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há 1 minuto, Duarte disse:

estás a falar dos diários do banana ou do stilton? 

eu acho 7€ um roubo :ph34r:

Estou a falar da coleção Ler é Uma Aventura, mesmo :lol: Eu não, mas pronto... A única questão é que esta coleção tem as ilustrações a cores...

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há 1 minuto, BBFF disse:

Estou a falar da coleção Ler é Uma Aventura, mesmo :lol: Eu não, mas pronto... A única questão é que esta coleção tem as ilustrações a cores...

desconheço :ph34r: senti-me ainda mais velho :ph34r:

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há 3 minutos, Duarte disse:

desconheço :ph34r: senti-me ainda mais velho :ph34r:

Oh! Essa coleção foi lançada nem há um mês. É aquela espécie de prólogo das personagens de UA. Eu acho que publiquei isso, aqui. Tu até me citaste (sem reagir, como é teu hábito :lol:). Sim, és velhíssimo! 21 anos, meu Deus! Já podes ter miúdas mais novas atrás do teu dinheiro. Mas com 4 anos...

  • Haha 1
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há 1 hora, BBFF disse:

Oh! Essa coleção foi lançada nem há um mês. É aquela espécie de prólogo das personagens de UA. Eu acho que publiquei isso, aqui. Tu até me citaste (sem reagir, como é teu hábito :lol:). Sim, és velhíssimo! 21 anos, meu Deus! Já podes ter miúdas mais novas atrás do teu dinheiro. Mas com 4 anos...

Não tenho dinheiro :haha:

  • Adoro 1
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há 45 minutos, Duarte disse:

Não tenho dinheiro :haha:

Mas reagir custa de dinheiro? :nono:

Peça ao novo gestor de serviço, o @Chinês, que o ajude :haha:

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A ler "Contos Exemplares", da Sophia de Mello Breyner Andresen. Acabei o primeiro conto, "O Jantar do Bispo" e gostei imenso. A escrita da Sophia é imersiva e cativante.

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ESGOTEI O MEU MAL

Esgotei o meu mal, agora
Queria tudo esquecer, tudo abandonar,
Caminhar pela noite fora
Num barco em pleno mar.

Mergulhar as mãos nas ondas escuras
Até que elas fossem essas mãos
Solitárias e puras
Que eu sonhei ter

Sophia de Mello Breyner Andresen

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Acabei os dois livros da Sophia ("Contos Exemplares" e "Dia do Mar") um de contos e outro de poesia, adorei os dois. Ela é sem dúvida das melhores autoras portuguesas, a escrita dela é ao mesmo tempo simples e complexa, na medida em que não é difícil de ler mas tem muitos simbolismos. Lembro-me que quando era mais novo li "Os Tres Reis do Oriente" e acho que na altura não entendi a conotação cristã que o conto transmite, sendo a estrela a representação de Deus. É engraçado que se dá as obras dela na escola, mas depois quando se lê mais tarde tem-se uma outra compreensão... aliás, o cristianismo está muito presente na sua obra, muito mais do que eu me lembrava. "O Jantar do Bispo" é um conto genial, assim como "A Viagem".

Agora chegou a vez de mergulhar de novo no universo "clariceano", com "Uma aprendizagem ou livro dos prazeres". E se com a Sophia me sinto português ao lê-la, porque ela representa tão bem a alma lusitana, com a Clarice sinto-me humano, sinto-me eu. A Clarice tem um apelo mais universal na minha ótica.

  • Gosto 1
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há 1 hora, Forbidden disse:

Lembro-me que quando era mais novo li "Os Tres Reis do Oriente" e acho que na altura não entendi a conotação cristã que o conto transmite, sendo a estrela a representação de Deus. É engraçado que se dá as obras dela na escola, mas depois quando se lê mais tarde tem-se uma outra compreensão... aliás, o cristianismo está muito presente na sua obra, muito mais do que eu me lembrava. "O Jantar do Bispo" é um conto genial, assim como "A Viagem".

Ah, agora que falas, lembro-me de ler esses dois na escola, long time ago. :O

  • Gosto 1
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"Entrou em casa como uma foragida do mundo. Era inútil esconder: a verdade é que não sabia viver. Em casa estava bom, ela se olhou ao espelho enquanto lavava as mãos e viu a "persona" afivelada no seu rosto. "

Como é bom ler Clarice Lispector.

  • Gosto 1
  • 3 semanas depois...
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Estou a a mais ou menos a meio de "A Terra das Ameixas Verdes" de Herta Müller e é sem dúvida o livro que mais me está a custar a ler este ano... nunca pensei que fosse tão dificil, está a ser um desafio. Em primeiro lugar, a escrita é muito fragmentada (não existem capitulos, mas sim textos soltos), e é um livro muito pesado. Mas tenho que dizer que o livro traduz na perfeição o que eu acho que deve ser viver numa ditadura, o medo e o silencio estão em cada página... a própria estrutura fragmentada do livro é fruto disso mesmo.

