User3468 Postado 27 de janeiro Postado 27 de janeiro (editado) há 15 minutos, DanielLuis disse: O ano passado houve atuações muito mais trabalhadas, de forma geral, comparado a anos anteriores do FdC. Não houve um "Grito", mas houve claramente uma tentativa de fazer apresentações mais elaboradas que o habitual e correspondentes às músicas, era a isso que me referia ("Medo", "Cotovia", "Adamastor", "Tristeza", etc) . Este ano nem que tentem não conseguem, que estas músicas têm 0 identidade. Em relação a 2018 até concordo, mas 2019 esteve milhas a cima de 2026. Desculpa mas não há como defender este ano, é tremendamente mediocre, não há nada único. E nota-se até pelo hype nulo que está a ter, não só em PT como lá fora. Metade das finalistas do ano passado seriam top 3 este ano, sem dificuldade. Os juris são realmente imprevisíveis (e muitas vezes mesmo bizarros e injustos, olha o ano passado), mas acho que está música terá algum consenso. E os 12 do Alentejo já serão garantidos 😅 Acredito no mínimo num 2/3 lugar que, junto da vitória no televoto, serão suficientes. Mas nunca se sabe. Não sei também como é que os juris serão influenciados a favor/contra os candidatos que assumirem ir à eurovisão. Por um lado, a RTP poderá querer ter uma certa influência para esses artistas, para evitar vergonhas. Por outro, o júri é composto maioritariamente de músicos que, na sua maioria, são fortemente a favor do boicote. Veremos. Também acredito que é possível se, um concorrente que tenha dito que não ia a eurovisão ganhe, no momento da verdade decida afinal ir. Estamos a falar de trabalho de staging dos artistas ou do palco? Estás a misturar as duas coisas. Apesar de ter havido um maior esforço por parte dos artistas que fez com que tivessem, em alguns casos, bons stagings, o palco em si foi péssimo. Novamente, este ano não temos um música muito forte ou com destaque claro para ganhar, mas não deixa de ter músicas que tem o nível que Grito, Ai Coração e outras canções trouxeram ao festival, nomeadamente a Jurei e a Doce Ilusão. Eu sei que do Alentejo vão receber 12 pontos. Mas recordo que no ano passado o Peculiar recebeu duas pontuações máximas e terminou com 24 pontos no júri, que fez com que na conversão tivesse apenas 1 ponto. Só isto deve nos preparar para todos os cenários na votação do júri. Eles poderão ficar fora do top 4. Isso pode ser suficiente para eles não ganharem (e dar cabo da narrativa deles de irem para a Eurovisão se tiverem o consenso máximo do júri e do público). Quanto a influências e pressões, a RTP não deve fazer isso. E acredito que não vá acontecer. Até por causa da polémica do ano passado com os votos do Alentejo e, principalmente, da Madeira e pela forma como o último apresentou o apoio quando atribuiu os 12 pontos. Editado 27 de janeiro por User3468 Citar
blu3car Postado 28 de janeiro Postado 28 de janeiro Acho as críticas exageradas. 2025 for uma edição mais forte, mas 2024 por exemplo não teve muitas canções standout além de Grito. Quanto à Eurovisão, pessoalmente não me importo qur a RTP flope este ano, mas qualquer uma das 3 propostas que não boicotaram têm boas hipóteses de se qualificarem com uma boa performance. Principalmente com o júri novamente a votar nas semi-finais. A ideia de que músicas Portuguesas lentas não têm hipótese já foi comprovada como falsa tanta vez desde 2017. 2 Citar
