Jão Postado 28 de julho 2014 Postado 28 de julho 2014 Hoje vou começar a reler o Divergente! O filme deixou-me com saudades. Depois parto para os outros dois da saga! Citar
Tiago Madeira Postado 29 de julho 2014 Postado 29 de julho 2014 "Entreguei-te o coração, E que tratos tu lhe deste! É talvez por estar estragado Que ainda não mo devolveste..." — Fernando Pessoa 1 Citar
D23 Postado 29 de julho 2014 Postado 29 de julho 2014 Álvaro de Campos>>>>>>>>>>>resto Ode Triunfal À dolorosa luz das grandes lâmpadas eléctricas da fábrica Tenho febre e escrevo. Escrevo rangendo os dentes, fera para a beleza disto, Para a beleza disto totalmente desconhecida dos antigos. Ó rodas, ó engrenagens, r-r-r-r-r-r-r eterno! Forte espasmo retido dos maquinismos em fúria! Em fúria fora e dentro de mim, Por todos os meus nervos dissecados fora, Por todas as papilas fora de tudo com que eu sinto! Tenho os lábios secos, ó grandes ruídos modernos, De vos ouvir demasiadamente de perto, E arde-me a cabeça de vos querer cantar com um excesso De expressão de todas as minhas sensações, Com um excesso contemporâneo de vós, ó máquinas! Em febre e olhando os motores como a uma Natureza tropical — Grandes trópicos humanos de ferro e fogo e força — Canto, e canto o presente, e também o passado e o futuro. Porque o presente é todo o passado e todo o futuro E há Platão e Virgíllo dentro das máquinas e das luzes eléctricas Só porque houve outrora e foram humanos Virgílio e Platão, E pedaços do Alexandre Magno do século talvez cinqüenta, Átomos que hão-de ir ter febre para o cérebro do Ésquilo do século cem, Andam por estas correias de transmissão e por estes êmbolos e por estes volantes, Rugindo, rangendo, ciciando, estrugindo, ferreando, Fazendo-me um excesso de carícias ao corpo numa só carícia à alma. Ah, poder exprimir-me todo como um motor se exprime! Ser completo como uma máquina! Poder ir na vida triunfante como um automóvel último-modelo! Poder ao menos penetrar-me fisicamente de tudo isto, Rasgar-me todo, abrir-me completamente, tornar-me passento A todos os perfumes de óleos e calores e carvões Desta flora estupenda, negra, artificial e insaciável! Fraternidade com todas as dinâmicas! Promíscua fúria de ser parte-agente Do rodar férreo e cosmopolita Dos comboios estrênuos. Da faina transportadora-de-cargas dos navios. Do giro lúbrico e lento dos guindastes, Do tumulto disciplinado das fábricas, E do quase-silêncio ciciante e monótono das correias de transmissão! Horas européias, produtoras, entaladas Entre maquinismos e afazeres úteis! Grandes cidades paradas nos cafés, Nos cafés — oásis de inutilidades ruidosas Onde se cristalizam e se precipitam Os rumores e os gestos do Útil E as rodas, e as rodas-dentadas e as chumaceiras do Progressivo! Nova Minerva sem-alma dos cais e das gares! Novos entusiasmos de estatura do Momento! Quilhas de chapas de ferro sorrindo encostados às docas, Ou a seco, erguidas, nos planos-inclinados dos portos! Atividade internacional, transatlântica, Canadian-Pacific! Luzes e febris perdas de tempo nos bares, nos hotéis, Nos Longchamps e nos Derbies e nos Ascots, E Piccadillies e Avenues de l'Opéra que entram Pela minh'alma dentro! Hé-lá as ruas, hé-lá as praças, hé-lá-hô la foule! Tudo o que passa, tudo o que pára às montras! Comerciantes; vários; escrocs exageradamente bem-vestidos; Membros evidentes de clubes aristocráticos; Esquálidas figuras dúbias; chefes de família vagamente felizes E paternais até na corrente de oiro que atravessa o colete De algibeira a algibeira! Tudo o que passa, tudo o que passa e nunca passa! Presença demasiadamente acentuada