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Ao Largo


Lusitana

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Série de 13 episódios, com produção da SP Televisão e estreia prevista para 2022. 

 

Protagonizada por Mikaela Lupu e Renato Godinho, conta a história de Leonor, que, ao fugir do criminoso para quem trabalha, esconde-se dentro da carrinha de André, que faz uma viagem desde Matosinhos até Lisboa. André é pai de quatro filhos e gere a olaria que herdou da família. Com muitas dívidas por pagar, o empresário receia ficar sem os filhos. Esta é uma série onde os destinos de uma família e de uma pequena comunidade estão nas mãos de uma mulher em fuga e de um pai em apuros, que têm tudo para se afastar mas que o amor vai unir.

 

O elenco conta ainda com Sandra Faleiro, Heitor Lourenço, Ângelo Torres, Carlos Malvarez e Aldo Lima. 

 

https://www.fantastictv.pt/2021/08/ao-largo-nova-serie-portuguesa-sera.html

 

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há 40 minutos, Lusitana disse:

Série de 13 episódios, com produção da SP Televisão e estreia prevista para 2022. 

 

Protagonizada por Mikaela Lupu e Renato Godinho, conta a história de Leonor, que, ao fugir do criminoso para quem trabalha, esconde-se dentro da carrinha de André, que faz uma viagem desde Matosinhos até Lisboa. André é pai de quatro filhos e gere a olaria que herdou da família. Com muitas dívidas por pagar, o empresário receia ficar sem os filhos. Esta é uma série onde os destinos de uma família e de uma pequena comunidade estão nas mãos de uma mulher em fuga e de um pai em apuros, que têm tudo para se afastar mas que o amor vai unir.

 

O elenco conta ainda com Sandra Faleiro, Heitor Lourenço, Ângelo Torres, Carlos Malvarez e Aldo Lima. 

 

https://www.fantastictv.pt/2021/08/ao-largo-nova-serie-portuguesa-sera.html

 

Mais uma série... nossa abram a RTP Ficção :galderia:

Parece um tom mais familiar com a probabilidade de ser uma série on the road... gosto!

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há 47 minutos, Lusitana disse:

Série de 13 episódios, com produção da SP Televisão e estreia prevista para 2022. 

 

Protagonizada por Mikaela Lupu e Renato Godinho, conta a história de Leonor, que, ao fugir do criminoso para quem trabalha, esconde-se dentro da carrinha de André, que faz uma viagem desde Matosinhos até Lisboa. André é pai de quatro filhos e gere a olaria que herdou da família. Com muitas dívidas por pagar, o empresário receia ficar sem os filhos. Esta é uma série onde os destinos de uma família e de uma pequena comunidade estão nas mãos de uma mulher em fuga e de um pai em apuros, que têm tudo para se afastar mas que o amor vai unir.

 

O elenco conta ainda com Sandra Faleiro, Heitor Lourenço, Ângelo Torres, Carlos Malvarez e Aldo Lima. 

 

https://www.fantastictv.pt/2021/08/ao-largo-nova-serie-portuguesa-sera.html

 

Gostei da sinopse e tem um elenco interessante, com destaque para Renato Godinho, Sandra Faleiro e Mikaela Lupu

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há 4 horas, Lusitana disse:

Série de 13 episódios, com produção da SP Televisão e estreia prevista para 2022. 

 

Protagonizada por Mikaela Lupu e Renato Godinho, conta a história de Leonor, que, ao fugir do criminoso para quem trabalha, esconde-se dentro da carrinha de André, que faz uma viagem desde Matosinhos até Lisboa. André é pai de quatro filhos e gere a olaria que herdou da família. Com muitas dívidas por pagar, o empresário receia ficar sem os filhos. Esta é uma série onde os destinos de uma família e de uma pequena comunidade estão nas mãos de uma mulher em fuga e de um pai em apuros, que têm tudo para se afastar mas que o amor vai unir.

 

O elenco conta ainda com Sandra Faleiro, Heitor Lourenço, Ângelo Torres, Carlos Malvarez e Aldo Lima. 

 

https://www.fantastictv.pt/2021/08/ao-largo-nova-serie-portuguesa-sera.html

 

mais uma? 

mas gostei. 13 episódios... para fugir ao habitual (menos de dez). parece algo mais familiar... só espero que não tenha diálogos complexos e uma linha de progressão alternativa, porque o alternativo está-se a tornar o pão nosso de cada dia e já cansa.

