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RRtelenovelas

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Distintivos de RRtelenovelas

Tenho um audímetro da GfK

Tenho um audímetro da GfK (7/12)

  • Fanático Raro
  • Ancião
  • Dedicado
  • Caloiro
  • Colaborador

Distintivos Recentes

5,1k

Reputação

  1. Acabei de ver a série, vou deixar a precessão da mesma: A série passa-se toda no século XIX, 6 mulheres(Rosário, Mariana, Manuela, Maria, Perpétua e Caetana) da mesma família vão morar na casa de uma familiar( Tia Ana Joaquina), sendo visitadas regulamente pela outra tia (Antônia), lá ficam durante os 10 anos que dura a guerra dos farrapos, enquanto os homens da família lutam numa luta insana para obter melhores direitos trabalhistas e abolição da escravatura. Os episódios eram regados com lutas de cavalos e espada, enquanto se via a fome, o frio e a escassez e todo o sofrimento numa guerra fria e sanguenta, assistia-se a vida daquelas mulheres, velando a sua família e amores, sem saberem se voltariam vivos ou mortos. Nas interpretações: A Camila Morgado como a doce Manuela, conseguiu imprimir tudo que a personagem precisava, objetivamente aquele amor quase doentio por Giuseppe, moldou a vida, embora tivesse dentro de si, qualidades que a própria Anita não tinha, era também narradora em primeira pessoa, da história daqueles personagens. A Mariana Ximenes mais um belíssimo papel, já há muitos anos que é uma das minhas atrizes preferidas, aqui teve um bom desafio, uma personagem que se podia ficar na caricatura da louca, mas ela conseguiu dar as várias camadas e nuances para a personagem, o casal com o Thiago Fragoso, vivendo esse amor no além, foi um dos pontos altos da série. A Daniela Escobar como Perpétua, eu não conhecia muito do trabalho desta atriz, mas aqui teve um bom papel, o casal dela e do Marcello Novaes foram os meus personagens preferidos, esse amor proibido, sendo escondido mas ao mesmo tempo tão desejado. A Nívea Maria como a amargurada Maria, mais um belíssimo papel da Nívea Maria essa mulher que descarrega as suas próprias mágoas e frustrações nas filhas, obrigando a seguirem o mesmo caminho que ela própria foi obrigada. A Eliane Giardini também esteve bem como Caetana a mulher do General Bento Gonçalves(Werner Schunemann)- grande papel e boa interpretação, gostei do casal deles, apesar dos filhos adultos, continuam a ter os seus momentos íntimos ativamente, Caetana era quase uma milf, tanto que despertava a obsessão do Bento Manuel(Luís Melo), até teve uma cena que aparece com os seios a mostra. A Samara Felippo, mais um personagem bem consistente, teve todo um amadurecimento até ser mãe, o casal com o Heitor Martinez também foi bem conseguido, ambos estiveram bem. A Bete Mendes como a doce Ana Joaquina( fazendo contraponto com Maria) e a saudosa Jandira Martini como Antônia Gonçalves, duas grandes atrizes e duas boas prestações. O Rodrigo Faro também esteve bem como Joaquim um personagem que sofre pelo amor não correspondido por Manuela, Murilo Rosa como Afonso Corte Real também foi um destaque o destemido militar, que tem o seu coração despedaçado pela doce Rosário. O Tarcísio Filho também esteve bem, teve boas cenas com o André Luiz Miranda como o suposto filho perdido e romance com lindíssima Carla Cabral. O José de Abreu também esteve bem como o rude Onofre Pires, agregando o romance passado como a Ana Beatriz Nogueira( teve uma personagem pequena mas o pouco espaço que teve foi sublime) e a filha ilegítima. O trio Amandha Lee, Bruno Gagliasso e Dado Dolabella estiveram bem, sendo responsáveis pelas cenas mais eróticas da série. O Dalton Vigh gostei da história do personagem um homem intelectual que se apaixona por uma mulher imprópria, este núcleo teve boas cenas com a Arieta Corrêa e o Othon Bastos. A jovem mirim Carla Diaz também bem num dos primeiros papéis e a Juliana Paes como a temida Teiniaguá. Por último o casal Anita e Giuseppe, a Giovanna Antonelli e o Thiago Lacerda brilharam nos papéis desses audaciosos personagens, embora eu tenha gostado mais do casal Manuela/Giuseppe. Os cenários foram muito bem executados transportado o espectador para aquela época, de salientar a estância, quase como se fosse uma personagem da série aquela casa guarda os amores e desamores das personagens, o luto da perda dos ente queridos e os segredos do passado ali enterrados. A imagem/ fotografia é primorosa para a época, a começar