Jump to content
Narrative Lab: Inscrições Abertas ×

Posts Recomendados

Postado
há 1 minuto, Duarte com D disse:

Ninguém está interessado, ninguém quer. A questão é que isto é muito mais grave do que desejos pessoais de querer ou não. Nós temos de nos defender e olhar para o problema com olhos de ver.

Se a Europa não está preparada, Portugal deve estar menos preparado que todos, especialmente os próprios portugueses.

Os portugueses estão-se a cag*r para tudo, vivem no seu mundinho à parte. Ainda outro dia falamos das questões ambientais e de como os tugas fazem o mínimo ou nada, nem apanhar o autocarro apanham.

Os portugueses querem saber das suas rotinazinhas, das suas carreiras administrativazinhas, de dar graxa ao patrão, picar o ponto, ir embora e, à sexta e ao sábado, jantar fora. Ao domingo, passear durante a tarde.

Questões mais globais, mais superiores, como guerras, questões ambientais e afins? Os portugueses querem lá saber. O que importa é que o leitão está caro.

Olha, acredites ou não: estava a preparar-me para escrever um textão para dizer exatamente o que disseste. E depois vi a tua resposta. É isto, sem tirar nem pôr!

Acho fascinante esta hipocrisia juvenil: querem proteger a Europa de perigos externos, desde que não sejam eles a lutar. O @AndreRob quer mais armamento europeu. Eu também quero! Mas quem é que dispara as armas? O Robocop? Metam na vossa cabeça o seguinte: instituir de novo o serviço militar obrigatório - obviamente noutros moldes - não é um devaneio militarista. É a ÚNICA forma de nos prepararmos para uma guerra. Não com o objetivo de a provocarmos, mas como forma de resistirmos. Política de dissuasão - conhecem?

Sabem, por acaso, o que é que acontece se um país estrangeiro atacar Portugal? Sabem? Somos mobilizados para a guerra, quer queiramos quer não. Porquê? Porque servir o Estado é um dever constitucional de todos os cidadãos! Não seria mais útil formar soldados, com tempo, para qualquer eventualidade? Digo eu... 

Que piada esta de estarmos a entrar numa guerra mundial e andarmos aqui a discutir problemas de primeiro mundo... A Europa não se vai defender porque os meninos imberbes não querem passar uns meses a correr e a fazer flexões? 

E não, @dav01, não tenho cinquenta e cinco anos. Nem fiz o serviço militar, porque, na minha altura, já não era obrigatório. Mesmo que quisesse, não o podia fazer, porque tenho uma deficiência visual bastante restritiva. Mas cumpri o meu dever como cidadão e, no dia da defesa nacional, estive lá. Agora, posso garantir-te uma coisa: tenha eu as doenças que tiver, sou o primeiro a morrer para defender o meu país. Eu gosto mesmo (mesmo!) do lugar onde nasci. Falar é fácil. 

  • Gosto 2
  • Haha 3
  • Discordo 1
Postado

É uma pena, o mundo como o conhecemos vai acabar. 

Com o fim da seguda guerra mundial criou-se uma nova ordem mundial, que está prestes a terminar. 

80 anos depois o mundo vai entrar numa nova era. Uma era sombria. :triste:

  • Gosto 2
Postado
há 15 minutos, Amorim disse:

É uma pena, o mundo como o conhecemos vai acabar. 

Com o fim da seguda guerra mundial criou-se uma nova ordem mundial, que está prestes a terminar. 

80 anos depois o mundo vai entrar numa nova era. Uma era sombria. :triste:

Vai acabar de qualquer forma... se não for uma guerra vai ser a natureza que nos vai eliminar. Contra essa o serviço militar obrigatório não servirá de nada.

  • Obrigado 2
Postado
há 18 minutos, Guida disse:

Que piada esta de estarmos a entrar numa guerra mundial e andarmos aqui a discutir problemas de primeiro mundo... A Europa não se vai defender porque os meninos imberbes não querem passar uns meses a correr e a fazer flexões? 

E outra coisa que as pessoas têm de entender: a guerra não é feita com um bando de militares a disparar tiros num descampado uns contra os outros, nem são apenas soldados que participam.

É feita de bombas e mais bombas, e de civis a serem as primeiras vítimas – civis que somos todos nós e as nossas famílias. Num cenário de guerra, nós também morremos, com ou sem serviço militar obrigatório.