Faleiro no elenco. AMOOO :adoro:

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Ao Largo’. Conhece o elenco da nova série da RTP

No próximo ano, chega à estação pública uma nova série. ‘Ao Largo’ será protagonizada por Renato Godinho e Mikaela Lupu e terá 13 episódios.

O Campo de Santa Clara, em Lisboa, já começou a receber as gravações da nova série da RTP, Ao Largo, produzida pela SP Televisão. O Espalha-Factos acompanhou um dia de gravações e esteve à conversa com o elenco do projeto que tem estreia marcada para o próximo ano.

Em Ao Largo, “os destinos de uma família e de uma pequena comunidade estão nas mãos de uma mulher em fuga e de um pai em apuros, que têm tudo para se afastar, mas que o amor vai unir”, lê-se na sinopse do projeto.

José Fragoso, Diretor de Programas da RTP, refere que o projeto é dirigido ao grande público e que se trata de uma história “completamente aberta”. “Tem um lado importante que é olhar para um microcosmos dentro de uma cidade grande, uma cidade capital”, esclarece.

Sobre a história, José Fragoso adianta que serão várias as temáticas presentes numa grande cidade. “Vai haver tentativas de comprar, vai haver gente que vai tentar subornar outra gente, vai haver corrupção. Todos esses fenómenos que conhecemos e que vão ser tratados a partir deste Largo” (Largo de Santa Clara, em Lisboa), que dá o nome à série. “Este é um tema que ainda não tínhamos tratado em nenhuma das nossas séries. É um projeto que interessa porque é completamente moderno e adaptado àquilo que é a realidade atual e urbana”, avança.

Com 13 episódios, Ao Largo é protagonizada por Renato Godinho e Mikaela Lupu.

O elenco

André, pai de quatro filhos de quatro mulheres diferentes, é interpretado por Renato Godinho, que diz que a sua personagem “Tem uma relação com o sexo oposto muito fluída”. O ator descreve-o como “um brasileiro, um carioca surfista, cheio de problemas, mas desde que tenha uma água de coco e que a seleção jogue, tá tudo bem.”

Sobre a construção do núcleo familiar, o ator ressalva a sensibilidade do realizador, Hugo Xavier. “Ele percebeu logo que tinha de haver um processo de ensaios de criação destas dinâmicas familiares”. Desde passeios no jardim zoológico, a ensaios no Largo de Santa Clara, tudo contribuiu para criar uma “verdade familiar” que o ator considerou interessante e fundamental para o sucesso da história. “Se eu estivesse lá em casa, eu tenho que acreditar que estas cinco pessoas são mesmo família”, refere.

Renato Godinho entende que Ao Largo “tem um registo muito leve, fresco com situações muito cómicas”.

O ator demorou 11 semanas a preparar a personagem. Desde o último dia da primeira temporada de Amor Amor, projeto que integrou na SIC, deixou de fumar, começou a fazer dieta e exercício físico.

Mikaela Lupu é Leonor, “uma aventureira, uma mulher que se faz à vida e que se desenrasca em qualquer situação”, palavras da atriz que, nos últimos projetos, tem assumido um registo mais sério e dramático e que vê esta sua nova personagem como um desafio. Para a atriz, Ao Largo é “um mergulho fresco”.

Sandra Faleiro dá vida a Filomena, dona de um restaurante, “uma mulher do povo, uma lutadora”, como a descreve a atriz.

A oportunidade de integrar este tipo de formato é encarada pela atriz como um “golpe de sorte”. “Nós não mandamos na nossa vida. Andamos sempre aqui a tentar sobreviver e a mantermo-nos na profissão. Não sabemos como vai ser o dia de amanhã e isso é a nossa vida, faz parte da nossa condição enquanto trabalhadores independentes”, afirma.

A personagem de Heitor Lourenço (Ernesto) tem ideias muito claras e definidas para reformular o Campo de Santa Clara que, segundo o mesmo, está obsoleto. “Ele quer torná-lo num exemplo de modernidade”, conta o ator. “As ideias dele vão contra todos, o que faz com que assuma o papel de mau da fita”, acrescenta.

Sobre o mercado de ficção em Portugal, Heitor Lourenço considera que se assistiu, durante muito tempo, a uma especialização de um só produto. Diante de um género de ficção que permanece e se manifesta em força ao longo dos anos, as novelas, o ator mostra-se satisfeito perante a aposta neste tipo de formatos que considera “muito enriquecedores”. “É muito bom haver este investimento. Eu aqui tenho 13 episódios para fazer viver e para contar a história deste homem, enquanto na novela tenho 200”, acrescenta o ator.

