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Mensagem adicionada por Ruben,

Temas a abordar neste tópico:

- Informações referentes ao canal como um todo, não a respeito de um dos seus profissionais;
- Mudanças nos cargos de diretor ou noutros cargos relevantes.

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Audiências SIC: Estação de Arcos é a mais vista em 2025! TVI ainda poderá recuperar

 

A SIC é, até ao momento, o canal de televisão mais visto em Portugal em 2025. A estação já reagiu através de comunicado.

Os dados consolidados das audiências – que incluem tanto a visualização em direto como em gravação – confirmam a liderança da estação do Grupo IMPRESA no acumulado do ano.

Com um share de 14,8%, a SIC supera a concorrência direta, à frente da TVI (14,6%) e da RTP1 (11,2%). A boa performance da estação em junho foi determinante para manter essa vantagem.

Programas de informação como o Jornal da Noite e o Primeiro Jornal, produções de ficção como A Promessa, A Herança, Terra e Paixão e O Outro Lado do Paraíso, além do sucesso no entretenimento com formatos como Casados à Primeira Vista, têm sido peças-chave nesta trajetória.

https://dioguinho.com/audiencias-sic-estacao-de-arcos-e-a-mais-vista-em-2025-tvi-ainda-podera-recuperar/

 

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há 1 hora, Max30 disse:

Audiências SIC: Estação de Arcos é a mais vista em 2025! TVI ainda poderá recuperar

 

A SIC é, até ao momento, o canal de televisão mais visto em Portugal em 2025. A estação já reagiu através de comunicado.

Os dados consolidados das audiências – que incluem tanto a visualização em direto como em gravação – confirmam a liderança da estação do Grupo IMPRESA no acumulado do ano.

Com um share de 14,8%, a SIC supera a concorrência direta, à frente da TVI (14,6%) e da RTP1 (11,2%). A boa performance da estação em junho foi determinante para manter essa vantagem.

Programas de informação como o Jornal da Noite e o Primeiro Jornal, produções de ficção como A Promessa, A Herança, Terra e Paixão e O Outro Lado do Paraíso, além do sucesso no entretenimento com formatos como Casados à Primeira Vista, têm sido peças-chave nesta trajetória.

https://dioguinho.com/audiencias-sic-estacao-de-arcos-e-a-mais-vista-em-2025-tvi-ainda-podera-recuperar/

 

:adoro: A tendência agora até setembro é aumentar essa vantagem. Depois veremos se a TVI tem capacidade de dar a volta mas como está a gestão por aqueles lados, duvido muito.

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há 3 horas, Max30 disse:

Audiências SIC: Estação de Arcos é a mais vista em 2025! TVI ainda poderá recuperar

 

A SIC é, até ao momento, o canal de televisão mais visto em Portugal em 2025. A estação já reagiu através de comunicado.

Os dados consolidados das audiências – que incluem tanto a visualização em direto como em gravação – confirmam a liderança da estação do Grupo IMPRESA no acumulado do ano.

Com um share de 14,8%, a SIC supera a concorrência direta, à frente da TVI (14,6%) e da RTP1 (11,2%). A boa performance da estação em junho foi determinante para manter essa vantagem.

Programas de informação como o Jornal da Noite e o Primeiro Jornal, produções de ficção como A Promessa, A Herança, Terra e Paixão e O Outro Lado do Paraíso, além do sucesso no entretenimento com formatos como Casados à Primeira Vista, têm sido peças-chave nesta trajetória.

https://dioguinho.com/audiencias-sic-estacao-de-arcos-e-a-mais-vista-em-2025-tvi-ainda-podera-recuperar/

 

Estação de Arcos :mico:

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Francisco Pedro Balsemão admite entrada de novos acionistas na Impresa
A sustentabilidade do setor dos media foi o tema central no debate que juntou, no congresso da APDC, os líderes da Impresa, MediaLivre, RTP e Media Capital.

