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O aumento da consciencialização dos efeitos negativos associados ao uso excessivo do smartphone está a levar a um ressurgimento, em vários países, dos antigos telemóveis básicos. Vendas estão a crescer sobretudo entre os jovens.

https://www.instagram.com/p/DEGeVxrP_vW/?igsh=MXFjOWJwa2M5cmR1aw==

 

https://expresso.pt/sociedade/2024-12-26-os-velhinhos-telemoveis-de-teclas-estao-de-volta-e-os-jovens-sao-quem-mais-os-procuram-51ac5847

Editado por D91
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On 01/12/2024 at 01:45, D91 disse:

’Six Degrees’ (assim batizada por causa da teoria de que estamos sempre a seis amizades de alguém), foi a primeira rede social a nascer na Internet, corria o ano 1996. Descobri hoje a existência desta rede social.

https://sixdegrees.com/

Eu descobri da sua existência em 2011 pela Wikipédia

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há 10 horas, Hugo disse:

O CEO da Apple, Tim Cook, vai doar 1M de dólares para o fundo inaugural do Trump :clown:

Que vergonha! Não estava a par disto. Pelo que eu vi agora, várias empresas tecnológicas estão a fazer isto para “subornar” o Trump em relação a assuntos da China, enfim. Assustador a forma como o Trump e o Musk estão prestes a governar o “mundo”. 

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"Check". Meta dá passo atrás no combate a "fake news" e desinformação

As redes sociais da Meta de Mark Zuckerberg - Facebook, Instagram, Threads e Whatsapp - vão deixar de ter verificação de factos, um programa para combater as notícias falsas e a desinformação.

Num vídeo partilhado no Facebook, Zuckerberg anuncia que “está na altura de voltarmos às nossas raízes no que diz respeito à liberdade de expressão”. A ferramenta de verificação de factos recorre (ainda) a órgãos de comunicação social e grupos de fact-checking independentes que verificam a veracidade das informações publicadas nas redes sociais Meta.

O diretor-executivo da Meta explica que o fim do fact-checking vai ser aplicado por fases, sendo que primeiro vai ser aplicado nos Estados Unidos. A verificação de factos vai ser substituída por notas da comunidade, algo que Elon Musk aplicou no X (ex-Twitter).“Vamos livrar-nos dos verificadores de factos e substituí-los por classificações comunitárias, semelhantes ao X (antigo Twitter), começando nos Estados Unidos”, anunciou Mark Zuckerberg.
Ou seja, os utilizadores das redes sociais passam a ter a responsabilidade de corrigir ou adicionarem notas às publicações que considerem ter informações falsas.

Mark Zuckerberg afirma que o fact-checking que o Grupo Metra implementou “atingiu um ponto em que tem demasiados erros e censura excessiva”.

Que outra razão aponta o patrão da Meta? 

“As eleições recentes (os EUA) também parecem marcar um ponto de viragem cultural para voltarmos a priorizar a liberdade de expressão”.

Além da adoção de um sistema de comunidades (em vez de fact-checking) parecido com o do X, Mark Zuckerberg afirmou que vai trabalhar com a Administração Trump para “repelir censuras” determinadas por outros países.“Os países latino-americanos têm tribunais secretos que podem ordenar que as empresas retirem as coisas silenciosamente”.

A decisão de Mark Zuckerberg é vista por meios de comunicação internacionais como um recuo na política de moderação de conteúdos.

Por exemplo, a agência de Notícias France Presse sublinha que trabalha com o programa de verificação de conteúdo do Facebook, em 26 idiomas. A plataforma paga para usar as “verificações” de cerca de 80 organizações de todo o mundo na rede social.

Coincidências?
A comunicação social norte-americana considera esta posição da Meta como estratégia do grupo de Zuckerberg para se aproximar de Donald Trump. O jornal The New York Times lembra, esta terça-feira, as críticas que o presidente eleito fez ao patrão da Meta. De acordo com Trump, a verificação de factos tratava de forma injusta as publicações de utilizadores conservadores. 

Muitos aliados do presidente eleito também têm chumbado a prática da Meta de adicionar avisos ou alertas em publicações questionáveis ou falsas.
Desde que Trump venceu um segundo mandato em novembro, a Meta tenta reparar e adocicar as relações entre ambos.Para muitos, Mark Zuckerberg tenta seguir o caminho já feito por Elon Musk.

Desde que adquiriu o X, Musk (conselheiro de Donald Trump que vai assumir um cargo na nova Administração) tem posicionado a rede social como a plataforma na retaguarda da nova Presidência de Trump.

https://www.rtp.pt/noticias/mundo/check-meta-da-passo-atras-no-combate-a-fake-news-e-desinformacao_n1625836

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há 14 horas, dav01 disse:

"Check". Meta dá passo atrás no combate a "fake news" e desinformação

As redes sociais da Meta de Mark Zuckerberg - Facebook, Instagram, Threads e Whatsapp - vão deixar de ter verificação de factos, um programa para combater as notícias falsas e a desinformação.

