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On 20/12/2016 at 10:08, JoanaSantos disse:

Não esquecer, que muitos desses reformados considerados ricos (por exemplo profs que ganhem 1900€) de reforma também têm despesas (seguros, casa, etc...) e muitos ainda ajudam os filhos que estão desempregados.

Há pessoas a viver com 500€ de reforma ou menos e conseguem viver e esses que ganham milhares de euros não podem ter uns cortes porquê?

On 21/12/2016 at 12:39, JoanaSantos disse:

Acho muito bem. Isso pode ajudar a diminuir as gravidezes na adolescência. 

On 21/12/2016 at 18:27, srcbica disse:

O CDS passou-se completamente... Depois disto, as réstias de centrismo que tinha foram-se...

Achas bem haver crianças a perder a virgindade aos 11/12 anos?

 

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há 1 minuto, Manuel Silva disse:

 

Acho muito bem. Isso pode ajudar a diminuir as gravidezes na adolescência. 

 

 

O que ajuda a a diminuir as gravidezes na adolescência é usarem preservativos e a pilula, é simples. Aliás, eu penso que a maioria das raparigas adolescentes toma a pilula, não?

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há 4 minutos, TheSecret disse:

Eles estão tipo em 1880 

Sim, e parece que só piora... com a chamada Primavera Árabe parecia que os paises muçulmanos iam começar a avançar, mas retrocederam e estão cada vez pior.

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há 1 hora, Forbidden disse:

O que ajuda a a diminuir as gravidezes na adolescência é usarem preservativos e a pilula, é simples. Aliás, eu penso que a maioria das raparigas adolescentes toma a pilula, não?

mais se forem sexualmente ativas.

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há 2 minutos, joanna disse:

mais se forem sexualmente ativas.

Eu não sou mulher, mas a pilula não serve também pra regular a menstruação? Eu pensava que as raparigas a partir dos 12/13 anos começavam a usar a pilula, mesmo que não tenham sexo, para regular o ciclo menstrual.

  • Gosto 1
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há 1 hora, Forbidden disse:

O que ajuda a a diminuir as gravidezes na adolescência é usarem preservativos e a pilula, é simples. Aliás, eu penso que a maioria das raparigas adolescentes toma a pilula, não?

Esses métodos não são 100% eficazes não sei se sabes. A abstinência é 100% eficaz disso tenho a certeza. Para tomar a pílula é preciso dinheiro e se tivessem dinheiro não engravidariam acho eu. 

 

há 1 hora, TheSecret disse:

Eles estão tipo em 1880 

Eles estão mais atrasados que isso seguramente. Em 1880 no mundo ocidental já não haviam grandes conflitos por causa da religião.

 

Postado (editado)
há 5 minutos, Manuel Silva disse:

Esses métodos não são 100% eficazes não sei se sabes. A abstinência é 100% eficaz disso tenho a certeza. Para tomar a pílula é preciso dinheiro e se tivessem dinheiro não engravidariam acho eu. 

 

Eles estão mais atrasados que isso seguramente. Em 1880 no mundo ocidental já não haviam grandes conflitos por causa da religião.

 

Sim, e as pessoas vão mesmo deixar de ter sexo, vamos lá a ser realistas. Usarem a pílula e o preservativo já evita 99,5% de hipóteses de gravidez indesejada.

há 5 minutos, Manuel Silva disse:

Esses métodos não são 100% eficazes não sei se sabes. A abstinência é 100% eficaz disso tenho a certeza. Para tomar a pílula é preciso dinheiro e se tivessem dinheiro não engravidariam acho eu. 

 

Eles estão mais atrasados que isso seguramente. Em 1880 no mundo ocidental já não haviam grandes conflitos por causa da religião.

 

Em 1880 em Portugal vivíamos numa monarquia e num estado religioso (não havia estado laico), não havia divorcio, as mulheres não podiam votar e eram consideradas propriedade do marido (sendo que este podia bater-lhes e viola-las) e a homossexualidade era crime. Era assim tão diferente dos atuais paises muçulmanos?

Editado por Forbidden
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há 1 minuto, Forbidden disse:

Sim, e as pessoas vão mesmo deixar de ter sexo, vamos lá a ser realistas. Usarem a pílula e o preservativo já evita 99,5% de hipóteses de gravidez indesejada.

Não se trata de deixar de ter sexo, mas a escola pode tentar ensinar os jovens a iniciar a vida sexual o mais tarde possível.

Postado (editado)
há 17 minutos, Forbidden disse:

Sim, e as pessoas vão mesmo deixar de ter sexo, vamos lá a ser realistas. Usarem a pílula e o preservativo já evita 99,5% de hipóteses de gravidez indesejada.