das cocotes Banalidade interessante (e quem sabe o quê por dentro?) Das burguesinhas, mãe e filha geralmente Que andam na rua com um fim qualquer; A graça feminil e falsa dos pederastas que passam, lentos; E toda a gente simplesmente elegante que passeia e se mostra E afinal tem alma lá dentro! (Ah, como eu desejaria ser o souteneur disto tudo!) A maravilhosa beleza das corrupções políticas, Deliciosos escândalos financeiros e diplomáticos, Agressões políticas nas ruas, E de vez em quando o cometa dum regicídio Que ilumina de Prodígio e Fanfarra os céus Usuais e lúcidos da Civilização quotidiana! Notícias desmentidas dos jornais, Artigos políticos insinceramente sinceros, Notícias passez à-la-caisse, grandes crimes — Duas colunas deles passando para a segunda página! O cheiro fresco a tinta de tipografia! Os cartazes postos há pouco, molhados! Vients-de-paraître amarelos como uma cinta branca! Como eu vos amo a todos, a todos, a todos, Como eu vos amo de todas as maneiras, Com os olhos e com os ouvidos e com o olfato E com o tacto (o que palpar-vos representa para mim!) E com a inteligência como uma antena que fazeis vibrar! Ah, como todos os meus sentidos têm cio de vós! Adubos, debulhadoras a vapor, progressos da agricultura! Química agrícola, e o comércio quase uma ciência! Ó mostruários dos caixeiros-viajantes, Dos caixeiros-viajantes, cavaleiros-andantes da Indústria, Prolongamentos humanos das fábricas e dos calmos escritórios! Ó fazendas nas montras! ó manequins! ó últimos figurinos! Ó artigos inúteis que toda a gente quer comprar! Olá grandes armazéns com várias seções! Olá anúncios eléctricos que vêm e estão e desaparecem! Olá tudo com que hoje se constrói, com que hoje se é diferente de ontem! Eh, cimento armado, beton de cimento, novos processos! Progressos dos armamentos gloriosamente mortíferos! Couraças, canhões, metralhadoras, submarinos, aeroplanos! Amo-vos a todos, a tudo, como uma fera. Amo-vos carnivoramente, Pervertidamente e enroscando a minha vista Em vós, ó coisas grandes, banais, úteis, inúteis, Ó coisas todas modernas, Ó minhas contemporâneas, forma atual e próxima Do sistema imediato do Universo! Nova Revelação metálica e dinâmica de Deus! Ó fábricas, ó laboratórios, ó music-halls, ó Luna-Parks, ó couraçados, ó pontes, ó docas flutuantes — Na minha mente turbulenta e encandescida Possuo-vos como a uma mulher bela, Completamente vos possuo como a uma mulher bela que não se ama, Que se encontra casualmente e se acha interessantíssima. Eh-lá-hô fachadas das grandes lojas! Eh-lá-hô elevadores dos grandes edifícios! Eh-lá-hô recomposições ministeriais! Parlamentos, políticas, relatores de orçamentos, Orçamentos falsificados! (Um orçamento é tão natural como uma árvore E um parlamento tão belo como uma borboleta.) Eh-lá o interesse por tudo na vida, Porque tudo é a vida, desde os brilhantes nas montras Até à noite ponte misteriosa entre os astros E o mar antigo e solene, lavando as costas E sendo misericordiosamente o mesmo Que era quando Platão era realmente Platão Na sua presença real e na sua carne com a alma dentro, E falava com Aristóteles, que havia de não ser discípulo dele. Eu podia morrer triturado por um motor Com o sentimento de deliciosa entrega duma mulher possuída. Atirem-me para dentro das fornalhas! Metam-me debaixo dos comboios! Espanquem-me a bordo de navios! Masoquismo através de maquinismos! Sadismo de não sei quê moderno e eu e barulho! Up-lá hô jockey que ganhaste o Derby, Morder entre dentes o teu cap de duas cores! (Ser tão alto que não pudesse entrar por nenhuma porta! Ah, olhar é em mim uma perversão