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Duarte com D

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Distintivos de Duarte com D

Querido, nunca vi um mini-break

Querido, nunca vi um mini-break (9/12)

  • Ancião
  • Dedicado
  • Caloiro
  • Perito Raro
  • Veterano Raro

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Reputação

  1. Filme que eu gostava que fosse um sucesso só para alavancar a carreira dela, mas sei que vai ser um flop.
  2. Literacia Financeira é um tópico bastante importante, ainda bem que o aumentam. Agora tirar a sexualidade, e vamos a ver e há lá temas que enfim. Aliás quando era formação cívica, no meu tempo aquela m*rda só servia para justificar as faltas com o Diretor de Turma.
  3. Ter 30 anos nos anos 80 não era o mesmo que ter 30 anos hoje. Basta comparar fotos de pessoas com 30 anos nessa altura com pessoas da mesma idade atualmente, e percebe-se facilmente a diferença, os de antigamente parecem pais dos de agora. Hoje em dia, as pessoas envelhecem muito menos. O Harry Potter, em certos aspetos, é uma obra conservadora e não falo a nível partidário, mas mesmo na sua génese. Afinal, é uma história que nasceu nos anos 80. Por exemplo, as mulheres são quase todas donas de casa, como a Petúnia, a Sra. Weasley e a Sra. Malfoy (esta última tem mais ar de madame da alta sociedade). No caso da Sra. Weasley, isso torna-se ainda mais evidente. Ela é o retrato da típica mulher dedicada à família: tem aquele ar de mãezona, mulher do lar, que ao ver o Harry o enchia de mimos e comida, fazia camisolas de lã à mão e era uma expert em pratos caseiros que todos adoravam. A Sra. Weasley desta adptação , por outro lado, parece uma mulher do século XXI, alguém que prioriza a carreira, gosta de viajar, vai fazer pilates depois do trabalho... Não tem o ar de mãezona. Ao longo da história, são precisamente essas mães, esse amor maternal e a força que dele emana, que salvam o Harry em várias ocasiões: a Lílian que se sacrifica para o proteger, a Sra. Weasley que se torna uma figura materna para ele, e até a mãe do Draco, cujo amor pelo filho a leva a trair o Voldemort e salvar o Harry na Floresta Negra.
  4. Naquela altura, não havia acesso a contraceptivos, muitos, se pudessem, nem sequer teriam tido filhos. Vivo numa aldeia pequena e, pelas histórias de há 50 anos, era comum que quem tivesse muitos filhos acabasse por os 'dar' a outras pessoas, como solteirões ou famílias sem filhos. Havia mesmo casos de crianças deixadas à porta de vizinhos para serem criadas. Muitas dessas crianças recebiam o apelido 'Exposto'. Por isso, não é que quisessem ter tantos filhos, simplesmente não tinham acesso à informação nem aos meios para o evitar. E não, nem tudo 'se criava', como às vezes se diz. Muitos foram mesmo abandonados. Já para não falar que escravizavam os filhos, a minha avó com 6 anos já andava no campo de enxada na mão, nunca foi à escola e morreu com o desgosto de não saber ler.
  5. Duarte com D

    Vale Tudo (2025)

    Mas esses momentos há muito que já são tirados das mocinhas, as vilãs saem sempre por cima, as surras eram O momento das mocinhas, mas até isso lhes tiraram. Depois admiram-se que toda gente ache as mocinhas sonsas e apáticas. São sempre tapetes de vilãs.
  6. Tanta m*rda para depois a novela ser um flop.
  7. Duarte com D

    Famosos

    Se essa foi mesmo a razão, o Ronaldo fez muito bem. A forma como a comunicação social o trata mete nojo , tudo acaba por girar à volta dele, mesmo quando não tem nada a ver. Rapidamente o colocam no centro das atenções. Lembro-me bem do golo do Éder na final Euro. Era um momento dele, único, e mesmo assim surgiram logo manchetes do género: “Ronaldo, o vidente, previu que o golo da vitória seria do Éder”, “Foi Ronaldo quem aconselhou Éder”, “Éder marcou graças ao apoio de Ronaldo”. Um momento que era claramente do Éder acabou por ser, em parte, “roubado” pela necessidade da imprensa em meter o Ronaldo ao barulho. No funeral do Diogo, teria sido a mesma coisa. Fariam de tudo para captar a reação do Ronaldo, empurrando quem fosse preciso, à procura das palavras dele, do que estaria a sentir, da ligação que teve com o falecido na seleção... quando, na realidade, ele nem tinha de estar envolvido nisso. Ainda eram capazes de inventar qualquer coisa do tipo: “Ronaldo falou com o amigo minutos antes do acidente e aconselhou-o a não ir pela estrada.”
  8. "Bons genes". Já agora há maus genes? Que conversa.
  9. Duarte com D