Em 1880 em Portugal vivíamos numa monarquia e num estado religioso (não havia estado laico), não havia divorcio, as mulheres não podiam votar e eram consideradas propriedade do marido (sendo que este podia bater-lhes e viola-las) e a homossexualidade era crime. Era assim tão diferente dos atuais paises muçulmanos?

Thksss! Isso mesmo, eu estava a referir-me ao caso de Portugal :P @Manuel Silva
Também encontro coisas mt idênticas

Editado por TheSecret
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há 2 horas, Manuel Silva disse:

Achas bem haver crianças a perder a virgindade aos 11/12 anos?

Mas eu deveria achar mal por acaso?

há 1 hora, Forbidden disse:

Eu não sou mulher, mas a pilula não serve também pra regular a menstruação? Eu pensava que as raparigas a partir dos 12/13 anos começavam a usar a pilula, mesmo que não tenham sexo, para regular o ciclo menstrual.

Há raparigas que tomam a pílula, sim, para regular o ciclo.

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há 9 horas, srcbica disse:

Eu acho que o CDS está a tornar-se mesmo num BE, só que à direita.

Mais uma vez pensei o mesmo (mentes brilhantes pensam o mesmo xD)

há 5 horas, Manuel Silva disse:

Esses métodos não são 100% eficazes não sei se sabes. A abstinência é 100% eficaz disso tenho a certeza. Para tomar a pílula é preciso dinheiro e se tivessem dinheiro não engravidariam acho eu.

Devias abrir um bocado a tua mente, volto a dizer que pareces o meu avô a falar, cá pra mim é ele infiltrado que vem aqui cuscar o que eu faço na internet :mosking:

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há 5 horas, Forbidden disse:

Eu não sou mulher, mas a pilula não serve também pra regular a menstruação? Eu pensava que as raparigas a partir dos 12/13 anos começavam a usar a pilula, mesmo que não tenham sexo, para regular o ciclo menstrual.

haverá quem precise, mas não é obrigatório. não é algo que todas necessitem.

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On 22/12/2016 at 21:34, Forbidden disse:

Em 1880 em Portugal vivíamos numa monarquia e num estado religioso (não havia estado laico), não havia divorcio, as mulheres não podiam votar e eram consideradas propriedade do marido (sendo que este podia bater-lhes e viola-las) e a homossexualidade era crime. Era assim tão diferente dos atuais paises muçulmanos?

O estado português em 1880 não era muito religioso pois em 1834 roubou ou se preferires nacionalizou as propriedades da igreja católica. A  religião católica actualmente e mesmo há 150 anos era muito diferente dos países muçulmanos actuais, pois estes falam na jihad e tu não ouves falar em cruzadas para matar nem converter ninguém. Outra diferença é que mesmo há 150 anos não se apedrejavam nem enforcavam pessoas em comparação com os muçulmanos de hoje.

há 23 horas, srcbica disse:

Mas eu deveria achar mal por acaso?

Imagina que tinhas uma filha com 12 anos já experiente. Não te ias sentir um bocado mal ao saber que ela com essa idade já fazia essas coisas de adultos? 

há 19 horas, Ambrósio disse:

Devias abrir um bocado a tua mente, volto a dizer que pareces o meu avô a falar, cá pra mim é ele infiltrado que vem aqui cuscar o que eu faço na internet :mosking:

Podias era explicar melhor o que queres dizer com isso. É assim tão descabida a ideia de começar a vida sexual mais tarde? Eu com 12-16 anos não tinha dinheiro nenhum porque os meus pais não me davam. Achas que devia ter começado a minha vida sexual a fazer sexo sem ter preservativos? Da mesma maneira que eu era há uns anos atrás, há-de haver mais pessoas com essas idades sem dinheiro/mesada. 

Editado por Manuel Silva
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há 2 horas, Manuel Silva disse:

Imagina que tinhas uma filha com 12 anos já experiente. Não te ias sentir um bocado mal ao saber que ela com essa idade já fazia essas coisas de adultos? 

Quando eu escrevi aquilo, eu já escrevi depois de pensar "E se fosse com uma filha minha?". Notem o pormenor "filha". Tal como o Manuel, eu também fui sexista na pergunta, quando a resposta deveria ser válida para os dois sexos. Facto é que a minha cabeça fez uma pergunta sexista, porque quando é com um rapaz continua a haver aquele pensamento "Incrível, o meu garoto já faz coisas de homem com 12 anos" e achamos mal com uma rapariga. Aí, o pensamento já é "Incrível, a minha filha pode vir a ser uma galdéria, se não tomar as rédeas". Quando na verdade, para os dois casos o pensamento deveria ser uma introspeção quanto à nossa parentalidade. A pergunta que a maioria de nós faria (principalmente se fosse com uma filha), se soubesse mesmo de quando aconteceu a perda da virgindade dos filhos, coisa que muita pouca gente sabe, já agora, seria "Terei falhado como pai/mãe? Terei dito tudo que deveria dizer ao meu filho(a) para que ele não me desse um neto muito cedo e/ou mais importante, porque um neto cria-se da mesma maneira que se criaria um irmão mais novo, para não correr o risco de ficar com alguma doença incurável, isto é, tenha usado preservativo, porque é o único meio eficaz para isso, a par da abstenção, que obviamente não se pratica quando se quer ter essas experiências?"

