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Deviam substituir isto por um reboot do Big Show SIC. O João Baião já está lá. É só chamar também o Macaco Adriano.:adoro:

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há 11 minutos, D91 disse:

Deviam substituir isto por um reboot do Big Show SIC. O João Baião já está lá. É só chamar também o Macaco Adriano.:adoro:

Eu acho que está na hora de ter o Baião apenas de segunda a sexta. O homem trabalha todos os dias da semana. Não pode ser.

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O sucessor terá de ser muito bem pensado, sob pena de ser uma coisa que correu bem durante um ano ou dois e progressivamente vai afundando (é que se for algo na linha do Funtástico, será isso que irá acontecer). Não que o Funtástico seja inabalável, mas está bastante estável, assim como há ainda a RTP. A fórmula que apresentam ao final da tarde é de sucesso. Não estou muito bem a ver como que vão desencantar, especialmente com orçamentos diminutos. 

Editado por Fernando
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há 14 minutos, Matt H disse:

Este programa só faz sentido no verão. Fora da época estival, é voltar com os filmes ou um Big Show SIC.

Big Show SIC é demodé

Nem o FUNtástico chega perto, o Big Show SIC tinha mais variedade

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O Big Show SIC era muito melhor do que isto. Para não falar que tinha um estúdio enorme, rubricas como o Cidade contra Cidade e não iam lá só os cantores populares.

Eu também acho que este programa já deu o que tinha a dar. Deviam acabar com isto e trazer algo novo. As audiências não justificam a continuidade disto.

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há 14 minutos, Lurdes disse:

O estúdio do Big Show SIC era "enorme"? Tinha o mesmo tamanho do Funtástico ou do Estrelas ao Sábado.

O primeiro talvez tivesse o mesmo tamanho.

Mas o último notava-se que era maior.

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O Big Show SIC é um big no, esse comboio há passou há quase dez anos (quando ainda poderia fazer diferença e agitar um pouco as águas). O grande apelo do Big Show SIC, nos anos de 1990, e é por isso que é um programa basilar da televisão que se fez a partir daí, é a sua linguagem televisiva. Ninguém faz programas daquela forma, de uma forma tão informal e, no limite, tão revolucionária. Em 2026 ou 2027, o que o Big Show SIC iria trazer de novo para o panorama português? Resta apenas o revivalismo e o revivalismo resulta sempre, a curto prazo. A longo prazo, tenho as minhas dúvidas, especialmente com os atuais orçamentos. Era manchar a marca só porque sim. 

4 hours ago, D91 said:

O Big Show SIC era muito melhor do que isto. Para não falar que tinha um estúdio enorme, rubricas como o Cidade contra Cidade e não iam lá só os cantores populares.

Eu também acho que este programa já deu o que tinha a dar. Deviam acabar com isto e trazer algo novo. As audiências não justificam a continuidade disto.

Também já tiveste o Cidade contra Cidade no Domingão :haha: Não é por aí. 

O problema do Domingão, para além do aspeto que tem (um programa em fim de linha, está com ainda pior imagem do que o Somos Portugal no final), é a fórmula ter-se esgotado. Foram anos do mesmo, sempre com o mesmo padrão. Aliás, o Domingão deu a ilusão de que estes formatos tinham ainda sucesso porque trouxe meia dúzia de inovações razoavelmente interessantes, quando roubou boa parte do público à TVI, mas morreu "muito rápido". Aqueles anos em que liderou, deveu-se mais ao estado cadavérico do Somos Portugal do que a outra coisa. 

Editado por Fernando
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há 29 minutos, Fernando disse:

Também já tiveste o Cidade contra Cidade no Domingão :haha: Não é por aí. 

