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Zelensky diz-se disposto a renunciar à presidência se isso significar a paz na Ucrânia

O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse este domingo que está disposto a renunciar ao seu cargo se isso significar a paz na Ucrânia, afirmando que poderia trocar a sua saída pela entrada da Ucrânia na NATO.
 
Zelensky disse ainda que gostaria de ver o Presidente dos EUA, Donald Trump, como um parceiro da Ucrânia e mais do que um simples mediador entre Kiev e Moscovo.
 
“Quero que seja mais do que uma simples mediação... isso não é suficiente”, afirmou numa conferência de imprensa em Kiev.

Fonte: CNN Portugal

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Projeções: conservadores vencem na Alemanha. Extrema-direita em segundo com votação recorde

Sociais-democratas, que estavam no poder com Olaf Scholz, perdem cerca de 10 pontos percentuais e ficam em terceiro lugar no pior resultado de sempre do partido.

https://cnnportugal.iol.pt/alemanha/eleicoes-na-alemanha/projecoes-conservadores-vencem-na-alemanha-extrema-direita-em-segundo-com-votacao-recorde/20250223/67bb55d8d34ef72ee442a9bd

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Os resultados estão dentro do esperado e não houve propriamente uma grande surpresa. A CDU/CSU (semelhante ao PSD/CDS) vence as eleições, mas também tem segundo pior resultado da história; o SPD (equivalente ao PS) é o grande perdedor das eleições e tem o pior resultado de sempre.

A AfD, que andava nas últimas sondagens nos 20% ou acima dos 20%, fica lá perto, de acordo com as primeiras sondagens à boca das urnas. No entanto, e apesar de 20% para a AfD ser 20% demasiado, não houve propriamente uma subida de última hora e ficou dentro do que as sondagens achavam.

Também outro grande vencedor foi o Die Linke (equivalente ao BE). Passou de 3/4% (na Alemanha, é preciso 5% para entrar no Parlamento) no final do ano para 8/9% em apenas dois meses. Uma campanha focada em assuntos económicos (Tax the Rich, alívio de impostos para a classe média, foco nas rendas altas das grandes cidades) e com uma forte campanha online deu resultado. Além disso, passaram bem a mensagem de ser uma oposição clara a CDU/CSU de Merz - que, em janeiro, passou uma proposta anti-imigração com ajuda da AfD pela primeira vez na história da Alemanha pós guerra - e, consequentemente, à extrema-direita.

Verdes também tiveram um resultado dentro do esperado e, dos partidos da coligação, foram os que menos perderam; os liberais do FDP (equivalente à IL) e o BSW (novo partido populista conservador de esquerda, um pouco semelhante ao PCP) ainda estão na dúvida se atingem os 5% necessários para entrar no Parlamento. O FDP pode mesmo perder todos os 91 deputados que tinha se não atingir os 5%.

A questão que agora se coloca é o possível governo que se forma:

Se o FDP e o BSW não entrarem no parlamento, uma grande coligação entre a CDU/CSU e o SPD (bloco central) chega para formar governo;

Se o FDP e o BSW entrarem no parlamento, é necessária uma coligação de 3 partidos, algo que a CDU/CSU não queria de forma nenhuma para evitar os problemas desta coligação que colapsou no final do ano passado. A precisar de uma coligação de 3 partidos, seria uma coligação Alemanha (CDU/CSU; SPD e liberais do FDP) ou Quénia (CDU/CSU; SPD; Verdes). O SPD prefere os Verdes, a União (CDU/CSU) prefere o FDP e Markus Söder (líder da CSU) rejeita coligar-se com os Verdes.

Vai ser uma noite interessante e uma formação de governo possivelmente complicada.

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Postado (editado)

O estado de saúde do Papa Francisco continua critico. Agora desenvolveu uma insuficiência renal!

 

Editado por D91
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há 5 minutos, Amorim disse:

Vai ser uma semana difícil.

Aliás dizem que no Vaticano já estão a preparar tudo seja renúncia pu morte 

Acredito mais na segunda possibilidade. Se ele tiver uma curta esperança de vida penso que não o vão deixar renunciar. Mas com este quadro vai ser uma semana bastante difícil até se perceber qual vai ser o desfecho. 

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há 45 minutos, Ruben disse:

Os resultados estão dentro do esperado e não houve propriamente uma grande surpresa. A CDU/CSU (semelhante ao PSD/CDS) vence as eleições, mas também tem segundo pior resultado da história; o SPD (equivalente ao PS) é o grande perdedor das eleições e tem o pior resultado de sempre.

