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Dá com qualquer coisa na cabeça de um gajo para deixá-lo inconsciente, amarra-o a qualquer coisa e pimbas? 

Drogas, alcool, prender o homem, fazer com ele meio a dormir, sei la, tantas formas...

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Não tem haver com machismo, não estou a ver é como uma mulher o faz.

Se calhar parece estranho, e se calhar também parece estranho homens sofrerem de violência doméstica, mas sim, acontece e mais do que se pensa. Hoje em dia algumas mulheres têm falta de vergonha na cara...

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Se calhar parece estranho, e se calhar também parece estranho homens sofrerem de violência doméstica, mas sim, acontece e mais do que se pensa. Hoje em dia algumas mulheres têm falta de vergonha na cara...

És capaz de querer reescrever essa tua última frase. ;) 

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Ah?

Para começar, não é só "hoje em dia". Segundo, não é """só""" as mulheres (acho engraçado, quando comentaram a violação dos homens sobre as mulheres não houve comentários destes). Terceiro, não tem nada a ver com vergonha ou falta de vergonha na cara. :dry: 

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Para começar, não é só "hoje em dia". Segundo, não é """só""" as mulheres (acho engraçado, quando comentaram a violação dos homens sobre as mulheres não houve comentários destes). Terceiro, não tem nada a ver com vergonha ou falta de vergonha na cara. :dry: 

Enfim... Eu não disse que os homens não tinham, até porque são dos piores. O que eu quis dizer foi que o que se vê agora mais são as mulheres (mais jovens na maioria) a "soltarem a franga"/revelarem-se e tipo gozarem com os homens e tal (não terem vergonha, não quer dizer que sejam todas), quando o estereótipo diz que na maioria são os homens que o fazem.

  • Gosto 2
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E apelo, em vez de estarem sentadinhos no sofá a criticarem, feitos Joaquim Monchique, quem realmente vos está a defender nas marchas, ruas, parlamentos e afins, que sejam vocês o exemplo! Falem vocês do quão excelentes modelos de gays vocês são. Já vi que não é por vocês, que dizem que nunca sofreram discriminação, mas pelo menos pelos "outros" que sofrem. Como se a discriminação dos outros não vos afetasse a vocês... É que realmente as coisas só existem se houver visibilidade. Ou então pensem em "mudar" as marchas, participando nelas, e se calhar para a vossa realidade, vão ver, que há lá pessoas iguais a vocês, sem tiques e que tantos vós vêem nisso uma vantagem e mudam o vosso preconceito. 

Boa noite Pedro.

É óbvio que muita gente já deve ter sofrido discriminação aqui. Um simples insulto já é um ato discriminatório. Acredito que estejam a dizer o contrário porque não sofreram atos verdadeiramente violentos, violentos o suficiente para ficarem marcados para a vida inteira. Mas eu vou-te dar a minha opinião: não é por ser discriminado que vou estar interessado em participar nessas marchas.

A primeira razão é porque "nós" - comunidade em geral (para ser mais simples explicar) - somos discriminados devido a esse estereótipo que as pessoas têm das marchas, de pessoas com sexo diferente serem abichanadas e sem pouca vergonha. Por um lado têm razão, sabes. E eu não me apetece muito ir para um evento que é uma das razões (e antes que venham citar esta frase, leiam bem, que eu volto a escrever: UMA das razões) que alimenta a homofobia. Simplesmente não me apetece. Não me sinto à vontade em marchar com pessoas iguais a mim porque não tenho necessidade de provar nada, nem quero ver poucas vergonhas, nem tenho que estar a ouvir a missa de domingo da comunidade LGBT que me faz lembrar a música do Dragon Ball GT. Porque aqui ninguém combate forças do mal. As supostas forças do mal é a mentalidade da sociedade e isso só muda com o passar do tempo, com uma alteração da cultura, das ideologias, das necessidades, das aparências etc. É uma questão de hábitos, de tempo, não de divulgação. Podem combater a lei e facilitar a vida da comunidade LGBT dando-lhe direitos e afins, mas não são as marchas que vão combater a homofobia.

