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«Sol de Inverno» até à morte do Eduardo foi excelente, na minha opinião. Só depois é que se perdeu, a história acabou. Mas está longe, muito longe, de ser uma má novela.

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O Astro foi a quarta telenovela brasileira a estrear em Portugal, tendo obtido um êxito assinalável junto do público.

 


O episódio 119 não foi exibido no dia previsto, devido a um atraso da empresa inglesa que fazia a conversão de sistemas necessária para a exibição na RTP. A TV Guia publicou uma justificação especificando todos os pormenores técnicos. Certamente as donas de casa que leram o artigo ficaram a perceber o mesmo…

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Chegou a ser cogitada a hipótese de ser gravado um final diferente para a exibição na RTP, uma vez que o assassinato de Salomão Hayalla (Dionísio Azevedo) constituía o principal mistério da novela e era difícil controlar totalmente uma revelação antecipada por parte da imprensa.


O Diário de Notícias de 22/03/1979 faz mesmo referência a uma intenção de Janete Clair em escrever o dito final. Note-se que o jornal refere que haviam decorrido três anos desde o final da novela na Rede Globo, quando efectivamente isso tinha acontecido há menos de um ano…

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No entanto, acabou por ser exibido em Portugal o mesmo final que no Brasil.

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Mas o caso mais inusitado sobre O Astro deveu-se a um outro crime, esse sim bem real. Aconteceu na Brandoa, concelho da Amadora, no dia 21/03/1979. Um soldado da GNR chegou a casa e, encontrando o jantar por fazer, pediu explicações à mulher, que se recusou a ir para a cozinha enquanto não terminasse a novela. A violenta discussão do casal culminou com o homicídio da mulher…

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Outro caso noticiado foi o de uma miúda de 10 anos que, com uma mala cheia com 360 contos (em notas e jóias), abalou de casa de seus tios, em fuga programada para o Porto, como “vingança” pelo castigo que lhe fora imposto: não ver O Astro durante uns dias…


Na última semana da novela, a RTP 2 exibiu, no mesmo horário em que iam ao ar os derradeiros episódios, uma série de 4 programas intitulada O Astro em Debate, com apresentação do encenador Ricardo Pais.


Foi lançada uma colecção de 34 fascículos sobre a novela.

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De entre as oito mil cartas recebidas por esta revista, algumas merecem especial destaque:

- Uma leitora de Camarate, arredores de Lisboa, é directa: “Sempre que vejo o Tony Ramos na televisão, sinto-me apaixonada por ele”. Faz ainda um pedido: “Vejam se eu também posso entrar na telenovela”…

- A opinião feminina sobre Tony Ramos parece ser unânime. Uma outra leitora afirma: “Eu adoro o Márcio. Cheguei a um ponto em que já não sei mesmo se estou amando um homem que nem sequer conheço”…

- Uma telespectadora de Guimarães, admiradora de Jôse (Sílvia Salgado) quer salvar-lhe a vida: “Será que posso pedir para ela não morrer?”

- Já uma leitora de Setúbal, torcendo por Lili (Elizabeth Savalla), não esteve com meias medidas: “Eu queria pedir à RTP que cortasse a telenovela, de modo a não exibir as cenas do casamento da Jôse com o Márcio” porque “eu quero que o Márcio se case com a Lili”.

- Um leitor do Porto quis “medir” as relações entre Clô (Tereza Rachel) e Herculano Quintanilha (Francisco Cuoco): “A quanto equivalem, em escudos, os 800 mil cruzeiros que a mãe de Márcio emprestou a Herculano?”. Eram quase 1600 contos…

- Um grupo de alunas de um liceu portuense faz um apelo à autora: “Sabemos que no Brasil o povo dá a sua opinião sobre o fim da telenovela e que Janete Clair ouve e atende. Nós não achamos justo que um amor como o de Amanda e Herculano termine mal. Janete Clair, como mulher, não pode ser contra o amor e aquele amor tão ardente, aquele dar-se daquela mulher soberba seriam justamente compensados com um final feliz”.

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Herculano Quintanilha despertou alguma curiosidade do público em relação às ciências esotéricas, embora fosse evidente que a sua actuação era de puro charlatão, como foi afirmado pelo conhecido astrólogo português Horus (pseudónimo de Raul Lapa) em entrevista ao Se7e.

