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agora mesmo, RodrigoMarquês. disse:

E já era altura de tirarem de vez o Malato, é tão ridículo. E só dá calinadas.

Este ano, estava particularmente chato e desorganizado.

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há 7 minutos, User3468 disse:

Este ano, estava particularmente chato e desorganizado.

Será que ficou amuado de não viajar até Viena? Visto que este ano ficaram a fazer a transmissão cá em Portugal :riso:

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56 minutes ago, VTL said:

É um castigo sim, porque quebraram um ciclo de 5 anos de Portugal a passar à final. Espero que esta viagem os tenha feito perceber que "música é efetivamente política". A mim deu-me um enorme gosto terem ficado por terra. 
É castigo porque não foram solidários com os colegas que boicotaram na sua esmagadora maioria e achavam que tinham ali a canção do momento. Os tombos só fazem bem.

Mas é um castigo para quem? Como é que isso impacta a carreira deles? Vai haver alguma consequência devido a uma participação má? Ou estamos só a assumir uma retórica reconfortante porque era aquilo que queriamos? Para mim, castigo teria sido um cancelamento imenso, eles perderem um contrato importante ou até terem sido barrados do festival pela desistência da emissora. Nada disso aconteceu, nem me parece que vá acontecer. Para mim, não houve nem haverá castigo nenhum, o único castigo vai ser continuar a ter que ouvir este tipo de pop na rádio por mais uns tempos (infelizmente), mas não será um castigo para eles. Será para o público. Foi uma participação que correu mal, como outras tantas já correram, mas não se vai materializar em nenhuma consequência. Essa ideia de castigo não passa de retórica vazia, desculpem. 

Essa frase da música é política é tão cansada e já tão sem significado, evitei entrar neste debate aquando da situação do Toy, mas acho que tenho os meus trocos para dar. Há canções diretamente políticas, porque querem falar de assuntos da ordem do dia (sejam de esquerda, sejam de direita, as pessoas, no meio deste discurso todo, esqueceram-se que podem existir músicas de direita que são políticas) e outras que, tentando fugir desse rótulo, também o são, e para mim foi esse o caso. Esta canção não era política. Uma canção de amor genérica dificilmente almeja ser isso, ainda que tente ir buscar inspirações a tradições musicais que tenham um fundo político (é válido para eles, como para outros tantos). Tal como, por exemplo, a da Mimicat não era ou dos The Black Mamba (são canções pop, uma mais despretensiosa, outra mais profunda ou tentava ser profunda). Para mim, esta canção tornou-se política porque 1) participou numa edição que foi politizada pelos motivos que todos sabemos; 2) eles assumiram-se como apolíticos, o que por si só é uma posição política (válida, ainda que criticável, especialmente neste contexto). Agora, nem todas as canções ou músicas são políticas. Isso meio que virou um slogan sem uma breve reflexão sobre o assunto. Elas podem tornar-se se forem criadas com esse objetivo; podem tornar-se se forem apropriadas por alguém (as músicas circulam, eu, se quiser, posso fazer uma leitura política da música mais pimba de sempre, embora ela nunca tenha sido, à partida, criada como algo político); ou podem tornar-se políticas por estarem associadas a um determinado momento histórico, por exemplo. Convém dizer que o significado político de uma canção pode ser resignificado a qualquer momento. Lembro-me sempre do caso do 'Born in the USA' do Springsteen. Ele compôs aquela canção com um determinado significado, político, e a campanha do Regan resignificou-a. Esta questão da música ser política é bem mais complexa do que aquilo que tentam fazer passar. Para concluir, não acho que algo ser político per si, só o é se o houver essa intenção. 

Editado por Fernando
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há 13 minutos, User3468 disse:

Este ano, estava particularmente chato e desorganizado.

Sinto que se diz isso todos os anos. Ele nunca irá mudar.

Isso e o Galopim disse mais uma vez Eletropop dançável por isso mais uma para riscar no bingo

Editado por BillGaitas
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8 minutes ago, Fernando said:

Mas é um castigo para quem? Como é que isso impacta a carreira deles? Vai haver alguma consequência devido a uma participação má? Ou estamos só a assumir uma retórica reconfortante porque era aquilo que queriamos? Para mim, castigo teria sido um cancelamento, eles perderem um contrato importante ou até terem sido barrados do festival pela desistência da emissora. Nada disso aconteceu. Para mim, não houve nem haverá castigo nenhum, o único castigo vai ser continuar a ter que ouvir este tipo de pop na rádio por mais uns tempos (infelizmente), mas não será um castigo para eles. Será para o público. Foi uma participação que correu mal, como outras tantas já correram, mas não se vai materializar em nenhuma consequência. Essa ideia de castigo não passa de retórica vazia, desculpem. 

