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há 1 hora, FraisesSucrées disse:

"O Beijo Mais Longo" (2003) com Carlos Dias da Silva, Maria João Simões e Joana Cruz

 

De quando a SIC tentava qquebrar recordes. Tinha ainda as 101 Horas de Dança meses antes.

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O @Vascof2001 tinha razão. A sessão Telefilme usava o genérico do Super Cine. O meu problema é que aquelas fitas formavam um S, e, para uma sessão que começava com T, já não fazia sentido.

Lembrei-me foi de um caso que apareceu no canal TV Formosa, quando a Telemundo estava em fase de mudança ao começar a ser um canal para os EUA continentais. Como tinham chegado a um acordo com o gajo que deu o acordo entre a Globo e a Time-Life, chegaram a usar alguns grafismos seja para o canal do Porto Rico seja para a nova cadeia nacional (a marca protótipo), usavam a base do separador das bolhas de 1977 mais o dos triângulos de 1986 cortado e a sessão Cinemundo usava parte do genérico do Supercine (que na altura era novo) cortado também.

E já que a SIC é da família dos Berlusconi:

Versão com comentários em português do Scherzi a parte, do Canale 5

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há 13 minutos, ATVTQsV disse:

O @Vascof2001 tinha razão. A sessão Telefilme usava o genérico do Super Cine. O meu problema é que aquelas fitas formavam um S, e, para uma sessão que começava com T, já não fazia sentido.

 

 

Nos primórdios da SIC, este espaço dava nas noites de sábado, sendo o primeiro telefilme "Perry Mason, O Caso da Lição Mortal" (1989), um dos 30 telefilmes feitos em 1985 e 1995 que recuperaram a série dos anos 50, com Raymond Burr a reprisar o seu papel titular em 26 deles. 

Também por esse espaço, ainda em 1992, passaram algumas das adaptações para telefilme dos romances da escritora Danielle Steel, começando com "Daddy/Papá" com Patrick Duffy e Lynda Carter. Em 1996/97, a SIC voltaria a passar mais telefilmes/miniséries adaptados dos livros dessa autora (quando passaram a ser editados em Portugal pelo Círculo de Leitores), alguns inéditos, outros já exibidos em 1992. Uma das miniséries, "O Anel", chegou a dar em horário nobre. 

há 13 minutos, ATVTQsV disse:

 

E já que a SIC é da família dos Berlusconi:

Versão com comentários em português do Scherzi a parte, do Canale 5

Mais um dos inúmeros genéricos que o Nuno Feijão fazia para a SIC nessa altura. 

Editado por FraisesSucrées
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Do dia 11 de Abril de 1994

Último Jornal com Alberta Marques Fernandes

Os Donos Da Bola com Jorge Gabriel

Meteorologia com Cristina Möhler

Intervalos (durante o filme "O Silêncio Dos Inocentes", o Último Jornal e Os Donos Da Bola)

 

 

 

inclui o Surf Report

 

 

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On 15/07/2026 at 16:03, CP Grafismos disse:

Havia um vídeo do especial de aniversário com Herman José, e tinha este grafismo.

@TSN Muito obrigado!

SIC a querer deixar a era Emídio Rangel para trás, com uma grande mudança no grafismo - com parecenças com o da SICN, incluíndo no tipo de letra usado. 

Significativo aparecer uma foto de "família" com destaque para Francisco Balsemão. Ele falava muito de "matar o pai" mas aqui como que "matou o filho". Foi mesmo um processo muito traumático para a estação.

PS: Um frame em que ironicamente aparece a Alberta Marques Fernandes que seguiria Rangel para a RTP no final desse ano.

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E o que seria Que Sabor, Senhor? Aquele programa da Telecinco? O TV2 tinha um excerto daquele programa

Há muito "it runs in the family" em pleno 2026 com a SIC já nas mãos dos italianos (a Telecinco também o é)

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Do dia 28 de Outubro de 1999

Último Jornal
com Fernanda Oliveira Ribeiro
 

Corrida Porta Da Ravessa 500 Portalegre
 

Intervalos (durante o filme "Die Hard 3: A Vingança")
 

 

inclui No Sofá Vermelho, com Graça Lencastre (jurista)

 

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Do dia 8 de Dezembro de 1996

Último Jornal com Nuno Santos

Intervalos (durante o filme "Tripla Infernal" e o Último Jornal)

(aos 5:20, um bem jovem Augusto Madureira)

 

 

 

Inclui a meteorologia com Maria Gameiro e o início da série "O Ressuscitado"
 

 

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há 6 minutos, FraisesSucrées disse:

Do dia 11 de Julho de 1996

 

 

As Viagem de Gulliver... Que verão. 1996 foi um grande ano de televisão, principalmente na SIC. Era uma criança e lembro-me como se tivesse sido ontem. A serie era emitida por volta das 23 horas, depois da novela e do entretenimento da época ( talvez o primeiro Cantigas da Rua...). 