    Famosos

    Não estou a defender a Rita Matias (longe disso) mas que humor parvo é esse? Não é sequer uma questão de “limites do humor” (até porque não os defendo). O que me faz confusão é ver tanta gente a querer criticar a Rita Matias e depois cair no mais puro machismo, atacando-a com frases misóginas e completamente objetificantes. Concorde-se ou não com as posições dela enquanto política, isso não justifica desumanizá-la ou reduzir uma mulher a comentários sobre o corpo ou a aparência, ou o que se fazia com ela a nível sexual. Faz-me lembrar aqueles ataques que, para combater o machismo e envergonhar os machistas, vão fazer piadas insinuando que certos homens “estão no armário” ou “não são verdadeiros homens”, ou seja, combatem preconceito com mais preconceito. Miram na misoginia, praticando homofobia no processo. Ironicamente, muitas dessas pessoas são as mesmas que se dizem contra a misoginia e a homofobia… Querem fazer crítica ou humor político? Ótimo. Há mil formas de o fazer com inteligência e ironia. Mas atacar com base no aspeto físico ou com insinuações nojentas só mostra incoerência , e dá munição fácil a quem depois vai apontar o dedo e dizer “estão a ver o que é o feminismo?” Aliás, esse tipo de atitude acaba por ser uma prenda para ela: gente que se diz feminista e pelas mulheres, mas que aplaude ou dá likes a posts grotescos sobre uma mulher.
  10. Duarte com D

    Famosos

    Acho curioso como as pessoas reagem de forma tão diferente ao humor da Joana Marques e ao do Herman José. Diz-se muitas vezes que a Joana é ofensiva e que o Herman não é, mas na verdade o que muda é a forma como cada um faz humor. Parece-me que os famosos não se incomodam tanto com as piadas do Herman porque ele exagera tudo. Cria personagens, leva traços ao limite, transforma as pessoas em caricaturas. E isso, no fundo, não é levado tão a sério. É como se todos soubessem que aquilo não é bem sobre eles, mas sim sobre uma versão inventada, exagerada, quase absurda. É mais fácil rir e seguir em frente. Com a Joana Marques, a coisa muda de figura. Ela vai buscar o que as pessoas dizem mesmo, o que fazem, como falam. Usa o material real, o que foi dito em entrevistas, em podcasts, em redes sociais, e quando se ouve aquilocom atenção, percebe-se o quão ridículo pode ser e isso dói. Porque não há exagero nem distorção, é só um espelho. E ver-se ao espelho pode ser desconfortável, sobretudo quando o ego é frágil e enorme como o caso de certas figuras publica tipo Rita Pereira. No fundo, como disse a Maria Rueff no video postado atrás, vivemos num tempo em que os egos estão mais inflamados do que nunca. As redes sociais alimentam essa ideia de que somos especiais, únicos, melhores do que os outros. E quando alguém como a Joana aparece e aponta o dedo às figuras públicas, usando as próprias palavras delas para mostrar o ridículo, isso é difícil de engolir. Porque não se pode dizer que é mentira. Está ali, dito por elas, feito por elas. E isso mexe com o ego, porque não há como fugir. A Joana não inventa, só mostra. E há quem não aguente esse confronto com o prórpio ridiculo.
  11. Duarte com D

    Tempo de Viver

    Era um teste à Monica se ela tinha o que era necessário para fazer parte da vingança. Afinal, ela não sabia quem era o tubarão. E o Gonçalo/tubarão, não perdia nada.
  12. Duarte com D

    Tempo de Viver

    A Rita e o Bernardo. Rirta jovem que batia de frente com a Maria Laurinda, como a Soalange com Maria de Fatima. O Bernardo, um justiceiro que nasceu em berço de ouro. Concordo com a Beatriz. O ator do Sebastião esteve muito bem. O personagem era um asqueroso sem fim, e o intérprete soube cumprir perfeitamente o que era exigido. Diferente da Maria Laurinda, ele não era um vilão para se sentir glamour. A Maria Laurinda, a Lídia e a Bárbara, embora vilãs, eram carismáticas porque foram construídas assim. Eram irônicas, bem-vestidas, e a Maria Laurinda, em especial, tinha uma sensualidade marcante, quase falava sussurrando suas falas. (Quando não estava histérica) Já o Sebastião era asqueroso, machista, nojento e o ator soube expressar isso com maestria.
  13. Nunca encomendei nada na Adidas, e tenho esse problema todos os dias, assim como a minha mãe que não tem perfil e conta em nada na internet. Portanto, a fonte é outra, mas que é uma coisa bastante chata, lá isso é.
  14. Duarte com D

    Profissionais Globo

    Pena a Christiane Fridman vir numa altura politicamente correta da Globo, amava uma novela como Vitória.
  15. "podes até pensar que se referem aos “outros” Eu não penso nada, quem pensa é quem votou no Chega o que não foi o meu caso que sei o meu lugar no mundo. Quanto ao resto que dizes, é sobre isso, é um dividir para reinar que está a ser sim muito sedutor para certas minorias, e que a esquerda não está a conseguir reverter.
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