pelo genérico que dá logo o tom a série, sendo uma imagem quase cinematográfica nas cenas de luta principalmente. Os figurinos também muito bem retratados, dando a precessão das indumentárias ricas principalmente da família Gonçalves, a trajes pobres do povo nas aldeias invadidas. A sonografia também muito bem feita, os instrumentais nos momentos certos, músicas de cada personagem que ficam na cabeça. Eu tinha alguma curiosidade de ver a série devido a toda aclamação a volta dela, não me desiludiu, série bem fluida, também devido a ter poucos episódios, teve alguns momentos que foi surpreendente, não esperava a morte de certos personagens, do meio para o fim vai melhorando até ao final, começam acontecer cada vez mais conflitos, alguns inesperados.
  2. Mais uma boa temporada, para mim é mesmo o melhor programa atualmente em antena. Parabéns ao nosso colega do forúm foi muito reunido o duelo final, teve muito bem em todo o trajeto no programa @BigMacPT
  3. Já algum tempo que acabei a novela "O Profeta" vou deixar a minha opinião: A novela fala sobre Marco que tem o dom de prever o futuro, ele apaixona-se a primeira vista por Sônia, enquanto Clóvis o patrão começa a ter uma obsessão doentia por ela. A medida que a trama avança Marcos debate-se entre usar o dom para o bem das pessoas ou para enriquecer usando a fragilidade da fé das mesmas. Quanto aos episódios, embora não seja uma novela parada, por vezes anda muito em ciclos, a Sônia tenta fugir do Clóvis é raptada, tenta fugir outra vez, são quase 100 episódios, em que ela é constantemente torturada psicologicamente e fisicamente. Nas interpretações: O Thiago Fragoso esteve sublime com um personagem que se vai perdendo no meio da ganância e ego. O casal com a Paolla Oliveira foi muito bonito de acompanhar, teve momentos mágicos, a Paolla Oliveira estava especialmente bonita nesta novela. Os vilões do Dalton Vigh e da Carol Castrol também muito bem estruturados dava para sentir ódio, de destacar a entrada da Gisele Itie que veio dar mais intriga a novela. A Samara Felippo com uma personagem que se foi tornando cada vez mais dúbia esteve perfeita. Gostei também do casal da Juliana Didone e do Daniel Ávila houve todo um amadurecimento do início ao fim da trama e os atores tiveram bem. A Fernanda Souza e o Rodrigo Phavanello foram outro destaque um casal que viviam brigando mas se amavam. O alívio cómico também teve cenas muito boas, onde se salientam a Fernanda Rodrigues e o Rodrigo Faro estiveram muito bem nos papéis. O Hugo Gross também teve bem nos papéis de gémeos, gostei do par com a Zezeh Barbosa e a contracena com criança Vitoria Pina. O casal da Juliana Baroni e do Nuno Leal Maia também muito bem, não conhecia o trabalho desta atriz, surpreendeu-me. A personagem da Vera Zimmermann também foi das personagens que mais gostei, uma mulher que batalha, criou a filha sozinha e que ainda é diretora de uma escola, o casal com o personagem dúbio do Mauricio Mattar foi bom. Por ultimo saliento o núcleo veterano, coisa cada vez mais rara nas novelas atuais, os saudosos Luís Gustavo e Laura Cardoso com personagens carismáticos, os mentores do Thiago Fragoso(Marcos) Ana Lúcia Torre e Mauro Mendonça ótimos nos papéis e o destaque a brilhante interpretação da Nívea Maria como a interesseira Lia. Os cenários eram belíssimos, das melhores novelas que vi nesse aspecto, de salientar a fábrica de cristais, a casa do Clóvis e a lanchonete. A imagem/ fotografia foi bem colorida com uns tons de laranja, o genérico também muito bonito. Os figurinos muito bonitos, dava um tom de elite a novela, principalmente o figurino da Sônia(Paolla Oliveira), era deslumbrante toda a caracterização. No geral é a clássica novela das 6 de época com um casal apaixonado, derrubam todos os obstáculos para ficarem juntos, com muito humor a mistura, muita confusão e personagens carismáticos que nos envolvem.
  4. Não confirmaram as novelas das 7 e 9 do segundo semestre, nem Vida Dupla. Basicamente: Mel Maia falou sobre as novelas verticais; Isabel Teixeira fez propaganda a Quem Ama Cuida; Marina Ruy Barbosa falou sobre Romance em São Paulo; Maisa falou sobre Tempos de Glória; Entrou um videoclipe com Lá na Minha Terra e um vídeo com a voz de fundo da Vitória Strada a falar de Elas que Lutem; Foi exibido um trailer de Paraíso Perdido; Por último entrou o elenco de Avenida Brasil, sendo a última a Adriana Esteves a anunciar a novela;
  5. RRtelenovelas