Bom, isto tudo para escrever que não, eu não me deveria sentir mal se tivesse uma filha (também vale para os filhos) com juízo, porque uma filha com juízo tomaria as devidas precauções. Se ela não tivesse muito juízo, o que até é natural para a idade, eu não me deveria sentir mal para com ela, mas apenas para comigo mesmo, porque nesse caso, eu não a teria avisado o suficiente. Então, eu conversaria com ela e perguntaria, já sabendo a resposta, se ela teve consciência do que fez. E dir-lhe-ia que ela fez mal, não o ato em si, porque o ato é de facto bom, tem mais é que ser feito e, de preferência, com alguém que nós realmente gostamos, porque se for com este e com aquele só porque sim, ela (e neste caso só vale para "elas") será mal vista, mas antes a maneira como o fez. Dir-lhe-ia que ela tem mesmo de se proteger, toda a parafernália de patatis e patatás de há o risco disto, disto e disto e não é por se proteger sempre com o mesmo rapaz que o nível de proteção pode descer. Se o preservativo existe, é para ser usado, não é para enfeitar prateleira de farmácia e supermercado.

P.S.: Eu sei que pegar nos filhos para ter a denominada "conversa do sexo" pode ser constrangedor para eles, por isso penso que o melhor é que a conversa flua naturalmente. Constrange à mesma, mas muito menos. Por exemplo, passa a publicidade de uns preservativos e dizer "Estás a ver aquilo? Eu não sei se tens relações com alguém, mas quando as tiveres, é bom que utilizes aquilo. Aquilo é única coisa que te previne de apanhar..." Nesta altura, o filho já pode dizer "Sim, pai, eu sei...". "Sabes? Eu espero bem que saibas!".

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há 1 hora, srcbica disse:

Quando eu escrevi aquilo, eu já escrevi depois de pensar "E se fosse com uma filha minha?". Notem o pormenor "filha". Tal como o Manuel, eu também fui sexista na pergunta, quando a resposta deveria ser válida para os dois sexos. Facto é que a minha cabeça fez uma pergunta sexista, porque quando é com um rapaz continua a haver aquele pensamento "Incrível, o meu garoto já faz coisas de homem com 12 anos" e achamos mal com uma rapariga. Aí, o pensamento já é "Incrível, a minha filha pode vir a ser uma galdéria, se não tomar as rédeas". Quando na verdade, para os dois casos o pensamento deveria ser uma introspeção quanto à nossa parentalidade. A pergunta que a maioria de nós faria (principalmente se fosse com uma filha), se soubesse mesmo de quando aconteceu a perda da virgindade dos filhos, coisa que muita pouca gente sabe, já agora, seria "Terei falhado como pai/mãe? Terei dito tudo que deveria dizer ao meu filho(a) para que ele não me desse um neto muito cedo e/ou mais importante, porque um neto cria-se da mesma maneira que se criaria um irmão mais novo, para não correr o risco de ficar com alguma doença incurável, isto é, tenha usado preservativo, porque é o único meio eficaz para isso, a par da abstenção, que obviamente não se pratica quando se quer ter essas experiências?"

Bom, isto tudo para escrever que não, eu não me deveria sentir mal se tivesse uma filha (também vale para os filhos) com juízo, porque uma filha com juízo tomaria as devidas precauções. Se ela não tivesse muito juízo, o que até é natural para a idade, eu não me deveria sentir mal para com ela, mas apenas para comigo mesmo, porque nesse caso, eu não a teria avisado o suficiente. Então, eu conversaria com ela e perguntaria, já sabendo a resposta, se ela teve consciência do que fez. E dir-lhe-ia que ela fez mal, não o ato em si, porque o ato é de facto bom, tem mais é que ser feito e, de preferência, com alguém que nós realmente gostamos, porque se for com este e com aquele só porque sim, ela (e neste caso só vale para "elas") será mal vista, mas antes a maneira como o fez. Dir-lhe-ia que ela tem mesmo de se proteger, toda a parafernália de patatis e patatás de há o risco disto, disto e disto e não é por se proteger sempre com o mesmo rapaz que o nível de proteção pode descer. Se o preservativo existe, é para ser usado, não é para enfeitar prateleira de farmácia e supermercado.

