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há 6 minutos, Johnman disse:

Essa piada é extremamente problemática 21 anos depois, mas lá está, em 2004, as pessoas gostavam daquilo :rofl:   E mesmo hoje em dia, quem vê Domingões e Não Há Crises e esse tipo de programas com humor brejeiro continua a adorar - a questão é que isso fica apenas com o público boomer/velho que aprecia esse tipo de comédia.

Eu diria que esse é um programa que eu tenho memórias nostálgicas de experienciar em 2004 e afins, mas que hoje em dia seria um fiasco total. Lá está: produtos do seu tempo.

A diferença é que fazem menos piadas daquilo nas canções pimba nos programas pimba (sei não, não vejo esses programas)

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Não sei que mal teria o sketches da loja do Sr André nos dias de hoje? Só por dizer que os artigos são da Tailândia!? Diz da Tailândia como podia ser outro país qualquer.

A graça era só o vendedor chico esperto com grande paleio, vender os seus artigos como se fossem relíquias ou produtos topo gama :lol:

Editado por Manu Tenry
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há 45 minutos, ATVTQsV disse:

Do nada, depois de falar sobre os limites do humor, falo sobre os limites do Dragon Ball em 1997

Houve queixa junto ao regulador só por uma promo, que é lost media

https://www.erc.pt/download/YToyOntzOjg6ImZpY2hlaXJvIjtzOjM5OiJtZWRpYS9kZWNpc29lcy9vYmplY3RvX29mZmxpbmUvNDc5NS5wZGYiO3M6NjoidGl0dWxvIjtzOjIwOiJkZWxpYmVyYWNhby0yMzc3MTk5NyI7fQ==/deliberacao-23771997

Socorro.

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há 3 horas, ATVTQsV disse:

Pior ainda, esse tipo de sketch aparecia mais no início, porque piadas de pretos já não apareciam no início dos anos 2000, pelo que me lembro

A morte do Camacho Costa deve também ter ajudado para o fim da personagem daquela loja que importava tudo "directamente da Tailândia"

Essa personagem teve um sucessor espiritual umas temporadas depois numa personagem do Fernando Gomes, o BBB ("bom e barato só no Barata"). 

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há 17 minutos, FraisesSucrées disse:

Essa personagem teve um sucessor espiritual umas temporadas depois numa personagem do Fernando Gomes, o BBB ("bom e barato só no Barata"). 

Essa personagem também era engraçada.

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Subscrevo o que já foi dito aqui: são piadas que, objetivamente, envelheceram mal e refletia (grande?) parte da sociedade portuguesa da altura. Se calhar, ainda hoje, algumas pessoas poderão relacionar-se com esse tipo de humor, mas arrisco a dizer que seria um público mais velho.

Creio que o Fernando Rocha é um bom exemplo, tanto que a sua menção no famoso sketch do Ruído é muito perspicaz: se pusermos lado a lado um dos primeiros espetáculos/stand-ups dele e um dos mais recentes, podemos ver ligeiras diferenças, mas a mesma essência: brejeirice (sem desdém para quem gosta deste estilo do humor, creio que seja válido como qualquer outra subcategoria. Pessoalmente, já tive a minha fase, mas já não me cativa tanto).

Por fim, sou da opinião de que, embora datados, estes conteúdos não devem ser apagados. Faça-se como Warner Bros. da vida: disponibilize-se na íntegra e com um aviso: "Pá, antigamente a malta curtia destas coisas, é o que é. Hoje em dia não nos revemos nisto, mas ainda assim não deixa de ser um produto que deixou uma marca e, por isso, está aqui inteirinho. Vejam ao vosso critério."

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há 15 minutos, OTalAntiquado disse:

Subscrevo o que já foi dito aqui: são piadas que, objetivamente, envelheceram mal e refletia (grande?) parte da sociedade portuguesa da altura. Se calhar, ainda hoje, algumas pessoas poderão relacionar-se com esse tipo de humor, mas arrisco a dizer que seria um público mais velho.

Creio que o Fernando Rocha é um bom exemplo, tanto que a sua menção no famoso sketch do Ruído é muito perspicaz: se pusermos lado a lado um dos primeiros espetáculos/stand-ups dele e um dos mais recentes, podemos ver ligeiras diferenças, mas a mesma essência: brejeirice (sem desdém para quem gosta deste estilo do humor, creio que seja válido como qualquer outra subcategoria. Pessoalmente, já tive a minha fase, mas já não me cativa tanto).

Por fim, sou da opinião de que, embora datados, estes conteúdos não devem ser apagados. Faça-se como Warner Bros. da vida: disponibilize-se na íntegra e com um aviso: "Pá, antigamente a malta curtia destas coisas, é o que é. Hoje em dia não nos revemos nisto, mas ainda assim não deixa de ser um produto que deixou uma marca e, por isso, está aqui inteirinho. Vejam ao vosso critério."