Essa frase da música é política é tão cansada e já tão sem significado, evitem entrar nesse debate, mas acho que tenho os meus trocos para dar. Há canções diretamente políticas, porque querem falar de assuntos da ordem do dia (sejam de esquerda, sejam de direita, as pessoas, no meio deste discurso todo, esqueceram-se que podem existir músicas de direita que são políticas) e outras que, tentando fugir desse rótulo, também o são, e para mim foi esse o caso. Esta canção não era política. Uma canção de amor genérica dificilmente almeja ser isso, ainda que tente ir buscar inspirações a canções que (é válido para eles, como para outros tantos). Tal como, por exemplo, a da Mimicat não era ou dos The Black Mamba (são canções pop, uma mais despretensiosa, outra mais profunda ou tentava ser profunda). Para mim, esta canção tornou-se política porque 1) participou numa edição que foi politizada pelos motivos que todos sabemos; 2) eles assumiram-se como apolíticos, o que por si só é uma posição política (válida, ainda que criticável, especialmente neste contexto). Agora, nem todas as canções ou músicas são políticas. Isso meio que virou um slogan sem uma breve reflexão sobre o assunto. Elas podem tornar-se se forem criadas com esse objetivo; podem tornar-se se forem apropriadas por alguém (as músicas circulam, eu, se quiser, posso fazer uma leitura política da música mais pimba de sempre, embora ela nunca tenha sido, à partida, criada como algo político); ou podem tornar-se políticas por estarem associadas a um determinado momento histórico, por exemplo. Convém dizer que o significado político de uma canção pode ser resignificado a qualquer momento. Lembro-me sempre do caso do 'Born in the USA' do Springsteen. Ele compôs aquela canção com um determinado significado, político, e a campanha do Regan resignificou-a. Esta questão da música ser política é bem mais complexa do que aquilo que tentam fazer passar. 

Tudo é política, seja a música, seja a roupa, seja as decisões que tomas no teu dia e que afetam a tua vida e a dos outros a uma maior ou à mais pequena das esclas, isso nem é discutível. Pode ser um lugar comum, mas a maioria dos lugares comum e ditos populares têm a sua razão de ser. Que tu queiras tentar ser diferentão e dar uma perspetiva que foge da norma, fantástico para ti. Mas podes por os lacinhos todos que entenderes em cima deste tema que a conclusão será sempre a mesma. Complexo é o conflito que está a acontecer, isto não é complexo, no meu entender é até bem simples. 

Alguém tentar algo e falhar não é um vitória. Tomares uma decisão contrária à maioria e levares a tua em frente por mero capricho e falhares, aí sim parece-me configurar naquilo que considero como um castigo. E é o karma a funcionar, achei profundamente poético, justo e merecido.

Editado por VTL
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12 minutes ago, VTL said:

Tudo é política, seja a música, seja a roupa, seja as decisões que tomas no teu dia e que afetem a tua vida e a dos outros a uma maior ou à mais pequena das esclas, isso nem é discutível. Pode ser um lugar comum, mas a maioria dos lugares comum e ditos populares têm a sua razão de ser. Que tu queiras tentar ser diferentão e dar uma perspetiva que foge da norma, fantástico para ti. Mas podes por os lacinhos todos que entenderes em cima deste tema que a conclusão será sempre a mesma. Complexo é o conflito que está a acontecer, isto não é complexo, no meu entender é até bem simples. 

Alguém tentar algo e falhar não é um vitória. Tomares uma decisão contrária à maioria e levares a tua em frente por mero capricho e falhares, aí sim parece-me configurar naquilo que considero como um castigo. E é o karma a funcionar, achei profundamente poético, justo e merecido.

Não é ser diferentão, é não concordar contigo e ter um conhecimento suficiente e diferente do teu para fundamentar a minha perspetiva e não cair em lugares-comuns que fazem sentido quando temos quinze anos e que deixam de fazer sentido quando começamos a aprofundar o conhecimento sobre um tópico e a perceber que a realidade é mil vezes mais complexa do que as coisas que lemos no Tumblr, no Facebook ou no Twitter. Quanto às duas últimas frases, escusas de usar isso de forma passivo-agressiva como uma tentativa de desvalorizar a minha opinião (simplesmente porque não concordas, como fazes sempre com toda a gente) eu sei o que está em causa e não concordo com o posicionamento deles. Portanto, antes de dares palpites sobre aquilo que os outros acham, respira e lê as coisas para evitares dares palpites errados. É um conselho, creio, que talvez seja político.