P.S.: Eu sei que pegar nos filhos para ter a denominada "conversa do sexo" pode ser constrangedor para eles, por isso penso que o melhor é que a conversa flua naturalmente. Constrange à mesma, mas muito menos. Por exemplo, passa a publicidade de uns preservativos e dizer "Estás a ver aquilo? Eu não sei se tens relações com alguém, mas quando as tiveres, é bom que utilizes aquilo. Aquilo é única coisa que te previne de apanhar..." Nesta altura, o filho já pode dizer "Sim, pai, eu sei...". "Sabes? Eu espero bem que saibas!".

Concordo com tudo isso!

Quanto a publicidade de preservativos, eu quando tinha no máximo 11/12 anos não percebia o que queriam demonstrar no anúncio, o meu irmão já quando tinha 8 anos sabia aquilo tudo :O xD

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há 8 horas, Ambrósio disse:

Concordo com tudo isso!

Quanto a publicidade de preservativos, eu quando tinha no máximo 11/12 anos não percebia o que queriam demonstrar no anúncio, o meu irmão já quando tinha 8 anos sabia aquilo tudo :O xD

Mas na escola eles dão essas coisas no sexto ano se não me engano... e com 12 anos já tem idade pra saber o que são os métodos contraceptivos e pra que servem.

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há 1 hora, Forbidden disse:

Mas na escola eles dão essas coisas no sexto ano se não me engano... e com 12 anos já tem idade pra saber o que são os métodos contraceptivos e pra que servem.

Ele ainda nem está no sexto ano :P

E eu mesmo apesar de ter dado nesse ano, ainda era muito totó quanto a isso, nem percebia bem o porquê daquilo.

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O que acham destas medidas de Madrid proibir a circulação e estacionamento de carros no centro para reduzir o nível de poluição na cidade, depois ter atingir valores surpreendentes? Acham que em Portugal uma coisa deste género daria resultado ou ia sequer para a frente? 

http://www.rtve.es/noticias/20161229/madrid-rebaja-escenario-2-permitira-nuevo-circulacion-todos-coches-almendra-central/1461201.shtml

Postado (editado)
há 1 hora, Jota disse:

O que acham destas medidas de Madrid proibir a circulação e estacionamento de carros no centro para reduzir o nível de poluição na cidade, depois ter atingir valores surpreendentes? Acham que em Portugal uma coisa deste género daria resultado ou ia sequer para a frente? 

http://www.rtve.es/noticias/20161229/madrid-rebaja-escenario-2-permitira-nuevo-circulacion-todos-coches-almendra-central/1461201.shtml

Madrid não proíbe efetivamente a circulação de carros. :mosking: Proíbe mais parcialmente. Se o dia anterior for par e se o mesmo tiver atingido níveis preocupantes de poluição, no próximo dia - dia ímpar -, só circulam em Madrid matrículas ímpares. O caso contrário também se aplica. 

Quando vivi lá, a minha opinião é que em Madrid não vale a pena ter carro. É a loucura, mesmo. :ph34r: Mais vale andar em transportes públicos, pelo menos quem vive na cidade - o Metro/Autocarros conseguem de facto dar resposta a quem vive mais ou menos nas imediações. Muitos usam o carro mesmo por preguiça, é que podem andar de Metro, só que preferem despender 10 minutos de carro do que os 50 minutos de metro. :rolleyes: O que não é de todo recomendável, é que para arranjar lugar de estacionamento nesta cidade é sair-nos o Euromilhões. O problema é quem vive mais longe da cidade e lá o metro não chega, esses aí é que precisam de se deslocarem e, se possuírem o carro com matrícula par nestes dias, de duas uma: ou vão a pé ou chamam um táxi/uber. 

Eu considero o objetivo da medida positivo - sem dúvida que há demasiado carro em Madrid, o que aumenta o nível de poluição, muitas vezes desnecessária. Agora, a maneira como é aplicada... :haha: Não sei, acho-a baseada na arbitrariedade da sorte (é dia par ou ímpar?) e não sei se os madrilenos terão a disposição de estarem sempre atentos para saber quando os níveis de poluição aumentam. Por último, a maior falha que encontro é de não ter tido mais em consideração quem vive na periferia e não tem qualquer meio de transporte, a não ser o carro, para se deslocarem. 

Respondendo à tua pergunta, em Portugal seria a loucura. Nós já somos um povo que tende a complicar tudo, aliado à nossa chico-espertice... :rolleyes: Ia ser bonito, ia. Para além disso, nós não temos a dimensão de uma cidade como Madrid, daí a mesma não ter grande utilidade. :P 

Editado por Ana Maria Peres
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