Muitos devem pensar que a guerra vai ser feita de militares aos tiros uns aos outros e que o Lauro das Couves, que até nem gosta disso, não vai e só tem de se preocupar com os pontos na avaliação de desempenho da empresa, para ter um aumento e ir laurear a pevide para as Maldivas nas férias. Os soldados que lutem.

E enquanto aqui estávamos a falar, tomem lá uma granada na França com direito a 12 feridos. 

https://www.jn.pt/1202464533/pelo-menos-12-feridos-em-ataque-com-granada-num-bar-em-franca/ 

  • Triste 2
Postado
há 45 minutos, srcbica disse:

Não esperava que o Marcelo cumprisse o que tinha defendido. 

Não sei como tem sido nos vossos municípios, mas, por aqui, a desagregação de freguesias tem gerado alguns conflitos, não no que toca à desagregação das freguesias, mas no que toca aos limites territoriais das várias freguesias, alguns alterados após a reforma e que agora teriam de voltar à configuração anterior a 2013 para viabilizar a dita desagregação.

  • Gosto 1
  • Obrigado 1
Postado
há 6 horas, AndreRob disse:

Como se o serviço militar obrigatório resolvesse os conflitos no mundo... :rain:

Não é que vá resolver. Mas os países tem que estar preparados para se defender neste momento. E se um dia a Europa estiver em perigo, quem tiver idade para o serviço militar vai e não tem escolha. Há países onde há serviço militar obrigatório e não é drama nenhum, no mínimo é só uns meses e não faz mal. Também só vai quem está preparado, não vão mandar para o serviço militar uma pessoa que não esteja preparada para aquilo.

  • Obrigado 2
Postado
há 1 hora, Guida disse:

Olha, acredites ou não: estava a preparar-me para escrever um textão para dizer exatamente o que disseste. E depois vi a tua resposta. É isto, sem tirar nem pôr!

Acho fascinante esta hipocrisia juvenil: querem proteger a Europa de perigos externos, desde que não sejam eles a lutar. O @AndreRob quer mais armamento europeu. Eu também quero! Mas quem é que dispara as armas? O Robocop? Metam na vossa cabeça o seguinte: instituir de novo o serviço militar obrigatório - obviamente noutros moldes - não é um devaneio militarista. É a ÚNICA forma de nos prepararmos para uma guerra. Não com o objetivo de a provocarmos, mas como forma de resistirmos. Política de dissuasão - conhecem?

Sabem, por acaso, o que é que acontece se um país estrangeiro atacar Portugal? Sabem? Somos mobilizados para a guerra, quer queiramos quer não. Porquê? Porque servir o Estado é um dever constitucional de todos os cidadãos! Não seria mais útil formar soldados, com tempo, para qualquer eventualidade? Digo eu... 

Que piada esta de estarmos a entrar numa guerra mundial e andarmos aqui a discutir problemas de primeiro mundo... A Europa não se vai defender porque os meninos imberbes não querem passar uns meses a correr e a fazer flexões? 

E não, @dav01, não tenho cinquenta e cinco anos. Nem fiz o serviço militar, porque, na minha altura, já não era obrigatório. Mesmo que quisesse, não o podia fazer, porque tenho uma deficiência visual bastante restritiva. Mas cumpri o meu dever como cidadão e, no dia da defesa nacional, estive lá. Agora, posso garantir-te uma coisa: tenha eu as doenças que tiver, sou o primeiro a morrer para defender o meu país. Eu gosto mesmo (mesmo!) do lugar onde nasci. Falar é fácil. 

Tu tens a tua razão e o @Duarte com D também, mas esqueceste-te de um ponto no qual o Duarte tem mais razão ainda:

há 56 minutos, Duarte com D disse:

É feita de bombas e mais bombas, e de civis a serem as primeiras vítimas – civis que somos todos nós e as nossas famílias. Num cenário de guerra, nós também morremos, com ou sem serviço militar obrigatório.

Muitos devem pensar que a guerra vai ser feita de militares aos tiros uns aos outros e que o Lauro das Couves, que até nem gosta disso, não vai e só tem de se preocupar com os pontos na avaliação de desempenho da empresa, para ter um aumento e ir laurear a pevide para as Maldivas nas férias. Os soldados que lutem.