DanielLuis Postado 28 de janeiro Postado 28 de janeiro há 19 horas, User3468 disse: Estamos a falar de trabalho de staging dos artistas ou do palco? Estás a misturar as duas coisas. Apesar de ter havido um maior esforço por parte dos artistas que fez com que tivessem, em alguns casos, bons stagings, o palco em si foi péssimo. Novamente, este ano não temos um música muito forte ou com destaque claro para ganhar, mas não deixa de ter músicas que tem o nível que Grito, Ai Coração e outras canções trouxeram ao festival, nomeadamente a Jurei e a Doce Ilusão. Eu sei que do Alentejo vão receber 12 pontos. Mas recordo que no ano passado o Peculiar recebeu duas pontuações máximas e terminou com 24 pontos no júri, que fez com que na conversão tivesse apenas 1 ponto. Só isto deve nos preparar para todos os cenários na votação do júri. Eles poderão ficar fora do top 4. Isso pode ser suficiente para eles não ganharem (e dar cabo da narrativa deles de irem para a Eurovisão se tiverem o consenso máximo do júri e do público). Quanto a influências e pressões, a RTP não deve fazer isso. E acredito que não vá acontecer. Até por causa da polémica do ano passado com os votos do Alentejo e, principalmente, da Madeira e pela forma como o último apresentou o apoio quando atribuiu os 12 pontos. Estou a falar do staging desde o inicio. Dai usar sempre o termo staging. Acho que tem havido uma clara melhoria no festival da canção nos últimos anos, no que toca ao staging (com o staging incrivel do "Grito" a ser o magnum opus). Em termos de palco acredito que este ano, a ir para um estúdio maior, a RTP até esteja a apostar mais. Mas é um ano em que não vejo muitas músicas a serem elevadas por staging, por isso dizer que não vai valer de muito. Eu continuo a achar que foi um erro não fazerem uma reformulação do modelo da votação depois do ano passado. Juris regionais deviam acabar, e devia acabar a conversão absurda para os 12-1 pontos da metade do júri e televoto. Os pontos do televoto deviam ser proporcionais à percentagem do televoto, e o mesmo para os júris. Acho que ter completamente ignorado a polémica/descontentamento que houve é o comportamento habitual da RTP de fechar os olhos, fingir que não aconteceu nada, e seguir bola para a frente. É a mesma atitude que tiveram ao decidir ficar-se no ESC e manter o festival como se nada fosse; apesar das criticas todas e de 90% dos concorrentes do FdC boicotarem a participação. E é também a mesma atitude que têm ao não mudar nada no processo de seleção das músicas, que levou à seleção mediocre de 2026. É também a atitude que têm ao manter o Festival no estúdio em vez de voltar a uma arena como tinham prometido, e era a atitude que tinham em manter os guiões dos programas basicamente inalterados desde 2017. (Vá lá que este ano correram com as teias de aranha das semifinais e finalmente meteram o Vasco e a Filomena a apresentarem estes também). É muito visivel uma atitude de "deixa andar". Tem corrido bem porque temos tido sempre músicas boas e bons resultados na Eurovisão. Mas isso um dia vai acabar se eles não se adaptarem, e 2026 é o primeiro grande sinal disso. E isto não é mandar a baixo completamente o trabalho da RTP, que tem sido bom - simplesmente não podemos ficar debaixo da sombra da bananeira depois de ter tido alguns sucessos, e há que reconhecer quando o nível desce, e fazer algo para garantir que é uma anomalia. Eles têm a politica de não convidar o mesmo compositor duas vezes, e acho que têm que mudar isso porque a certo ponto chegamos a uma situação em que não muito gente que se possa chamar e que esteja disponivel para participar. Deviam começar a fomentar mais o concurso aberto e a partir cada vez mais para um modelo em que os concorrentes vêm daí, na minha opinião. 2026 também pode ser um ano atipico, porque há partida já pode ter havido imensa gente a recusar o convite pela possibildiade de Israel participar, e a qualidade ter descido por terem que ir buscar restos. Veremos como se desenvolve a situação. há 1 hora, blu3car disse: Acho as críticas exageradas. 