Carlos Malvarez dá vida a Bruno, um homem enigmático que colabora com a personagem de Joaquim Monchique, que o solicita para realizar serviços ligados à marginalidade e ao crime. O ator conta que, com o decorrer da história, Bruno se vê perante um dilema, “seguir com a vida que leva ou dedicar-se à sua paixão, que não se coaduna com a vida de mafioso”.

Sobre o projeto, o ator revela que o facto de trabalhar com Hugo Xavier e com a SP o agradou. “Isso foi logo motivo para embarcar no projeto”.

Eduardo Faustino (Dadinho), um rapaz muito centrado nele próprio, é interpretado por Aldo Lima. Egocentrismo e narcisismo são algumas das características da personagem que, segundo o ator, é “muito centrada no seu umbigo”.

Ângelo Torres é Ramiro, uma personagem que integra o núcleo cómico da trama. O ator revela que é a primeira vez que faz este género de personagem, mais cómica, e mostra-se entusiasmado com o projeto.

Ao Largo, cujas gravações já arrancaram há um mês, tem estreia marcada para 2022 no canal público de televisão.

EF

------------

Para verem os figurinos dos atores: https://espalhafactos.com/2021/08/24/ao-largo-conhece-o-elenco-da-nova-serie-da-rtp/

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há 1 hora, VascoSantos disse:

Ao Largo’. Conhece o elenco da nova série da RTP

No próximo ano, chega à estação pública uma nova série. ‘Ao Largo’ será protagonizada por Renato Godinho e Mikaela Lupu e terá 13 episódios.

O Campo de Santa Clara, em Lisboa, já começou a receber as gravações da nova série da RTP, Ao Largo, produzida pela SP Televisão. O Espalha-Factos acompanhou um dia de gravações e esteve à conversa com o elenco do projeto que tem estreia marcada para o próximo ano.

Em Ao Largo, “os destinos de uma família e de uma pequena comunidade estão nas mãos de uma mulher em fuga e de um pai em apuros, que têm tudo para se afastar, mas que o amor vai unir”, lê-se na sinopse do projeto.

José Fragoso, Diretor de Programas da RTP, refere que o projeto é dirigido ao grande público e que se trata de uma história “completamente aberta”. “Tem um lado importante que é olhar para um microcosmos dentro de uma cidade grande, uma cidade capital”, esclarece.

Sobre a história, José Fragoso adianta que serão várias as temáticas presentes numa grande cidade. “Vai haver tentativas de comprar, vai haver gente que vai tentar subornar outra gente, vai haver corrupção. Todos esses fenómenos que conhecemos e que vão ser tratados a partir deste Largo” (Largo de Santa Clara, em Lisboa), que dá o nome à série. “Este é um tema que ainda não tínhamos tratado em nenhuma das nossas séries. É um projeto que interessa porque é completamente moderno e adaptado àquilo que é a realidade atual e urbana”, avança.

Com 13 episódios, Ao Largo é protagonizada por Renato Godinho e Mikaela Lupu.

O elenco

André, pai de quatro filhos de quatro mulheres diferentes, é interpretado por Renato Godinho, que diz que a sua personagem “Tem uma relação com o sexo oposto muito fluída”. O ator descreve-o como “um brasileiro, um carioca surfista, cheio de problemas, mas desde que tenha uma água de coco e que a seleção jogue, tá tudo bem.”

Sobre a construção do núcleo familiar, o ator ressalva a sensibilidade do realizador, Hugo Xavier. “Ele percebeu logo que tinha de haver um processo de ensaios de criação destas dinâmicas familiares”. Desde passeios no jardim zoológico, a ensaios no Largo de Santa Clara, tudo contribuiu para criar uma “verdade familiar” que o ator considerou interessante e fundamental para o sucesso da história. “Se eu estivesse lá em casa, eu tenho que acreditar que estas cinco pessoas são mesmo família”, refere.

Renato Godinho entende que Ao Largo “tem um registo muito leve, fresco com situações muito cómicas”.

O ator demorou 11 semanas a preparar a personagem. Desde o último dia da primeira temporada de Amor Amor, projeto que integrou na SIC, deixou de fumar, começou a fazer dieta e exercício físico.

