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há 4 horas, srcbica disse:

Os trabalhistas e os conservadores estão em pé de igualdade nas sondagens.

Quer dizer que a Theresa May subiu nas sondagens de novo? :S Ela estava a descer, pelo que vi há uns dias.

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há 3 minutos, Ambrósio disse:

Quer dizer que a Theresa May subiu nas sondagens de novo? :SEla estava a descer, pelo que vi há uns dias.

Foi por ela descer que os dois partidos ficaram em pé de igualdade. :P

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A Theresa May foi tão, mas tão incompetente nestas eleições. :banghead: Alguém que convoca eleições com uma hipótese única de conseguir uma maioria que poderia chegar aos 150 deputados e com uma vantagem média de 20% para estar agora a fazer cálculos para ver se tem ou não maioria porque em média não tem nem 10% de vantagem nas sondagens é de uma incompetência extrema. A maior sorte dela é que do outro lado tem o Corbyn, que é tão ou mais fraco que ela.

Mesmo assim, tenho praticamente a certeza que os Conservadores irão ter uma maioria absoluta, mesmo assim longe daquela que Theresa May poderia contar há uns meses atrás ( :sleep: ). As sondagens no Reino Unido têm tido uma tendência de subestimar o voto dos Conservadores (há até um termo para isso chamado Shy Tory Factor). Em 2015 também todos previam um empate e os Conservadores acabaram com uma maioria absoluta. Além de que, se analisarmos as coisas de local para local nas zonas mais renhidas, os Conservadores têm ótimas hipóteses na Escócia e em Gales, até mesmo em Londres. 

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On 4 de junho de 2017 at 10:43 PM, srcbica said:

Olha, uma coisa que acho muito curiosa é que os atentados em Inglaterra não levaram a uma subida da extrema-direita por lá. Eles aprenderam a lição com o Brexit.

A extrema-direita não subiu mas a Theresa May continua com uma clara vantagem. Mas pronto, acreditar que os ingleses ficaram espertos de repente é a mesma coisa que acreditar que vou passar férias à Lua este Verão. 

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BBC avança para 314 lugares para os Conservadores, 266 para o Labour.  SNP com 34 e Lib Dems com 14...

Se isto se confirmar, Theresa May perde a maioria que tem no Parlamento.

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Parece que hoje morreram 4 pessoas afogadas :O em dois casos diferentes :O

http://www.jn.pt/local/noticias/aveiro/sever-do-vouga/interior/duas-criancas-desaparecidas-no-rio-vouga-8555830.html

http://www.jn.pt/local/noticias/aveiro/espinho/interior/duas-pessoas-desaparecidas-em-praia-de-espinho-8555846.html

E as 4 pessoas eram de Santa Maria da Feira, que coincidência :O

Editado por Ivo
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Primeiras estimativas na 1ª volta das legislativas na França: Macron e o En Marche esmagam os partidos tradicionais com 32% dos votos. Republicanos mais de 10% atrás, com 21.5%. FN com 14% (bem abaixo da estimativa), seguido da França Insubmissa com 11% e o PS com 10%.

DCD57i5WAAAQz1I.jpg

Em lugares isto traduz-se para:

DCDyfSPW0AA3oZ6.jpg

O En Marche precisava de apenas 289 lugares para uma maioria absoluta na Assembleia Nacional. O pior cenário será uma maioria de 390, ou seja, mais de 100 do que precisa, e pode chegar mesmo aos 430 deputados (acima de qualquer sondagem) numa assembleia com 577. Esta é, por isso, mais uma grande vitória para Macron e o En Marche. Frente Nacional conseguirá apenas, no máximo, 10 lugares, mais uma vez, um resultado abaixo das expectativas. Republicanos com um resultado modesto, embora dentro das últimas expectativas. Independentemente disso, os partidos tradicionais (Republicanos e PS) obtiveram um resultado historicamente baixo. Abstenção será a maior de sempre, foi 57% em 2012.

