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A Última Oportunidade (em Janeiro)


Rodolfo
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A ÚLTIMA OPORTUNIDADE 

[18º episódio - penúltimo]

 

 

 

 

Carolina chega a casa de Francisco tal como o combinado. Esta instala-se para ficar mais próxima do filho por uns tempos e o acompanhar nos tratamentos. Tanto Rodrigo e Francisco estavam muito felizes por a ter ali. Entretanto Mariana decide ir ver Rodrigo e aparece de surpresa em casa.

 

- Mariana ? Que boa surpresa, entra! - disse Francisco.

- Onde está o Rodrigo ?

- Está ali com a mãe. Ele vai gostar de te ver!

 

Mariana vai até à sala e vê Rodrigo. Este saltou do sofá e correu para a abraçar.

 

- Que bom que vieste amiga, tinha tantas saudades tuas.

- É, nós mal falamos no hospital também e aproveitei para te vir visitar já que estamos de férias. Então e como estás ?

- Estou muito bem e a recuperar da minha mão, já consigo fazer alguns movimentos e vou começar a fazer um tratamento para recuperar a força totalmente. Agora tenho aqui comigo a minha mãe, não podia estar mais feliz.

- Está cá a viver Carolina ?

- Sim, decidi vir para perto do meu filho, não fazia sentido estarmos longe e chateados. Eu em Viana sentia-me sozinha e eles fizeram-me o convite de vir morar com eles e aceitei.

- Boa decisão! Tenho a certeza que a partir de agora tudo será melhor.

 

 

1 mês depois …

 

Rodrigo já estava a meio do tratamento e as perspetivas eram as melhores, pois este já conseguia fazer quase tudo com a mão e finalmente conseguiu voltar a pintar, um dos seus maiores e preferidos hobbies a par da dança. Francisco já tinha voltado ao trabalho e à sua rotina visto que Carolina estava em casa a tomar conta de Rodrigo.

 

- Estás a ir tão bem meu filho. Daqui a 2/3 semanas acabas o tratamento e já volta tudo ao normal.

- Eu sinto-me bem mãe, já tenho a mão recuperada e com força. Só queria descobrir um dia quem me fez isto e porquê.

- Não penses nisso agora, o importante é que estás bem.

 

Entretanto toca o telemóvel de Rodrigo. É o seu amigo João.

 

- Estou João, tudo bem ?

- Sim. Eu logo queria ir aí a casa falar contigo e com o Francisco, é mesmo importante.

- Não sei se isso é muito boa ideia, sabes que o Francisco não te pode ver à frente depois do que aconteceu, mas era sobre o quê ?

- Eu preferia ter-vos a vocês os dois unidos e falar com calma, pode ser ?

- Tudo bem, aparece depois do jantar aqui e eu falo com o Francisco.

 

Francisco saiu do trabalho e foi para casa. Rodrigo disse-lhe que João viria a caminho para falar com os dois. Apesar de não ter gostado, este acabou por ceder com Rodrigo a pedir-lhe por favor que deixasse João explicar o porquê de ter feito aquilo. João chega a casa de Francisco.

 

- Antes demais queria-vos agradecer por me terem dado a oportunidade de falar. Eu sei que por vontade do Francisco nem estaria aqui, portanto agradeço-te especial a ti. Estou aqui essencialmente para vos pedir desculpa pelo meu comportamento há 1 mês atrás.

- Desculpas não chegam – interrompeu Francisco.

- Eu sei, o mal já está feito. Eu durante estas semanas tirei tempo para pensar, tirei tempo para mim e para ver o que quero para a minha vida. Deixei a minha vida em Lisboa e vim atrás de um sonho antigo, de uma amizade especial de infância e pensei que a conseguiria reconquistar.

- E conseguias João se não fizesses o que fizeste. Beijar-me ? - disse Rodrigo.

- Acho que é do conhecimento de ambos que eu regressei porque queria ficar contigo Rodrigo. O Francisco sempre esteve certo, eu gosto de ti e voltou para lutar por ti mas durante estes tempos percebi que não valia a pena, a vossa relação é muito forte e eu não a queria estragar. Percebi que não estava a agir da forma mais correta. Peço-vos desculpa aos dois pelo que fiz, é o mínimo que posso fazer.

