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Pedro M.

Super Nanny [suspenso]

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há 20 minutos, Kandinsky disse:

A Ordem dos Psicólogos Portugueses não determina métodos de trabalho, dita antes o código deontológico inerente à profissão. E é isso que está em cima da mesa no que toca à Super Nanny: ética (deontologia), ou falta dela.

O método pode até ser bom (facto questionável), poderia até ser a base para um programa de televisão (por exemplo com casos encenados). Agora, mostrar a realidade daquela forma, expondo as crianças da forma que expõe, viola, a meu ver, o Código Deontológico da Ordem dos Psicólogos Portugueses.

Se os pais autorizaram, é porque acham que foi o melhor. Por exemplo, nas escolas quando eles são entrevistados para um jornal local ou até mesmo um jornal escolar tem de pedir autorização aos pais para eles serem fotografados, mas, então, eu nunca vi ninguém a queixar-se por uma criança ser exposta desta maneira. Eu acho que isso é ser implicativo, as crianças não sofrerão bullying por ser expostas. Hoje em dia há putos de 5 e 6 anos com facebook ou outras redes sociais e ninguém se queixa. Deixem de ser fechadinhos

Edited by EFernando

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há 1 hora, Forbidden disse:

Uma pessoa que defendeu zoofilia pra mim está mais do que descredibilizada, nem precisava de ter sido expulso da Ordem.

Eu nem me lembro dessa da zoofilia, mas a que causou grande celeuma dentro da comunidade de psicólogos (eu sei do que falo) foi o ele diagnosticar de comportamento patológico a postura do tipo de 26 anos do SS que era virgem (denominou a virgindade como um problema de saúde pública). Tendo ele a plataforma de visibilidade que tem, e sendo esta opinião uma falácia científica, ele violou automaticamente não sei quantos artigos do Código Deontológico dos Psicólogos. Isto é grave.

Aliás, este labrego neste momento é um cidadão, formado em Psicologia, que dá opiniões na televisão. Ele não está formalmente capacitado para exercer e/ou ministrar quaisquer formas de psicoterapia.

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Agora mesmo, Kandinsky disse:

Eu nem me lembro dessa da zoofilia, mas a que causou grande celeuma dentro da comunidade de psicólogos (eu sei do que falo) foi o ele diagnosticar de comportamento patológico a postura do tipo de 26 anos do SS que era virgem (denominou a virgindade como um problema de saúde pública). Tendo ele a plataforma de visibilidade que tem, e sendo esta opinião uma falácia científica, ele violou automaticamente não sei quantos artigos do Código Deontológico dos Psicólogos. Isto é grave.

Aliás, este labrego neste momento é um cidadão, formado em Psicologia, que dá opiniões na televisão. Ele não está formalmente capacitado para exercer e/ou ministrar quaisquer formas de psicoterapia.

Está aqui...

http://www.impala.pt/famosos/animais-via-facil-para-sexo/

Que nojo, nem gosto de pensar nisto. É um grande abuso para com os animais!

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ERC recebeu 292 queixas sobre programa Supernanny

A Entidade Reguladora para a Comunicação Social decidiu, no âmbito do processo aberto após 292 queixas sobre o Supernanny, emitido pela SIC em janeiro, recomendar àquela estação televisiva que preserve a intimidade das crianças em futuros programas.

De acordo com a informação agora publicada na página do regulador, tendo em conta as deliberações adotadas em maio passado, uma das decisões foi a "recomendação à SIC, no seguimento do procedimento aberto pela ERC a propósito do programa Supernanny, que em futuros programas envolvendo a representação de menores, ao obter o consentimento parental ou tutelar para a participação de menores em programas televisivos, descreva de forma detalhada e compreensível o teor de tais programas e os riscos, físicos, psíquicos e sociais associados, facultando de igual modo a informação de que tal consentimento é, nos termos da lei, a todo o tempo revogável".

A ERC aconselha também que a SIC "assegure, em qualquer circunstância, que a exposição mediática das crianças preserva os aspetos invioláveis da sua intimidade e não se centra nos seus comportamentos problemáticos".

"Recomenda-se também que promova a informação, antes e após a exibição de cada programa, de que os processos pedagógicos propugnados não constituem método universal para as situações de conflitualidade familiar, sensibilizando os espetadores para diferentes formas de abordar o processo educativo e salientando a necessidade de recorrer ao acompanhamento especializado adaptado a cada caso", adianta o regulador na mesma informação.