A Disney também faz algo semelhante no seu serviço de streaming Disney+, no que toca a clássicos de animação dos anos 1930/40: um aviso de conteúdo que apresenta estereótipos considerados típicos da altura de onde foram feitos. Admitir que um produto, por mais que tenha marcado, envelheceu mal e é de mau gosto em 2025 não tem porquê ser algo criticável, mas apagar, quiçá até "censurar" (usando uma palavra mais agressiva) este tipo de humor datado também não é exatamente a melhor opção em nome daquilo que é a comédia e a arte produzida em contextos socioculturais extremamente diferentes dos de hoje.

O Fernando Rocha é um ótimo exemplo disto, na verdade. Não gosto do humor dele, acho demasiado baixo e pouco inspirado para mim, mas lá está, há quem adore as piadas racistas/sexistas dele e sinto que separar o seu humor de algum tipo de maldade pura é fácil. Mas também não digo que quem acha ofensivo não está no seu direito de o dizer. Digo o mesmo de um Rui Sinel de Cordes, se bem que esse não me parece ser um bom exemplo de pessoa mesmo fora o seu humor (o seu tom arrogante e prepotente é um grande não).

Editado por Johnman
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O Maré Alta fazia exploração do corpo masculino também, basta ver a série que também punham vários atores em trajes menos decentes, mas como é óbvio os videos das mulheres viralizaram mais mas não vejo nada de especial nisso da máquina de detetor de metais que despia as mulheres, uma coisa era pessoas desconhecidas estarem a ser alvo dessa exposição corporal, quem aparecia ali eram atrizes e modelos que sabiam perfeitamente para o que iam. Não vamos agora diabolizar algo que foi feito de maneira consentida, até parece que a imagem e o corpo não continuam a vender e a atrair público, hoje ainda mais que em 2004 que muita gente faz qualquer coisa para ter 5 minutos de fama e há mais e mais gente desesperada por uma oportunidade no mundo da televisão.

Agora vai me cair tudo em cima, o black face por exemplo quando é para ridicularizar é uma coisa, ou escurecer um ator para servir uma personagem escura em vez de contratar um ator negro. Mas o contexto é sempre necessário, já disse aqui várias vezes que para mim um "blackface", se é que pode ser chamado assim num programa como A Tua Cara Não me é estranha é tudo menos um blackface, é uma homenagem num programa que se caracteriza mesmo pela imitação e disfarce, seja vocal como estético. Nem tudo o que envolve escurecimento da pele ou uso de estética e traços negros é automaticamente racismo

Um rapaz angolano que vive em Portugal que conheço do Discord acompanhou a Floribella na SIC K o ano passado, e há uns 3 episódios em que o Jorge Corrula finge ser angolano para se poder infiltrar na mansão Fritzenwalden, como disfarçou-se de idosa, de chinês, de veterinário... a personagem estava sempre a arranjar disfarces. E eu aí até achei um pouco problemático, até que fui comentar com esse rapaz "viste o Loureço pintado de castanho a fingir ser africano?... tenso" e ele respondeu-me para meu espanto "Ahahah adorei até o sotaque angolano ele fez bem achei top", ele achou engraçado e não levou nada a mal e realmente na novela aquilo não tinha intenção de denegrir ninguém, a personagem para se infiltrar usou imensas identidades. A própria Flor vestiu-se de ucraniana, de gueisha para no entender dela honrar os costumes dos clientes chineses da empresa. Isso fez-me perceber que sim, é importante corrigir certas coisas mas também não erradicar as coisas e perceber que há certos contextos em que não é descabido e que nem todos os visados interpretam as coisas da mesma forma. A

Às vezes quem se sente mais ofendido nem é o visado direto, mas alguém a falar em nome dele. Isso acontece por empatia, mas pode resultar em exageros ou interpretações extremadas que nem toda a gente partilha.

Editado por Dimitri
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há 6 horas, D91 disse:

Eu lembro-me de um plot, penso que na última fase dos Malucos do Riso, de uma mãe que tinha uma loja e deixava a filha sozinha na loja enquanto ia fazer recados ou outras coisas, e a filha falava mal com os clientes:haha:. Era muito engraçado mas não encontro nada disso na net.

Lembro-me bem, a rapariga que fazia de filha era a Carolina Picoito Pinto (filha do ator João Maria Pinto)

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há 2 minutos, Marta90 disse:

Lembro-me bem, a rapariga que fazia de filha era a Carolina Picoito Pinto (filha do ator João Maria Pinto)

E chegou a contracenar com o pai nos Malucos do Riso. Mais precisamente nos "Malucos e Filhos", uma das muitas versões dos Malucos do Riso.