O português médio civil, se tiver noção de que pode morrer num bombardeio, não vai defender o seu país! Acho muito honestamente que a grande maioria não quer saber de pegar numa arma e correr o risco de ser morto para se defender de uma invasão ou pior (para muitos é considerado pior): voltar vivo com Stress Pós-Traumático ou deficiente. Acho que a grande maioria olha para isso como briga de cães grandes e não está para defender um dos cães. Acho que o português é um povo que não precisa de ler George Orwell para saber que os pequenos são sempre usados para outros chegarem a grandes.

Se o português médio civil pensar que a sua vida continua exatamente a mesma, esteja quem estiver no governo, como se fosse uma troca do PS para o PSD, não vai haver defesa alguma por parte do português! Não! Ele vai confiar que no final da troca vai continuar a preocupar-se com os pontos na avaliação de desempenho e pronto! E, se alguém, um Reino Unido pela aliança histórica ou os EUA sob outra presidência, quiser depois vir tirar o invasor, o português médio civil aceita isso também. Seja monarquia, república, estado novo, democracia... desde que tenha pão e circo, não quer saber! "Eles que são brancos, que se entendam".

Aos poucos que fizerem parte de uma eventual Resistência, a sucessora da RTP depois faz um filme, "Soldado Milhões"-like. Acham que o português médio civil está interessado nisso? É que nem sequer há uma cultura de respeito por quem já combateu por este país, por isso... esqueçam!

  • Gosto 3
Postado (editado)
há 6 horas, srcbica disse:

Tu tens a tua razão e o @Duarte com D também, mas esqueceste-te de um ponto no qual o Duarte tem mais razão ainda:

O português médio civil, se tiver noção de que pode morrer num bombardeio, não vai defender o seu país! Acho muito honestamente que a grande maioria não quer saber de pegar numa arma e correr o risco de ser morto para se defender de uma invasão ou pior (para muitos é considerado pior): voltar vivo com Stress Pós-Traumático ou deficiente. Acho que a grande maioria olha para isso como briga de cães grandes e não está para defender um dos cães. Acho que o português é um povo que não precisa de ler George Orwell para saber que os pequenos são sempre usados para outros chegarem a grandes.

Se o português médio civil pensar que a sua vida continua exatamente a mesma, esteja quem estiver no governo, como se fosse uma troca do PS para o PSD, não vai haver defesa alguma por parte do português! Não! Ele vai confiar que no final da troca vai continuar a preocupar-se com os pontos na avaliação de desempenho e pronto! E, se alguém, um Reino Unido pela aliança histórica ou os EUA sob outra presidência, quiser depois vir tirar o invasor, o português médio civil aceita isso também. Seja monarquia, república, estado novo, democracia... desde que tenha pão e circo, não quer saber! "Eles que são brancos, que se entendam".

Aos poucos que fizerem parte de uma eventual Resistência, a sucessora da RTP depois faz um filme, "Soldado Milhões"-like. Acham que o português médio civil está interessado nisso? É que nem sequer há uma cultura de respeito por quem já combateu por este país, por isso... esqueçam!

A questão é que ninguém combateu por este país. Tu não tens vivo ninguém que tenha combatido por Portugal. Tens vivas pessoas que foram enviadas para África e cujas histórias andam muito à volta de quantas vezes se conseguiram esconder e com quantas "pretas" estiveram. Isto não são propriamente actos de valor que façam uma pessoa média ter respeito por quem combateu. Nós não temos memória colectiva de alguma situação em que Portugal tivesse sido atacado e em que alguém estivesse lá para proteger o país de algo que ameaçasse verdadeiramente a nossa existência e a nossa cultura. Admito que uma mãe portuguesa não queira ver o filho a ir para uma guerra não só por não o querer eventualmente perder mas também porque o exemplo que tem de alguém que tenha ido para uma guerra é o de personagens que têm tatuagens como "Amor de mãe" num braço e "Guiné 1969" no outro. Não há a noção da importância de ter pessoas preparadas para defender o país (mesmo o país) pois não há memória de as termos tido nem de termos precisado de as ter há mais de um século.

Editado por Phoenix
  • Gosto 3
Postado

Eu acho que devemos preparar nos como podemos, mas mais importante do que tudo isso: rezar! Pedir a Deus para que estas guerras não escalem mais, ou que a escalarem, nao afetem tanto Portugal.

Enquanto católico, acredito plenamente que tudo isto é resultado do ateísmo crescente das últimas décadas (mas pronto isto também é conversa para ser tida no tópico ao lado).