 

Francisco e Rodrigo não proferiram uma palavra mas ficaram aliviados com a atitude de João.

 

- Queria também dizer-vos que vou voltar para Lisboa, vou para a empresa com o meu pai trabalhar novamente e refazer a minha vida. Basicamente era isto que vos queria dizer antes de me ir embora, não queria partir com este sentimento de culpa. Tu sabes que és importante Rodrigo, não me sentiria bem em fazer isto contigo.

- Tudo bem, eu desculpo-te e acho que o Francisco também. Ficamos muito sensibilizados com a tua atitude em vires aqui e pedires desculpa, demonstra a excelente pessoa que ainda és, apesar de isso ser mesmo o mínimo que pudeste fazer depois de quase destruíres a minha relação com o Francisco.

- Sim, eu aceito as tuas desculpas mas confiar para já em ti será impossível até porque sei que gostas do Rodrigo – disse Francisco.

- Claro, tudo leva o seu tempo e eu também agora vou voltar para Lisboa e deixo-vos serem felizes à vontade. É mesmo o mais importante para mim, é ver o Rodrigo feliz. Ah, queria-te dar o parabéns Francisco.

- A mim ? Porque ?

- És um grande homem! Digo isto porque cuidas do Rodrigo como ele merece, fazes-lhe feliz, fazes ter razões que sobra para ele viver sempre que acorda e vê o sol lá fora. É bom viver assim, ele merece-te!

- Obrigado! Espero que um dia também saibas o que é o amor e encontres alguém que te ame tanto como eu o Rodrigo.

 

João e Francisco deram um aperto de mão, acabando desta forma por fazerem as pazes. Tudo estava finalmente resolvido e bem.

 

- Isto merece uma comemoração! - afirmou Rodrigo.

- Claro que merece e sou eu que a vou fazer – disse João.

- Como assim ? - perguntou Rodrigo.

- Tu não sabes, mas eu também gosto muito de pintar e faço muitas vezes disso o meu passatempo. Pensavas que eras só tu ? Não, herdamos os dois o mesmo gosto pela pintura.

- A sério ? Também pintas ? Isso é brutal!

- Pinto sim e já em Lisboa já fiz algumas exposições na empresa do meu pai mas não foi nada de especial.

- Vá, mostra-nos lá o teu talento não – disse Francisco.

- Era isso que vos ia propor. Eu queria-vos perguntar se vos podia pintar aos dois.

- Pintar-nos ? - perguntaram Francisco e Rodrigo em coro.

- Sim, um quadro de namorados ou de casal. Seria um prazer enorme para mim e não precisavam de me pagar nada por isso, é um presente meu para vocês.

 

Rodrigo e Francisco aceitaram o convite de João e deixaram-se pintar por este durante algumas horas. O resultado foi este.

 

 

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- Está lindo … eu … nem tenho palavras – disse Rodrigo.

- De facto tens muito jeito, os meus parabéns, o quadro está magnifico – elogiou Francisco.

- Obrigado eu por me terem deixado pintar-vos e me darem esta oportunidade de me desculpar. Bem, está na minha hora, tenho de ir.

 

Francisco e Rodrigo despediram-se de João e desejaram as maiores felicidades a este.

 

- Tu sabes que terás sempre aqui a minha amizade não sabes ? Tens o meu número e sempre que quiseres aparece.

- Claro que sim João, podes vir cá um fim de semana ou outro, serás bem vindo. Aqui no Porto há sempre espaço para mais um.

- Obrigado aos dois, levo-vos no meu coração. Adeus.

 

João foi então para Lisboa, batendo com a porta e deixando um passado resolvido e enterrado. Vida nova se avizinhava para o melhor amigo de Rodrigo.

 

- Vai para o nosso quarto, que achas ? - perguntou Rodrigo.

- Perfeito! Será a peça mais bonita desta casa.