2025 for uma edição mais forte, mas 2024 por exemplo não teve muitas canções standout além de Grito. Quanto à Eurovisão, pessoalmente não me importo qur a RTP flope este ano, mas qualquer uma das 3 propostas que não boicotaram têm boas hipóteses de se qualificarem com uma boa performance. Principalmente com o júri novamente a votar nas semi-finais. A ideia de que músicas Portuguesas lentas não têm hipótese já foi comprovada como falsa tanta vez desde 2017. Acho que os Bandidos são final na certa. É uma música bonita e que se dá a ser elevada ainda mais por um staging simples e intimista, que é a especialidade da delegação portuguesa. Não acredito que os outros 2 tenham qualquer tipo de chance, demasiado sem identidade e nada memoráveis. E não tem o fator radio friendly dos Napa. Não se safam com a competição que terão na Eurovisão. Citar
Sour Postado 28 de janeiro Postado 28 de janeiro Mas que chaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaatos! 1 Citar
George Postado 28 de janeiro Postado 28 de janeiro Agora é um pouco indiferente, porque a credibilidade do FdC vai ficar muito minada por manter-se associada ao ESC, mas também acho que não faz sentido não repetirem compositores. Isso não acontece em mais lado nenhum. Em relação aos Bandidos acho que estão a ser sobreestimados. A canção não é mesmo nada de especial. E as pessoas estão a ignorar um pouco que eles disseram que só vão à Eurovisão se vencerem. Não acho acho assim tão evidente que eles vençam o FdC. 2 Citar
Bloody Postado 28 de janeiro Postado 28 de janeiro há 1 hora, George disse: Agora é um pouco indiferente, porque a credibilidade do FdC vai ficar muito minada por manter-se associada ao ESC, mas também acho que não faz sentido não repetirem compositores. Isso não acontece em mais lado nenhum. Aonde exatamente? Citar
LAboy 456 Postado 28 de janeiro Postado 28 de janeiro (editado) há 2 horas, George disse: Em relação aos Bandidos acho que estão a ser sobreestimados. A canção não é mesmo nada de especial. E as pessoas estão a ignorar um pouco que eles disseram que só vão à Eurovisão se vencerem. Não acho acho assim tão evidente que eles vençam o FdC. Ainda assim, não estou a ver outro grande favorito certeiro a vencer o FC 2026 deste ano a não ser eles - independentemente da situação corrente + será a RTP assim tão burra ao ter aceitado participar no ESC 2026 e não ter um plano B já delineado e pronto para ser usado no caso em que o André Amaro e os Bandidos do Cante não quiserem realmente ir ao ESC sem vencer o FC? Editado 28 de janeiro por LAboy 456 2 Citar
Sour Postado 29 de janeiro Postado 29 de janeiro há 12 horas, George disse: Agora é um pouco indiferente, porque a credibilidade do FdC vai ficar muito minada por manter-se associada ao ESC, mas também acho que não faz sentido não repetirem compositores. Isso não acontece em mais lado nenhum. Mas eles repetem imensas vezes... Citar
George Postado 29 de janeiro Postado 29 de janeiro há 1 hora, Sour disse: Mas eles repetem imensas vezes... O FdC repete convites a compositores? Citar
Lurdes Postado 29 de janeiro Postado 29 de janeiro Não. Nunca repetiu. O que já aconteceu foi convidar compositores que já foram intérpretes/co-autores de outros. Ou então antigos intérpretes que concorrem por livre submissão. Este ano convidaram uma compositora que já concorreu em livre submissão. Repetir por repetir, não. 2 Citar
User3468 Postado 29 de janeiro Postado 29 de janeiro (editado) há 24 minutos, Lurdes disse: Não. Nunca repetiu. O que já aconteceu foi convidar compositores que já foram intérpretes/co-autores de outros. Ou então antigos intérpretes que concorrem por livre submissão. Este ano convidaram uma compositora que já concorreu em livre submissão. Repetir por repetir, não. Exato. No máximo tivemos, por exemplo, a Cláudia Pascoal enquanto intérprete de uma canção que não era sua em 2018 e depois em 2023 enquanto intérprete da sua própria canção em 2023. Editado 29 de janeiro por User3468 Citar