    Óbitos

    Morreu a atriz Helena Afonso, a personagem mais icónica dela é a Lucinda que raptou a Liliane Marise nos Destinos Cruzados: https://www.facebook.com/share/1GQdYPYKYp/?mibextid=wwXIfr
  6. RRtelenovelas

    Ficção RTP1

    Já vi o filme sobre o Amadeu Souza Cardoso: Achei o filme, um pouco parado e tinha demasiadas cenas avulsas, ficando os personagens entre a realidade e ilusão do pensamento. No elenco Rafael Morais bem, Ana Lopez também, Ana Vilela da Costa, Raquel Rocha Vieira, Lúcia Moniz, José Pimentão, Pedro Lamares, Manuela Couto e Carolina Amaral. Destaque também para uma das últimas participações dos grandes Eunice Munoz e Rogério Samorá. Nos cenários gostei das gravações do museu de arte. A imagem fotografia no meu entender tentaram dar cor ao filme. fugindo do clássico de época. A realização não teve cenas muito complexas no meu entender, apenas cumpriu. Para concluir, a importância deste filme é o conhecer uma personagem histórica que contribuiu para cultura portuguesa.
  7. RRtelenovelas

    Big Brother All Stars

    Gostava de ver a Agnes da Casa dos Segredos 5 de volta a casa. Podiam também tentar a Elsa do BB2 e o Nando do BB4.
  8. Já acabei de ver a 2.º temporada: Esta temporada é mais focada em resolver as pontas soltas da 1.º, achei uma temporada mais sangrenta, todos episódios morre alguém. Os episódios conseguiram ser fluidos, havendo sempre grandes revelações ou reviravoltas. No elenco Sara Matos brilhou, a Margarida Corceiro também esteve bem, gostei dos gémeos Robert Plugaru e Anastasia Russo, Óscar Jaenada bem, Alba Flores também, assim como Maxi Iglesias, Nüll Garcia, Najwa Nimri e Felipe Pirazán. Os cenários gostei do quarto secreto com esconderijo. A imagem/fotografia gostei, adequou-se a proposta da série. A realização também teve cenas de ação muito boas, foi bem concebida. Embora tenha gostado mais da primeira temporada, está também teve bons plots e mostrou bem a aura e desespero do ser humano quando fica numa situação limite.
  9. Ultimamente estive a ver: Trair e Coçar é Só Começar- é dos meus filmes preferidos brasileiros, a medida que o filme se desenrola as confusões da empregada Olímpia(Adriana Esteves) vão ficando cada vez maiores, é muito divertido de acompanhar. O Auto da Compadecida- também é um bom filme com as trapalhadas do João Grilo(Matheus Nachtergaele), mais perto do fim no purgatório é muito engraçada essa cena com aquelas personagens peculiares. Saneamento Básico, o filme- também gostei, vi pela curiosidade da contracena dos dois atores brasileiros nomeados ao Óscar, têm partes divertidas, é engraçado de ver como eles realizaram um filme para tentar o apoio de construírem um saneamento. De salientar ainda o filme Ainda Estou Aqui com a sublime representação da Fernanda Torres.
  10. Acabei de ver esta série : A série tem pequenas parecenças com o Ninguém como Tu de 2005, na minha opinião aproveitaram a espinha dorsal e fizeram toda uma nova roupagem que a aproximou mais do conceito série. Os episódios foram bem desenvolvidos, foi tudo bem explicado, com os acontecimentos no tempo certo. No elenco a Joana Seixas teve ótima, com uma Luiza totalmente diferente, Gonçalo Walddigton e Lúcia Moniz, também gostei, a Benedita Pereira e o Rodrigo Trindade também estiveram bem, o trio Laura Dutra, Rafael Ferreira e Diogo Fernandes também estiveram bem, assim como o Marco Delgado, Letícia Spiller, Ana Lopes, Guilherme Filipe, Paula Só, Carla Chambel, Nuno Nolasco, Susana Vitorino e Maria José Pascoal. Os cenários achei os da outra versão melhores, mesmo assim gostei do cenário da mansão. A imagem/fotografia estava muito escura, não gostei. A realização teve cenas bem concebidas como o incêndio no Olival, o acidente ou mesmo a morte do António. Para concluir gostei de acompanhar mas um belíssimo trabalho do Rui Vilhena adoro o sarcasmo que ele imprime nos diálogos muito raro mas muito bom.
  11. RRtelenovelas

    Vale Tudo (2025)