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A banda sonora foi lançada em LP:

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LADO A

1. UM JEITO ESTÚPIDO DE TE AMAR – Maria Bethânia
2. SACO DE FEIJÃO – Beth Carvalho
3. ESTADO DE FOTOGRAFIA – Vanusa
4. NÊGA – Emílio Santiago
5. OLHA – Marília Barbosa

LADO B

1. BIJUTERIAS (Abertura) – João Bosco
2. QUE PENA – Peninha
3. TROCANDO EM MIÚDOS – Francis Hime
4. BOI DA CARA BRANCA – Hélio Mateus
5. AMBIÇÃO – Rita Lee
6. É HORA – Djavan

 


Curiosamente, quando em 2007 a editora Som Livre relançou, no Brasil, uma série de bandas sonoras de telenovelas, a capa e a contracapa para o CD de O Astro foram recriadas a partir da edição portuguesa, que continha menos músicas que o original.


Foi também editado um single com o tema Oração de São Francisco, interpretado por Paulo Henrique.

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A história de O Astro foi publicada numa versão romanceada em dois volumes, escrita por Eduardo Borsato, lançada pela Agência Portuguesa de Revistas.

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A revista Plateia lançou dois números especiais dedicados à novela.

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Após o término de O Astro, houve um hiato nas telenovelas brasileiras. Foi exibida na RTP 2 a novela venezuelana D. Bárbara, de 24 capítulos.


Em Abril de 1979, chegou às salas de cinema portuguesas o filme Amante Muito Louca, protagonizado por Tereza Rachel e também com Stepan Nercessian no elenco. O filme era anunciado fazendo referência a “Clô e Alan”.

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Exibição:
16/10/1978 – 05/07/1979 (RTP 1)

 

Número de capítulos:
186

Produção:
Rede Globo (1977/1978)

Novela de:
Janete Clair

Direcção geral:
Daniel Filho

 

 

In Brinca Brincando 

Postado

 

há 11 minutos, Harry Cameron disse:

10 melhores médias de novelas na era GFK

1. Dancin' Days - SIC - 15,8 / 32,3

2. Gabriela - SIC - 15,7 / 34,7 

3. Mar Salgado - SIC - 15.2 / 31.5

4. Espírito Indomável - TVI - 14 / 38.3

5. Sol de Inverno - SIC - 14 / 28.5

6. A Única Mulher - TVI - 13.9 / 29.1

7. Coração D'Ouro - SIC - 13.2 / 27.4

8. O Beijo do Escorpião - TVI - 13 / 27.6

9. Louco Amor - TVI - 12.9 / 29.7

10. Avenida Brasil - SIC - 12.4 / 31.4

Rainha das Flores fez 14. não 15 de rating.

Eu tinha lido que estreiou com 15. Enfim. Já agora, SdI teve melhor média que a de EI, pq o conta na contagem das médias é a consistência (em termos de milhões de espetadores), e picos mais baixos = média menos consistente. E EI teve um pico mínimo pior que o de SdI.

Postado (editado)
 
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Escrava Isaura foi a primeira telenovela a ser exibida à hora do almoço ( e a 3ª a estrear) , na RTP 1. As transmissões deste horário eram feitas a partir dos estúdios do Monte da Virgem, para onde as bobinas de Escrava Isaura“voavam” diretamente do Rio de Janeiro.

 


De modo a abranger um público mais vasto, foi criado um horário alternativo (às 22:30, na RTP 2), com um desfasamento de dois dias.


Entretanto, a RTP decidiu reduzir o seu tempo de emissão, medida que passou, essencialmente, por suspender o período de emissão da hora do almoço após 07/07/1978, dia em que foi exibido o penúltimo capítulo. Por este motivo, o último capítulo foi apresentado, a título excecional, às 20:00 de sábado, dia 08/07/1978. A RTP justificou ao jornal Se7e esta decisão: “Não se justificava que fôssemos abrir o período da hora do almoço, encerrado desde a véspera, para não faltar com a transmissão do folhetim, desde sempre apresentado naquele horário”.


Embora a estratégia de redução das emissões passasse também pela suspensão do segundo canal, este manteve-se no ar durante mais algumas semanas, pelo que o horário alternativo prosseguiu normalmente, terminando na quarta-feira seguinte.


Nesta altura, foi lançado o homónimo livro de Bernardo Guimarães, por três editoras diferentes (Agência Portuguesa de Revistas, Editora Europa-América e Editora Nova Crítica), sempre com uma capa alusiva à telenovela.

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A revista Plateia, aquando do final de Escrava Isaura, colocou nas bancas um número especial inteiramente dedicado à novela.