O líder do PS já disse que o objetivo, para além de derrotar a extrema-direita, é também não deixar morrer o debate na Assembleia Nacional, isto é, que não é propriamente aconselhável aumentarem ainda mais a maioria do En Marche para a semana, na 2ª volta. Marine Le Pen pediu uma mudança no sistema de votação, que penalisa o partido dela, salienta o valor da abstenção e apela ao voto, devido ao facto de todos os outros partidos estarem contra ela nos lugares onde haverá 2ª ronda, para obter mais deputados daqui a uma semana e para haver uma "oposição a sério".

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há 1 hora, Ruben Fonseca disse:

Primeiras estimativas na 1ª volta das legislativas na França: Macron e o En Marche esmagam os partidos tradicionais com 32% dos votos. Republicanos mais de 10% atrás, com 21.5%. FN com 14% (bem abaixo da estimativa), seguido da França Insubmissa com 11% e o PS com 10%.

DCD57i5WAAAQz1I.jpg

Em lugares isto traduz-se para:

DCDyfSPW0AA3oZ6.jpg

O En Marche precisava de apenas 289 lugares para uma maioria absoluta na Assembleia Nacional. O pior cenário será uma maioria de 390, ou seja, mais de 100 do que precisa, e pode chegar mesmo aos 430 deputados (acima de qualquer sondagem) numa assembleia com 577. Esta é, por isso, mais uma grande vitória para Macron e o En Marche. Frente Nacional conseguirá apenas, no máximo, 10 lugares, mais uma vez, um resultado abaixo das expectativas. Republicanos com um resultado modesto, embora dentro das últimas expectativas. Independentemente disso, os partidos tradicionais (Republicanos e PS) obtiveram um resultado historicamente baixo. Abstenção será a maior de sempre, foi 57% em 2012.

O líder do PS já disse que o objetivo, para além de derrotar a extrema-direita, é também não deixar morrer o debate na Assembleia Nacional, isto é, que não é propriamente aconselhável aumentarem ainda mais a maioria do En Marche para a semana, na 2ª volta. Marine Le Pen pediu uma mudança no sistema de votação, que penalisa o partido dela, salienta o valor da abstenção e apela ao voto, devido ao facto de todos os outros partidos estarem contra ela nos lugares onde haverá 2ª ronda, para obter mais deputados daqui a uma semana e para haver uma "oposição a sério".

Um resultado verdadeiramente histórico para Macron e para o seu movimento. Quem imaginaria isto há 1 anos atrás?! Acho que já não se via um cenário politíco desta dimensão em França desde 1958, altura em que o General de Gaulle fundou a 5ª República.

Com apenas 13,1% nestas legislativas, que "oposição" é essa que Le Pen faz sempre tanta questão de reiterar?! Como é que ela pode dizer que o sistema eleitoral a prejudica quando inúmeras sondagens indicam que os eleitores dela são os mais assíduos na hora de votar?! :dontknow:

 

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há 19 minutos, Maya disse:

Um resultado verdadeiramente histórico para Macron e para o seu movimento. Quem imaginaria isto há 1 anos atrás?! Acho que já não se via um cenário politíco desta dimensão em França desde 1958, altura em que o General de Gaulle fundou a 5ª República.

Com apenas 13,1% nestas legislativas, que "oposição" é essa que Le Pen faz sempre tanta questão de reiterar?! Como é que ela pode dizer que o sistema eleitoral a prejudica quando inúmeras sondagens indicam que os eleitores dela são os mais assíduos na hora de votar?! :dontknow:

 

A nova projeção da Ipsos dá ainda melhores resultados a Macron, verdadeiramente históricos até:

En Marche - 415 a 455 lugares
Republicanos - 70 a 110 lugares
PS+Aliados - 20 a 30 lugares
França Insubmissa - 8 a 18 lugares
Frente Nacional - 1 a 5 lugares