  • Gosto 3
  • Haha 9
  • Discordo 1
Postado
há 42 minutos, Rui Melo disse:

Eu acho que devemos preparar nos como podemos, mas mais importante do que tudo isso: rezar! Pedir a Deus para que estas guerras não escalem mais, ou que a escalarem, nao afetem tanto Portugal.

Enquanto católico, acredito plenamente que tudo isto é resultado do ateísmo crescente das últimas décadas (mas pronto isto também é conversa para ser tida no tópico ao lado).

Que Deus nos acuda! Vou ficar sentado à espera.

  • Haha 4
Postado
há 2 horas, Phoenix disse:

A questão é que ninguém combateu por este país. Tu não tens vivo ninguém que tenha combatido por Portugal. Tens vivas pessoas que foram enviadas para África e cujas histórias andam muito à volta de quantas vezes se conseguiram esconder e com quantas "pretas" estiveram. Isto não são propriamente actos de valor que façam uma pessoa média ter respeito por quem combateu. Nós não temos memória colectiva de alguma situação em que Portugal tivesse sido atacado e em que alguém estivesse lá para proteger o país de algo que ameaçasse verdadeiramente a nossa existência e a nossa cultura. Admito que uma mãe portuguesa não queira ver o filho a ir para uma guerra não só por não o querer eventualmente perder mas também porque o exemplo que tem de alguém que tenha ido para uma guerra é o de personagens que têm tatuagens como "Amor de mãe" num braço e "Guiné 1969" no outro. Não há a noção da importância de ter pessoas preparadas para defender o país (mesmo o país) pois não há memória de as termos tido nem de termos precisado de as ter há mais de um século.

Apraz-me saber que os ex-combatentes que conheces tenham histórias dessas, mas será que eles tenham apenas histórias dessas? Tipo, o meu avô e os colegas de Angola tinham histórias em que tiveram medo. Alguém no seu perfeito juízo vai preferir contar isso ao invés de recordar o chimpanzé de que cuidaram? Eu tenho ideia de que cuidaram também de uma criança preta, órfã, mas nem dele gostavam de falar, porque ninguém sabia o que tinha sido feito dele depois que voltaram. O que mais se ouvia era sobre o chimpanzé, porque o chimpanzé era a alegria deles na guerra. Portanto, eu acho perfeitamente normal um homem preferir lembrar-se das vezes que conseguiu se esconder e ainda mais com quantas pretas esteve do que dos momentos em que alguém morreu ou se feriu de forma grave. 

Eu agora lembrei-me do primeiro caso com que contactei na faculdade. Um ex-combatente, que estava internado na psiquiatria, porque esquizofrenou. Não sei por que razão, o psiquiatra dizia que ele também tinha stress pós-traumático. Não parecia, honestamente. Ele falava do ultramar de um jeito que a mim me parecia normal, tão normal quanto o discurso irrealista que lhe fazia o diagnóstico de esquizofrenia, mas para o psiquiatra não era. Enfim, eu é que não ia contradizê-lo. Afinal, estava a começar o curso. Não era normal para o psiquiatra justamente porque ele falava sem problemas de andar no helicóptero a atirar a quem estivesse em baixo. É curioso, não é? Para mim, uma pessoa com stress pós-traumático prefere não falar, não recordar, mas para o psiquiatra era falatório a mais. Nunca entendi o raciocínio. Se ainda tivesse falado que era por causa de uma certa desinibição derivada da esquizofrenia, ainda entendia. Agora o que o psiquiatra falou fez-me pensar que, no entender dele, os meus colegas do secundário, que viam "Dexter", também teriam stress por causa da série.

há 1 hora, Rui Melo disse:

Eu acho que devemos preparar nos como podemos, mas mais importante do que tudo isso: rezar! Pedir a Deus para que estas guerras não escalem mais, ou que a escalarem, nao afetem tanto Portugal.

Enquanto católico, acredito plenamente que tudo isto é resultado do ateísmo crescente das últimas décadas (mas pronto isto também é conversa para ser tida no tópico ao lado).

Rui, começa a mentalizar-te de que Cristo falou "Nem um só fragmento de letra da Tua palavra deixará de se cumprir".