Na deliberação, adotada pelo Conselho Regulador da ERC, lê-se que o processo foi iniciado após "292 participações apresentadas na ERC por cidadãos denunciando a exposição pública de uma menor de idade - sete anos - no contexto de um programa de televisão do género 'reality show', cujo mote consiste precisamente na avaliação psicológica dos comportamentos problemáticos de uma criança em contexto familiar e na demonstração da forma mais adequada de lhes dar resposta".

Aquele órgão, composto por Sebastião Póvoas (presidente), Mário Mesquita, Francisco Azevedo e Silva, Fátima Resende e João Pedro Figueiredo, nota também que, "ao contrário de outros formatos televisivos cujos protagonistas são também crianças, tais como o 'MasterChef Júnior' transmitido pela TVI, o programa 'Supernanny' atua no espaço mais privado da sua vida, o local onde reside e as suas relações e dinâmicas familiares".

"Enquanto nos formatos de talentos, como o referido 'MasterChef Júnior', os menores são apresentados como detendo uma vocação ou habilidade especiais, no 'Supernanny' a criança é exposta e definida pelas características mais negativas da sua personalidade e comportamento, como alguém que é necessário corrigir e modificar", adianta o Conselho Regulador da ERC.

Este órgão conclui que os operadores televisivos devem "tomar as medidas adequadas a evitar o risco de lesão daqueles direitos fundamentais".

Presente num total de 15 países, o programa Supernanny, que estreou a 14 de janeiro deste ano na SIC, retrata casos de crianças indisciplinadas, para as quais uma ama - no formato português, é a psicóloga Teresa Paula Marques - propunha soluções para pais e educadores.

https://www.jn.pt/artes/media/interior/erc-recebeu-292-queixas-sobre-programa-supernanny-9422852.html

 

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há 54 minutos, VascoSantos disse:

ERC recebeu 292 queixas sobre programa Supernanny

A Entidade Reguladora para a Comunicação Social decidiu, no âmbito do processo aberto após 292 queixas sobre o Supernanny, emitido pela SIC em janeiro, recomendar àquela estação televisiva que preserve a intimidade das crianças em futuros programas.

De acordo com a informação agora publicada na página do regulador, tendo em conta as deliberações adotadas em maio passado, uma das decisões foi a "recomendação à SIC, no seguimento do procedimento aberto pela ERC a propósito do programa Supernanny, que em futuros programas envolvendo a representação de menores, ao obter o consentimento parental ou tutelar para a participação de menores em programas televisivos, descreva de forma detalhada e compreensível o teor de tais programas e os riscos, físicos, psíquicos e sociais associados, facultando de igual modo a informação de que tal consentimento é, nos termos da lei, a todo o tempo revogável".

A ERC aconselha também que a SIC "assegure, em qualquer circunstância, que a exposição mediática das crianças preserva os aspetos invioláveis da sua intimidade e não se centra nos seus comportamentos problemáticos".

"Recomenda-se também que promova a informação, antes e após a exibição de cada programa, de que os processos pedagógicos propugnados não constituem método universal para as situações de conflitualidade familiar, sensibilizando os espetadores para diferentes formas de abordar o processo educativo e salientando a necessidade de recorrer ao acompanhamento especializado adaptado a cada caso", adianta o regulador na mesma informação.

Na deliberação, adotada pelo Conselho Regulador da ERC, lê-se que o processo foi iniciado após "292 participações apresentadas na ERC por cidadãos denunciando a exposição pública de uma menor de idade - sete anos - no contexto de um programa de televisão do género 'reality show', cujo mote consiste precisamente na avaliação psicológica dos comportamentos problemáticos de uma criança em contexto familiar e na demonstração da forma mais adequada de lhes dar resposta".

Aquele órgão, composto por Sebastião Póvoas (presidente), Mário Mesquita, Francisco Azevedo e Silva, Fátima Resende e João Pedro Figueiredo, nota também que, "ao contrário de outros formatos televisivos cujos protagonistas são também crianças, tais como o 'MasterChef Júnior' transmitido pela TVI, o programa 'Supernanny' atua no espaço mais privado da sua vida, o local onde reside e as suas relações e dinâmicas familiares".

