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Mensagem adicionada por Ruben,

Temas a abordar neste tópico:

- Informações referentes ao canal como um todo, não a respeito de um dos seus profissionais;
- Mudanças nos cargos de diretor ou noutros cargos relevantes.

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há 4 horas, O Informador disse:

Acredito que venha algo estilo CMTV. Mas já está confirmado que termina a TVI Ficção? É que o canal mesmo com repetições e pouca coisa nova até tem tido bons valores.

Dizem as fontes esta semana que ocupará o lugar da TVI Ficção, que tem quatro títulos em emissão, e a única novela é A Única Mulher.

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há 1 minuto, cristovaoga disse:

Aos domingos dá Prisoneira :vip:

Fala-se de um canal que repentinamente tirou uma das suas novelas que estava a acabar, estando a ser criada a substituta.

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há 3 minutos, João Fernandes disse:

Será que vão anunciar o novo canal amanhã na Festa de Verão?

Devem dizer alguma coisa, a Ana Rita Clara se falar deve desvendar alguma coisa. Será que continua neste novo canal ou será descartada?

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há 3 horas, O Informador disse:

Devem dizer alguma coisa, a Ana Rita Clara se falar deve desvendar alguma coisa. Será que continua neste novo canal ou será descartada?

Vai continuar, ela pôs um post no insta a dizer que iam haver novidades em breve sobre a tvi ficção e estava mortinha para poder contar :riso:

Editado por Pt1111
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2 hours ago, Pt1111 said:

Vai continuar, ela pôs um post no insta a dizer que iam haver novidades em breve sobre a tvi ficção e estava mortinha para poder contar :riso:

Ela ate deve estar satisfeita. Fazer omeletes sem ovos e um cargo ingrato, e assim pode voltar ao entretenimento com um programa dela por la.

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há 11 horas, O Informador disse:

Devem dizer alguma coisa, a Ana Rita Clara se falar deve desvendar alguma coisa. Será que continua neste novo canal ou será descartada?

Deve continuar na equipa do novo diretor do canal Hugo Andrade 

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Desporto, ficção e informação são as apostas do novo canal da TVI

A programação desportiva será uma das apostas do novo canal, que concorre no segmento da CMTV.

A Media Capital confirmou esta terça-feira que canal TVI Ficção vai ser relançado como canal generalista, tal como o +M avançou no final de junho.

“Considerando as tendências e o comportamento dos espectadores — que cada vez mais veem o que querem quando querem — a TVI decidiu fazer evoluir a oferta do TVI Ficção para algo mais completo. Além das novelas e séries que hoje dominam a emissão, o novo canal vai exibir outros produtos de ficção internacionais, bem como programas de entretenimento, desporto e apontamentos de informação“, justifica o grupo que no cabo tem também a CNN Portugal e o TVI Reality.

O objetivo, adianta o grupo em comunicado, será alargar o público-alvo do TVI Ficção, juntando-lhe mais segmentos. Um dos trunfos será a programação desportiva. “A cobertura de eventos e de modalidade que hoje não têm grande expressão na televisão nacional, deverá atrair mais público para o novo canal, com um perfil adulto e mais masculino“, concretiza a Media Capital.

O jornalista João Ricardo Pateiro, que deixou a TSF em maio, após quase três décadas na rádio ainda da Global Media, será um dos rostos da informação desportiva, apurou o +M.

“Enquanto serviço de programas generalista, o novo projeto televisivo não será um corpo estranho no grupo de canais TVI, pelo contrário. Estará em sintonia com o seu ADN, enquanto canal falado em português e que quer estar próximo dos portugueses”, descreve o grupo.

A TVI confirmou também que já requereu as autorizações necessárias para o lançamento do novo projeto e aguarda luz verde para formalizar o anúncio público do novo canal. Será nessa altura que o grupo desvenda o nome e data de arranque do projeto.