  • Gosto 2
  • Haha 1
Postado (editado)
há 2 horas, Rui Melo disse:

Eu acho que devemos preparar nos como podemos, mas mais importante do que tudo isso: rezar! Pedir a Deus para que estas guerras não escalem mais, ou que a escalarem, nao afetem tanto Portugal.

Enquanto católico, acredito plenamente que tudo isto é resultado do ateísmo crescente das últimas décadas (mas pronto isto também é conversa para ser tida no tópico ao lado).

Outra grande verdade. 

Quando mais a humanidade se afasta da fé, mais a destruição está mais próxima. 

Infelizmente é um tema de gozo e ninguém quer se importar com isso

Editado por Amorim
  • Obrigado 3
  • Haha 1
  • Discordo 1
Postado

É por isso que nós, de direita, depois somos gozados. :sleep: 

Gente, acordem para a vida. O maior número de guerras e de mortes aconteceu em nome de Deus, justamente porque as pessoas acreditavam nele, não por falta de fé.

Deus não resolve os problemas das pessoas em África que passam fome (que nem é culpa delas), vai-se preocupar com os preguiçosos da Europa? Uma população ociosa, que vive de ostentação, e líderes corruptos e megalómanos que causam o caos em nome do poder.

O mal da Europa, e principalmente de Portugal, é olharem sempre para cima à espera que alguém lhes resolva o problema. Se não é Deus, é alguém mais terreno, como o Trump, que agora é o culpado porque deixou de dar a mama à Europa e, agora, esta está de calças na mão. Jamais a culpa é da Europa, que passou décadas à sombra dos Estados Unidos, seja na própria produção, industrialização e inovação, seja na própria defesa, à espera que os E.U.A., através da OTAN, resolvessem tudo.

A culpa é dos outros, e os outros que nos ajudem e resolvam os nossos problemas por nós.

  • Gosto 9
  • Obrigado 1
Postado
há 4 minutos, Amorim disse:

Agora quem é de direita é gozado por ter fé? :perdida::perdida::confusa_julia:

Não, não são gozados por terem fé.

São gozados por acharem que os problemas causados pelos homens são culpa do ateísmo.

Não deve haver país no mundo com mais fé do que o Brasil. Até nas teses de mestrado que fazem cá em Portugal, muitos brasileiros costumam, nos agradecimentos, colocar um "obrigado a Deus". No entanto, o Brasil é um dos países mais inseguros do mundo ocidental, principalmente a cidade do Rio de Janeiro, dominada por facções que, agora, pasmem-se, matam pessoas só porque estas levantaram dois dedos numa foto (o indicador e o médio) – um gesto que associam a envolvimento com facções. Um simples sinal que já existe há anos.

Essa mania de relacionar tudo com Deus e achar que não estamos a colher o resultado das nossas ações, e sobretudo das ações dos nossos políticos, é pura inocência.

Até porque, como disse em cima (e que preferiste ignorar para fazer uma associação sem sentido): "O maior número de guerras e de mortes aconteceu em nome de Deus, justamente porque as pessoas acreditavam nele, não por falta de fé."

Deus não se está a meter nisto, e o ateísmo ou a falta de fé não têm nada a ver com o caso.

  • Gosto 7
Postado
há 58 minutos, Amorim disse:

Outra grande verdade. 

Quando mais a humanidade se afasta da fé, mais a destruição está mais próxima. 

Infelizmente é um tema de gozo e ninguém quer se importar com isso

amigo um dos maiores geradores de conflitos pelo mundo é exatamente a RELIGIÃO... ela não salva, ela não resolve nada... ela só divide e cria alucinados.

Foi assim durante séculos e continua a ser hoje em dia.

  • Gosto 3
  • Obrigado 2
Postado

Ok querem continuar, tudo bem.

O assunto começou, porque o Rui disse e bem que faz falta rezar pela paz. 

Em momento algum ele pediu para rezar pela guerra ou usar o nome de Deus para guerra.

Sim já tivemos guerras por causa das religiões. Séculos atras. 

Hoje não é por religiões, sim por fanatismo.

Eu só comentei, porque ele foi gozado por crer que a reza dele ajude a paz.

É por isso que o ser humano é hipócrita. Pedem tanta empatia, tolerância, liberdade e mais umas quantas coisas.

Depois não existe isso para alguém, que apenas referiu que faz falta rezar. E muito bem dito

  • Gosto 2
  • Obrigado 2
  • Surpresa 2
Postado
há 18 minutos, Amorim disse:

Ok querem continuar, tudo bem.