 

 

ÚLTIMO EPISÓDIO : SEXTA

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A ÚLTIMA OPORTUNIDADE

ÚLTIMO EPISÓDIO

 

 

 

Rodrigo e Francisco seguiram com a sua vida na casa do Porto. Rodrigo acabou os seus tratamentos, recuperando totalmente a força na sua mão direita e todos os movimentos que tinha perdido devido ao acidente que tinha sofrido. Carolina regressou a Viana do Castelo após algumas semanas, mas aos fins de semana ficava no Porto junto de Rodrigo e de Francisco. João regressou a Lisboa para junto do pai e começou de novo a sua vida mas sem perder o contacto com o seu melhor amigo. João vinha visitar o casal algumas vezes ao Porto. Mariana conseguiu arranjar colocação numa faculdade do Porto, tal como era o seu sonho e com isto ficou mais perto de Rodrigo. Os melhores amigos estavam juntos e saiam juntos diariamente.

 

 

5 anos depois …

 

- Estás nervoso ? - perguntou Mariana.

- Muito! Nunca pensei alguma vez que este dia chegasse – respondeu Rodrigo.

- A tua vida mudou tanto desde há uns anos para cá. Já passaram 5 anos desde que vocês se conheceram.

- Lembras-te quando fazia estes planos parvos no colégio ?

- Se me lembro … parecia tudo tão longínquo e impossível e hoje é real – recordou Mariana.

- Tudo na vida é relativamente curto e todos os sonhos estão a um passo de ser concretizados, tudo depende de nós e da força com que a encaramos.

 

Carolina interrompe e entra no quarto.

 

- Rodrigo ainda estás aqui na conversa ? Está quase na hora de irmos.

- Já vou mãe, estava só aqui a recordar com a Mariana algumas das nossas memórias quando andávamos no colégio.

- Eu acho é que o Francisco neste momento não quer saber das tuas memórias mas da tua presença.

 

Rodrigo e Francisco estiveram ao longo dos últimos 5 anos cada vez mais unidos e ao lado um do outro. Francisco conseguiu fixar-se como administrativo na empresa onde trabalhava. Rodrigo formou-se e aos 23 anos preparava-se para começar a dar aulas de dança numa escola do Porto. Também pensava abrir um atliê de pintura, a outra sua grande paixão. A vida destes correu bem e após 5 anos de relacionamento decidiram dar o nó. O casamento para eles não era o mais importante, mas ainda assim decidiram dar um novo simbolismo à sua união. O casal convidou alguns amigos próximos numa cerimónia discreta que se realizou nos jardins do Palácio de Cristal no Porto.

 

Rodrigo e Francisco chegam juntos ao local da cerimónia.

 

- Estás pronto amor ? - perguntou Francisco.

- Sim, sim e todos os sim's que queres ouvir. Estou pronto para este dia e ser ainda mais feliz ao teu lado.

- Vá, dá-me a mão, vamos percorrer este tapete de flores juntos – pediu Francisco.

 

Todos estavam enternecidos com o amor e a felicidade estampada no rosto de ambos. Enquanto percorria o extenso tapete de flores que os levaria até ao altar, Francisco recordava os seus tempos de jovens, de como mudou nos últimos anos e que estava a viver algo que nunca pensou viver. Rodrigo estava feliz por ter encontrado o amor da sua vida e recorda os tempos em que tinha medo de assumir o que era, pensando que nunca iria ser feliz na vida.

 

A cerimónia decorreu chegando mais tarde o momento do beijo. Todos se levantaram e aplaudiram o casal. Carolina abraçou Francisco e Mariana abraçou Rodrigo.

 

 

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Tudo estava bem até que alguém interrompe o casamento.

 

- Parem! Parem! - ouviu-se gritar.

 

Um homem dirigia-se ao altar dizendo que tinha algo para dizer. Rodrigo e Mariana reconheceram o homem, dizendo que ele era do colégio onde ambos estudaram.

 

- Rodrigo tu convidaste-o ? - perguntou Mariana.