A AfD, que andava nas últimas sondagens nos 20% ou acima dos 20%, fica lá perto, de acordo com as primeiras sondagens à boca das urnas. No entanto, e apesar de 20% para a AfD ser 20% demasiado, não houve propriamente uma subida de última hora e ficou dentro do que as sondagens achavam.

Também outro grande vencedor foi o Die Linke (equivalente ao BE). Passou de 3/4% (na Alemanha, é preciso 5% para entrar no Parlamento) no final do ano para 8/9% em apenas dois meses. Uma campanha focada em assuntos económicos (Tax the Rich, alívio de impostos para a classe média, foco nas rendas altas das grandes cidades) e com uma forte campanha online deu resultado. Além disso, passaram bem a mensagem de ser uma oposição clara a CDU/CSU de Merz - que, em janeiro, passou uma proposta anti-imigração com ajuda da AfD pela primeira vez na história da Alemanha pós guerra - e, consequentemente, à extrema-direita.

Verdes também tiveram um resultado dentro do esperado e, dos partidos da coligação, foram os que menos perderam; os liberais do FDP (equivalente à IL) e o BSW (novo partido populista conservador de esquerda, um pouco semelhante ao PCP) ainda estão na dúvida se atingem os 5% necessários para entrar no Parlamento. O FDP pode mesmo perder todos os 91 deputados que tinha se não atingir os 5%.

A questão que agora se coloca é o possível governo que se forma:

Se o FDP e o BSW não entrarem no parlamento, uma grande coligação entre a CDU/CSU e o SPD (bloco central) chega para formar governo;

Se o FDP e o BSW entrarem no parlamento, é necessária uma coligação de 3 partidos, algo que a CDU/CSU não queria de forma nenhuma para evitar os problemas desta coligação que colapsou no final do ano passado. A precisar de uma coligação de 3 partidos, seria uma coligação Alemanha (CDU/CSU; SPD e liberais do FDP) ou Quénia (CDU/CSU; SPD; Verdes). O SPD prefere os Verdes, a União (CDU/CSU) prefere o FDP e Markus Söder (líder da CSU) rejeita coligar-se com os Verdes.

Vai ser uma noite interessante e uma formação de governo possivelmente complicada.

Obrigado por essa explicação :gosto:

Mas coligação Alemanha ou Quénia :perdida:

Aqui tivemos a geringonça, na Alemanha dão nomes de países :olhos:

Postado (editado)
há 22 minutos, D91 disse:

O estado de saúde do Papa Francisco continua critico. Agora desenvolveu uma insuficiência renal!

 

Na idade dele, se for ligeira, é até usual, ainda mais infetado. Se continuar a agravar, é o corpo a falhar, mesmo.

há 4 minutos, Amorim disse:

Obrigado por essa explicação :gosto:

Mas coligação Alemanha ou Quénia :perdida:

Aqui tivemos a geringonça, na Alemanha dão nomes de países :olhos:

É consoante as cores dos partidos da coligação. Quando são iguais às cores da bandeira de um país, dá-se o nome desse país.

Editado por srcbica
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há 4 minutos, srcbica disse:

É consoante as cores dos partidos da coligação. Quando são iguais às cores da bandeira de um país, dá-se o nome desse país.

Adorei o conceito :gosto:

Ainda bem que a CDU de Portugal não passa dos 4% :rezando:

 

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há 11 minutos, srcbica disse:

Na idade dele, se for ligeira, é até usual, ainda mais infetado. Se continuar a agravar, é o corpo a falhar, mesmo.

há 14 minutos, Amorim disse:

Verdade. Ele certamente tem os melhores cuidados e deve estar permanentemente vigiado. Vamos ver se o corpo reage aos tratamentos.

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há 1 hora, Amorim disse:

Obrigado por essa explicação :gosto:

Mas coligação Alemanha ou Quénia :perdida:

Aqui tivemos a geringonça, na Alemanha dão nomes de países :olhos:

Tem a ver, como já disseram, com as cores dos partidos. Ampel (semáforo) era o nome da coligação que caiu, com o SPD (vermelho), FDP (amarelo) e Verdes.

Quénia é preto-vermelho-verde (preto é a cor da União CDU/CSU); Alemanha é preto-vermelho-amarelo. Outras coligações têm simplesmente o nome de cores dos partidos. Bloco central (União e SPD) é apelidado apenas de GroKo (Große Koalition; grande coligação) ou simplesmente Schwarz-rot (preto-vermelho).