O problema do Domingão, para além do aspeto que tem (um programa em fim de linha, está com ainda pior imagem do que o Somos Portugal no final), é a fórmula ter-se esgotado. Foram anos do mesmo, sempre com o mesmo padrão. Aliás, o Domingão deu a ilusão de que estes formatos tinham ainda sucesso porque trouxe meia dúzia de inovações razoavelmente interessantes, quando roubou boa parte do público à TVI, mas morreu "muito rápido". Aqueles anos em que liderou, deveu-se mais ao estado cadavérico do Somos Portugal do que a outra coisa. 

Eu sempre achei que é preferível recuperar as tardes de cinema para o fim de semana do que apostar em programas pimba. Mas se querem fazer um programa que façam algo em condições. Mas sim, o Domingão já devia ter terminado, a fórmula esgotou-se e não há volta a dar em relação a isso.

E para recuperar a marca "Big Show SIC" tinha que ser algo bem feito e que trouxe-se alguma coisa de diferente, o que em 2026 é muito difícil. 

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Sinceramente não sei o que a SIC pode inventar para que tenha um mínimo de sucesso. Não me parece que com o cinema vá lá.

O ideal era algo mais ao estilo do Domingão do Huck de setembro a junho, mas isso implicaria um grande investimento num bom estúdio e com muitos quadros voláteis, e sobretudo um bom apresentador. Mais uma vez só consigo ver o César Mourão em algo do género. O João Manzarra não me parece agregar tanta audiência. Tudo menos o Baião já era bom. Tinha de ser alguém com presença, mas com um cariz mais humorístico.

Depois nos meses de Verão podiam vir com uma versão do À Sombra da Bananeira ou algo do género.

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Eu acho que a solução passa por uma tarde voltada para o público jovem/adultos em idade ativa e menos para o público idoso. Fama + Cinema + Concurso gravado (adaptação de um formato de sucesso internacional). 
Nas tardes de sábado não sei qual será a solução. Cinema não resulta, pimba também não. Formatos mais caros não deve justificar o orçamento. Se não tivessem a grelha da semana empanturrada de novelas até diria que poderia ser opção.

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  • 2 semanas depois...
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O João Paulo sabe-a toda. :rofl: Atira-se para a piscina, mete-se a conduzir motas de água... Os outros que apresentem o programa ahahhahah

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Isto é um flop gigante. Ontem nem esteve no top dos 16 programas mais vistos. Sinceramente, acho que este programa já deu o que tinha a dar.

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há 15 horas, jt9 disse:

O João Paulo sabe-a toda. :rofl: Atira-se para a piscina, mete-se a conduzir motas de água... Os outros que apresentem o programa ahahhahah

Nunca foi tão fácil receber mil euritos. :dog:

  • Haha 6
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On 13/07/2026 at 09:36, D91 disse:

Isto é um flop gigante. Ontem nem esteve no top dos 16 programas mais vistos. Sinceramente, acho que este programa já deu o que tinha a dar.

Eu mantinha-o até Setembro e depois ia arranjar outra coisa.

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On 12/07/2026 at 18:23, jt9 disse:

O João Paulo sabe-a toda. :rofl: Atira-se para a piscina, mete-se a conduzir motas de água... Os outros que apresentem o programa ahahhahah

Fez mister t-shirt molhado? :abismado4:

  • Adoro 1
  • 3 semanas depois...
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Mas quem é o responsável editorial, ou o produtor, por este tipo de decisões?

Qual é, afinal, o papel da música neste formato? Dão voz aos expositores e às gentes da terra durante escassos minutos e, quando a conversa começa realmente a interessar, cortam para mais um momento musical que já vimos e ouvimos centenas de vezes ao longo destes últimos anos.

Se o objetivo é mostrar cada região, então deem prioridade à região e às suas pessoas. Quero muito mais ver um produtor a explicar como se faz o queijo de Azeitão (caso de hoje) do que interromperem esse momento para mais uma música. Ainda agora estava interessado em perceber todo o processo de produção e, de repente, cortam a meio, ou nem isso, para ir para o palco. Faz algum sentido?