Francisco Pedro Balsemão, CEO do grupo Impresa, admitiu esta terça-feira a entrada de novos acionistas no grupo. “Não estamos fechados à entrada de entidades ou pessoas de fora. Se for uma relação win-win, não fechamos essa porta“, afirmou no 34.º Congresso da APDC, no painel “Debate da Nação dos Media”, que juntou ao início da tarde os administradores dos quatro grupos de media com televisão.

Balsemão lembrou, no entanto, que a entrada e saída de acionistas não tem sido inédita ao longo dos anos. A venda do edifício, inscrita no plano de reestruturação do grupo e em vias de se concretizar, também foi abordada. “É gestão financeira”, resume o responsável.

https://eco.sapo.pt/2025/07/01/francisco-pedro-balsemao-admite-entrada-de-novos-acionistas-na-impresa/

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há 2 minutos, D91 disse:

Francisco Pedro Balsemão admite entrada de novos acionistas na Impresa
A sustentabilidade do setor dos media foi o tema central no debate que juntou, no congresso da APDC, os líderes da Impresa, MediaLivre, RTP e Media Capital.

Francisco Pedro Balsemão, CEO do grupo Impresa, admitiu esta terça-feira a entrada de novos acionistas no grupo. “Não estamos fechados à entrada de entidades ou pessoas de fora. Se for uma relação win-win, não fechamos essa porta“, afirmou no 34.º Congresso da APDC, no painel “Debate da Nação dos Media”, que juntou ao início da tarde os administradores dos quatro grupos de media com televisão.

Balsemão lembrou, no entanto, que a entrada e saída de acionistas não tem sido inédita ao longo dos anos. A venda do edifício, inscrita no plano de reestruturação do grupo e em vias de se concretizar, também foi abordada. “É gestão financeira”, resume o responsável.

https://eco.sapo.pt/2025/07/01/francisco-pedro-balsemao-admite-entrada-de-novos-acionistas-na-impresa/

Aleluia! Finalmente consideram essa possibilidade.

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Andaram a adiar, mas o copo transbordou. Abrir espaço a novos acionistas era mais do que necessário. Tiveram medo de mudar… e agora vão perceber o quanto perderam por esperar tanto tempo.

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há 22 minutos, jt9 disse:

Andaram a adiar, mas o copo transbordou. Abrir espaço a novos acionistas era mais do que necessário. Tiveram medo de mudar… e agora vão perceber o quanto perderam por esperar tanto tempo.

Desde o início que a SIC tem sido, ao fim e ao cabo, um negócio familiar. Entendo que tenha sido uma decisão difícil de tomar (não justificando a demora, claro).

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há 1 hora, D91 disse:

Francisco Pedro Balsemão admite entrada de novos acionistas na Impresa
A sustentabilidade do setor dos media foi o tema central no debate que juntou, no congresso da APDC, os líderes da Impresa, MediaLivre, RTP e Media Capital.

Francisco Pedro Balsemão, CEO do grupo Impresa, admitiu esta terça-feira a entrada de novos acionistas no grupo. “Não estamos fechados à entrada de entidades ou pessoas de fora. Se for uma relação win-win, não fechamos essa porta“, afirmou no 34.º Congresso da APDC, no painel “Debate da Nação dos Media”, que juntou ao início da tarde os administradores dos quatro grupos de media com televisão.

Balsemão lembrou, no entanto, que a entrada e saída de acionistas não tem sido inédita ao longo dos anos. A venda do edifício, inscrita no plano de reestruturação do grupo e em vias de se concretizar, também foi abordada. “É gestão financeira”, resume o responsável.

https://eco.sapo.pt/2025/07/01/francisco-pedro-balsemao-admite-entrada-de-novos-acionistas-na-impresa/

Abrir espaço a um acionista é uma boa decisão, e eles até podem manter a o Grupo Impressa como está....  e vender parte do Expresso e SIC acho que era um bom negócio 

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Vou votar contra isso na Assembleia Geral :nono:

Mais vale ser um canal de classe média que faz das tripas coração para liderar honestamente do que um canal vendido aos barcos de paraísos fiscais que ainda assim flopa :keeporder: -q

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há 7 minutos, Luisão disse:

Vou votar contra isso na Assembleia Geral :nono:

Mais vale ser um canal de classe média que faz das tripas coração para liderar honestamente do que um canal vendido aos barcos de paraísos fiscais que ainda assim flopa :keeporder: -q

:adoro_jj: Que alguém goste de mim um dia como tu defendes a SIC. Que luta pela liderança, isso luta, mas honestamente...!? Zero diferenças da TVI.