Ao que o +M apurou a ideia será o lançamento ocorrer em agosto, eventualmente ainda na primeira quinzena, altura em que é dado o pontapé de saída na próxima época do futebol português.

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Se a informação for uma síntese de 5min, no máximo, não acho mal de todo. Mais tempo que isso, não. E que seja em horários diferentes das generalista-mãe.

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Ambição da Digi esbarra nas negociações com a Media Capital

Operadora apresentou queixas na Concorrência, Anacom e ERC por entender que a Media Capital está a adotar um "comportamento abusivo" nas negociações para acesso a canais.

Além de comunicações fixas e móveis, a Digi pretende fornecer em Portugal um serviço de distribuição de televisão. Mas a nova operadora, que tem de se lançar no mercado até ao final do ano, está a enfrentar dificuldades no acesso aos canais mais vistos pelos portugueses. A empresa apresentou queixas aos reguladores e uma deliberação já é pública, só que é desfavorável à empresa de origem romena.

A Digi já garantiu o acesso a alguns canais, sabe o ECO, mas teve mais dificuldades nas negociações com os grupos que detêm a SIC e a TVI, segundo uma fonte familiarizada com o processo. Pelo menos em relação a esta última, o diferendo acabou por chegar à mesa de várias entidades reguladoras: primeiro, a Digi recorreu à Autoridade da Concorrência no dia 19 de fevereiro, e depois bateu às portas da Anacom e da ERC, no dia 26.

A Digi entende que a Media Capital “vem adotando um comportamento abusivo”, impondo “condições comerciais discriminatórias em relação às impostas aos seus concorrentes que já operam no mercado da distribuição de programas de televisão” e um “preço de venda não equitativo”, segundo um documento publicado pela ERC. Limitar o acesso aos canais TVI e CNN Portugal, argumenta a Digi, prejudica os consumidores.

O documento da ERC sugere mesmo uma rutura das negociações entre a Digi e a Media Capital: “Iniciadas as conversações entre as partes em 7 de novembro de 2022, não lograram estas alcançar um entendimento reciprocamente satisfatório, tendo os contactos formais entre Digi e Media Capital cessado em 29 de janeiro de 2024, data que ficou marcada por uma viva e infrutífera troca de argumentos, por via eletrónica”, escreve o regulador da comunicação social.

Por sua vez, a Media Capital entende que “as condições que propôs são absolutamente razoáveis, seguindo os mesmos princípios relativos às condições que pratica em moldes não discriminatórios e transparentes para todos os distribuidores de TV paga”. Ademais, segundo a ERC, desde 2022 que a Media Capital “tem vindo a discutir com todos os distribuidores a aplicação de uma tabela de preços única para os seus direitos de sinal, tendo todo o interesse em nisso envolver” também a Digi.

Rematando, o grupo de media diz que não tem nenhuma “obrigação de entrega do sinal do canal TVI” e “muito menos de qualquer outro canal do grupo”.

A ERC concorda. O regulador declarou “improcedente a queixa apresentada”, dizendo que a lei não especifica nem impõe “quaisquer serviços de programas televisivos sujeitos a obrigações de transporte ou de entrega em redes de comunicações eletrónicas”. Mas diz “reconhecer, não obstante, que tem a queixosa direito de obter resposta e tutela às suas aspirações de se afirmar como um novo ator de relevo no mercado nacional da prestação de serviços de televisão, e de constituir a sua oferta comercial em condições não discriminatórias relativamente aos demais prestadores presentes no mercado”.

Ler + em: https://eco.sapo.pt/2024/07/08/ambicao-da-digi-esbarra-nas-negociacoes-com-as-televisoes/

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há 1 hora, msm0 disse:

Desporto, ficção e informação são as apostas do novo canal da TVI

A programação desportiva será uma das apostas do novo canal, que concorre no segmento da CMTV.

A Media Capital confirmou esta terça-feira que canal TVI Ficção vai ser relançado como canal generalista, tal como o +M avançou no final de junho.