A SIC, no auge do seu sucesso, não era uma SIC facilitista. Aposta em coisas bastante popularuxas, mas balanceava com ofertas de grande qualidade. 

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há 17 minutos, FLP disse:

As Viagem de Gulliver... Que verão. 1996 foi um grande ano de televisão, principalmente na SIC. Era uma criança e lembro-me como se tivesse sido ontem. A serie era emitida por volta das 23 horas, depois da novela e do entretenimento da época ( talvez o primeiro Cantigas da Rua...). 

A SIC, no auge do seu sucesso, não era uma SIC facilitista. Aposta em coisas bastante popularuxas, mas balanceava com ofertas de grande qualidade. 

Sim, eu considero que 1996 foi o ano zénite da era imperial da SIC. E sim, a SIC não apostava apenas em facilitismos e cenas popularuxas, sabia equilibrar com outros produtos com mais erudição e qualidade. Que pena que a SIC viria a perder essa essência mal enfrentou os seus primeiros grandes reveses. 

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há 22 minutos, FraisesSucrées disse:

Sim, eu considero que 1996 foi o ano zénite da era imperial da SIC. E sim, a SIC não apostava apenas em facilitismos e cenas popularuxas, sabia equilibrar com outros produtos com mais erudição e qualidade. Que pena que a SIC viria a perder essa essência mal enfrentou os seus primeiros grandes reveses. 

Foi um ano em que o canal já tinha plena noção da sua pujança e fazia apostas com confiança. Neste verão, não houve poupanças. Havia programação diferente todos os dias, o "terceiro horário" tinha produtos como esta série, documentários de vida selvagem - A Lei do Mais Forte, etc. Tudo "arrastado" por uma novela que fazia 25..27..30 pontos de rating... 

Percebe-se que foi necessário "recuar". A concorrência da TVI era baseada em programação de baixa qualidade e era impossivel manter este padrão. Verdade que houve desvario, mas era incontornável. Talvez, após os primeiros anos houvesse saturação e a situação estabilizasse e equilibrasse, mas se a SIC mantivesse o mesmo paradigma de programação teria ido a resultados mais desastrosos ainda nos primeiros tempos. E uma empresa a ver o dinheiro a desaparecer a cada dia tem que fazer concessões. Estamos a falar de uma estação que detinha volumes de negócio impressionantes para o seu tempo de vida sem nunca ter tido dificuldades desde a sua criação e que de repente via-se a braços com um concorrente que não tinha nada a perder. A pressão acionista devia ser absurda. 

 

Editado por FLP
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há 3 minutos, FLP disse:

Foi um ano em que o canal já tinha plena noção da sua pujança e fazia apostas com confiança. Neste verão, não houve poupanças. Havia programação diferente todos os dias, o "terceiro horário" tinha produtos como esta série, documentários de vida selvagem - A Lei do Mais Forte, etc. Tudo "arrastado" por uma novela que fazia 25..27..30 pontos de rating... 

Tal era a pujança e a fartura da colheita de 1996 que vários produtos estreados nesse ano continuaram a render durante os três anos seguintes, como Cantigas Da Rua, Ai Os Homens, Agora Ou Nunca, Grande Reportagem e o Buéréré da era Ana Malhoa. E claro foi nesse ano que aconteceu a primeira gala dos Globos de Ouro, o único resquício atual da SIC imperial. 

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há 6 minutos, FraisesSucrées disse:

Tal era a pujança e a fartura da colheita de 1996 que vários produtos estreados nesse ano continuaram a render durante os três anos seguintes, como Cantigas Da Rua, Ai Os Homens, Agora Ou Nunca, Grande Reportagem e o Buéréré da era Ana Malhoa. E claro foi nesse ano que aconteceu a primeira gala dos Globos de Ouro, o único resquício atual da SIC imperial. 