Mikaela Lupu é Leonor, “uma aventureira, uma mulher que se faz à vida e que se desenrasca em qualquer situação”, palavras da atriz que, nos últimos projetos, tem assumido um registo mais sério e dramático e que vê esta sua nova personagem como um desafio. Para a atriz, Ao Largo é “um mergulho fresco”.

Sandra Faleiro dá vida a Filomena, dona de um restaurante, “uma mulher do povo, uma lutadora”, como a descreve a atriz.

A oportunidade de integrar este tipo de formato é encarada pela atriz como um “golpe de sorte”. “Nós não mandamos na nossa vida. Andamos sempre aqui a tentar sobreviver e a mantermo-nos na profissão. Não sabemos como vai ser o dia de amanhã e isso é a nossa vida, faz parte da nossa condição enquanto trabalhadores independentes”, afirma.

A personagem de Heitor Lourenço (Ernesto) tem ideias muito claras e definidas para reformular o Campo de Santa Clara que, segundo o mesmo, está obsoleto. “Ele quer torná-lo num exemplo de modernidade”, conta o ator. “As ideias dele vão contra todos, o que faz com que assuma o papel de mau da fita”, acrescenta.

Sobre o mercado de ficção em Portugal, Heitor Lourenço considera que se assistiu, durante muito tempo, a uma especialização de um só produto. Diante de um género de ficção que permanece e se manifesta em força ao longo dos anos, as novelas, o ator mostra-se satisfeito perante a aposta neste tipo de formatos que considera “muito enriquecedores”. “É muito bom haver este investimento. Eu aqui tenho 13 episódios para fazer viver e para contar a história deste homem, enquanto na novela tenho 200”, acrescenta o ator.

Carlos Malvarez dá vida a Bruno, um homem enigmático que colabora com a personagem de Joaquim Monchique, que o solicita para realizar serviços ligados à marginalidade e ao crime. O ator conta que, com o decorrer da história, Bruno se vê perante um dilema, “seguir com a vida que leva ou dedicar-se à sua paixão, que não se coaduna com a vida de mafioso”.

Sobre o projeto, o ator revela que o facto de trabalhar com Hugo Xavier e com a SP o agradou. “Isso foi logo motivo para embarcar no projeto”.

Eduardo Faustino (Dadinho), um rapaz muito centrado nele próprio, é interpretado por Aldo Lima. Egocentrismo e narcisismo são algumas das características da personagem que, segundo o ator, é “muito centrada no seu umbigo”.

Ângelo Torres é Ramiro, uma personagem que integra o núcleo cómico da trama. O ator revela que é a primeira vez que faz este género de personagem, mais cómica, e mostra-se entusiasmado com o projeto.

Ao Largo, cujas gravações já arrancaram há um mês, tem estreia marcada para 2022 no canal público de televisão.

EF

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Para verem os figurinos dos atores: https://espalhafactos.com/2021/08/24/ao-largo-conhece-o-elenco-da-nova-serie-da-rtp/

Ainda me lembro da Leonor Vasconcelos em Pai à Força. Também está em Chegar a Casa, curiosamente.

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  • 1 year later...
há 18 minutos, miguelalex23 disse:

Daqui a pouco passa um ano sobre o fim das gravações desta série, mas nunca mais se falou disto.

Já não deve estrear este ano, como prometido.

se a rtp não abrir um segundo horário fixo para séries algumas desconfio que nem vão ver a luz do dia como Capitães do Açucar ou Fernão Lopes (que segundo a produtora foi-lhes garantido que iria estrear em Setembro) acabou por ser preterida por Cuba Libre.

Mas este ano é para esquecer se cumprirem as anunciadas já vão com sorte porque o Crime do padre amaro e Contado por mulheres fez parte da apresentação da grelha do ano passado e foram sucessivamente adiadas...

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há 13 minutos, AndreRob disse:

se a rtp não abrir um segundo horário fixo para séries algumas desconfio que nem vão ver a luz do dia como Capitães do Açucar ou Fernão Lopes (que segundo a produtora foi-lhes garantido que iria estrear em Setembro) acabou por ser preterida por Cuba Libre.

Mas este ano é para esquecer se cumprirem as anunciadas já vão com sorte porque o Crime do padre amaro e Contado por mulheres fez parte da apresentação da grelha do ano passado e foram sucessivamente adiadas...

É claro que vão ver a luz do dia, isso nem sequer é questão.

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há 13 minutos, miguelalex23 disse:

É claro que vão ver a luz do dia, isso nem sequer é questão.