“Considerando as tendências e o comportamento dos espectadores — que cada vez mais veem o que querem quando querem — a TVI decidiu fazer evoluir a oferta do TVI Ficção para algo mais completo. Além das novelas e séries que hoje dominam a emissão, o novo canal vai exibir outros produtos de ficção internacionais, bem como programas de entretenimento, desporto e apontamentos de informação“, justifica o grupo que no cabo tem também a CNN Portugal e o TVI Reality.

O objetivo, adianta o grupo em comunicado, será alargar o público-alvo do TVI Ficção, juntando-lhe mais segmentos. Um dos trunfos será a programação desportiva. “A cobertura de eventos e de modalidade que hoje não têm grande expressão na televisão nacional, deverá atrair mais público para o novo canal, com um perfil adulto e mais masculino“, concretiza a Media Capital.

O jornalista João Ricardo Pateiro, que deixou a TSF em maio, após quase três décadas na rádio ainda da Global Media, será um dos rostos da informação desportiva, apurou o +M.

“Enquanto serviço de programas generalista, o novo projeto televisivo não será um corpo estranho no grupo de canais TVI, pelo contrário. Estará em sintonia com o seu ADN, enquanto canal falado em português e que quer estar próximo dos portugueses”, descreve o grupo.

A TVI confirmou também que já requereu as autorizações necessárias para o lançamento do novo projeto e aguarda luz verde para formalizar o anúncio público do novo canal. Será nessa altura que o grupo desvenda o nome e data de arranque do projeto.

Ao que o +M apurou a ideia será o lançamento ocorrer em agosto, eventualmente ainda na primeira quinzena, altura em que é dado o pontapé de saída na próxima época do futebol português.

Vamos ver é se este canal não leva é audiência da própria TVI…

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há 1 minuto, RodrigoMarquês. disse:

Vamos ver é se este canal não leva é audiência da própria TVI…

Roubará mais à CM, suponho. Mas aposto em como vão juntar os resultados de ambas quando for para analisar resultados 😅

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há 23 minutos, Mar-Vell disse:

Ambição da Digi esbarra nas negociações com a Media Capital

Operadora apresentou queixas na Concorrência, Anacom e ERC por entender que a Media Capital está a adotar um "comportamento abusivo" nas negociações para acesso a canais.

Além de comunicações fixas e móveis, a Digi pretende fornecer em Portugal um serviço de distribuição de televisão. Mas a nova operadora, que tem de se lançar no mercado até ao final do ano, está a enfrentar dificuldades no acesso aos canais mais vistos pelos portugueses. A empresa apresentou queixas aos reguladores e uma deliberação já é pública, só que é desfavorável à empresa de origem romena.

A Digi já garantiu o acesso a alguns canais, sabe o ECO, mas teve mais dificuldades nas negociações com os grupos que detêm a SIC e a TVI, segundo uma fonte familiarizada com o processo. Pelo menos em relação a esta última, o diferendo acabou por chegar à mesa de várias entidades reguladoras: primeiro, a Digi recorreu à Autoridade da Concorrência no dia 19 de fevereiro, e depois bateu às portas da Anacom e da ERC, no dia 26.

A Digi entende que a Media Capital “vem adotando um comportamento abusivo”, impondo “condições comerciais discriminatórias em relação às impostas aos seus concorrentes que já operam no mercado da distribuição de programas de televisão” e um “preço de venda não equitativo”, segundo um documento publicado pela ERC. Limitar o acesso aos canais TVI e CNN Portugal, argumenta a Digi, prejudica os consumidores.

O documento da ERC sugere mesmo uma rutura das negociações entre a Digi e a Media Capital: “Iniciadas as conversações entre as partes em 7 de novembro de 2022, não lograram estas alcançar um entendimento reciprocamente satisfatório, tendo os contactos formais entre Digi e Media Capital cessado em 29 de janeiro de 2024, data que ficou marcada por uma viva e infrutífera troca de argumentos, por via eletrónica”, escreve o regulador da comunicação social.