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Houve ainda uma publicação da Agência Portuguesa de Revistas, com a história de Bernardo Guimarães em banda desenhada.

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A banda sonora foi lançada em EP.

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LADO A
1. RETIRANTES – Dorival Caymmi
2. BANZO – Os Tincoãs

LADO B
1. MÃE PRETA – Coral Som Livre
2. NANÃ – Orquestra Som Livre
3. AMOR SEM MEDO – Francis Hime

 

A novela contou com a participação de Ana Maria Grova, uma atriz nascida em Moçambique na época em que este país era ainda uma província ultramarina de Portugal, e que já conhecíamos de O Casarão. Interpretou a personagem Eneida, que denunciava o paradeiro de Isaura quando esta se encontrava foragida com Álvaro.

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Maria das Graças, que interpretou a personagem Santa, viria a viver em Portugal alguns anos depois e, após a reexibição da telenovela pela SIC, em 1995, voltou a ser requisitada para trabalhar como atriz, tendo participado no programa Isto É o Agildo, transmitido pela RTP 1.

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Escrava Isaura
Isto É o Agildo

A reposição da SIC foi ao ar às 18:15, entre junho e julho de 1995. Nesta ocasião, foi comprada uma versão compactada de 30 capítulos de 30 minutos, tendo sido exibidos dois capítulos por dia.


A mesma versão pôde ser vista na faixa GNT Clássicos, no extinto canal GNT, às terças e quintas-feiras, por volta das 21 horas, entre 1999 e 2000.

Exibição:
20/02/1978 – 08/07/1978 (RTP 1)
22/02/1978 – 12/07/1978 (RTP 2)

 

Número de capítulos:
100

Produção:
Rede Globo (1976/1977)

Novela de:
Gilberto Braga

Inspirada no romance A Escrava Isaura, de Bernardo Guimarães

Direção geral:
Herval Rossano

 

 

In Brinca Brincando 

Editado por FLP
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há 3 minutos, Johnman disse:

 

Eu tinha lido que estreiou com 15. Enfim. Já agora, SdI teve melhor média que a de EI, pq o conta na contagem das médias é a consistência (em termos de milhões de espetadores), e picos mais baixos = média menos consistente. E EI teve um pico mínimo pior que o de SdI.

14,0 / 27,6 foi o resultado da estreia de Rainha das Flores.

Esclarecido? ;) 

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há 10 horas, FLP disse:

Mt se critica Sol de Inverno, mas os números estão ai.. :) 

Feitiço de Amor, foi só horrível e teve uma média excelente.

há 10 horas, Johnman disse:

 

Eu tinha lido que estreiou com 15. Enfim. Já agora, SdI teve melhor média que a de EI, pq o conta na contagem das médias é a consistência (em termos de milhões de espetadores), e picos mais baixos = média menos consistente. E EI teve um pico mínimo pior que o de SdI.

Confundis-te com a média em Vosdal.

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@SIM Pois, deve ter sido isso. Eu por acaso ainda estou em dúvida se as novelas estreiadas pós-VOSDAL têm de ter as suas médias contadas a partir do LIVE ou VOSDAL. Eu acho que LIVE é mais justo, mas não sei com toda a certeza.

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Agora mesmo, Johnman disse:

@SIM Pois, deve ter sido isso. Eu por acaso ainda estou em dúvida se as novelas estreiadas pós-VOSDAL têm de ter as suas médias contadas a partir do LIVE ou VOSDAL. Eu acho que LIVE é mais justo, mas não sei com toda a certeza.

Eu acho que o Live é o mais justo, mas o indicado será contar com o Vosdal. Temos que avançar, porque senão daqui a 20 anos ainda falamos em Live e metade dos espetadores pode ver mais tarde. Por isso eu penso que devemos contar os resultados em Vosdal pelo menos nas novelas que estrearam depois de se contar dessa forma.

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Agora mesmo, SIM disse:

Eu acho que o Live é o mais justo, mas o indicado será contar com o Vosdal. Temos que avançar, porque senão daqui a 20 anos ainda falamos em Live e metade dos espetadores pode ver mais tarde. Por isso eu penso que devemos contar os resultados em Vosdal pelo menos nas novelas que estrearam depois de se contar dessa forma.

O problema e que estar a comparar médias de LIVE com VOSDAL não é muito justo, acho eu... mas como dizes, os tempos vão mudando, e temos que nos ir adaptando a isso.

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há 3 horas, SIM disse:

Feitiço de Amor, foi só horrível e teve uma média excelente.