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@Forbidden, @Tiago João e outros leitores, não é para nos basearmos nas opiniões publicadas no Goodreads, pois não? Há livros ótimos, com uma média de 3 estrelas ou menos. E há, claramente, pessoas que avaliaram Os Maias com uma estrela, só porque foram obrigadas a ler. Que tristes! :rolleyes: Apanhei o mesmo choque, quando vi, pela primeira vez, as avaliações do IMDb :lol: 

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há 6 horas, BBFF disse:

@Forbidden, @Tiago João e outros leitores, não é para nos basearmos nas opiniões publicadas no Goodreads, pois não? Há livros ótimos, com uma média de 3 estrelas ou menos. E há, claramente, pessoas que avaliaram Os Maias com uma estrela, só porque foram obrigadas a ler. Que tristes! :rolleyes: Apanhei o mesmo choque, quando vi, pela primeira vez, as avaliações do IMDb :lol: 

Opiniões há para todos os gostos, mas eu não me fio nas avaliações desses sites (goodreads, imdb, etc), pois cada um tem os seus gostos, então só porque um livro/filme tem uma nota baixa não quer dizer que não vás gostar, e o contrário também se aplica.

  • Gosto 1
Postado (editado)
há 6 horas, BBFF disse:

@Forbidden, @Tiago João e outros leitores, não é para nos basearmos nas opiniões publicadas no Goodreads, pois não? Há livros ótimos, com uma média de 3 estrelas ou menos. E há, claramente, pessoas que avaliaram Os Maias com uma estrela, só porque foram obrigadas a ler. Que tristes! :rolleyes: Apanhei o mesmo choque, quando vi, pela primeira vez, as avaliações do IMDb :lol: 

Concordo com o Forbidden. Muitas vezes isso não quer dizer nada, outras simplesmente a maioria não gosta e nós gostamos. Eu acho que podemos ver caso estejamos muito indecisos mesmo, mas não é nada para se levar muito a sério, porque nada melhor que termos a nossa opinião :P

Por falar em Maias, comecei ontem a ler e não passei da quarta página, de tal forma que a aquilo é completamente o oposto do que eu gosto num livro, descrição excessiva. Mas, por outro lado, há quem adore, portanto nada melhor que ler para descobrirmos a nossa opinião :P

Editado por Tiago João
  • Gosto 1
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há 6 minutos, Tiago João disse:

Concordo com o Forbidden. Muitas vezes isso não quer dizer nada, outras simplesmente a maioria não gosta e nós gostamos. Eu acho que podemos ver caso estejamos muito indecisos mesmo, mas não é nada para se levar muito a sério, porque nada melhor que termos a nossa opinião :P

Por falar em Maias, comecei ontem a ler e não passei da quarta página, de tal forma que a aquilo é completamente o oposto do que eu gosto num livro, descrição excessiva. Mas, por outro lado, há quem adore, portanto nada melhor que ler para descobrirmos a nossa opinião :P

"Os Maias" é um livro demasiado complexo pra se dar no secundário na minha opinião, eu quando o comecei a ler na altura achei-o pesado e chato e não o acabei de ler, depois mais tarde peguei de novo nele e acabei de o ler e gostei. Mas gostei mais dos outros dois livros que li do Eça, "A tragédia da rua das Flores" (este esteve muito à frente do seu tempo e só foi publicado depois da morte do autor) e "O mistério da estrada de Sintra" (este sim devia ser dado no secundário, é mais leve e uma ótima introdução ao Eça). Assim como tenho pena que dêem o Memorial do Saramago na escola, quando é uma péssima introdução à obra dele, é dos livros mais pesados dele... deviam dar o "Ensaio sobre a cegueira". Infelizmente a escola afasta as pessoas da leitura porque não dão livros apropriados à idade dos alunos.

  • Gosto 1
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há 1 hora, Forbidden disse:

"Os Maias" é um livro demasiado complexo pra se dar no secundário na minha opinião, eu quando o comecei a ler na altura achei-o pesado e chato e não o acabei de ler, depois mais tarde peguei de novo nele e acabei de o ler e gostei. Mas gostei mais dos outros dois livros que li do Eça, "A tragédia da rua das Flores" (este esteve muito à frente do seu tempo e só foi publicado depois da morte do autor) e "O mistério da estrada de Sintra" (este sim devia ser dado no secundário, é mais leve e uma ótima introdução ao Eça). Assim como tenho pena que dêem o Memorial do Saramago na escola, quando é uma péssima introdução à obra dele, é dos livros mais pesados dele... deviam dar o "Ensaio sobre a cegueira". Infelizmente a escola afasta as pessoas da leitura porque não dão livros apropriados à idade dos alunos.