sexual!) Eh-lá, eh-lá, eh-lá, catedrais! Deixai-me partir a cabeça de encontro às vossas esquinas, E ser levado da rua cheio de sangue Sem ninguém saber quem eu sou! Ó tramways, funiculares, metropolitanos, Roçai-vos por mim até o espasmo! Hilla! hilla! hilla-hô! Dai-me gargalhadas em plena cara, Ó automóveis apinhados de pândegos e de putas, Ó multidões quotidianas nem alegres nem tristes das ruas, Rio multicolor anónimo e onde eu me posso banhar como quereria! Ah, que vidas complexas, que coisas lá pelas casas de tudo isto! Ah, saber-lhes as vidas a todos, as dificuldades de dinheiro, As dissensões domésticas, os deboches que não se suspeitam, Os pensamentos que cada um tem a sós consigo no seu quarto E os gestos que faz quando ninguém pode ver! Não saber tudo isto é ignorar tudo, ó raiva, Ó raiva que como uma febre e um cio e uma fome Me põe a magro o rosto e me agita às vezes as mãos Em crispações absurdas em pleno meio das turbas Nas ruas cheias de encontrões! Ah, e a gente ordinária e suja, que parece sempre a mesma, Que emprega palavrões como palavras usuais, Cujos filhos roubam às portas das mercearias E cujas filhas aos oito anos - e eu acho isto belo e amo-o! — Masturbam homens de aspecto decente nos vãos de escadas. A gentalha que anda pelos andaimes e que vai para casa Por vielas quase irreais de estreiteza e podridão. Maravilhosa gente humana que vive como os cães, Que está abaixo de todos os sistemas morais, Para quem nenhuma religião foi feita, Nenhuma arte criada, Nenhuma política destinada para eles! Como eu vos amo a todos, porque sois assim, Nem imorais de tão baixos que sois, nem bons nem maus, Inatingíveis por todos os progressos, Fauna maravilhosa do fundo do mar da vida! (Na nora do quintal da minha casa O burro anda à roda, anda à roda, E o mistério do mundo é do tamanho disto. Limpa o suor com o braço, trabalhador descontente. A luz do sol abafa o silêncio das esferas E havemos todos de morrer, ó pinheirais sombrios ao crepúsculo, Pinheirais onde a minha infância era outra coisa Do que eu sou hoje... ) Mas, ah outra vez a raiva mecânica constante! Outra vez a obsessão movimentada dos ônibus. E outra vez a fúria de estar indo ao mesmo tempo dentro de todos os comboios De todas as partes do mundo, De estar dizendo adeus de bordo de todos os navios, Que a estas horas estão levantando ferro ou afastando-se das docas. Ó ferro, ó aço, ó alumínio, ó chapas de ferro ondulado! Ó cais, ó portos, ó comboios, ó guindastes, ó rebocadores! Eh-lá grandes desastres de comboios! Eh-lá desabamentos de galerias de minas! Eh-lá naufrágios deliciosos dos grandes transatlânticos! Eh-lá-hô revoluções aqui, ali, acolá, Alterações de constituições, guerras, tratados, invasões, Ruído, injustiças, violências, e talvez para breve o fim, A grande invasão dos bárbaros amarelos pela Europa, E outro Sol no novo Horizonte! Que importa tudo isto, mas que importa tudo isto Ao fúlgido e rubro ruído contemporâneo, Ao ruído cruel e delicioso da civilização de hoje? Tudo isso apaga tudo, salvo o Momento, O Momento de tronco nu e quente como um fogueiro, O Momento estridentemente ruidoso e mecânico, O Momento dinâmico passagem de todas as bacantes Do ferro e do bronze e da bebedeira dos metais. Eia comboios, eia pontes, eia hotéis à hora do jantar, Eia aparelhos de todas as espécies, férreos, brutos, mínimos, Instrumentos de precisão, aparelhos de triturar, de cavar, Engenhos, brocas, máquinas rotativas! Eia! eia! eia! Eia electricidade, nervos doentes da Matéria! Eia telegrafia-sem-fios, simpatia metálica do Inconsciente! Eia túneis, eia canais, Panamá, Kiel, Suez! Eia