Confundis-te com a média em Vosdal.

Eu também detestei 'Feitiço de Amor', talvez a novela mais sobrevalorizada de sempre e que inclusive terminou com uma média superior á da "minha" 'Tempo de Viver'! :|

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há 13 minutos, Maya disse:

Eu também detestei 'Feitiço de Amor', talvez a novela mais sobrevalorizada de sempre e que inclusive terminou com uma média superior á da "minha" 'Tempo de Viver'! :|

Tecnicamente, acho que ninguém gosta de Feitiço de Amor, e que só foi tão vista pelo fator Rita Pereira :P Esta saída do grande sucesso de Doce Fugitiva teve um upgrade, e também não esqueçamos que FdA tinha muletas de A Outra e Fascínios quando começou.

Mas também, injustiças nas audiências não são poucas. Alguma vez Dei-te Quase Tudo merecia ser mais vista que Ninguém Como Tu... essa sim é que é um bocado para o sobreestimada.

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há 10 horas, Johnman disse:

 

 
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Dando-se a conhecer ao público português em 15/10/1979, Dancin’ Days foi exibida no horário nobre da RTP 1, terminando em 19/06/1980.

 

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O último capítulo, por ter uma duração superior ao habitual, foi exibido em duas partes, nos dias 18 e 19. Ao mesmo tempo em que eram exibidas as derradeiras cenas, a RTP 2 punha no ar Inquérito Dancin’ Days, um programa de opinião sobre a novela. Pelo facto da exibição ser simultânea, era de esperar que só quem não acompanhou a novela fosse dispor-se a assistir a este programa sobre a mesma…


Embora no início de 1980 um televisor a cores fosse ainda considerado um bem de luxo, quem já dispunha de um pôde acompanhar os últimos capítulos de Dancin’ Days a cores.


Nesta época, a proliferação da língua inglesa não tinha ainda atingido o nível que se verifica hoje em dia, pelo que algumas pessoas poderiam ter dificuldade em entender o título da novela. Talvez por isso a TV Guia usasse frequentemente a expressão Dias Dançantes para se referir à mesma.

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Durante a exibição de Dancin’ Days, foram lançados em Portugal os livros Manuscrito do Heróico Empregadinho de Bordel e À Hora do Café, escritos por Mário Lago e Joana Fomm, respetivamente.

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Tamanho foi o sucesso da novela que até um chocolate com a sua marca apareceu por cá. Foi um lançamento dos Chocolates Rajá, que ainda ofereciam, em cada tablete, um cromo a cores com figuras e cenas da novela!


O coordenador de produção de Dancin’ Days, Almeida Santos, é de origem portuguesa. Iniciou a sua atividade cinematográfica em Lisboa, nos anos 50, indo mais tarde para o Brasil, onde também produziu a primeira novela exibida em Portugal, Gabriela.


A novela teve direito a uma revista própria, publicada em 34 números.

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A Agência Portuguesa de Revistas lançou ainda uma versão romanceada da novela.

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Em 1988, foram vendidos em Portugal alguns volumes da coleção Telenovelas – Campeões de Audiência, entre os quais uma outra adaptação de Dancin’ Days.

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Algumas músicas da banda sonora foram lançadas num maxi EP:

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LADO A

1. AMANHÃ – Guilherme Arantes
2. DANCIN’ DAYS MEDLEY – Harmony Cats
3. ANTES QUE ACONTEÇA – Marília Barbosa

LADO B

1. AMANTE AMADO – Jorge Ben
2. AGORA É MODA – Rita Lee
3. KITCHE ZONA SUL – Ronaldo Resedá

 


Foi ainda lançado um LP pelas Edições Rossil, que continha versões piratas dos temas nacionais e internacionais da novela.

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Em fevereiro de 1980, vieram a Portugal os atores Mário Lago, Lauro Corona e Gracinda Freire. Lauro Corona foi a estrela do Carnaval de Tomar.


As Frenéticas, intérpretes do tema de abertura da novela, foram estrelas no Festival RTP da Canção e tiveram o seu êxito lançado num single.

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Em 1985, as Seleções do Reader’s Digest lançaram um disco intitulado Sucessos das Telenovelas, que, apesar de trazer na capa o logotipo de Dancin’ Days, não continha qualquer música desta novela…

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Dancin’ Days voltou aos ecrãs portugueses em 1999, no canal GNT.