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Carlos Moedas ajudou a SIC a arrecadar 500 mil euros de dinheiro público

Segundo os documentos financeiros do festival Tribeca, a Impresa teve de pagar 750 mil dólares pelos direitos do evento e foi esse valor, em euros, que teve de ir buscar. Acabaria por conseguir 500 mil da câmara de Lisboa e 250 mil do Turismo de Portugal, tutelado pelo ministério da Economia. Ou seja, na prática, foi o Estado português a pagar o fee do festival da Impresa/SIC.

Os documentos solicitados pela SÁBADO a estas entidades – um processo que durou mais de nove meses devido à resistência destas de fornecerem esta informação – dão um vislumbre de como o processo decorreu para que a Impresa/SIC tivesse obtido tanto dinheiro para um festival de apenas dois dias e que esteve longe do impacto que anunciava.

O festival teve um prejuízo de 360 mil euros, segundo o Relatório de Execução Financeira, – as receitas foram de €1.464.374 e as despesas de €1.825.168. Se não tivesse tido o apoio público de 750 mil, o evento teria dado um prejuízo ainda maior, superior a 1 milhão de euros.

Quanto à referida Associação Turismo de Lisboa (ATL), que contribuiu com 250 mil euros para o Tribeca, é uma associação que promove e explora o turismo na Grande Lisboa. Junta empresas privadas e a câmara de Lisboa, que preside sempre à associação – no caso, por Carlos Moedas. É fortemente financiada com dinheiros públicos (com subvenções e receitas da exploração de equipamentos públicos).

A ATL enviou-nos documentos e emails sem truncar os nomes. É através desses emails que é possível ver o gabinete de Carlos Moedas a instruir a Impresa/SIC sobre como pedir o dinheiro. Em três semanas, e com a intermediação do gabinete de Carlos Moedas, o assunto ficou resolvido. Um cenário muito diferente do que se passou, por exemplo, com o DocLisboa, evento de cinema que em 2024 arrancou a 22ª edição na mesma altura do Tribeca, mas sem receber apoio financeiro da câmara (que desde 2017 era de €100 mil anuais). A Apordoc, organizadora, disse na altura que solicitou “por diversas vezes reunião com o gabinete” de Carlos Moedas, para resolver o problema do financiamento, mas “nunca obteve qualquer resposta”.

Sábado.

@Afonso2014

Editado por cristovaoga
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SIC muito bem aceitando a ajuda oferecida pela Câmara e associações para um evento cultural de dimensão mundial :clap:

A união faz a força para não prejudicar uma empresa com orçamentos apertados :mail:

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Acordo entre Globo e SIC mira nostalgia e garante dois anos de remakes de novelas brasileiras

A Globo e a portuguesa SIC firmaram novo acordo para produzir remakes de novelas brasileiras icônicas nos próximos dois anos, seguindo o modelo de Dancin’ Days (2012). O foco será ajustar tramas clássicas à realidade local. A SIC manteve o tom reservado, enquanto a Globo celebrou o reforço da parceria de mais de 30 anos. A aposta resgata memórias afetivas, ainda que com pouca reinvenção e muito reaproveitamento

A onda de remakes acaba de cruzar o Atlântico. Portugal se rende ao poder narrativo das telenovelas brasileiras, agora com um novo acordo entre a TV Globo e a SIC. Segundo nota oficial enviada ao site HT, a Globo confirmou que, nos próximos dois anos, a SIC irá produzir remakes de títulos clássicos da teledramaturgia brasileira. Além disso, manterá sua prática já consagrada – e comercialmente segura – de exibir as novelas contemporâneas da Globo no horário nobre português. Até o momento, contudo, a escolha da primeira trama a ser adaptada ainda não foi definida. “Ainda não sabemos qual será o primeiro título”, limitou-se a dizer a emissora.