Por sua vez, a Media Capital entende que “as condições que propôs são absolutamente razoáveis, seguindo os mesmos princípios relativos às condições que pratica em moldes não discriminatórios e transparentes para todos os distribuidores de TV paga”. Ademais, segundo a ERC, desde 2022 que a Media Capital “tem vindo a discutir com todos os distribuidores a aplicação de uma tabela de preços única para os seus direitos de sinal, tendo todo o interesse em nisso envolver” também a Digi.

Rematando, o grupo de media diz que não tem nenhuma “obrigação de entrega do sinal do canal TVI” e “muito menos de qualquer outro canal do grupo”.

A ERC concorda. O regulador declarou “improcedente a queixa apresentada”, dizendo que a lei não especifica nem impõe “quaisquer serviços de programas televisivos sujeitos a obrigações de transporte ou de entrega em redes de comunicações eletrónicas”. Mas diz “reconhecer, não obstante, que tem a queixosa direito de obter resposta e tutela às suas aspirações de se afirmar como um novo ator de relevo no mercado nacional da prestação de serviços de televisão, e de constituir a sua oferta comercial em condições não discriminatórias relativamente aos demais prestadores presentes no mercado”.

Ler + em: https://eco.sapo.pt/2024/07/08/ambicao-da-digi-esbarra-nas-negociacoes-com-as-televisoes/

Parece-me que a Digi deu especial atenção à TVI, querendo-a todo o custo ao contrário de outros canais menos importantes :surpresa_alberta:

É essencial ser requerida.

Mas Media Capital bem. Tem de ter pulso firme :clap:

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há 2 horas, msm0 disse:

 “A cobertura de eventos e de modalidade que hoje não têm grande expressão na televisão nacional, deverá atrair mais público para o novo canal, com um perfil adulto e mais masculino“, concretiza a Media Capital.

 

 

 

Esta parte do texto chamou-me à  atenção, quando dizem transmitir modalidades que hoje não  tem grande expressão  no panorama  televisivo nacional. Será  que vamos ter uma nova  TVI generalista  a passar jogos das modalidades  de Voleibol, Basquetebol,  Andebol e mesmo transmitir jogos do Campeonato de Portugal de futebol ( 4 divisão) ?

Porque estes eventos são  um facto não  tem cobertura  televisiva adequada.

Postado

Está confirmado o novo canal no cabo: https://eco.sapo.pt/2024/07/09/media-capital-confirma-lancamento-de-novo-canal-generalista/?fbclid=IwZXh0bgNhZW0CMTEAAR3_dR4hypkXdSPUyhgN8-knFJLC-RTOhWn2NsaIGEgURRlFy5hi1qzs0-Q_aem_VL8qxUfHnhrabXVorTXegw 

 

há 29 minutos, emanuel92 disse:

Esta parte do texto chamou-me à  atenção, quando dizem transmitir modalidades que hoje não  tem grande expressão  no panorama  televisivo nacional. Será  que vamos ter uma nova  TVI generalista  a passar jogos das modalidades  de Voleibol, Basquetebol,  Andebol e mesmo transmitir jogos do Campeonato de Portugal de futebol ( 4 divisão) ?

Porque estes eventos são  um facto não  tem cobertura  televisiva adequada.

Provavelmente referem-se a coisas com o Rugby português, de que faz pouco tempo transmitiram um evento e mais alguma modalidade, entrando em concorrência nelas com a Bola TV e se calhar até os canais dos clubes.

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há 4 minutos, Mateus de Santa Cruz disse:

O DONC avança que o canal estreia dia 8 de agosto e irá ser o regresso do +TVI

Já suspeitava , adeus TVI ficção , obrigado Ana Rita, continue pelo menos como subdiretora ou coordenadora de grelha.

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