Em fevereiro de 2011, foi destaque na imprensa o bizarro caso de Augusta Martinho, uma idosa cujo cadáver foi encontrado quase nove anos depois desta ter morrido, no apartamento em que vivia sozinha, em Rio de Mouro. Entre os objetos que decoravam a sua sala, estava um poster do ator Cláudio Corrêa e Castro, da época de Dancin’ Days.

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Em junho de 2012, a SIC estreou, em regime de co-produção com a TV Globo, a versão portuguesa de Dancin’ Days.

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Exibição:
15/10/1979 – 19/06/1980 (RTP 1)

 

Número de capítulos:
174

Produção:
Rede Globo (1978/1979)

Novela de:
Gilberto Braga

Direção geral:
Daniel Filho

 

In Brinca Brincando 

Editado por FLP
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há 1 minuto, JDuarte disse:

Naquela imagem com varios titulos.

 
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Apesar de ter ido ao ar quando todas as telenovelas brasileiras faziam grande sucesso, Olhai os Lírios do Campo foi, provavelmente, a telenovela mais criticada entre todas aquelas que tinham sido exibidas pela televisão portuguesa até à data.

 


Numa época em que era vista apenas uma telenovela brasileira, ou no máximo duas, a expectativa em relação às estreias era muito maior. Quando Água Viva estava a chegar ao fim, chegou a noticiar-se a estreia de O Bem-Amado em sua substituição, uma telenovela já muito aguardada, cuja demora em chegar aos ecrãs portugueses nunca foi muito bem explicada. Porém, de um dia para o outro, foi divulgada a informação de que afinal iríamos ver Olhai os Lírios do Campo, uma produção que passara quase despercebida no Brasil.


Questionada pela TV Guia sobre a compra de Olhai os Lírios, Maria Elisa respondeu que não era tarefa fácil adaptar para televisão um livro tão emblemático como a obra mais lida de Érico Veríssimo, daí não tecer juízos de valor sobre as críticas feitas a esta novela. Por outro lado, esclareceu não ser do seu interesse que a RTP adquirisse uma telenovela do horário “das sete” ou “das oito”, dado serem produtos para grandes audiências com um cariz comercial excessivo. Portanto, a última aquisição à Globo teria de ser, com certeza, uma “novela das seis”, adaptada de uma importante obra da literatura, como, por sinal, eram à data todas as novelas desse horário. Ficou por discutir a baixa audiência de Olhai os Lírios do Campo comparativamente às outras “novelas das seis”, mas ficou implícito que a escolhida não era Ciranda de Pedra, apenas pelo facto da sua exibição na Rede Globo ainda não ter acabado.


Ciranda de Pedra estrearia poucos meses depois, à hora do almoço, quando Olhai os Lírios do Campo ainda ia a meio.


Embora não tenha sido um fracasso em Portugal, devido à época em que passou por aqui, esta telenovela também foi muito criticada pela imprensa portuguesa. Ainda antes da estreia, a TV Guia publicou alguns artigos em que eram transcritos excertos da imprensa brasileira a atacar duramente Olhai os Lírios.


Em outra ocasião, foram dadas algumas informações sobre o autor, Geraldo Vietri, que, desiludido com o resultado, não havia escrito a novela até ao fim, tendo sido substituído por Wilson Rocha, cujo trabalho já conhecíamos do Sítio do Picapau Amarelo.


Com o decorrer do tempo, qualquer referência a Olhai os Lírios é pejorativa. Citada como “os lírios murchos” ou como “uma telenovela que não deixou saudades”, talvez tenha contribuído para que fosse muito boa a aceitação da primeira telenovela portuguesa, Vila Faia, exibida logo a seguir.


Na semana em que foram ao ar os últimos capítulos, a revista Maria regozijou-se, comentando que Érico Veríssimo finalmente poderia descansar em paz.


Porém, dentro dos programas que eram transmitidos na televisão portuguesa durante esses meses, Olhai os Lírios sempre teve um lugar cativo. O êxito relativo levou a que fosse comercializado um LP com os temas da telenovela.

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LADO A

1. ESSES MOÇOS – Fábio Jr.
2. CANTO TRISTE – Jane Duboc
3. ABANDONO – Ivor Lancellotti
4. GIRA… GIRA (YIRA… YIRA) – Cauby Peixoto

LADO B

1. OLHA A LUA – Olívia
2. AGORA – Joana
3. SUBLIME TORTURA – Miucha e Tom Jobim

 

Por outro lado, o livro de Érico Veríssimo, há muito lançado pela Livros do Brasil, tornou a esgotar-se, sendo publicadas novas edições.