"Enquanto nos formatos de talentos, como o referido 'MasterChef Júnior', os menores são apresentados como detendo uma vocação ou habilidade especiais, no 'Supernanny' a criança é exposta e definida pelas características mais negativas da sua personalidade e comportamento, como alguém que é necessário corrigir e modificar", adianta o Conselho Regulador da ERC.

Este órgão conclui que os operadores televisivos devem "tomar as medidas adequadas a evitar o risco de lesão daqueles direitos fundamentais".

Presente num total de 15 países, o programa Supernanny, que estreou a 14 de janeiro deste ano na SIC, retrata casos de crianças indisciplinadas, para as quais uma ama - no formato português, é a psicóloga Teresa Paula Marques - propunha soluções para pais e educadores.

https://www.jn.pt/artes/media/interior/erc-recebeu-292-queixas-sobre-programa-supernanny-9422852.html

 

Quer dizer que acabou mesmo ou vai continuar a dar?

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há 14 minutos, luismvsilva97 disse:

Quer dizer que acabou mesmo ou vai continuar a dar?

Não se sabe...

A ERC fez aquelas recomendações à SIC. Veremos se as aceita ou não.

E a decisão de continuar é do tribunal, que ainda está a avaliar o processo. Deve demorar para sabermos uma resposta definitiva.

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Mas isto é apenas uma repetição do que o tribunal já tinha ordenado, não "recomendado", foi uma ordem. O tribunal ordenou que a SIC protegesse a identidade das crianças, ou iriam haver repercussões pra SIC, e daí o programa parou porque a SIC não quis emitir o programa nessas condições. Isto da ERC não vem acrescentar nada de novo na minha ótica.

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Ministério Público quer suspensão efetiva do programa "SuperNanny"

 

A procuradora do Ministério Público considera que o programa da SIC é lesivo para as crianças e que há um dever do Estado em protege-las

O Ministério Público pediu hoje que a suspensão provisória do programa "SuperNanny" se torne efetiva para salvaguardar a imagem das crianças, enquanto a defesa da estação de televisão SIC solicitou que seja defendida a liberdade de expressão.

O julgamento da ação especial de tutela da personalidade interposta pelo Ministério Público e que levou à suspensão provisória do programa decorre no Tribunal de Oeiras e hoje foram apresentadas as alegações finais, numa sessão em que os pais das crianças voltaram a defender os benefícios para a educação dos seus filhos.

Apenas um dos progenitores está em desacordo afirmando que não foi devidamente informado pela mãe da criança.

A procuradora do Ministério Público (MP) defendeu assim que esta suspensão provisória seja convertida numa decisão definitiva para todas as crianças selecionadas para o programa e alvo de imagens, salvaguardando os seus interesses e considerando que a sua defesa é uma legitimidade interventiva do Ministério Público português.

Segundo a Procuradora Luísa Sobral Pinto, no espaço europeu não existe outro Ministério Público que tenha uma intervenção legitimada como tem o português pelo que "dentro da unidade do sistema jurídico português ficaria mal e seria incorreto que (este) não tivesse atuado na defesa do superior interesse destas crianças".

A procuradora considera que o programa é lesivo para as crianças, que há um dever do Estado em protege-las e que o MP faz uma intervenção em representação das crianças "quando os pais não assumem uma proteção séria colocando-os em risco" ao permitir "a exposição pública da sua intimidade".

Esta exposição pública, adiantou, "coloca em perigo a sua dignidade humana de forma lesiva para a formação de personalidade".

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O advogado da estação de televisão SIC defendeu que a posição do Ministério Público é sintomática da visão do Estado, considerando que este é um dos processos mais importantes para a democracia portuguesa nos últimos anos.

"É um processo sobre liberdade. Não só sobre estes menores, que estão ótimos, mas sim em saber até onde o Estado pode e deve ir", disse Tiago Felix.

Segundo o advogado, o pedido do Ministério Público para que seja retirado o programa ou que sejam feitas restrições ao mesmo é uma questão de liberdade pelo que pede ao tribunal que julgue em defesa da liberdade de programação e de educação das crianças por parte dos pais.

O programa 'SuperNanny', entretanto suspenso provisoriamente, ficou envolto em polémica logo após a transmissão do primeiro episódio, emitido pela SIC no dia 14 de janeiro.