O assunto começou, porque o Rui disse e bem que faz falta rezar pela paz. 

Em momento algum ele pediu para rezar pela guerra ou usar o nome de Deus para guerra.

Sim já tivemos guerras por causa das religiões. Séculos atras. 

Hoje não é por religiões, sim por fanatismo.

Eu só comentei, porque ele foi gozado por crer que a reza dele ajude a paz.

É por isso que o ser humano é hipócrita. Pedem tanta empatia, tolerância, liberdade e mais umas quantas coisas.

Depois não existe isso para alguém, que apenas referiu que faz falta rezar. E muito bem dito

É exatamente isso! Óbvio que Deus nao quer nenhuma guerra, muito menos justificada pela religião. Óbvio que a Igreja nem sempre esteve certa ao longo da História. Mas o pecado e a maldade entrou precisamente pelo afastamento de Deus.

Se Trump e Putin fossem pessoas de fé (e não fanatismo, atenção) o mundo não estaria assim…

há 38 minutos, Duarte com D disse:

Não, não são gozados por terem fé.

São gozados por acharem que os problemas causados pelos homens são culpa do ateísmo.

Não deve haver país no mundo com mais fé do que o Brasil. Até nas teses de mestrado que fazem cá em Portugal, muitos brasileiros costumam, nos agradecimentos, colocar um "obrigado a Deus". No entanto, o Brasil é um dos países mais inseguros do mundo ocidental, principalmente a cidade do Rio de Janeiro, dominada por facções que, agora, pasmem-se, matam pessoas só porque estas levantaram dois dedos numa foto (o indicador e o médio) – um gesto que associam a envolvimento com facções. Um simples sinal que já existe há anos.

Essa mania de relacionar tudo com Deus e achar que não estamos a colher o resultado das nossas ações, e sobretudo das ações dos nossos políticos, é pura inocência.

Até porque, como disse em cima (e que preferiste ignorar para fazer uma associação sem sentido): "O maior número de guerras e de mortes aconteceu em nome de Deus, justamente porque as pessoas acreditavam nele, não por falta de fé."

Deus não se está a meter nisto, e o ateísmo ou a falta de fé não têm nada a ver com o caso.

Eu não estou a entender esse tom passivo agressivo com tudo neste tópico…

  • Gosto 4
Postado
há 5 minutos, Rui Melo disse:

É exatamente isso! Óbvio que Deus nao quer nenhuma guerra, muito menos justificada pela religião. Óbvio que a Igreja nem sempre esteve certa ao longo da História. Mas o pecado e a maldade entrou precisamente pelo afastamento de Deus.

Se Trump e Putin fossem pessoas de fé (e não fanatismo, atenção) o mundo não estaria assim…

Eu não estou a entender esse tom passivo agressivo com tudo neste tópico…

Sabes o mais interessante disto tudo. Foi o simples falar de rezar para acabar com a guerra. A coisa boa certo? 

Até parece que se pediu o genocídio.

E não vou alimentar mais este assunto 

  • Gosto 3
Postado
agora mesmo, Amorim disse:

Sabes o mais interessante disto tudo. Foi o simples falar de rezar para acabar com a guerra. A coisa boa certo? 

Até parece que se pediu o genocídio.

E não vou alimentar mais este assunto 

Exato. E so para terminar e deixar claro, em momento algum referi que bastava apenas rezar e se resolvia tudo. Óbvio que temos de nos mexer e preparar em matéria defensiva, mais do que nunca. A oração é apenas um complemento. Mais que não seja para dar alento psicológico às pessoas.

  • Gosto 4
Postado
há 21 minutos, Rui Melo disse:

Eu não estou a entender esse tom passivo agressivo com tudo neste tópico…

Não é nada disso.

Eu não tenho culpa de estarmos num fórum, e não conseguir dar entoação às palavras, esse está do teu lado como a recepcionas. 

Desculpa, mas disseste “Enquanto católico, acredito plenamente que tudo isto é resultado do ateísmo crescente das últimas décadas (mas pronto isto também é conversa para ser tida no tópico ao lado).”

E isto para mim é uma opinião errada. Aliás, estávamos a ter uma discussão até interessante sobre serviço militar obrigatório e preparação para a guerra e tu colocas-me esta frase.