A segunda razão é que estamos a dar razão a essas pessoas ao mostrarmos que precisamos de construir marchas para provar que a ideia deles está errada. Para já, estamos a mostrar que somos diferentes, que é exatamente o que eles querem demonstrar também. E não só. Estamos a mostrar que nos importamos com a opinião das pessoas. Tanto paleio "ah e tal, o que as pessoas dizem não nos interessa para nada bla bla bla", pois mas grande parte das pessoas vai lá exatamente por causa do que os outros pensam. Se alguém vos insulta na rua por darem a mão ao parceiro, deixam-no insultar ou defendam-se, não precisam de sair à rua para mostrar descontentamento. I mean, vocês não são florzinhas, falem também por vocês ou vão à polícia, sejam inteligentes, não precisam de tornar a comunidade frágil. Custa ouvir, ser discriminado, sofrer bullying etc, eu nisso concordo perfeitamente. Mas custa ainda mais não fazer nada e pensarmos que isso resolve-se assim, do nada. Ou que são as marchas que vão resolver isso (quando no contrário só faz pior em certos casos, mas pronto).

Um hétero leva porrada de 3 pretos porque eles não iam com a cara dele. É preciso criar uma marcha da comunidade dos feios? Ah espera, um gay leva porrada de 1 preto, bora criar escândalo. Eu cá não sei, mas dá-me a sensação que muitos utilizam a desculpa da orientação sexual para criarem um jardim dentro da sua própria consciência. Só que se esquecem que as rosas também picam.

Agora não interpretem mal este texto e venham dizer que sou masoquista e homofóbico :rolleyes:

  • Gosto 9
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Eu, falando apenas por mim, acho que não iria a uma dessas marchas, principalmente pelo facto de me aceitar completamente, e saber o que sou e o que sempre serei. :D

Mas também não tenho nada contra quem vai. É óbvio que há lá pessoas que fazem mais do que simplesmente marchar, mas também sei que há lá pessoas iguais a mim, ou a qualquer um de vocês que apenas marcham para reivindicar direitos que ainda não temos (como a plena adoção) ou festejar os direitos que já alcançamos.

Quando vocês dizem que essas marchas não deveriam existir porque estamos a mostrar que somos diferentes dos outros, eu concordo. Mas nós somos diferentes. Todos são diferentes. Mas isso não significa que uns sejam melhores e outros piores. Somos apenas... diferentes. 

Em relação à homofobia, eu tenho a completa noção que estas marchas não mudam nada, tanto para o bem como para o mal. Assim como um homofóbico não irá mudar a sua opinião por causa de uma marcha, uma pessoa que nos aceita também não. ;)

  • Gosto 3
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Nessa reportagem toda, não sei se me incomoda mais o comportamento de algumas pessoas, se a senhora que diz eles fazem bem em se manifestar, mas que não gosta de homossexuais ou então todo o aproveitamento que o BE faz destas manifestações. 

Estas marchas não fazem sentido nenhum, principalmente quando aquilo que é mediatizado são estes aspectos. 

  • Gosto 1
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Sinceramente acho que os gays nunca vão ser aceites, "Que lutem pelos seus direitos", "mas cá em casa dessas coisas não", "não gosto de homossexuais", e estes comentarios não foi só por causa das bichas.

Ser aceites até são, mas nunca na totalidade pois há sempre aquele "olhar um pouco de lado".

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Não entendo porque é que os gays não podem ir vestidos como entenderem seja para a marcha gay, seja para o trabalho, seja para a praia. Porque é que isso é tão importante? Porque que toda a gente tem de se adaptar à sociedade e não o contrário? Eu acho muito bem que estas marchas aconteçam e que as pessoas vão vestidas na forma que se sentem bem. E os outros o que têm que fazer é ver. Não é esconder a sua verdadeira identidade que se consegue igualdade. A igualdade acontece quando as pessoas aceitam cada um como é e não como a sociedade desejava que fossem. 