Aquilo que é "poético, justo e merecido" se não tiver consequências reais é o mesmo que nada. Eu entendo que seja reconfortante ter essa posição. Eles falharam, foi satisfatório para nós, ainda por cima não gostavamos da canção, mas volto às minhas questões. Que consequências vão existir nas suas carreiras? Vão perder contratos? Vão desaparecer do espaço mediático? Até onde sei, esta participação até os levou à sede do Spotify. Tão castigados que eles foram. 

Editado por Fernando
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Just now, Fernando said:

Não é ser diferentão, é não concordar contigo e ter um conhecimento suficiente e diferente do teu para fundamentar a minha perspetiva e não cair em lugares-comuns que fazem sentido quando temos quinze anos e que deixam de fazer sentido quando começamos a aprofundar o conhecimento sobre um tópico e a perceber que a realidade é mil vezes mais complexa do que as coisas que lemos no Tumblr, no Facebook ou no Twitter. Quanto às duas últimas frases, escusas de usar isso de forma passivo-agressiva como uma tentativa de desvalorizar a minha opinião (simplesmente porque não concordas, como fazes sempre com toda a gente) eu sei o que está em causa e não concordo com o posicionamento deles. Portanto, antes de dares palpites sobre aquilo que os outros acham, respira e lê as coisas para evitares dares palpites errados. É um conselho. 

Eu percebi o teu posicionamento quanto à canção e à ida deles. Em momento algum as últimas frases foram para te desvalorizar, não tenho de o fazer, tens um entendimento diferente do meu e está tudo certo. Eu não dei palpite sobre aquilo que tu achas muito menos nessas últimas frases, tentei explicar o porquê de discordar contigo. 

E por favor cria o grupo dos lesados por mim, embora eventualmente ficarás sozinho nesse grupo. Porque do que me recordo mais ninguém se queixou de ser passivo-agressivo, mas se alguém sentir que me diga que eu estou sempre disposto a pedir desculpa e reconhecer o meu erro. E isto (da criação do grupo) não é um conselho, é uma sugestão. 

Mais, quando um argumento precisa de recorrer a paternalismo e ataques pessoais para se sustentar, normalmente é porque a fundamentação concreta ficou por apresentar.

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há 5 minutos, Oliveranto disse:

A música era fraca, eles são cantores medíocres, sem surpresa não passaram. 

Eram os únicos que não queriam saber daquilo que Israel está a cometer. Os mais atraentes, esses que tinham hipóteses, eram contra.

A final vai ser um festival de vergonha alheia se Israel ganhar

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Ignorando tudo o que envolve Israel e boicotes de artistas, a RTP basicamente inovou o FdC em 2017 e ficou-se por aí. Nunca houve qualquer tentativa de inovar o formato, de mudar aquele ridículo sistema de júri por regiões ou aquela conversão sem sentido. A tendência no televoto foi sempre a cair ao longo dos anos (o que nos tem safado nas finais foi o júri) e o único ano em que realmente estava certo que Portugal ia à final foi em 2022 com a MARO.

O ano passado foi uma sorte, este ano não havia grande coisa que salvasse aquilo. O palco era bonito, mas a música em si é um snoozefest. Pior que isso, o interesse nas músicas do FdC este ano foram péssimas, desde streaming a audiências. Nem no pós-FdC houve algo que se destacasse, nem mesmo a canção vencedora. Mesmo que a nível de streaming tenha havido uma queda significativa a tudo o que é Eurovisão nos últimos dois anos, no mercado nacional ainda havia sempre qualquer coisa a destacar-se.

Já o disse que a RTP conseguiu com algum sucesso transformar o FdC em algo que vai para além da Eurovisão e que serve como plataforma para novos artistas conseguirem um palco maior que, de outra forma, não teria. Mesmo que Portugal tivesse boicotado, acho que o FdC tinha todas as condições de realizar-se.

Não acho que vá ser uma eliminação que obrigue a RTP a fazê-lo (comparar os resultados recentes de Portugal com o período 2011-2015 continua a ser um sonho de quem viveu aquela travessia no deserto :mosking:); não acho sequer que a RTP tenha grande interesse em mudar. No entanto, convém também pensar que o próprio Martin Green já disse que a EBU pode muito bem ter de aumentar as quotas de participação caso nenhum dos 5 países volte e mais acabem por desistir, independentemente dos motivos; mais depressa a RTP desiste por motivos financeiros que por motivos políticos. Caso, de facto, isso aconteça, é preciso evoluir o formato e adaptá-lo ao futuro.

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há 46 minutos, liv disse:

Eu não desgosto dos nossos comentadores…

Eu gosto do Galopim porque ele sabe do que está a falar, embora seja um tanto pretencioso. O Malato é desnecessário. 