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há 6 minutos, Magazine disse:

Em princípio estamos salvos porque não ganhará o Afd, certo? :nervouser:

Sim, e todos os outros partidos rejeitam coligar-se com eles.

No entanto, é preciso que a nova coligação (seja ela qual for) comece a solucionar alguns dos principais problemas e funcione melhor que a atual coligação. Caso contrário, ninguém garante que a AfD não continue a subir e chegue mesmo a partido mais votado.

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  • Obrigado 1
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Eu já não suporto este circo mediático em torno do agravamento do estado de saúde do Papa.

Se as pessoas se preocupassem mais em rezar pela saúde de Francisco, ganhava-se mais. E o que mais me enerva é virem especialistas em pneumologia falar do tema… Absolutamente desnecessário.

Tenho pena se Francisco partir. Ele fez muito pela Humanidade e pela Igreja. Sobretudo num ano jubilar não deixa de ser triste. Preocupam-me também as sucessões…

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há 5 minutos, Rui Melo disse:

Eu já não suporto este circo mediático em torno do agravamento do estado de saúde do Papa.

Se as pessoas se preocupassem mais em rezar pela saúde de Francisco, ganhava-se mais. E o que mais me enerva é virem especialistas em pneumologia falar do tema… Absolutamente desnecessário.

Tenho pena se Francisco partir. Ele fez muito pela Humanidade e pela Igreja. Sobretudo num ano jubilar não deixa de ser triste. Preocupam-me também as sucessões…

Os media são mesmo assim. Fazem sempre um grande alvoroço!

há 17 minutos, Ruben disse:

Sim, e todos os outros partidos rejeitam coligar-se com eles.

No entanto, é preciso que a nova coligação (seja ela qual for) comece a solucionar alguns dos principais problemas e funcione melhor que a atual coligação. Caso contrário, ninguém garante que a AfD não continue a subir e chegue mesmo a partido mais votado.

Se a AfD fosse o partido mais votado, mas com maioria relativa, a chancelaria ficaria obrigatoriamente com eles ou os outros partidos podiam unir-se?

Postado
há 9 minutos, Rui Melo disse:

Eu já não suporto este circo mediático em torno do agravamento do estado de saúde do Papa.

Se as pessoas se preocupassem mais em rezar pela saúde de Francisco, ganhava-se mais. E o que mais me enerva é virem especialistas em pneumologia falar do tema… Absolutamente desnecessário.

Tenho pena se Francisco partir. Ele fez muito pela Humanidade e pela Igreja. Sobretudo num ano jubilar não deixa de ser triste. Preocupam-me também as sucessões…

Infilizmente é sempre este show...

Mas repara os repórteres especiais já lá estão, tudo controlado e foi idêntico quando o Papa João Paulo II esteve hospitalizado.... 

Já não devemos ver o Papa Francisco :triste_xmas:

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há 14 minutos, srcbica disse:

Os media são mesmo assim. Fazem sempre um grande alvoroço!

Se a AfD fosse o partido mais votado, mas com maioria relativa, a chancelaria ficaria obrigatoriamente com eles ou os outros partidos podiam unir-se?

Tendo em conta a história da Alemanha e a própria génese extremista da AfD, muito dificilmente. Tal como em Portugal, o primeiro-ministro é eleito quando tiver uma maioria parlamentar e não quando ganha as eleições. Isso já acontece, inclusive, em estados de Leste onde a AfD ganhou ou ficou bem perto de ganhar - e que, ainda assim, não governa.

O problema é mesmo a maioria que é necessária para governar. A razão pela qual Merz quer um bloco central é exatamente para evitar os problemas da última coligação. Esta foi a primeira vez que houve uma coligação de 3 partidos na Alemanha e as diferenças foram simplesmente demasiado grandes para fazer a mesma funcionar.

Parece ser cada vez mais certo que o FDP fica de fora, mas o BSW ainda pode entrar. Com o BSW no Parlamento, a única coligação possível é com o SPD e Verdes, dois partidos que o Merz passou anos a atacar; já Söder (líder da CSU) disse mesmo que não iria fazer coligação com os Verdes. Isso obviamente pode provocar os mesmos erros da última coligação e a economia alemã precisa urgentemente de mudanças para lidar com possíveis tarifas de Trump e para com a situação na Ucrânia e Europa. Se os problemas persistirem, acredito mesmo que a AfD continue a subir.