Verdade, que eram verdadeiras lufadas de ar fresco e que, com os anos, acabaram por acusar desgaste. Foi também o ano das melhores sitcoms e da aplicação de um novo modelo de grelha, onde a novela deixa de ser exibida todos os dias depois do jornal e passa a haver uma montra para produção nacional entre o jornal e a novela, abrindo um espaço de exposição dos produtos portugueses que jamais haviam tido e atirando-os para resultados absurdos. Camilo e Filho, Sai da Minha Vida, Os Trapalhões em Portugal, Jasmim Sonho do Cinema, Malucos do Riso. Todos eles dominavam os tops semanais de audiencias, ultrapassando várias vezes as novelas. 

Editado por FLP
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Postado (editado)

Substancialmente, a TV dos anos 90 tinha produtos mais variados. Quer em termos de programas nacionais, quer em termos de formatos internacionais. Até 99 era frequente ver-se personalidades famosas comuns a falar de séries internacionais e a dizer que gostavam, coisa que hoje não vemos (quanto muito vemos um elogio mútuo aos formatos do canal do ano). E as grelhas tinham sempre algum elemento distinto todos os anos. Nada a ver com hoje. Obviamente que havia muita coisa que hoje chamamos de trash tv, e a SIC era pródiga nisso e era aí que retirava boa parte do seu sucesso (não considero isso propriamente negativo, a trash tv, de alguma forma, também abriu os horizontes a este país e também abriu portas ao que foi o BB, o BB só foi possível porque a linguagem televisiva mudou a partir de 95 (talvez 94, para ser mais concreto, o Muita Lôco foi um teste), perdendo completamente o formalismo característico até aí), mas também havia coisas de elevada qualidade. Bom cinema, boas séries (e transmitido em bons horários, importa frisar), boas novelas. Diferente de hoje, em que só restam talvez boas novelas.

Editado por Fernando
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há 2 minutos, Fernando disse:

Substancialmente, a TV dos anos 90 tinha produtos mais variados. Quer em termos de programas nacionais, quer em termos de formatos internacionais. Até 99 era frequente ver-se personalidades famosas comuns a falar de séries internacionais e a dizer que gostavam. E as grelhas tinham sempre algum elemento distinto todos os anos. Nada a ver com hoje. Obviamente que havia muita coisa que hoje chamamos de trash tv, e a SIC era pródiga nisso e era aí que retirava boa parte do seu sucesso (não considero isso propriamente negativo, a trash tv, de alguma forma, também abriu os horizontes a este país e também abriu portas ao que foi o BB, o BB só foi possível porque a linguagem televisiva mudou a partir de 95, perdendo completamente o formalismo característico até aí), mas também havia coisas de elevada qualidade. Bom cinema, boas séries, boas novelas. Diferente de hoje, em que só restam talvez boas novelas.

Era exatamente essa a lógica. Servir o que cativava as massas, aproveitando o alcance para oferecer produtos diferenciados. A "onda" do sucesso dos programas comerciais permitia que o público se mantivesse no canal mesmo que a oferta fosse mais erudita. Era a estação que exibia as grandes reportagens, os programas de grande informação séria, programas como Duetos Imprevistos, Verdes Anos, Escrita em Dia, Toda a verdade, BBC Vida Selvagem, eventos de moda, de desporto extra-futebol, séries de apelo comercial e produções de nicho, pelo menos 6 filmes por semana... E alguns destes produtos em horários bastante importantes. 

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O único erro da SIC dos anos 90 foi a não aposta em novelas portuguesas. Abrindo a porta para TVI explorar as novelas portuguesas a partir de 2000.

Mesmo as séries mais sérias só vieram mais a partir do final dos anos 90 como Médico de Família, Querido Professor, etc.

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Qualquer  pessoa, naquele contexto, não iria faze-lo. Não apenas porque as novelas brasileiras eram indubitavelmente um produto de sucesso absoluto, como as portuguesas não tinham histórico que justificassem a aposta. A RTP tinha alcance e as novelas de sucesso, davam 12 pontos. Com novelas da globo garantidas, obviamente que produzir novelas não era uma prioridade. Para além de que, em Portugal, a única estrutura que já tinha alguma noção de como fazer novelas era  a NBP e dificilmente era possível, em 1994..95 a produtora fornecer novelas aos dois canais, sucessivamente. Para além de que produzir novelas era exponencialmente mais caro que exibir as novelas da Globo. O custo-beneficio era obvio. Optaram por apostar nas novelas brasileiras e canalizar o investimento para outro tipo de produção, o que permitiu a diversidade e as experiências que foram fazendo.  A TVI acabou por faze-lo porque não tinha alternativa. E já estávamos a lidar com uma NBP com outra estrutura e know-how. 

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