    Já acabei de ver, vou deixar aqui a minha opinião de Vale Tudo(2025): A novela aborda muito esse défice que ainda há no brasil, os ricos que podem corromper e os pobres que escolhem ser corrompidos. Os episódios foram bons de acompanhar, não me lembro de um episódio parado, tinham sempre alguma coisa a acontecer, era puro entretenimento. No elenco destaco a Raquel (Tais Araújo) esteve exímia nas cenas mais dramáticas e nos embates com Maria de Fátima( Bella Campos)- depois de uma protagonista não tão popular em Viver a Vida, conseguiu o lugar que merece, a química com o Ivan( Renato Goês) também foi excelente, ele ali com um personagem ambíguo. Outro destaque foi a Helena Roitman( Paolla Oliveira), acho que do meio para o fim, conseguiu encontrar o tom do personagem e teve cenas muito boas, como a dançar o mambo, a cena da quase violação, a cena que partiu o café. O casal Afonso(Humberto Carrão) e Solange (Alice Wegmann) também estiveram bem, sempre com muito drama, achei o fator de incluírem a leucemia positivo. O casal Leila (Carolina Dieckmann)- sempre bom vê-la- e Marco Aurélio (Alexandre Nero) também achei bem conseguido, o Marco Aurélio não chegava bem a ser vilão, viu mais com um homem ambicioso capaz de tudo pelos seus interesses. A Consuelo(Belize Pombal) foi outro destaque, consegui imprimir tudo o que a personagem pedia, teve cenas dramáticas como quando descobre o romance do filho com a Aldaide, assim como cenas mais cómicas, conseguido surpreender em todos os registos. O casal Aldaide(Karine Telles) e André(Breno Ferreira) foi outro destaque aquele casal, que supera o amor sem idade, sem barreiras e aquele amor proibido, escondido de todos que um a um os familiares iam descobrindo, durante uns bons capítulos, foram o meu núcleo preferido. Os ajudantes da Raquel, também muito bom esse núcleo, Daniela (Jéssica Marques), Gilda(Letícia Vieira) e Leandro Léo( Pascoal). O Leonardo(Guilherme Magon) e a Ana Clara(Samantha Jones) também foram boas aquisições nesta versão, vieram dar um folgo do meio para o fim, o ator esteve muito bem com aquele personagem cadeirante e a atriz com uma personagem ambígua que se deixa guia pela ambição desmedida. As irmãs Roitman, gostei da atualização que deram a Celina( Malu Galli), tendo mais vida pessoal, os embates com a Odete também foram bons, se bem que tinha a ali um q de Odete, aquele cena que ignora completamente a vida do mordomo com se ele fosse um abajur da casa é muito triste. O casal César(Cauã Reymond) e Odete(Débora Bloch), conseguiram ser mais passionais que os da outra versão, mas o erotismo refinado perdeu-se, achei a Odete desta versão menos intangível, na outra versão bastava ela dizer 2 ou 3 palavras, toda a gente morria de medo, aqui não, embora a atriz tivesse bem, não consegui-o chegar a interpretação memorável da Beatriz Segall. O Poliana(Matheus Nachtergael) também achei um personagem bem complexo, gostei da amizade com a Raquel, repetindo a parceria Da Cor do Pecado, o ator esteve bem. Os cenários achei um upgrade em relação a outra versão, tudo muito minimalista, bem executado. A imagem/ fotografia achei bem conseguida, gostei da roupagem que deram, mesmo o genérico fico bom. A realização achei boa também, teves cenas de perseguição, eventos, reuniões, casamentos que engloba sempre muitos figurantes e foram bem feitas. Por fim, embora o original continue a ser intangível, foi um suco de novela de acompanhar com muita farofa a mistura.