todo o passado dentro do presente! Eia todo o futuro já dentro de nós! eia! Eia! eia! eia! Frutos de ferro e útil da árvore-fábrica cosmopolita! Eia! eia! eia! eia-hô-ô-ô! Nem sei que existo para dentro. Giro, rodeio, engenho-me. Engatam-me em todos os comboios. Içam-me em todos os cais. Giro dentro das hélices de todos os navios. Eia! eia-hô! eia! Eia! sou o calor mecânico e a electricidade! Eia! e os rails e as casas de máquinas e a Europa! Eia e hurrah por mim-tudo e tudo, máquinas a trabalhar, eia! Galgar com tudo por cima de tudo! Hup-lá! Hup-lá, hup-lá, hup-lá-hô, hup-lá! Hé-la! He-hô! Ho-o-o-o-o! Z-z-z-z-z-z-z-z-z-z-z-z! Ah não ser eu toda a gente e toda a parte! Citar
Jota Postado 29 de julho 2014 Postado 29 de julho 2014 Is God willing to prevent evil, but not able? Then he is not omnipotent. Is he able, but not willing? Then he is malevolent. Is he both able and willing? Then whence cometh evil? Is he neither able nor willing? Then why call him God? -Epicurus :clapping: 2 Citar
Forbidden Postado 30 de julho 2014 Postado 30 de julho 2014 Is God willing to prevent evil, but not able? Then he is not omnipotent. Is he able, but not willing? Then he is malevolent. Is he both able and willing? Then whence cometh evil? Is he neither able nor willing? Then why call him God? -Epicurus :clapping: Totalmente 2 Citar
trufs Postado 1 de agosto 2014 Postado 1 de agosto 2014 (editado) "Em tons de azul" Perdido nos cânticos das sereias, Insaciáveis de sangue humano, À deriva no mar Em tons de azul fui te encontrar. Débil como uma rosa no inverno, Persistente como um sonhador, Com o olhar cheio de amor e encanto Iludido pela melodia do amor. Com a delicadeza do toque, Nesses teus lábios gélidos, Tentei expelir o antídoto Preso aos teus tons de azul. Em tons de azul encontrei-te, Vivendo dentro de uma tempestade Com o céu mais brilhante do que antes, Onde estrelas se tornam lendas Naquele azul profundo (re)encontrei-me. Sorry pelo spam. Mas vou deixar aqui o link do meu blog, tornasse mais fácil que postar os poemas por si só. http://oescritorlouco.wordpress.com/2014/08/01/a-cidade/ Editado 1 de agosto 2014 por trufs 3 Citar
TaniaM Postado 4 de agosto 2014 Postado 4 de agosto 2014 Nunca te Apaixones por um Highlander de Maya Banks Obsessão de Jodi Ellen Malpas Citar
Bloody Postado 10 de agosto 2014 Postado 10 de agosto 2014 Dentro do Segredo, do José Luís Peixoto. Finalmente, estou a ler este livro! Coreia do Norte, aqui vou eu. Citar
Jão Postado 11 de agosto 2014 Postado 11 de agosto 2014 Vem aí a sequela de Frozen… em livro Depois do enorme sucesso que o filme de animação da Disney Frozen alcançou, os rumores de uma sequela eram inevitáveis. Agora foi oficialmente confirmada uma nova aventura das irmãs Anna e Elsa, não em filme, mas em livro. A editora Random House anunciou que está a produzir uma série de livros destinados ao público mais jovem. Anna & Elsa #1: All Hail the Queen e Anna & Elsa #2: Memory and Magic são os dois primeiros capítulos que a editora irá lançar. A editora afirma que estas duas novas histórias vão trazer “novos detalhes ao universo Frozen e seguir Anna e Elsa à medida que estas se vão conhecendo melhor como irmãs.