A SIC – sempre comedida quando o assunto envolve a origem das ideias – foi procurada, mas preferiu manter sua conhecida postura protocolar. “A SIC não comenta parcerias fora dos circuitos restritos dos gabinetes de comunicação”, respondeu a emissora portuguesa.

No entanto, curiosamente, a própria nota enviada pela Globo traz uma fala de Daniel Oliveira, diretor-geral de Entretenimento do Grupo Impresa/SIC: “O público português guarda uma memória afetiva muito forte dessas tramas e dos atores que as protagonizaram. Atualizar e adaptar alguns desses títulos à realidade portuguesa complementa nossa aposta em formatos nacionais – e abre novas oportunidades de conexão com o universo de língua portuguesa”, afirmou, com o tom de quem tenta equilibrar criatividade e dependência externa.

De todo modo, o comunicado marca uma nova fase da parceria entre as empresas – uma relação que, segundo a própria Globo, já dura mais de três décadas. A SIC nasceu em 1992, sendo o primeiro canal de televisão privado lançado em Portugal e criado em parceria com a Globo, que detinha 15% da participação na emissora até 2003. A promessa agora é transformar novelas que marcaram gerações – e que hoje vivem de reprises nostálgicas – em novos produtos “ajustados à realidade portuguesa”. Ou, para usar as palavras do texto enviado pela assessoria da Globo, “a adaptação para Portugal de novelas brasileiras icônicas – a exemplo do que foi feito no passado com “Dancin’ Days”.

A referência a “Dancin’ Days” não é casual. Em 2012, a SIC e a Globo se uniram para recriar a obra de Gilberto Braga (1945-2021) – transformando um clássico setentista brasileiro em um sucesso lusitano contemporâneo. A receita parece ter agradado: misturar a memória afetiva do público com a conveniência de não precisar inventar nada de novo.

Rodrigo Nascimento, head de vendas internacionais da Globo, também comentou o movimento. “A Globo e a SIC compartilham uma história de sucesso construída com base em uma paixão comum por contar boas histórias. Renovar e expandir essa parceria é um reconhecimento da força das nossas narrativas – e do carinho duradouro do público português pelas telenovelas brasileiras (…), agora com um olhar local”, destacou.

O “olhar local”, nesse caso, pode ser lido com parcimônia. Trata-se menos de uma reinvenção cultural e mais de uma adaptação pontual de sotaques, referências geográficas e nomes próprios. A essência – o melodrama, o conflito familiar, o triângulo amoroso inevitável – continuará profundamente brasileiro. O que é o grande trunfo desse tipo de exportação: vender um produto já testado e aprovado, com a embalagem renovada e o valor afetivo associado. Porém, “Vale Tudo” está aí para provar que nem todos esses fatores podem ser definitivos.

https://heloisatolipan.com.br/tv/acordo-entre-globo-e-sic-mira-nostalgia-e-garante-dois-anos-de-remakes-de-novelas-brasileiras-em-portugal/

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há 1 hora, jt9 disse:

Mas essa história dos 500 mil não é novidade. :haha: Foi notícia na altura.

Há novos detalhes, relativamente aos emails, daí ser novamente notícia.

há 1 hora, D91 disse:

Venda de 40% do Grupo Impresa em cima da mesa avança 24 Horas.

Não faz grande sentido um grupo da área do retalho comprar 40% de um grupo de comunicação social cheio de dívidas...

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há 11 horas, cristovaoga disse:

Há novos detalhes, relativamente aos emails, daí ser novamente notícia.

Não faz grande sentido um grupo da área do retalho comprar 40% de um grupo de comunicação social cheio de dívidas...

Nos tempos que correm ninguém investe na comunicação social para ter lucro.

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"Segunda-Feira recebemos a mãe Dolores para anunciar uma grande novidade do take way do Pingo Doce. Será uma comida tradicional da Madeira? Não perca, segunda-feira em direto na Casa Feliz.".

Já está a passar no rodapé louco. :chocada:

Editado por dav01
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