  • Gosto 4
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Eu fico chocado com o que li nos comentários desse vídeo OMFG! Eu achar que o vídeo iria estar a nadar em Dislikes, e afinal!

O vídeo não merecia nem 100 dislikes, até porque as pessoas que fizeram/fazem dislike ao vídeo não percebem que é satírico.

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O vídeo não merecia nem 100 dislikes, até porque as pessoas que fizeram/fazem dislike ao vídeo não percebem que é satírico.

Quando comentei, ainda não tinha visto o vídeo, por isso é que editei jovem :haha:

  • Gosto 1
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:yes::haha: 

 

Fui o único que não entendeu nada do que o ruivo falou?:|

Até tem graça, principalmente a parte em que ela diz que não faz sentido as pessoas amarem quem querem amar. Onde já se viu?:haha:

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O vídeo não merecia nem 100 dislikes, até porque as pessoas que fizeram/fazem dislike ao vídeo não percebem que é satírico.

Eu acho que as pessoas não se dão ao trabalho de ver o vídeo todo, porque no fim é que fica bem explícito que é a gozar, quando o médico mostra uma série de imagens e está à espera de uma única resposta para todas.:rolleyes:

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Acho muito bem que hoje em dia possamos ter liberdade para falar e debater assuntos como o casamento e a adoção por casais homossexuais. São temas que estão nas bocas do mundo, há pessoas que ainda se prendem muito a padrões religiosos e a elites retrogradas, ou pura e simplesmente nâo têm acesso a um sistema que as eduque e ensine a compreender o outro lado do debate, e não apenas o que conhecem. Mas gostava de vos chamar á atenção sobre um outro tema, que como perceberam mais adiante, não é muito diferente dos que costumam falar. 

O feminismo hoje em dia atravessa um dos períodos mais negros desde que teve início. É assustador constatar que a maioria dos homens, e muitas mulheres também, hoje em dia atribuem á expressão feminismo a falsa conotação de "mulheres que odeiam homens". É falso! É uma afirmação extremamente assustadora e vai totalmente contra os princípios de dignidade e de entre-ajuda tão profundamente enraizados na criação do movimento feminista, Mais aterradora ainda é a constatação de que, em muitos países, a mulher ainda é privada de fazer as suas próprias escolhas, não tem igual acesso á educação e ao mercado de trabalho, não é digna de amar e ser amada, nem sequer pode ser dona e senhora de fazer o que quer com o seu próprio corpo. Basicamente a mulher ainda é vista por vários povos como um "masculino inferior", e não como género de facto. 

Alguns de vocês já ouviram concerteza falar da campanha "HeForShe". Para os mais distraídos, a HfS é uma organização fundada pela Emma Watson e patrocinada pela "Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres", cujo principal objetivo é lutar pelos direitos das mulheres e combater as desigualdades de género nas demais variantes das sociedades em desenvolvimento. Esta é provavelmente a campanha do momento e que está a mobilizar milhares de pessoas em todo o mundo. Se procurarem  no facebook ou mesmo na wikipedia vão poder ter acesso ao trabalho fantástico que a "HeForShe" tem vindo a desenvolver ao longo deste ultimo ano.Podem também aceder á plataforma "Maria Capaz", criada pela Rita Ferro Rodrigues e pela Iva Domingues, que conta com depoimentos incríveis e textos lindíssimos, muitos deles inclusive dedicados á causa gay. De facto nós mulheres somos verdadeiras heroínas, lutámos sempre pelos direitos "dos outros" com a mesma paixão e determinação com que lutámos pelos nossos próprios direitos, agora é tempo dos outros grupos minoritários também não se esquecerem de quem lhes deu á luz, e que continuem a lutar pelos direitos das suas mães, avós, filhas, irmãs. amigas... De todas nós:) 

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