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há 1 hora, Dimitri disse:

Não durou nem um dia :ocupada:

IMG-8882.jpg

Alguém pegou um print do twitter sem ir verificar se realmente aconteceu não foi menino Dimitri? :pinderica:

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Quanto à nossa canção, eu gostei da performance, foi um momento bonito. Achei que ia passar e acho que merecia em vez da Bélgica ou Lituânia, mas também não foi uma grande injustiça ter ficado pelo caminho. Foi um erro a RTP ter insistido na participação, mas espero que não ponham as culpas disso nos rapazes quando voltarem.

Para 2027 a RTP devia pensar bem no que vai fazer. A esmagadora maioria da classe musical Portuguesa simplesmente não quer participar na Eurovisão enquanto Israel lá estiver. Repetir um Festival como o de 2026 em que a questão do boicote ou não consumiu toda a atenção seria ridículo. 

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há 10 minutos, blu3car disse:

Eu gosto do Galopim porque ele sabe do que está a falar, embora seja um tanto pretencioso. O Malato é desnecessário. 

Concordo em absoluto! Prefiro até a comentadora do Junior Eurovision que o Malato. Nem sei como é que lhe acham piada e um bom profissional, ele é péssimo em tudo.

há 2 minutos, blu3car disse:

Quanto à nossa canção, eu gostei da performance, foi um momento bonito. Achei que ia passar e acho que merecia em vez da Bélgica ou Lituânia, mas também não foi uma grande injustiça ter ficado pelo caminho. Foi um erro a RTP ter insistido na participação, mas espero que não ponham as culpas disso nos rapazes quando voltarem.

Para 2027 a RTP devia pensar bem no que vai fazer. A esmagadora maioria da classe musical Portuguesa simplesmente não quer participar na Eurovisão enquanto Israel lá estiver. Repetir um Festival como o de 2026 em que a questão do boicote ou não consumiu toda a atenção seria ridículo. 

Havendo Festival da Canção, se não alterarem as coisas é mesmo gozar com a cara das pessoas. Houve desagrado pelos portugueses e por quem assiste a Eurovisão. Não chegou?

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há 51 minutos, AndreRob disse:

Sem portugal menos pessoas a ver a final... la vamos dar os 12 a israel novamente. :zzz:

Iria ter pouca relevância na mesma, é à mesma hora da resolução do 2º lugar no Campeonato de Futebol.

há 1 hora, blu3car disse:

Quanto à nossa canção, eu gostei da performance, foi um momento bonito. Achei que ia passar e acho que merecia em vez da Bélgica ou Lituânia, mas também não foi uma grande injustiça ter ficado pelo caminho. Foi um erro a RTP ter insistido na participação, mas espero que não ponham as culpas disso nos rapazes quando voltarem.

Para 2027 a RTP devia pensar bem no que vai fazer. A esmagadora maioria da classe musical Portuguesa simplesmente não quer participar na Eurovisão enquanto Israel lá estiver. Repetir um Festival como o de 2026 em que a questão do boicote ou não consumiu toda a atenção seria ridículo. 

E a RTP escondeu o assunto dso protestos, em quase todas as reportagens que eram de lá feitas nos noticiários.

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    FESTIVAL EUROVISÃO DA CANÇAO 2025 - 1ª SEMIFINAL 7.7 15.5%
↓ FESTIVAL EUROVISÃO DA CANÇAO 2026 - 1ª SEMIFINAL 7.5 15.7% 

Editado por Sour
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Os nossos comentadores estão a fazer o espetáculo para eles próprios, não é para os telespectadores. Não me cabe na cabeça que emitam opiniões sobre quais são as melhores ou piores canções. Uma coisa é falar em favoritismos, outra é desdenhar canções como eles fazem constantemente. Imaginem que seriam os apresentadores... isto faria sentido?

Bring back Helder Reis.

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há 1 hora, Sour disse:

Concordo em absoluto! Prefiro até a comentadora do Junior Eurovision que o Malato. Nem sei como é que lhe acham piada e um bom profissional, ele é péssimo em tudo.

Havendo Festival da Canção, se não alterarem as coisas é mesmo gozar com a cara das pessoas. Houve desagrado pelos portugueses e por quem assiste a Eurovisão. Não chegou?

O Malato parecia gagá. Do nada vinha com uns comentários e questões nada a ver e o coitado do Galopim a tentar dar sempre a volta.

 

Eu não imagino como é que vai haver condições de um FdC para o ano, caso Israel se mantenha. Quem é que vai querer participar? A Rita Matias?

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