  12. Acabei de ver a série "Hilda Furacão": A série gira em torno de uma mulher de classe média alta, que abandona o namorado no altar e vai viver para um bordel, abandonando a vida privilegiada da alta sociedade de Belo Horizonte dos anos 50, chocando toda uma sociedade hipócrita. Os episódios foram bem conseguidos, todos os episódios tinham histórias, tendo sido um consequente crescente, embora o romance de Hilda e Malthus tenha demorado um pouco para se desenvolver. No elenco o destaque é a Ana Paula Arósio com uma personagem ambígua e visceral, as cenas dela entre o pecado e o desejo, entre a alegria eletricidade e a melancolia profunda foram muito bem exploradas pela a atriz, numa interpretação sublime. O Rodrigo Santoro também esteve bem como Malthus, um personagem entre o pecado carnal e o divino. Os amigos Roberto( Danton Mello) e Aramel ( Thiago Lacerda) também estiveram bem, cada um com a própria história e objetivos de vida, muitas vezes divergentes. A personagem Dorinha (Tatiana Issa) também teve uma trajetória forte mostrando como era a hipocrisia daquele tempo. O romance proibido entre a Bela B.(Carolina Kasting) e o Roberto também foi outro ponto positivo da série. Um dos grandes destaques da série foi a personagem Loló Ventura e as suas invenções para acabar com o comunismo, a Eva Todor arrasou muito. A Gabriela M. da Tereza Seiblitz também foi uma boa interpretação, sendo uma personagem surpreendente. O Tonico Mendes interpretado pelo grande Stênio Garcia foi outro dos destaques, o personagem que vivia com uma onça de estimação e mostrava a corrupção política instaurada naquela época. No bordel destaco a apaixonada Leonor interpretada pela maravilhosa Paloma Duarte, e os embates dos personagens da Rosi Campos e do Matheus Nachtergaele, como os maravilhosos cintura fina e Maria tumba homens, a Rosi Campos aquele teve uma personagem totalmente diferente fora da sofisticação, despida de qualquer vaidade. A icónica vila Santana dos Ferro para mim das partes melhores da série, uma vila que parecia que o tempo tinha parado lá, tanto no pensamento como na tecnologia/ evolução, entre os seus icónicos habitantes, destaco as maravilhosas beatas, Tia Sãozinha, Tia Ciana, Dona Neném e beata Fininha e que atazanaram a paciência dos padres, horrorizando-se com qualquer indecência, muito bem interpretadas pelas atrizes Débora Duarte, Walderez de Barros, Zezé Polessa e Iara Jamra. O núcleo do padre Nelson mentor do Malthus, um personagem que tentava manter a decência da vila, impondo regras e castigos severos como trancar as prostitutas numa ponte a entrada da vila. O seu ajudante do padre João Gidin interpretado pelo Guilherme Karan também outro destaque da série, tendo uma vertente cómica por ser contido pelo padre de demonstrar a sua orientação sexual, vagueando entre o cómico e o dramático, sofrendo bullying pela criança Dudu interpretado pelo carismático Luís Carlos Junior. A saudosa Mara Manzan como a excêntrica Dona Nevita que fazia o contraponto com as beatas também muito bem conseguida. Fora a participações do Carlos Vereza, Tarcísio Meira, Roberto Bonfim,Mário Lago, Arlete Salles e Rogério Cardoso que abrilhantaram a série. Os figurinos muito bem conseguidos, principalmente os de Hilda Furacão misturando elegância com erotismo. Os cenários também foram bem reproduzidos de salientar a igreja de Santana dos Ferros e o hotel império . A imagem/ fotografia foi de encontro com a série misturado o divino com as luzes e a alegria do bordel. A realização foi muito bem conseguida, tanto nas cenas com a onça, as cenas de revoluções, como a sublime cena da Hilda chegando no bordel, até as cenas em jatos. Por fim acho uma boa série, para quem gosta de dramas de época, com personagens peculiares, uma hipocrisia social e uma linda história de amor proibido.
  13. RRtelenovelas