Num vídeo partilhado no Facebook, Zuckerberg anuncia que “está na altura de voltarmos às nossas raízes no que diz respeito à liberdade de expressão”. A ferramenta de verificação de factos recorre (ainda) a órgãos de comunicação social e grupos de fact-checking independentes que verificam a veracidade das informações publicadas nas redes sociais Meta.

O diretor-executivo da Meta explica que o fim do fact-checking vai ser aplicado por fases, sendo que primeiro vai ser aplicado nos Estados Unidos. A verificação de factos vai ser substituída por notas da comunidade, algo que Elon Musk aplicou no X (ex-Twitter).“Vamos livrar-nos dos verificadores de factos e substituí-los por classificações comunitárias, semelhantes ao X (antigo Twitter), começando nos Estados Unidos”, anunciou Mark Zuckerberg.
Ou seja, os utilizadores das redes sociais passam a ter a responsabilidade de corrigir ou adicionarem notas às publicações que considerem ter informações falsas.

Mark Zuckerberg afirma que o fact-checking que o Grupo Metra implementou “atingiu um ponto em que tem demasiados erros e censura excessiva”.

Que outra razão aponta o patrão da Meta? 

“As eleições recentes (os EUA) também parecem marcar um ponto de viragem cultural para voltarmos a priorizar a liberdade de expressão”.

Além da adoção de um sistema de comunidades (em vez de fact-checking) parecido com o do X, Mark Zuckerberg afirmou que vai trabalhar com a Administração Trump para “repelir censuras” determinadas por outros países.“Os países latino-americanos têm tribunais secretos que podem ordenar que as empresas retirem as coisas silenciosamente”.

A decisão de Mark Zuckerberg é vista por meios de comunicação internacionais como um recuo na política de moderação de conteúdos.

Por exemplo, a agência de Notícias France Presse sublinha que trabalha com o programa de verificação de conteúdo do Facebook, em 26 idiomas. A plataforma paga para usar as “verificações” de cerca de 80 organizações de todo o mundo na rede social.

Coincidências?
A comunicação social norte-americana considera esta posição da Meta como estratégia do grupo de Zuckerberg para se aproximar de Donald Trump. O jornal The New York Times lembra, esta terça-feira, as críticas que o presidente eleito fez ao patrão da Meta. De acordo com Trump, a verificação de factos tratava de forma injusta as publicações de utilizadores conservadores. 

Muitos aliados do presidente eleito também têm chumbado a prática da Meta de adicionar avisos ou alertas em publicações questionáveis ou falsas.
Desde que Trump venceu um segundo mandato em novembro, a Meta tenta reparar e adocicar as relações entre ambos.Para muitos, Mark Zuckerberg tenta seguir o caminho já feito por Elon Musk.

Desde que adquiriu o X, Musk (conselheiro de Donald Trump que vai assumir um cargo na nova Administração) tem posicionado a rede social como a plataforma na retaguarda da nova Presidência de Trump.

https://www.rtp.pt/noticias/mundo/check-meta-da-passo-atras-no-combate-a-fake-news-e-desinformacao_n1625836

E esta parte:

 A Meta removeu discretamente secções importantes da sua política de discurso de ódio que protegiam pessoas LGBTQ, pessoas de cor, mulheres, imigrantes e outros grupos marginalizados. As mudanças alarmantes anunciadas hoje permitirão retórica anti-LGBTQ e deixarão de proteger utilizadores LGBTQ de serem alvo desses ataques. Por exemplo, a empresa permitirá agora conteúdos que descrevam pessoas LGBTQ como “mentalmente doentes” e conteúdos que defendam a exclusão de mulheres e pessoas trans das forças armadas, da polícia e de empregos na área da educação.

 

Estas mudanças somam-se à notícia desta manhã de que a Meta encerrará o seu programa de verificação de factos.

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  • 1 mês depois...
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Eu adoraria saber como se hackeiam contas do instagram! Não para andar a fazer mal aos outros. Para corrigir os males que outros fazem! Agora, estou ao telefone com um amigo que lhe hackearam a conta do insta, face e tiktok. Do face, já conseguiu recuperar. A porra do insta pede para ele colocar o código numa app de autenticação, que ele não tinha obviamente instalada. Eu também não sabia que havia dessas coisas.

Enfim, se alguém souber ajudar, agradecemos. Eu uma vez fiz uma conta no insta para o centro de saúde que não durou 24 horas! Eu fiquei pasmo! E a conta ficou pura e simplesmente abandonada.

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O meu amigo foi hackeado à séria! Ontem recebi uma chamada de um número desconhecido eram 23h. Eu não estava para atender um número desconhecido àquela hora, mas voltou a telefonar logo de seguida, então pensei que devia ser alguém aflito com uma questão de saúde. Era o meu amigo a telefonar de outro número, porque os hackers conseguiram aceder ao telemóvel dele. O coitado estava uma pilha de nervos! Ele nem conseguiu falar ontem o que se passou. Uma outra amiga entretanto foi ter com ele ajudá-lo e hoje de manhã é que me contou que acederam ao mail dele, apagaram toda a caixa de entrada e tinha apenas um mail "dele" para ele a dizer que tinham feito uma cópia de toda a galeria do telemóvel (que não tinha nada comprometedor) e de que tinham gravado ele a masturbar-se em frente do computador. Pediram um resgate monetário para basicamente não enviarem então cenas íntimas dele aos contactos dele do whatsapp, face, insta, tiktok e sei lá mais o quê.