“ A Disney e a Random House (que já trabalharam juntas antes em Never Girls, uma saga literária passada na Terra do Nunca de Peter Pan) estão a planear lançar três ou quatro novos livros por ano, de modo a fazer crescer o franchise do maior sucesso de 2013. Frozen é já o maior êxito de box office na história de animação e, segundo dados da Box Office Mojo, é o quinto maior sucesso de bilheteira de sempre. Só em Portugal, mais de meio milhão de espetadores foram ao cinema ver a animação vencedora de dois Oscars. Para já, ainda não está confirmada nenhuma sequela no grande ecrã. A Disney prepara-se para lançar um musical na Broadway e um espetáculo no gelo das personagens de Arendelle, mas nada se sabe sobre um novo filme. Por enquanto, Frozen terá continuação apenas em livro, sendo que o primeiro será publicado já em janeiro do próximo ano. ______________________________________________ Ainda bem que não planeiam fazer filme. Por muito bom que seja, Frozen deve ser imortalizado assim, as sequelas normalmente acabam por estragar os produtos. Citar
Duarte Postado 11 de agosto 2014 Postado 11 de agosto 2014 Acabei a Filha do Sangue e vou hoje começar a Herdeira das Sombras . Anne Bishop Citar
Jota Postado 11 de agosto 2014 Postado 11 de agosto 2014 The Perks of Being a Wallflower, de Stephen Chbosky. (Também conhecido por As Vantagens de Ser Invisível). Dos melhores livros, senão o melhor, que já li. A escrita é super fluída, a leitura é super fácil e a história prende. Pelo menos a mim, que me identifiquei tanto com o Charlie. A sua maneira de pensar, agir, falar, tudo, identifiquei-me muito com ele. 1 Citar
SetimoAnao Postado 11 de agosto 2014 Postado 11 de agosto 2014 Hm, "Crime e Castigo", do Dostoievski, deve ter sido o último livro que li. Isto há muito, muito tempo, diga-se. Citar
Vasco Postado 12 de agosto 2014 Postado 12 de agosto 2014 O Braço Esquerdo de Deus, de Paul Hoffman e Insaciável, de Meg Cabot. Acabei a Filha do Sangue e vou hoje começar a Herdeira das Sombras . Anne Bishop Que tal? Gostaste? Citar
Mundo Postado 13 de agosto 2014 Postado 13 de agosto 2014 Um Refúgio Para a Vida, de Nicholas Sparks. Citar
Duarte Postado 14 de agosto 2014 Postado 14 de agosto 2014 O Braço Esquerdo de Deus, de Paul Hoffman e Insaciável, de Meg Cabot. Que tal? Gostaste? Eu gostei, mas é um livro pesado não pelas cenas descritas, mas pelo que fica sugerido . 1 Citar
VBrown Postado 15 de agosto 2014 Postado 15 de agosto 2014 Estou a ler um livro conhecido e que a maioria das pessoas já leu chamado ''As Intermitências da Morte'' de José Saramago um livro que só alguém muito inteligente e muito bom escritor poderia escrever, estou a adorar mas tive que fazer uma pausa pois a parte da mãe e do filho deixou-me de ''rastos''... Citar
SetimoAnao Postado 15 de agosto 2014 Postado 15 de agosto 2014 Estou a ler um livro conhecido e que a maioria das pessoas já leu chamado ''As Intermitências da Morte'' de José Saramago um livro que só alguém muito inteligente e muito bom escritor poderia escrever, estou a adorar mas tive que fazer uma pausa pois a parte da mãe e do filho deixou-me de ''rastos''... Do meu escritor favorito E nem é dos livros mais espectaculares dele. 2 Citar
Loureiro Postado 15 de agosto 2014 Postado 15 de agosto 2014 Estou a ler um livro conhecido e que a maioria das pessoas já leu chamado ''As Intermitências da Morte'' de José Saramago um livro que só alguém muito inteligente e muito bom escritor poderia escrever, estou a adorar mas tive que fazer uma pausa pois a parte da mãe e do filho deixou-me de ''rastos''... Esse livro é qualquer coisa de genial. Saramago era um GÉNIO 1 Citar
VBrown Postado 15 de agosto 2014 Postado 15 de agosto 2014 Dizem que o melhor é o ''ensaio sobre a cegueira'' Citar