A minha setôra de Inglês diz exatamente o mesmo e diz que devíamos dar "A Cidade e as Serras" de Eça, que é muito mais curto, mais divertido, mas com uma crítica social e retrato da sociedade da altura ainda mais vincadas do que nos Maias. Nos Maias eu já comecei a bocejar à terceira página e tem mais de 600 :S:suicide: 

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há 8 minutos, Tiago João disse:

Nos Maias eu já comecei a bocejar à terceira página e tem mais de 600 :S:suicide:

Eu só lia quando era nas aulas e depois para a minha apresentação li umas páginas antes, a parte da minha apresentação e umas páginas depois. O resto li resumos da internet. :mosking:

Curiosamente gostei mais do Memorial do Convento. :haha:

  • Gosto 1
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há 2 horas, Forbidden disse:

"Os Maias" é um livro demasiado complexo pra se dar no secundário na minha opinião, eu quando o comecei a ler na altura achei-o pesado e chato e não o acabei de ler, depois mais tarde peguei de novo nele e acabei de o ler e gostei. Mas gostei mais dos outros dois livros que li do Eça, "A tragédia da rua das Flores" (este esteve muito à frente do seu tempo e só foi publicado depois da morte do autor) e "O mistério da estrada de Sintra" (este sim devia ser dado no secundário, é mais leve e uma ótima introdução ao Eça). Assim como tenho pena que dêem o Memorial do Saramago na escola, quando é uma péssima introdução à obra dele, é dos livros mais pesados dele... deviam dar o "Ensaio sobre a cegueira". Infelizmente a escola afasta as pessoas da leitura porque não dão livros apropriados à idade dos alunos.

Isso é muito comum, numa certa altura da vida não se entender bem um livro e depois passado uns anos as pessoas voltarem a ler esse mesmo livro e já gostarem, já vários professores disseram isso. :P

Quando ao Memorial do Convento, já foi substituído este ano pel'O ano da morte de Ricardo Reis, que parece ser ainda menos interessante e mais chato. :S

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há 7 minutos, アンドレ disse:

Eu só lia quando era nas aulas e depois para a minha apresentação li umas páginas antes, a parte da minha apresentação e umas páginas depois. O resto li resumos da internet. :mosking:

Curiosamente gostei mais do Memorial do Convento. :haha:

Felizmente não temos de apresentar nada disso :heat: 

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há 6 minutos, Tiago João disse:

Felizmente não temos de apresentar nada disso :heat: 

Então melhor para ti. Lês nas aulas (se lerem :ph34r:) e o resto guias-te pelos resumos. :haha:

 Ler 600 páginas de um livro que não se gosta é dose. 

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há 2 horas, Tiago João disse:

Concordo com o Forbidden. Muitas vezes isso não quer dizer nada, outras simplesmente a maioria não gosta e nós gostamos. Eu acho que podemos ver caso estejamos muito indecisos mesmo, mas não é nada para se levar muito a sério, porque nada melhor que termos a nossa opinião :P

Por falar em Maias, comecei ontem a ler e não passei da quarta página, de tal forma que a aquilo é completamente o oposto do que eu gosto num livro, descrição excessiva. Mas, por outro lado, há quem adore, portanto nada melhor que ler para descobrirmos a nossa opinião :P

Eu, no verão, ainda li até à página 220. No entanto, agora nas aulas, percebi que, além de ter lido essas páginas, entendi pouco das mesmas, tal era a pressa em acabar o livro. Também fui ver a peça de teatro, o que ajudou a entender melhor o livro.

há 21 minutos, アンドレ disse:

Eu só lia quando era nas aulas e depois para a minha apresentação li umas páginas antes, a parte da minha apresentação e umas páginas depois. O resto li resumos da internet. :mosking:

Curiosamente gostei mais do Memorial do Convento. :haha:

Nós também temos que apresentar o livro. Cada grupo apresenta um determinado capítulo. Ainda assim, também lemos as partes mais importantes do livro na aula.

  • Gosto 2
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há 30 minutos, D007 disse:

Isso é muito comum, numa certa altura da vida não se entender bem um livro e depois passado uns anos as pessoas voltarem a ler esse mesmo livro e já gostarem, já vários professores disseram isso. :P

Quando ao Memorial do Convento, já foi substituído este ano pel'O ano da morte de Ricardo Reis, que parece ser ainda menos interessante e mais chato. :S

Eu esse não li... não entendo porque não escolhem as obras mais simples dos autores, a ideia não é introduzir o autor? Porque começam pelas obras mais difíceis? Ainda pra mais pessoas que não estão habituadas a ler... só afastam as pessoas da leitura, infelizmente.

  • Gosto 2
  • Obrigado 1

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