George Postado 29 de janeiro Postado 29 de janeiro Há nomes que fazia todo o sentido repetirem, tipo Deslandes, Karetus, Tiago Nacarato, No Maka, Milhanas, Agir, Quatro e Meia... E mesmo gente das livres submissões tipo Edmundo Inácio. Até vencedores veria com bons olhos repetirem uma participação como a Iolanda, Mimicat, Luísa Sobral. Misturar nomes já com uma experiência anterior de Festival com outros artistas inéditos iria tornar o concurso muito mais competitivo. O ano passado foi uma excepção nesse aspecto, mas temos tido edições com muitos fillers. Diria que para o ano, uma vez que faz 10 anos desde da reformulação do festival, até seria uma boa ocasião para repetir alguns compositores. 1 Citar
Lurdes Postado 29 de janeiro Postado 29 de janeiro O que é uma estupidez é continuarmos com este regime de ser quase tudo por convite. A qualidade do festival aumentaria muito se isto deixasse de ser assim. Tornou-se um festival de elites que não tem o interesse do grande público... 1 Citar
zeferovic14 Postado 29 de janeiro Postado 29 de janeiro há 17 horas, LAboy 456 disse: Ainda assim, não estou a ver outro grande favorito certeiro a vencer o FC 2026 deste ano a não ser eles - independentemente da situação corrente + será a RTP assim tão burra ao ter aceitado participar no ESC 2026 e não ter um plano B já delineado e pronto para ser usado no caso em que o André Amaro e os Bandidos do Cante não quiserem realmente ir ao ESC sem vencer o FC? Não me surpreendia que a RTP tivesse já um artista, música no background para PLANO B, em caso de não ter mais ninguém. Foretas como são os portugueses, nunca vão arriscar a multa por desistirem mais perto do concurso. Alguém irá cantar na ESC, nem que seja a Filomena Cautela Citar
RPSG Postado 29 de janeiro Postado 29 de janeiro há 22 horas, DanielLuis disse: Eu continuo a achar que foi um erro não fazerem uma reformulação do modelo da votação depois do ano passado. Juris regionais deviam acabar, e devia acabar a conversão absurda para os 12-1 pontos da metade do júri e televoto. Os pontos do televoto deviam ser proporcionais à percentagem do televoto, e o mesmo para os júris. Isso não faz sentido porque uma canção pode receber mais pontos de televoto que de júri, porque estes têm pontuações fixas a atribuir. Se assim fosse basta uma canção ter: 58*7= 406 (7*12)/406 = 21% de televoto para ter o mesmo que o máximo possível que os jurados podem atribuir... Citar
DanielLuis Postado 29 de janeiro Postado 29 de janeiro (editado) há 1 hora, RPSG disse: Isso não faz sentido porque uma canção pode receber mais pontos de televoto que de júri, porque estes têm pontuações fixas a atribuir. Se assim fosse basta uma canção ter: 58*7= 406 (7*12)/406 = 21% de televoto para ter o mesmo que o máximo possível que os jurados podem atribuir... Sim, é uma falha do sistema. É há finais nacionais que adaptaram este sistema para o colmatar (a Albânia, por exemplo, atribui a pontuação máxima do júri à música mais votada pelo televoto, e a pontuação das restantes do televoto é dada pela proporção de televoto que tiveram). Mas eu, pessoalmente, acho que se uma canção consegue ter mais de 20% do televoto numa final a 10/12, merece ter esse pequeno benefício. Se fores ver os dados do FdC de anos anteriores, isso raramente aconteceria. Podes argumentar, e bem, que não é exatamente 50/50 nesse modelo. Mas também não o é no modelo atual, em que os juris fazem rankings completos e podem conscientemente classificar músicas mal para garantir que elas não têm pontos (isto é, votar pela negativa), enquanto que o televoto não consegue fazer isso. Eu continuo a achar que no contexto de uma seleção nacional, acontecer a música favorita do televoto não ter qualquer hipótese matemática à partida para ganhar depois da votação do