficção, e ter recuperado a liderança para a SIC. Tudo isso dá-me um motivo de muito orgulho. Olhando a junho de 2018, face a janeiro de 2023, o saldo é muito positivo, mas acredito que temos ainda muito para fazer", remata.

Com o começo do julgamento que opõe a SIC a Cristina Ferreira, que está prestes a começar, Daniel Oliveira remete-se ao silêncio, mas diz que o que se vai passar não causa desfoque. “Não vou falar sobre isso. Não causa [N.R.: desfoque] neste sentido de não fazer comentários. Os casos devem ser resolvidos nos sitios onde devem ser resolvidos. Qualquer coisa que eu dissesse iria contra aquilo que eu acredito que deve ser o momento, que é o momento de as coisas serem resolvidas no sítio certo", afirma o diretor de Programas.

A aposta no Agricultor foi péssima. Para mim não acho que tenha sido uma boa opção. 

Postado
há 1 minuto, Pedro M. disse:

O Agricultor deve ter um rendimento custo/benefício absurdo... Bem maior que o Casados, que precisa de pagar luas de mel, alojamento e tudo mais.

Óbvio, além disso o Agricultor vai estar no ar 5 meses!! 

Postado
há 19 minutos, Vieira disse:

Bárbara Norton de Matos quebra a loiça toda depois de ator passar dos limites em cenas ousadas: "Esse aprendeu a lição"

https://www.flash.pt/celebridades/nacional/detalhe/barbara-norton-de-matos-quebra-a-loica-toda-depois-de-ator-passar-dos-limites-em-cenas-ousadas-esse-aprendeu-a-licao?utm_source=priberam&utm_medium=referral&utm_campaign=dbi_cruzados&utm_term=hp_outras_noticias_cofina&utm_content=cm&from_pub=CM

Fiquei curioso para saber quem é /cdn-cgi/mirage/f24865a6104ba43441cd3ddec7ac0adf5e6509f33487866e3ef404b0fd4b43f0/1280/https://forum.atelevisao.com/uploads/emoticons/tongue.gif

Para isso temos que ir ver os atores com quem ela fez par amoroso. Mas é difícil adivinhar. 

Postado
agora mesmo, D91 disse:

A aposta no Agricultor foi péssima. Para mim não acho que tenha sido uma boa opção. 

Acho que ficou bem explicado o porquê da aposta no agricultor. Não era o que ele queria mas era o que funcionava melhor do ponto de vista financeiro. 

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