    Ficção TVI

    Repetiu as 14 h em 2020, mas entretanto passaram os 10 anos e perderam os direitos, os episódios estão no tvi player, mas estão bloqueados.
  14. RRtelenovelas

    Ficção TVI

    Belmonte espero bem que a tvi compre os direitos outra vez, uma das melhores novelas produzidas pelo canal é uma pena, terem perdido os direitos.
  15. Acabei de ver a série: As histórias da série giram todas em torno de uma bruxa que vive numa vila luso-espanhola, onde vários forasteiros vão lá parar, a bruxa meio que age como se fosse o karma deles em busca de vingança, pelos acontecimentos passados. Os episódios, cada episódio têm a história própria, havendo ligação pela bruxa e personagens que habitam a vila, gostei de todos, talvez os mais estranhos sejam o 1.º e o último, o 3.º tem uma história muito forte entre mãe e filho e o 2.º com a Vitória Guerra e o Marco d'Almeida também foi surpreendente. No elenco gostei da prestação da Vitória Guerra, Maggie Civantos, Bélen Lopez, Guilherme Filipe, Daniel Grao, Paco Tous, Ana Lopes, Marco d'Almeida, Joana Barradas, João Arrais, Canco Rodriguez, Ibai Antanes, Miguel Amorim e Bernardo Lobo Faria. Nos cenários achei bem feito a loja da colecionadora dava para passar o misticismo do lugar. A imagem/ fotografia achei boa vai de encontro com a série, fria e sombria. Na realização, foram bem dirigidas as cenas de suspense deu para sentir "medo", cenas de espíritos a possuírem os sítios também foram bem conseguidas. Para concluir mais uma boa colaboração com Espanha, muito bem feita a série, gostei de a cada episódio ter uma nova história, existindo sempre o suspense do que iria acontecer. Ps: esta série , Madrugada Suja, Irreversível e o Bairro do Humor podem ir para arquivo @miguelalex23
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