Desculpa, mas como católico que sou não concordo, e invalida muito depois os nossos argumentos, porque é muita inocência achar que a guerra tem a ver com o ateísmo.  Já aqui te dei o exemplo do Rio de Janeiro, uma cidade com muita fé em Deus mas muito perigosa. Deus não se mete nisso.

  • Gosto 5
Postado (editado)
há 1 hora, AndreRob disse:

amigo um dos maiores geradores de conflitos pelo mundo é exatamente a RELIGIÃO... ela não salva, ela não resolve nada... ela só divide e cria alucinados.

Foi assim durante séculos e continua a ser hoje em dia.

Ela não salva, mas tu como humano ou pessoa consciente tens a obrigação de saber diferenciar o que é a religião que te oprime, divide ou alucina, da “religião” que te aproxima de “Deus”, para mim Deus não é uma entidade é uma energia ou vibração que nós pessoas podemos alcançar, é uma energia de positivismo e vida, não de negativismo, medo ou guerra, a religião que falas não é a verdadeira religião, é o lado negativo do mundo, que por enquanto é assim que estamos a viver na Terra, há de haver um tempo que estas “guerras” irão terminar e dar lugar a um mundo mais justo e leve.

Editado por Dinis F.
Postado
há 14 horas, Televisão 10 disse:

Não esperava que o Marcelo cumprisse o que tinha defendido. 

Não sei como tem sido nos vossos municípios, mas, por aqui, a desagregação de freguesias tem gerado alguns conflitos, não no que toca à desagregação das freguesias, mas no que toca aos limites territoriais das várias freguesias, alguns alterados após a reforma e que agora teriam de voltar à configuração anterior a 2013 para viabilizar a dita desagregação.

Deu agora na RTP que os habitantes de Cantanhede e da Pocariça estão descontentes com o veto presidencial. A Pocariça, que tem 1000 habitantes e fica (pasmem-se!) a 3,5 km de Cantanhede! Realmente, a Pocariça tem uma falta enoooorme de voltar a ser freguesia! :rolleyes: Este tipo de notícias, de gente que fica descontente por uma coisa destas, quando a gente é de lá perto ou conhece a zona, faz-me honestamente pensar que as pessoas descontentes que a media encontra são pessoas que já estavam faladas para ingressar nas listas destas autárquicas. E Cantanhede vai estar descontente para quê? A sede não está lá? Isto para mim é surreal... Só se existe alguma rivalidade entre Pocariça e Cantanhede, estilo Guimarães vs Braga, que eu desconheça.

  • Gosto 3
Postado
há 12 minutos, srcbica disse:

Deu agora na RTP que os habitantes de Cantanhede e da Pocariça estão descontentes com o veto presidencial. A Pocariça, que tem 1000 habitantes e fica (pasmem-se!) a 3,5 km de Cantanhede! Realmente, a Pocariça tem uma falta enoooorme de voltar a ser freguesia! :rolleyes: Este tipo de notícias, de gente que fica descontente por uma coisa destas, quando a gente é de lá perto ou conhece a zona, faz-me honestamente pensar que as pessoas descontentes que a media encontra são pessoas que já estavam faladas para ingressar nas listas destas autárquicas. E Cantanhede vai estar descontente para quê? A sede não está lá? Isto para mim é surreal... Só se existe alguma rivalidade entre Pocariça e Cantanhede, estilo Guimarães vs Braga, que eu desconheça.

Também vi a reportagem. Eu até achava que as freguesias tinham um bom relacionamento, já que me disseram que, para Cantanhede ser elevada a cidade, incluiu o território da freguesia de Pocariça. 

Além disso, em várias uniões, ficaram a funcionar postos de atendimento nas antigas juntas de freguesia. Creio que não será o caso dessa, contudo, pelo que referiram na reportagem.

  • Gosto 2

Junta-te a nós!

Podes agora comentar e registar-te depois. Se tens uma conta, Entra para responderes com a tua conta.
Note: Your post will require moderator approval before it will be visible.

Visitante
Responder a este tópico

×   Colaste conteúdo com formatação.   Restore formatting

  Only 75 emoji are allowed.

×   O teu link foi automaticamente incorporado.   Mostrar apenas como link

×   Uau! O teu conteúdo anterior foi recuperado.   Limpar Tudo?

×   You cannot paste images directly. Upload or insert images from URL.

×
×
  • Criar Novo...