júri, por mais vontade que seja pelo público, exatamente como aconteceu o ano passado, é um sistema falhado e ultrapassado. há 3 horas, Lurdes disse: O que é uma estupidez é continuarmos com este regime de ser quase tudo por convite. A qualidade do festival aumentaria muito se isto deixasse de ser assim. Tornou-se um festival de elites que não tem o interesse do grande público... Eu concordo completamente. Acho que no mínimo devia passar a ser uma distribuição de algo tipo 70/30 para o concurso aberto. E este 30% devia ser referente a compositores realmente fortes e que merecem o prestígio e o reconhecimento de serem convidados diretamente, e que tenham canções fortes para isso, mesmo que tal implica que tenham que começar a repetir nomes. O volume de artistas estabelecidos em Portugal simplesmente não é suficientemente grande para estar e sempre a convidar compositores novos durante mais de uma década, é óbvio que chega a um ponto em que têm que começar a perguntar ao "Zé da esquina" e a qualidade naturalmente desce. Além de que há outra grande falha neste método, que é os compositores aceitarem porque sim e porque não sabem se voltam a ser convidados, mas sem ter uma canção realmente competitiva e forte. E mais tarde terem uma canção de qualidade mas pensarem que não vale a pena guardar para o FdC porque já não vão ser chamados outra vez, e concorrer ao concurso aberto está a baixo deles. Editado 29 de janeiro por DanielLuis Citar
Sour Postado 30 de janeiro Postado 30 de janeiro (editado) "O Festival da Canção 2026 promete ser um dos mais imprevisíveis de que há memória, tanto pela polémica em torno da participação de Israel na Eurovisão, como pela possibilidade do vencedor não ser o representante nacional. “A RTP vai fazer o Festival da Canção como sempre, depois do Festival veremos” — declarou fonte da estação, quando questionada pela Boa Onda sobre a hipótese de um dos artistas subscritores do manifesto contra Israel vencer o concurso. A estação pública acrescentou ainda que, num cenário de recusa, não há “mais nada a dizer”, remetendo para o que foi anunciado aquando da apresentação oficial do evento Entre os artistas concorrentes encontram-se nomes de diferentes estilos, desde Cristina Branco, Bateu Matou e Rita Dias, até Djodje, Mário Marta e Marquise, passando ainda por Inês Jacaré, Ana Margarida Cana Pereira e EVAYA. As canções estão divididas em duas semifinais agendadas para 21 e 28 de fevereiro, e a grande final acontecerá a 7 de março. O certame, apresentado por Filomena Cautela, Vasco Palmeirim, Catarina Maia e Alexandre Guimarães, deverá decidir quem poderá representar Portugal em maio. A própria RTP já havia esclarecido ao Expresso que, “caso o vencedor não queira representar o país, será escolhido outro concorrente”. Enquanto isso, países como Irlanda, Espanha, Países Baixos, Eslovénia e Islândia já confirmaram a presença na edição de 2026." Fonte: Fórum A Televisão Editado 30 de janeiro por Sour 2 Citar
George Postado 30 de janeiro Postado 30 de janeiro há 34 minutos, Sour disse: A própria RTP já havia esclarecido ao Expresso que, “caso o vencedor não queira representar o país, será escolhido outro concorrente”. Enquanto isso, países como Irlanda, Espanha, Países Baixos, Eslovénia e Islândia já confirmaram a presença na edição de 2026." Fonte: Fórum A Televisão A questão é que pode acontecer mais ninguém querer não tendo vencido e a RTP sabe isso, daí virem com a conversa do "depois do festival veremos". Acho que a não participação de Portugal ainda é uma possibilidade. 2 Citar