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No final da novela, a revista Plateia, numa das suas edições, publicou um destacável sobre a novela.

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Em fevereiro de 1982, Thaís de Andrade e Mário Cardoso vieram a Portugal e foram reis do Carnaval de Tomar.

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Exibição:
15/10/1981 – 19/03/1982 (RTP 1)

 

Número de capítulos:
108

Produção:
Rede Globo (1980)

Novela de:
Geraldo Vietri
Wilson Rocha

Inspirada no romance homónimo de Érico Veríssimo

Direção geral:
Herval Rossano

 

 

In Brinca Brincando

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há 1 minuto, JDuarte disse:

Já conhecias?

Descobri recentemente. Tinha ideia de Ciranda de Pedra, por se ter falado na altura do remake, mas desta não fazia ideia.

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Eu lembro-me de ouvir falar de Olhai Os Lírios do Campo. Passei a conhecer quando uma mulher portuguesa comentou no youtube que gostava dessa novela. Com certeza é mais uma das tantas novelas das seis esquecidas.

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Os Melhores e os Piores de 2015

Melhor Novela: Verdades Secretas
Melhor Realização: Verdades Secretas
Melhor Elenco: Santa Bárbara 
Melhor Autor: Walcyr Carrasco 
Novela mais Emocionante: Além do Tempo 
Novela mais Dramática: Além do Tempo
Novela mais Cómica: Coração D'Ouro (?) 
Melhor Série: Beirais
Melhor Ator: Rodrigo Lombardi - Verdades Secretas 
Melhor Atriz: São José Correia - Santa Bárbara 
Melhor Ator Secundário: Luís Gaspar - Santa Bárbara 
Melhor Atriz Secundária: Grazi Massafera - Verdades Secretas
Revelação do Ano: MIguel Taborda - Santa Bárbara 
Melhor Imagem:
A Regra do Jogo 
Melhor Direção de Arte: Além do Tempo 
Melhor Guarda Roupa: Além do Tempo 
Melhor Banda Sonora: A Única Mulher  

 

Pior Novela: Poderosas
Pior Realização: Poderosas
Pior Elenco: Poderosas
Pior Autor: Patrícia Muller
Pior Ator: Lourenço Ortigão - A Única Mulher  
Pior Atriz: Margarida Marinho - Poderosas
Pior Ator Secundário: Angelo Rodrigues - Poderosas 
Pior Atriz Secundária: Lia Carvalho - Poderosas

 

Espero não ter-me enganado no tópico :D 

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Adoro este género de iniciativas @Harry Cameron É bom para depois podermos trocar impressões! 

 

Ficção Nacional - Os Melhores 

Melhor Novela: Mar Salgado 

Melhor Realização: Mar Salgado / Santa Bárbara 

Melhor Elenco: Santa Bárbara 

Melhor Autor: Artur Ribeiro  

Novela mais Emocionante: Santa Bárbara 

Novela mais Dramática: Mar Salgado 

Novela mais Cómica: Jardins Proibidos 

Melhor Série: Bem Vindos a Beirais 

Melhor Ator: Albano Jerónimo - Santa Bárbara 

Melhor Atriz: São José Correia - Santa Bárbara 

Melhor Ator Secundário: António Capello - Mar Salgado  

Melhor Atriz Secundária: Maria João Pinho - Mar Salgado 

Revelação do Ano: Ana Sofia Martins - A Única Mulher  

Melhor Imagem: Jardins Proibidos 

Melhor Direção de Arte: Santa Bárbara 

Melhor Guarda Roupa: Bem Vindos a Beirais 

Melhor Banda Sonora: A Única Mulher 

 

Ficção Nacional - Os Piores: 

Pior Novela: Poderosas 

Pior Realização: Poderosas 

Pior Elenco: Poderosas 

Pior Autor: Patrícia Muller 

Pior Ator: Rogério Samora - Poderosas 

Pior Atriz: Diana Chaves - Coração D'Ouro 

Pior Ator Secundário: Pedro Sousa - Poderosas

Pior Atriz Secundária: Andreia Dinis - Poderosas 

Pior Imagem: Poderosas 
 

há 4 minutos, SIM disse:

Miguel Taborda só aparece numa novela em 2016 e é a revelação de 2015? Onde anda a Ana Sofia Martins?

Mas 'Santa Bárbara' estreou em 2015 meu caro SIM.

Junta-te a nós!

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