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há 8 horas, D91 disse:

Eu lembro-me de um plot, penso que na última fase dos Malucos do Riso, de uma mãe que tinha uma loja e deixava a filha sozinha na loja enquanto ia fazer recados ou outras coisas, e a filha falava mal com os clientes:haha:. Era muito engraçado mas não encontro nada disso na net.

Essas rábulas com ela eram uma promoção às lojas DeBorla!

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José Eduardo Moniz chama Rebelde Way de "cópia" de Morangos com Açúcar e realizador da Rebelde responde!

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Há cinco anos, Atílio Riccó, conhecido director de ficção brasileiro, apostou todas as cartas numa série juvenil pioneira em Portugal. Ele foi o homem que dirigiu as duas primeiras temporadas da novela "Morangos com Açúcar". Deixou a novela ao saber que a TVI queria continuar a fazer mais séries do mesmo. Agora, Atílio Riccó é o homem que está por trás de "Rebelde Way" (foi realizador de Floribella e supervisor de Chiquititas), a novela da SIC que pretende fazer frente aos "Morangos".

José Eduardo Moniz questionado pela imprensa pela incursão da SIC nas novelas adolescentes ironiza, "Que nos tentem copiar, não nos preocupa, porque a cópia é sempre inferior ao original", referindo-se obviamente à "Rebelde Way", durante a apresentação dos "Morangos 6", na semana passada.

Confrontado pelo site SapoFama, Atílio Riccó não se conformou com as palavras do seu antigo patrão. "Voltemos às origens e vamos ver de onde é que os `Morangos´ foram copiados... O modelo é uma cópia de 'Rebelde Way' sim, não só a Malhação. Isso eu sei a 100%, porque eu estive no início dos `Morangos´, eu sei como foi o processo criativo e de onde foram buscar as ideias. E mais, Rebelde Way é uma adaptação, ninguém esconde o que é. Só o colégio interno é que falta nos Morangos, senão a cópia seria descarada.", denuncia o realizador brasileiro.

Riccó aponta a repetição como falha nos Morangos: "Acho que cinco anos é muito para qualquer cabeça, por mais que se mudem as caras e uma série de coisas. Os assuntos são sempre os mesmos. A garotada de hoje não é boba. Sabe que é, no fundo, a mesma história cozinhada de outra maneira."

O director de "Rebelde Way", série original argentina cujos direitos para Portugal foram comprados pela SIC, acredita que as palavras de José Eduardo Moniz são apenas uma forma de defesa. "Ele sabe perfeitamente que somos uma forte concorrência e, por isso, anda a fazer tantas mudanças no seu canal, na tentativa de nos bloquear". E Riccó lança uma questão: "Se ele (Moniz) acha que o nosso produto é pior que o dele, porquê tanto esforço para nos derrotar? É que os contra ataques dele aos nossos produtos da SIC não começaram apenas agora"

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há 24 minutos, Dimitri disse:

José Eduardo Moniz chama Rebelde Way de "cópia" de Morangos com Açúcar e realizador da Rebelde responde!

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Há cinco anos, Atílio Riccó, conhecido director de ficção brasileiro, apostou todas as cartas numa série juvenil pioneira em Portugal. Ele foi o homem que dirigiu as duas primeiras temporadas da novela "Morangos com Açúcar". Deixou a novela ao saber que a TVI queria continuar a fazer mais séries do mesmo. Agora, Atílio Riccó é o homem que está por trás de "Rebelde Way" (foi realizador de Floribella e supervisor de Chiquititas), a novela da SIC que pretende fazer frente aos "Morangos".

José Eduardo Moniz questionado pela imprensa pela incursão da SIC nas novelas adolescentes ironiza, "Que nos tentem copiar, não nos preocupa, porque a cópia é sempre inferior ao original", referindo-se obviamente à "Rebelde Way", durante a apresentação dos "Morangos 6", na semana passada.

Confrontado pelo site SapoFama, Atílio Riccó não se conformou com as palavras do seu antigo patrão. "Voltemos às origens e vamos ver de onde é que os `Morangos´ foram copiados... O modelo é uma cópia de 'Rebelde Way' sim, não só a Malhação. Isso eu sei a 100%, porque eu estive no início dos `Morangos´, eu sei como foi o processo criativo e de onde foram buscar as ideias. E mais, Rebelde Way é uma adaptação, ninguém esconde o que é. Só o colégio interno é que falta nos Morangos, senão a cópia seria descarada.", denuncia o realizador brasileiro.

Riccó aponta a repetição como falha nos Morangos: "Acho que cinco anos é muito para qualquer cabeça, por mais que se mudem as caras e uma série de coisas. Os assuntos são sempre os mesmos. A garotada de hoje não é boba. Sabe que é, no fundo, a mesma história cozinhada de outra maneira."