E depois acontece o contrário: reduzem o tempo dedicado ao que torna o programa diferenciador, mas conseguem arranjar vários minutos para explicar o passatempo. Na minha opinião, as prioridades estão completamente trocadas.

Nossa Senhora... que equipa de incompetentes. A sensação que dá é que quem toma estas decisões são jovens completamente deslumbrados pelas câmaras, que acham que televisão é só música, palco e animação. Esquecem-se do essencial... nem pensam pela cabeça deles. É o fazer por fazer.

  • Gosto 10
Postado (editado)
há 1 hora, jt9 disse:

Mas quem é o responsável editorial, ou o produtor, por este tipo de decisões?

Qual é, afinal, o papel da música neste formato? Dão voz aos expositores e às gentes da terra durante escassos minutos e, quando a conversa começa realmente a interessar, cortam para mais um momento musical que já vimos e ouvimos centenas de vezes ao longo destes últimos anos.

Se o objetivo é mostrar cada região, então deem prioridade à região e às suas pessoas. Quero muito mais ver um produtor a explicar como se faz o queijo de Azeitão (caso de hoje) do que interromperem esse momento para mais uma música. Ainda agora estava interessado em perceber todo o processo de produção e, de repente, cortam a meio, ou nem isso, para ir para o palco. Faz algum sentido?

E depois acontece o contrário: reduzem o tempo dedicado ao que torna o programa diferenciador, mas conseguem arranjar vários minutos para explicar o passatempo. Na minha opinião, as prioridades estão completamente trocadas.

Nossa Senhora... que equipa de incompetentes. A sensação que dá é que quem toma estas decisões são jovens completamente deslumbrados pelas câmaras, que acham que televisão é só música, palco e animação. Esquecem-se do essencial... nem pensam pela cabeça deles. É o fazer por fazer.

A sensação que dá é que, neste programa, as entrevistas acontecem somente para dar tempo suficiente para as bandas e cantores se prepararem no palco para a próxima atuação musical, pois não há verdadeiro interesse em conhecer as gentes da terra e as suas tradições.

Aliás, em termos gerais, acho o programa mais vazio em conteúdos do que o extinto "Somos Portugal", onde ainda havia umas poucas reportagens sobre a terra em destaque e algumas entrevistas minimamente aprofundadas com pessoais locais. O "Domingão" é apenas barulho.

Editado por marsupilami
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há 1 hora, jt9 disse:

Mas quem é o responsável editorial, ou o produtor, por este tipo de decisões?

Qual é, afinal, o papel da música neste formato? Dão voz aos expositores e às gentes da terra durante escassos minutos e, quando a conversa começa realmente a interessar, cortam para mais um momento musical que já vimos e ouvimos centenas de vezes ao longo destes últimos anos.

Se o objetivo é mostrar cada região, então deem prioridade à região e às suas pessoas. Quero muito mais ver um produtor a explicar como se faz o queijo de Azeitão (caso de hoje) do que interromperem esse momento para mais uma música. Ainda agora estava interessado em perceber todo o processo de produção e, de repente, cortam a meio, ou nem isso, para ir para o palco. Faz algum sentido?

E depois acontece o contrário: reduzem o tempo dedicado ao que torna o programa diferenciador, mas conseguem arranjar vários minutos para explicar o passatempo. Na minha opinião, as prioridades estão completamente trocadas.

Nossa Senhora... que equipa de incompetentes. A sensação que dá é que quem toma estas decisões são jovens completamente deslumbrados pelas câmaras, que acham que televisão é só música, palco e animação. Esquecem-se do essencial... nem pensam pela cabeça deles. É o fazer por fazer.

Isso são decisões da direção de programas, porque acreditam que o que dá audiências é a música e não essas entrevistas. E claro, explicar o passatempo tem a sua importância por causa das chamadas de valor acrescentado, que é para isso que o programa existe.

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