A estação de televisão SIC suspendeu o programa a 26 de janeiro, depois de uma decisão do tribunal desencadeada por "uma ação especial de tutela da personalidade" interposta pelo Ministério Público (MP).

Nessa ação foi pedido ao Tribunal que fosse decretado, a título provisório e de imediato, que o programa a emitir não fosse exibido ou, "caso o tribunal julgue mais adequado, que essa exibição fique condicionada à utilização de filtros de imagem e voz que evite a identificação das crianças".

Face a esta decisão a SIC suspendeu o programa. A ação interposta pelo MP esta agora na reta final tendo sido esta segunda-feira apresentadas as alegações finais.

https://www.dn.pt/portugal/interior/ministerio-publico-quer-suspensao-efetiva-do-programa-supernanny-9510061.html

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https://www.publico.pt/2018/07/16/sociedade/noticia/ministerio-publico-vai-recorrer-da-decisao-do-tribunal-que-permite-exibicao-do-terceiro-episodio-1838186

Tribunal deixa exibir 3.º episódio do Supernanny. MP vai recorrer

Tribunal considerou que o primeiro e segundo episódios ameaçam ilícita e directamente a "personalidade moral, a imagem e reserva da intimidade da vida privada, dos menores", pelo que a sua exibição sem filtros está proibida.

A decisão não dá uma vitória clara nem à SIC nem ao Ministério Público. O Tribunal Cível de Oeiras concluiu que todos os registos do primeiro e segundo episódios do programa Supernanny constituem uma “ameaça ilícita e directa à personalidade moral, à imagem e reserva da intimidade da vida privada, dos menores”. Uma ameaça que o tribunal considera que não existe no terceiro episódio (gravado, mas não emitido), pelo que permite que este seja exibido sem colocação de filtros. O Ministério Público (MP) vai recorrer desta parte da decisão proferida nesta segunda-feira.

De acordo com uma nota da Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa, o tribunal concluiu que o primeiro e segundo episódios devem ter o acesso bloqueado ou estar apenas disponíveis com filtros de imagem e voz que não permitam identificar os menores ou os familiares que com eles interagem. Sobre o terceiro episódio, dada a “ausência de ameaça ilícita à personalidade dos menores retratados”, o tribunal decidiu revogar a proibição de exibir o programa sem filtro, como pedira o MP.

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O Tribunal de Oeiras considerou ainda “manifestamente inviável” o pedido do MP para que “todos os eventuais e futuros programas do mesmo formato apenas pudessem ser exibidos nos moldes que o Tribunal viesse a determinar”.
 
Contactada pelo PÚBLICO, fonte oficial da SIC refere que a estação de televisão ainda não foi notificada, pelo não fará comentários.
Na sequência das críticas ao programa, logo após o primeiro episódio a 14 de Janeiro, o MP intentou uma acção especial de tutela da personalidade em representação das crianças e jovens envolvidos, colocando a SIC e a produtora Warner Portugal a defenderem o programa em tribunal.
 
A presidente da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Protecção das Crianças e Jovens, Rosário Farmhouse, foi uma das vozes mais críticas ao programa apresentado por uma psicóloga, por considerar que existe um “elevado risco de o programa violar os direitos das crianças, designadamente o direito à imagem, à reserva da vida privada e à intimidade”. Uma posição partilhada pelo Instituto de Apoio à Criança, a Unicef Portugal e a Comissão dos Direitos Humanos da Ordem dos Advogados.
 
Também a Ordem dos Psicólogos Portugueses, que emitiu parecer negativo sobre o programa, condenou a "prática da psicologia em programas de divulgação maciça".
Edited by Maciel
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É uma vitória para a SIC isto. Esta guerra foi mais uma questão de defender do que mais nada. 

Se bem que transmitir com filtros não dá em nada, e a SIC não vai fazer novos programas. 

Mas lá deixaram transmitir o 3° episódio, e penso que o vão fazer. E não sei se gravaram mais, mas pela notícia parece que não. 

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há 7 horas, Zen10 disse:

Quando será que irão transmitir o episódio libertado? Não podem deixar passar demasiado tempo que ainda proíbem outra vez.

É uma incógnita... 

Mas só deve ser exibido quando houver um buraco por tapar... 

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