- Achas mesmo ? Nunca na vida o iria convidar para o meu casamento.

- Mas quem é ele ? - perguntou Francisco.

- É um colega nosso dos tempos de colégio que sempre me discriminou, chegou-me a bater e foi com ele que arranjei a confusão à porta do colégio. Foram anos a levar com bocas deste rapaz e do restante grupo com quem ele andava.

 

Francisco ficou chocado ao ouvir o que Rodrigo lhe contou. Mariana confirmou também que ele e o grupo de amigos dele eram os que faziam asneiras na escola e discriminavam Rodrigo por este ser gay.

 

- Eu sei que não devia estar aqui a interromper o vosso momento de felicidade mas eu não consigo mais …

- Mas não consegues o quê ? - perguntou Rodrigo.

- Estou tão feliz por te ver bem rapaz. Eu não conseguia guardar mais isto para mim.

- Mas é claro que estou bem, porque não havia de estar ?

- Porque talvez eu tentei que isso não fosse possível. Podias não estar aqui hoje … e tudo por minha culpa.

- Desculpa lá, importas-te de esclarecer o que venha ser isto porque ninguém está a perceber o que estás para aí a dizer – disse Francisco.

- Lembras-te da noite do baile de finalistas ?

- Vagamente …

 

Rodrigo olhou nos olhos do rapaz e as lágrimas começaram a correr pela sua cara, dizendo várias vezes “não me acredito”.

 

- Sim, fui eu Rodrigo – confirmou o rapaz.

- Mas foste tu o quê, alguém me pode explicar o que se está a passar ?

- Foi ele que me atacou amor. Foi ele que me deu a pancada naquela noite e que me fez parar às portas da morte.

 

Todos os convidados e especialmente Francisco ficaram em choque naquele momento, sem sabendo o que dizer ou fazer.

 

- Eu vim aqui para confessar o que fiz e para me entregar. Podem chamar a polícia, eu já não aguentava mais ficar com este sentimento de culpa comigo por mais tempo. Fiz-te mal e causei mal a todos os teus amigos e família, não tinha esse direito. Sabes, eu há uns anos atrás era um parvo, não tinha maturidade nenhuma e gozava com toda a gente, talvez fosse um escudo que criei para proteger as minhas fragilidades como adolescente. Naquela altura pensava que a homossexualidade não era normal e então gozava contigo por causa disso. Não tinha esse direito. Entretanto durante estes anos a minha vida mudou e hoje já penso de uma outra forma. Vivi com este sentimento de culpa durante algum tempo e apenas queria o momento certo para o revelar. Hoje deixo a minha minha filha e a minha namorada para pagar pelo que te fiz há 5 anos atrás. Sei que desculpa não chega portanto quero que me entregues.

 

Francisco ficou incontrolável e teve que ser retirado da cerimónia com Carolina para se acalmar. Rodrigo e Mariana ficaram a conversar com Joel, o seu ex colega de colégio.

 

- Tu sabes que eu podia ter morrido não sabes ? - gritou Rodrigo – viste o que me fizeste ? Mesmo que não aceitasses a minha orientação não tinhas o direito de me tentar matar. É pena que tivesses demorado 5 anos a perceber isso, mas foi bom eu saber quem finalmente me fez aquilo. Sempre quis saber, e por esse lado estou mais aliviado. Hoje estou bem, estou feliz ao lado do meu marido e simplesmente não é o passado que me vai trazer alegrias mas sim o presente e futuro.

 

Rodrigo tomou a decisão de não chamar a polícia e perdoou Joel pelo que lhe fez naquela noite, mas foi tarde demais. Francisco já tinha chamado a polícia e poucos minutos depois Joel foi levado pela polícia, confessando o crime que cometeu, sendo levado a tribunal e consequentemente preso.

 

 

Alguns dias depois …

 

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Rodrigo e Francisco estavam deitados na cama e sentiam-se diferentes.

 

- Nesta cama me deitei como tua curte, mais tarde namorado e agora como marido – disse Rodrigo.

- Como a vida nos surpreende amor – afirmou Francisco.