Sour Postado 30 de janeiro Postado 30 de janeiro há 51 minutos, George disse: A questão é que pode acontecer mais ninguém querer não tendo vencido e a RTP sabe isso, daí virem com a conversa do "depois do festival veremos". Acho que a não participação de Portugal ainda é uma possibilidade. Cá para mim ainda vamos ter o vencedor do The Voice a nos representar, deve ser o plano B da RTP quase de certeza. Os sites e páginas dos eurofãs falaram imenso sobre ele, e que me lembre, não tem esse hábito. Citar
Manu Tenry Postado 30 de janeiro Postado 30 de janeiro E é um grande sonho do Rafael, participar no Festival e depois Eurovisão. Agora isto seria um presente envenenado para ele, um início de carreira manchado. Citar
Phoenix Postado 30 de janeiro Postado 30 de janeiro Estou um bocadinho obcecada com a proposta da Jerry Heil no Vidbir deste ano. Se vencer (e sabendo desde já que a Jerry Heil é capaz de entregar grandes performances), é bem capaz de se tornar a minha proposta preferida de sempre da Ucrânia no ESC. Citar
User3468 Postado 31 de janeiro Postado 31 de janeiro (editado) há 10 horas, Phoenix disse: Estou um bocadinho obcecada com a proposta da Jerry Heil no Vidbir deste ano. Se vencer (e sabendo desde já que a Jerry Heil é capaz de entregar grandes performances), é bem capaz de se tornar a minha proposta preferida de sempre da Ucrânia no ESC. Mas parece que os ucranianos não estão a gostar. Estive a ler alguns tweets de um ucraniano que dizia que o tema da espiritualidade e da fé lá não são muito populares, muito pela forma como a guerra tem estado a se desencadear. Alguns consideram mesmo a canção um tanto quanto hipócrita. Não sei se ganha, pelo menos com a ajuda do televoto. Editado 31 de janeiro por User3468 Citar
AndreRob Postado 31 de janeiro Postado 31 de janeiro há 12 horas, Phoenix disse: Estou um bocadinho obcecada com a proposta da Jerry Heil no Vidbir deste ano. Se vencer (e sabendo desde já que a Jerry Heil é capaz de entregar grandes performances), é bem capaz de se tornar a minha proposta preferida de sempre da Ucrânia no ESC. Megan 3.0 ? Citar
Phoenix Postado 31 de janeiro Postado 31 de janeiro há 2 horas, User3468 disse: Mas parece que os ucranianos não estão a gostar. Estive a ler alguns tweets de um ucraniano que dizia que o tema da espiritualidade e da fé lá não são muito populares, muito pela forma como a guerra tem estado a se desencadear. Alguns consideram mesmo a canção um tanto quanto hipócrita. Não sei se ganha, pelo menos com a ajuda do televoto. Por acaso reparei naquela parte da letra que diz "I pray for those who don't wanna see Heaven is on Earth" e também pensei que poderia soar um pouco estranha para alguém que é de um país que está em guerra (ou seja, acho que consigo perceber as acusações de hipocrisia). No entanto, acho que a temática "religiosa" está bastante fiel ao estilo artístico da cantora no que diz respeito às propostas que costuma enviar ao Vidbir (tirando a primeira proposta - a "Vegan" - que foi algo completamente diferente) e é um estilo que gostaria de ver no ESC (a "Teresa & Maria" não chegou a este patamar de "sacralidade"). 2 Citar
User3468 Postado 31 de janeiro Postado 31 de janeiro há 5 minutos, Phoenix disse: Por acaso reparei naquela parte da letra que diz "I pray for those who don't wanna see Heaven is on Earth" e também pensei que poderia soar um pouco estranha para alguém que é de um país que está em guerra (ou seja, acho que consigo perceber as acusações de hipocrisia). No entanto, acho que a temática "religiosa" está bastante fiel ao estilo artístico da cantora no que diz respeito às propostas que costuma enviar ao Vidbir (tirando a primeira proposta - a "Vegan" - que foi algo completamente diferente) e é um estilo que gostaria de ver no ESC (a "Teresa & Maria" não chegou a este patamar de "sacralidade"). No estilo da Jerry Heil, é, de facto, uma canção muito boa. Mas a minha favorita (e a que acho que vai ganhar) é a da Monokate (vocalista dos GO_A): 1 Citar
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