SetimoAnao Postado 15 de agosto 2014 Postado 15 de agosto 2014 Dizem que o melhor é o ''ensaio sobre a cegueira'' Para mim, é. Até fica fácil comparar entre um e outro, porque ambos são à base de retirar alguma coisa que a sociedade toma por garantida e de explorar as consequências extremas dessa situação. O Ensaio acaba por ir muito mais longe no quadro que pinta da humanidade e não se distrai no caminho por causa de nenhuma história de amor surreal, lol, se bem que esse amor, nas Intermitências, não estraga o livro, simplesmente torna-o diferente, sei lá... O Intermitências acaba por ser um livro muito mais suave, no final de contas, mesmo que ao início não o pareça. Também achei o Memorial do Convento melhor, por motivos diferentes. Citar
Jão Postado 19 de agosto 2014 Postado 19 de agosto 2014 Nova short story da saga Harry Potter Depois de, no mês passado, ter brindado os fãs com um conto do universo “Harry Potter” acerca dos acontecimentos após o final de “Deathly Hallows”, J.K. Rowling lança agora na Pottermore um conto biográfico sobre Celestina Warbeck, que celebra hoje o seu aniversário. Ainda que o personagem não apareça diretamente em nenhum dos sete livros, os fãs mais fervorosos irão certamente recordar as referências cómicas associadas à cantora favorita de Molly Weasley. Celestina Warbeck Birthday: August 18 Wand: Larch and phoenix feather, 10 1/2 inches long, flexible Hogwarts House: Gryffindor Special abilities: Ability to drown out a chorus of banshees, tap-dancing, fancy baking Parentage: Wizard father, Muggle mother Family: Has married three times; one son Hobbies: Travelling in fabulous style, breeding rough-coated Crups, relaxing in any of her eight homes Internationally-acclaimed singing sensation Celestina Warbeck (sometimes known as ‘the Singing Sorceress’) hails from Wales. Her father, a minor functionary in the Muggle Liaison Office, met her Muggle mother (a failed actress) when the latter was attacked by a Lethifold disguised as a stage curtain. Celestina’s extraordinary voice was apparent from an early age. Disappointed to learn that there was no such thing as a wizarding stage school, Mrs Warbeck reluctantly consented to her daughter’s enrollment at Hogwarts, but subsequently bombarded the school with letters urging the creation of a choir, theatre club and dancing class to showcase her daughter’s talents. Frequently appearing with a chorus of backing banshees, Celestina’s concerts are justly famous. Three devoted fans were involved in a nasty three-broom pile up over Liverpool while trying to reach the last night of her ‘Flighty Aphrodite’ tour, and her tickets often appear on the black market at vastly inflated prices (one reason why Molly Weasley has never yet seen her favourite singer live). Celestina has sometimes lent her name and talents to good causes, such as raising funds for St Mungo’s Hospital for Magical Maladies and Injuries with a recording of Puddlemere United’s anthem ‘Beat Back Those Bludgers, Boys, and Chuck That Quaffle Here’. More controversially, Celestina was vocal in her disagreement when the Ministry of Magic sought to impose restrictions on how the wizarding community was allowed to celebrate Hallowe’en. Some of Celestina’s best-known songs include You Charmed the Heart Right Out of Me and A Cauldron Full of Hot, Strong Love. Her fans are usually older people who love her grandstanding style and powerful voice. The late 20th-century album You Stole My Cauldron but You Can’t Have My Heart was a massive global hit. Celestina’s personal life has provided much fodder for the gossip columns of the Daily Prophet. An early marriage to a backing dancer lasted only a year; Celestina then married her manager, with whom she had a son, only to leave him for the composer Irving Warble ten years later. 1 Citar
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