 

 

- Vale sempre a pena acreditarmos nos nossos sonhos! Vivam as coisas boas do presente e deixem que seja a vida a dar-vos a ponte para o futuro, a mostrar-vos como é bom amar. Mesmo que a noite seja escura, há sempre um luar, há sempre esperança. É nisso que todos vocês tem que acreditar. Hoje sofrem, amanhã serão grandes homens/mulheres com algo que ninguém pode comprar e que nem todos a podem ter, a felicidade. Nunca se esqueçam de quem vocês são e para onde vão! Este é o meu conselho. Espero que sejam tão felizes como eu e o Francisco. Um beijo e até sempre do vosso Rodrigo.

 

fim ...

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Adorei cada episódio desta tua "Última Oportunidade", Rodolfo. Estás de parabéns, conseguiste mais uma vez, surpreender-me pela positiva. É por isso que te adoro, rapaz.  :haha:

Gostei bastante do último episódio, conseguiste resumir as coisas e deixar tudo esclarecido. Quem diria que o Rodrigo e o Francisco iam dar certo.  :rolleyes:

 

Espero que as reticências signifiquem que haverá segunda temporada. É só o que tenho a dizer, até porque não tenho muito jeito para discursos.  :rofl:

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Parabéns Rodolfo, foi um projeto de ficção diferente aqui no fórum, que nos mostrou um tema pouco abordado na ficção por aqui (homossexualidade) e foi ao mesmo tempo um projeto arrojado e ousado. 

 

O fato de ter capítulos pequenos e publicações 3 vezes por semana, foi um ponto positivo pois não era preciso muito tempo para esperar pelo próximo capítulo. 

 

De uma forma mais critica, esperava que a história nos mostra-se uma "última oportunidade", não vi isso acontecer, pelo que o titulo e história não ficaram lá muito bem sincronizados.

 

 

Tens ponta por onde pegar para uma segunda temporada, ou para um spin-off (sobre a vida do João) tal como o Miguel disse, por isso não desistas de escrever (que por sinal, faz muito bem) e pronto, parabéns. ;)

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Parabéns Rodolfo, foi um projeto de ficção diferente aqui no fórum, que nos mostrou um tema pouco abordado na ficção por aqui (homossexualidade) e foi ao mesmo tempo um projeto arrojado e ousado. 

 

O fato de ter capítulos pequenos e publicações 3 vezes por semana, foi um ponto positivo pois não era preciso muito tempo para esperar pelo próximo capítulo. 

 

De uma forma mais critica, esperava que a história nos mostra-se uma "última oportunidade", não vi isso acontecer, pelo que o titulo e história não ficaram lá muito bem sincronizados.

 

 

Tens ponta por onde pegar para uma segunda temporada, ou para um spin-off (sobre a vida do João) tal como o Miguel disse, por isso não desistas de escrever (que por sinal, faz muito bem) e pronto, parabéns. ;)

E é isso. Mais nada :D

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Hum, alguma razão para abordar as mentalidades do interior ? Sei que aí se sofre muita discriminação ainda ...

Poderias aprofundar mais a discriminação das pessoas para os gays, falar dos gays que vivem num casamento de fachada, etc. 

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Poderias aprofundar mais a discriminação das pessoas para os gays, falar dos gays que vivem num casamento de fachada, etc. 

 

Eu nesta história abordei a discriminação, aliás basta ver os episódios da adolescência de Rodrigo e depois o ataque homofóbico que ele sofreu e o levou ao hospital ;)

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Eu nesta história abordei a discriminação, aliás basta ver os episódios da adolescência de Rodrigo e depois o ataque homofóbico que ele sofreu e o levou ao hospital ;)

Eu disse para aprofundares mais ainda. Também percebo que não querias ser muito massudo mas vale a pena. 

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Eu disse para aprofundares mais ainda. Também percebo que não querias ser muito massudo mas vale a pena. 

 

Pois, não queria aprofundar um lado ainda mais negro e dramático da discriminação :( mas se fizer uma segunda temporada penso nisso. Obrigado pela sugestão!

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