Mas quando? se eles vão sempre produzindo mais e mais e claro surgem séries com mais apelo comercial que serão sempre postas em primeiro plano adiando mais antigas que perdem lugar sucessivamente espaço... O facto de eles já terem anunciado Abandonados mas não se falar mais de Cavalos de Corrida ou mesmo Braga e Emilia... gravadas há mais de um ano, faz desconfiar que por exemplo Codex e Madrugada Suja vão lhes passar por cima.

Espaço na grelha há, mas preferem repetições.

(já nem digo nada sobre o Conta-me como foi porque tenho cá para mim que a ultima temporada não irá ver a luz do dia)

Edited by AndreRob
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Cá não deve ser esse o motivo, mas lá fora, às vezes, os atores também "têm culpa" de um projeto ter delay. Na Espanha, por exemplo, se gravas uma série para a Antena3 ou TVE e entretanto estás num elenco da Tele5, que está em exibição, as outras emissoras seguram o projeto até estares livre e não apareceres em dois canais em simultâneo. Mas isso é para protagonistas e secundários principais. 

 

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há 1 hora, AndreRob disse:

Mas quando? se eles vão sempre produzindo mais e mais e claro surgem séries com mais apelo comercial que serão sempre postas em primeiro plano adiando mais antigas que perdem lugar sucessivamente espaço... O facto de eles já terem anunciado Abandonados mas não se falar mais de Cavalos de Corrida ou mesmo Braga e Emilia... gravadas há mais de um ano, faz desconfiar que por exemplo Codex e Madrugada Suja vão lhes passar por cima.

Espaço na grelha há, mas preferem repetições.

(já nem digo nada sobre o Conta-me como foi porque tenho cá para mim que a ultima temporada não irá ver a luz do dia)

A história está cheia de séries que ficaram anos na gaveta da RTP e foram sempre exibidas. Nem que sejam despejadas em madrugadas nos últimos dias do ano por questões de direitos ou de gestão orçamental.

Não estou a dizer que é o que vai acontecer com estes exemplos, claro. Mas normalmente estes produtos, depois de tanto tempo engavetados, acabam por ir para o ar em maus horários.

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há 4 minutos, miguelalex23 disse:

A história está cheia de séries que ficaram anos na gaveta da RTP e foram sempre exibidas. Nem que sejam despejadas em madrugadas nos últimos dias do ano por questões de direitos ou de gestão orçamental.

Não estou a dizer que é o que vai acontecer com estes exemplos, claro. Mas normalmente estes produtos, depois de tanto tempo engavetados, acabam por ir para o ar em maus horários.

As séries são da RTP. Toda a gente que tem TV em Portugal, têm os 4 canais generistas. O produto não tem obrigatoriamente de ser para a RTP1. Eu colocava uma série ao sábado e domingo às 19.00 na RTP1 e às 22.00 de sexta e 21.00 de sábado e domingo na RTP2. Quem quer ver vê. E uma série que normalmente obriga a pensar, não tem o mesmo público das novelas. 

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há 29 minutos, DoAudiovisual_ disse:

As séries são da RTP. Toda a gente que tem TV em Portugal, têm os 4 canais generistas. O produto não tem obrigatoriamente de ser para a RTP1. Eu colocava uma série ao sábado e domingo às 19.00 na RTP1 e às 22.00 de sexta e 21.00 de sábado e domingo na RTP2. Quem quer ver vê. E uma série que normalmente obriga a pensar, não tem o mesmo público das novelas. 

Alias a rtp até podia lançar algumas delas , sobretudo as que por alguma razão não considera uteis para a grelha comercial, na rtpplay como exclusivo...  a rtpplay tem poucos conteudos de ficção originais, so a rtplab mas são series exprimentais que não atraem assim tanto publico... Provavelmente não é a melhor forma de render o produto mas... estando lá já podia ser vendida. acho que em portugal não há essa questão dos 'atores' segurarem produtos se entre privadas não acontece também n seria na rtp.

há 45 minutos, miguelalex23 disse:

A história está cheia de séries que ficaram anos na gaveta da RTP e foram sempre exibidas. Nem que sejam despejadas em madrugadas nos últimos dias do ano por questões de direitos ou de gestão orçamental.

Não estou a dizer que é o que vai acontecer com estes exemplos, claro. Mas normalmente estes produtos, depois de tanto tempo engavetados, acabam por ir para o ar em maus horários.

eu desconfio que isso vai acontecer ao Conta-me como foi quando os direitos sobre a série estiverem a expirar... ainda surge do nada em formato diário e pronto.