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Pois, entrando no telemóvel conseguem fazer tudo o que querem com as apps,  é só sacar os tokens de acesso e voilá. Lamento a situação do teu amigo. Deve ser mesmo muito chato. 

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há 2 horas, dav01 disse:

Pois, entrando no telemóvel conseguem fazer tudo o que querem com as apps,  é só sacar os tokens de acesso e voilá. Lamento a situação do teu amigo. Deve ser mesmo muito chato. 

Eu não consigo imaginar a aflição dele, porque eu não ficaria como ele ficou com uma ameaça em enviarem nudes meus. Eu cheguei a cogitar fazer um OF há 3 anos por uma questão financeira. Não o fiz, porque não acho que tenha um corpo que rendesse €. Felizmente, não foi preciso. A perda das redes sociais seria o de menos. Nesse aspeto, até poderia ser algo bom. Podia ser que as novas contas depois finalmente deslanchassem, porque eu destas até já desisti. A minha preocupação, caso uma cena destas me acontecesse, seria única e exclusivamente com duas app: Mbway e o aplicativo do banco.

Eu tentei acalmá-lo a dizer que a parte dos vídeos íntimos dele deve ser bluff, porque, a ser verdade, deveriam ao menos ter enviado um print naquele mail. Além disso, deram-lhe um prazo de 6 horas para proceder ao pagamento e supostamente ninguém recebeu nada. Também já estão todos avisados e solidários com a situação dele. Se alguém receber algo, não vai sequer abrir. Pode vir com vírus associado...

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há 5 minutos, srcbica disse:

Eu tentei acalmá-lo a dizer que a parte dos vídeos íntimos dele deve ser bluff, porque, a ser verdade, deveriam ao menos ter enviado um print naquele mail. Além disso, deram-lhe um prazo de 6 horas para proceder ao pagamento e supostamente ninguém recebeu nada. Também já estão todos avisados e solidários com a situação dele. Se alguém receber algo, não vai sequer abrir. Pode vir com vírus associado...

Sim, isso deve ser bluff, para provocar logo imediatismo à vítima para pagar a quantia.

Ficava preocupado na mesma com tudo. Isto é como a nossa casa ser assaltada, andaram a mexer-nos na casa pessoas que não são da nossa confiança.

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há 38 minutos, Magazine disse:

Alexa+??? :maquinadaverdade:

 

É impressão minha ou as empresas de tecnologias que estão a apostar no AI querem vender os seus produtos, dando a entender que as pessoas são muito, mas mesmo muito burras e estúpidas, mascarando com situações familiares que, apesar de tudo, não são totalmente realistas? Ainda por cima cobrando, neste caso, 20$ por mês, de forma isolada, ou já incluído no Prime (preparem se para mais aumentos).

Editado por User3468
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há 5 minutos, AZT_STB disse:

Antes existia o serviço Microsoft messenger que deu origem ao MSN Messenger.

Eu pouco uso o Skype.

Saudades do MSN. Acabou em 2013 e foi substituido pelo Skype, que eu raramente usei e sinceramente nunca achei piada nenhuma.

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há 3 minutos, D91 disse:

Eu também quase nunca usei o Skype.

Nem eu.

Embora os contactos do MSN Messenger estivessem lá todos era raro estar alguém online.

No MSN Messenger estavam online quase todos os dias.

Pode ser que o MSN volte com nova interface.

E agora entramos no Skype e redireciona para que programa?

O MSN/Windows live messenger dizia para fazer upgrade para o Skype. 

O teams é só para o mundo laboral.

Postado (editado)
há 4 horas, dav01 disse:

Já existe teams pessoal, e é esse o substituto do Skype.

E dá para aceder com o meu antigo  Hotmail e ficar à mesma com os contactos do Skype/MSN messenger?

O teams pessoal Vem instalado com o Windows?

Temos de escolher entre opção teams pessoal e teams laboral?

 

Se alguém usa a versão pessoal que me diga como é sff.

 

Editado por AZT_STB
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On 28/02/2025 at 16:59, Vieira disse:

Microsoft acaba com o Skype, pioneiro das chamadas por Internet

https://www.jn.pt/1931530208/microsoft-acaba-com-o-skype-pioneiro-das-chamadas-por-internet/

No meu trabalho usavamos muito o Skype como ferramenta de trabalho entre colegas. Ha dois anos migramos tudo para o Teams, e o Skype cessou por completo. Ja se previa. O Skype ja era muito arcaico e nao tinha metade das funcionalidades e do conforto que o Teams traz. 

On 02/03/2025 at 11:24, D91 disse:

Eu também quase nunca usei o Skype.

Pessoalmente criei uma conta para ai em 2014, mas pouco usei. Na altura ja nem fazia sentido quando o Facebook e o Instagram já estavam mais desenvolvidos

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