O director de "Rebelde Way", série original argentina cujos direitos para Portugal foram comprados pela SIC, acredita que as palavras de José Eduardo Moniz são apenas uma forma de defesa. "Ele sabe perfeitamente que somos uma forte concorrência e, por isso, anda a fazer tantas mudanças no seu canal, na tentativa de nos bloquear". E Riccó lança uma questão: "Se ele (Moniz) acha que o nosso produto é pior que o dele, porquê tanto esforço para nos derrotar? É que os contra ataques dele aos nossos produtos da SIC não começaram apenas agora"

O Moniz tinha uma moral para falar quando copiou o Rex e a Malhação. E com o sucesso da Floribella na SIC foi logo a correr fazer a Doce Fugitiva.:dog:

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há 2 minutos, D91 disse:

O Moniz tinha uma moral para falar quando copiou o Rex e a Malhação. E com o sucesso da Floribella na SIC foi logo a correr fazer a Doce Fugitiva.:dog:

Sem falar do plágio da T6 dos Morangos de verão, e dos MCA7 serem musicais coincidentemente no mesmo ano que Rebelde Way tinha uma banda.

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há 4 minutos, Dimitri disse:

Sem falar do plágio da T6 dos Morangos de verão, e dos MCA7 serem musicais coincidentemente no mesmo ano que Rebelde Way tinha uma banda.

Ele gostava muito de mandar bocas a acusar a SIC de copiar. Quando ele era quem mais copiava.

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há 35 minutos, Dimitri disse:

Sem falar do plágio da T6 dos Morangos de verão, e dos MCA7 serem musicais coincidentemente no mesmo ano que Rebelde Way tinha uma banda.

Não foi certamente por causa da novelinha da sic, alem de que já tinhas tido os DZRT e 4Taste e portanto eles so replicaram ainda mais uma formula que funcionava... formula essa vinda também da malhação que aí sim os morangos tiravam muita da sua inspiração. 

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A inspiração da ambientação dos Morangos pouco ou nada tem a ver com Rebelde Way. Acho que as pessoas esquecem-se em que o final da primeira década de 2000 coincidiu com os fenómenos de Glee ou High School Musical. A inspiração veio daí, aliás, existiam muitas comparações entre o Lourenço Ortigão e a personagem do Zac Efron, se bem me recordo :rofl:. Foi mais o espírito da época do que propriamente replicar Rebelde Way, que nem foi propriamente um sucesso. Aliás, a própria temporada 6 já indicava que rumo é que a série ia tomar, logo nos primeiros episódios há um flashmob à porta da escola :rofl: O "plágio" dos Morangos é tributário a Malhação, e não a Rebelde Way.

14 minutes ago, AndreRob said:

Não foi certamente por causa da novelinha da sic, alem de que já tinhas tido os DZRT e 4Taste e portanto eles so replicaram ainda mais uma formula que funcionava... formula essa vinda também da malhação que aí sim os morangos tiravam muita da sua inspiração. 

E ainda as Just Girls, que inclusivamente interpretaram o genérico da temporada 7 :haha:

Editado por Fernando
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Os MCA7 e a Rebelde Way nada tem em comum, aliás antes da Rebelde Way já os MCA tinham tido bandas como os D'ZRT, os 4 Taste e as Just Girls. Os MCA7 foram inspirados em séries como Glee ou High School Musical.

O que serviu mais de inspiração para os MCA foi a Malhação, ainda um pouco longe da ambientação da Rebelde Way que tinha núcleos mais elitistas, e era passada num colégio interno.

Editado por D91
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há 3 horas, AndreRob disse:

Não foi certamente por causa da novelinha da sic, alem de que já tinhas tido os DZRT e 4Taste e portanto eles so replicaram ainda mais uma formula que funcionava... formula essa vinda também da malhação que aí sim os morangos tiravam muita da sua inspiração. 

Não é bem assim, essas bandas nem tinham muito destaque nas temporadas respetivas, quem as vê aliás nem vê assim muito destaque que tiveram na vida real, enquanto Rebelde Way girava muito em torno da música, a própria história girava nisso.

O melhor casal de Floribella 2. A Raquel Strada safava-se muito bem como atriz

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há 4 minutos, Dimitri disse:

Não é bem assim, essas bandas nem tinham muito destaque nas temporadas respetivas, quem as vê aliás nem vê assim muito destaque que tiveram na vida real, enquanto Rebelde Way girava muito em torno da música, a própria história girava nisso.

O melhor casal de Floribella 2. A Raquel Strada safava-se muito bem como atriz

mas a inspiração como disseram veio do High School musical e nada a ver com o formato de banda da rebelde que tinha pouca expressao cá... alias até aquela abertura medonha nos cubiculos foi um plagio dessas serie musicais.

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