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há 2 horas, DoAudiovisual_ disse:

As séries são da RTP. Toda a gente que tem TV em Portugal, têm os 4 canais generistas. O produto não tem obrigatoriamente de ser para a RTP1. Eu colocava uma série ao sábado e domingo às 19.00 na RTP1 e às 22.00 de sexta e 21.00 de sábado e domingo na RTP2. Quem quer ver vê. E uma série que normalmente obriga a pensar, não tem o mesmo público das novelas. 

O problema é que, além de o alcance não ser o mesmo, o orçamento também não, creio eu. Assim, se uma série nacional é transmitida em estreia na RTP 2, vai ser paga pelo orçamento do canal. Tendo a RTP 2 um orçamento limitado, não me parece que tivesse orçamento para ter duas séries nacionais semanais.

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há 3 horas, Televisão 10 disse:

O problema é que, além de o alcance não ser o mesmo, o orçamento também não, creio eu. Assim, se uma série nacional é transmitida em estreia na RTP 2, vai ser paga pelo orçamento do canal. Tendo a RTP 2 um orçamento limitado, não me parece que tivesse orçamento para ter duas séries nacionais semanais.

O alcance, é relativo. Todos os portugueses têm RTP2. Digamos é que a maioria, não está educada para a assistir. Com isso, na minha opinião, o orçamento deveria ser de ficção no geral, independentemente do canal em si. As produtoras têm que produzir para a RTP e não para o canal 1 ou canal 2.

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há 25 minutos, DoAudiovisual_ disse:

O alcance, é relativo. Todos os portugueses têm RTP2. Digamos é que a maioria, não está educada para a assistir. Com isso, na minha opinião, o orçamento deveria ser de ficção no geral, independentemente do canal em si. As produtoras têm que produzir para a RTP e não para o canal 1 ou canal 2.

Mas já se sabe que as próprias produtoras fazem essa distinção. Exemplo disso foram as reações do Bruno Nogueira  aquando a passagem da serie "Sara" da 1 para a 2

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há 53 minutos, DoAudiovisual_ disse:

O alcance, é relativo. Todos os portugueses têm RTP2. Digamos é que a maioria, não está educada para a assistir. Com isso, na minha opinião, o orçamento deveria ser de ficção no geral, independentemente do canal em si. As produtoras têm que produzir para a RTP e não para o canal 1 ou canal 2.

o alcance é diferente... a série cuba libre consegue ter 400 mil espetadores... a série 'A série' nem 100 mil deve ter... mas a primeira tem a publicidade que lhe garante algum retorno financeiro, a da rtp2 não tem nenhum está totalmente colada ao orçamento da rtp2 que é bastante reduzido.

Mas continuo a achar que a rtp já poderia começar a lançar produtos exclusivos da rtpplay, se a sic pode lançar 4 ou 5 series na opto (mesmo sendo paga duvido que o retorno desse valor tape o valor de produção dessas series) , a rtp poderia lançar pontualmente produtos na mesma linha.

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Eu sou apologista de a RTP1 abrir mais horários para séries ineditas. Detesto coisas na gaveta, mesmo que não prometam muito, ou sejam realmente más. 
Exibir na RTP2 não me parece fazer muito sentido. Sobretudo porque a produção foi pensada para a 1, como referiram. E claro, a 2 tem muito menos audiências, nem com uma promoção massiva e outdoors, conseguiriam ter o mesmo alcance eu acho. O mesmo vale para exclusivos RTP Play.

Como e habitual em dezembro, ha sempre aqueles despejos de minisséries. Pode ser que este ano venha alguma das que tem topico neste forum

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  • 8 months later...
há 1 hora, VascoSantos disse:

É a próxima série a estrear, começaram a promover no Faz Faísca.

Será que vai dar em formato diário em Agosto? acharia estranho estrearem apenas para dar nas quartas feiras. Além de que é mais longa do que o que tem sido habitual, com 13 episódios. Mas como parece uma série bastante familar provavelmente é a aposta na linha do que fizeram com Por do Sol.

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há 2 horas, AndreRob disse:

Será que vai dar em formato diário em Agosto? acharia estranho estrearem apenas para dar nas quartas feiras. Além de que é mais longa do que o que tem sido habitual, com 13 episódios. Mas como parece uma série bastante familar provavelmente é a aposta na linha do que fizeram com Por do Sol.

Diário também se esgota muito rápido, mas também não me admirava pelo mesmo motivo que referiste.

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