Facto interessante, o partido mais votado pelos jovens e por primeiros votantes foi o Die Linke e a AfD. O Die Linke parece estar a transformar-se num partido que era apenas mais votado na antiga Alemanha de Leste para um partido que está a convencer novos eleitores de toda a Alemanha: 

 

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Postado
há 29 minutos, Afonso2014 disse:

Infilizmente é sempre este show...

Mas repara os repórteres especiais já lá estão, tudo controlado e foi idêntico quando o Papa João Paulo II esteve hospitalizado.... 

Já não devemos ver o Papa Francisco :triste_xmas:

Sim. Os media de todo o mundo já se estão a encaminhar para o Vaticano.

É pena acontecer no ano do Jubileu. :triste:

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há 9 horas, dav01 disse:

Zelensky diz-se disposto a renunciar à presidência se isso significar a paz na Ucrânia

O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse este domingo que está disposto a renunciar ao seu cargo se isso significar a paz na Ucrânia, afirmando que poderia trocar a sua saída pela entrada da Ucrânia na NATO.
 
Zelensky disse ainda que gostaria de ver o Presidente dos EUA, Donald Trump, como um parceiro da Ucrânia e mais do que um simples mediador entre Kiev e Moscovo.
 
“Quero que seja mais do que uma simples mediação... isso não é suficiente”, afirmou numa conferência de imprensa em Kiev.

Fonte: CNN Portugal

Não creio que o Trump o deixe entrar na Nato, era bom que estivesse enganado, mas não acredito.

 

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há 3 horas, Ruben disse:

Facto interessante, o partido mais votado pelos jovens e por primeiros votantes foi o Die Linke e a AfD. O Die Linke parece estar a transformar-se num partido que era apenas mais votado na antiga Alemanha de Leste para um partido que está a convencer novos eleitores de toda a Alemanha: 

 

Vai-se a ver e a saída dos chalupões conservadores pró-Rússia do DieLinke foi uma autêntica benção para o partido. Acalmou muitas das quezílias internas do partido e ajudou-o a unir-se numa mensagem clara para os eleitores. O discurso da Heidi Reichinnek no Bundestag na altura do acordo CDU-AfD deu depois um boost gigantesco ao mesmo.

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BSW fica com 4,972% e falha, por isso, a entrada no Parlamento. FDP perde todos os seus 91 deputados e fica com 4,3%.

Com isto, uma coligação de bloco central passa a ser possível

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  • Adoro 1
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há 2 minutos, Ruben disse:

BSW fica com 4,972% e falha, por isso, a entrada no Parlamento. FDP perde todos os seus 91 deputados e fica com 4,3%.

Com isto, uma coligação de bloco central passa a ser possível

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Coisas que envelheceram tão bem como um pacote de leite aberto há uma semana. Isto:

61-dxelY4hL._AC_UF894,1000_QL80_.jpg

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há 10 minutos, JDaman disse:

Vai-se a ver e a saída dos chalupões conservadores pró-Rússia do DieLinke foi uma autêntica benção para o partido. Acalmou muitas das quezílias internas do partido e ajudou-o a unir-se numa mensagem clara para os eleitores. O discurso da Heidi Reichinnek no Bundestag na altura do acordo CDU-AfD deu depois um boost gigantesco ao mesmo.

Muito honestamente, tudo o que tinha para correr bem ao Linke, correu. Terem-se livrado dos tankies conservadores foi uma benção, caso contrário ainda estariam com lutas internas sobre a mensagem a ter nas eleições. O BSW focou-se unicamente na guerra da Ucrânia, largou praticamente todo o foco económico; o Linke teve um foco claro nos problemas económicos, independentemente da guerra; teve esse boost gigantesco, fez uma boa aliança com caras jovens como a Heidi e com o pessoal mais velho do partido para segurar os 3 mandatos diretos. Deve ter sido das poucas vezes, se não mesmo a primeira vez, que convenceram jovens em grande escala para lá da antiga DDR. Mais umas semanas e acredito que estariam a lutar com os Verdes.

Mesmo que os Verdes estejam na oposição, acredito que o Linke possa ser uma futura oposição para aqueles que querem uma política à esquerda e não uma conciliação com a direita (uma coligação rot-rot-grün com o SPD, Linke e Verdes).

há 15 minutos, JDaman disse:

Coisas que envelheceram tão bem como um pacote de leite aberto há uma semana. Isto:

61-dxelY4hL._AC_UF894,1000_QL80_.jpg

Pessoalmente, acho que qualquer partido que simplesmente se chame “Bundnis Sarah Wagenknecht” mereça mesmo estar fora do Parlamento:mosking:

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