No meio da retórica que ela faz, ela tem uma certa razão. O sistema eleitoral prejudica certos partidos, nomeadamente neste caso a Frente Nacional e até a França Insubmissa (ou seja, os partidos de extrema-direita e extrema-esquerda). Ela obteve 14% dos votos. Se obtiver, no final, apenas 5 lugares na Assembleia, esses 14% dos votos (penso que corresponde a 11 milhões de votos, embora não tenha a certeza) resultam em apenas 0.87% dos lugares. O mesmo se passa com a Frente Insubmissa: 11% dos votos que, caso obtenham apenas 18 lugares, corresponde a 3.12% dos lugares. No entanto, o PS, que obteve menos que a FN e a FI, vai ter, caso tenha 30 lugares, pouco mais de 5% dos lugares. Já os 32% de Macron, caso venha a obter 455 lugares, correspondem a cerca de 79% de toda a Assembleia Nacional.

Claro que ela também tem de salientar isso, até porque, depois de um debate catastrófico que lhe deu um resultado bem abaixo das expectativas na 2ª volta das presidenciais, ter agora um novo resultado abaixo das expectativas que corresponde a uns meros 5 lugares, no máximo, é muito mau e é sinal que muitas cabeças irão rolar na FN em breve. Esta era a chance perfeita para Le Pen ter melhores resultados, depois de um Brexit e de um Trump. Talvez tenham sido esses mesmos dois fatores (principalmente Trump), que mataram por completo as chances do partido dela vingar. Se não ganhar o seu círculo eleitoral para a semana (acabou com 46% dos votos na 1ª volta do círculo eleitoral onde se candidatou, bem à frente da candidata do En Marche, que ficou com 16.4% - vão as duas à 2ª volta), vai ter dificuldades redobradas em impor o seu programa para a FN nos próximos tempos.

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há 1 hora, Ruben Fonseca disse:

A nova projeção da Ipsos dá ainda melhores resultados a Macron, verdadeiramente históricos até:

En Marche - 415 a 455 lugares
Republicanos - 70 a 110 lugares
PS+Aliados - 20 a 30 lugares
França Insubmissa - 8 a 18 lugares
Frente Nacional - 1 a 5 lugares

No meio da retórica que ela faz, ela tem uma certa razão. O sistema eleitoral prejudica certos partidos, nomeadamente neste caso a Frente Nacional e até a França Insubmissa (ou seja, os partidos de extrema-direita e extrema-esquerda). Ela obteve 14% dos votos. Se obtiver, no final, apenas 5 lugares na Assembleia, esses 14% dos votos (penso que corresponde a 11 milhões de votos, embora não tenha a certeza) resultam em apenas 0.87% dos lugares. O mesmo se passa com a Frente Insubmissa: 11% dos votos que, caso obtenham apenas 18 lugares, corresponde a 3.12% dos lugares. No entanto, o PS, que obteve menos que a FN e a FI, vai ter, caso tenha 30 lugares, pouco mais de 5% dos lugares. Já os 32% de Macron, caso venha a obter 455 lugares, correspondem a cerca de 79% de toda a Assembleia Nacional.

Claro que ela também tem de salientar isso, até porque, depois de um debate catastrófico que lhe deu um resultado bem abaixo das expectativas na 2ª volta das presidenciais, ter agora um novo resultado abaixo das expectativas que corresponde a uns meros 5 lugares, no máximo, é muito mau e é sinal que muitas cabeças irão rolar na FN em breve. Esta era a chance perfeita para Le Pen ter melhores resultados, depois de um Brexit e de um Trump. Talvez tenham sido esses mesmos dois fatores (principalmente Trump), que mataram por completo as chances do partido dela vingar. Se não ganhar o seu círculo eleitoral para a semana (acabou com 46% dos votos na 1ª volta do círculo eleitoral onde se candidatou, bem à frente da candidata do En Marche, que ficou com 16.4% - vão as duas à 2ª volta), vai ter dificuldades redobradas em impor o seu programa para a FN nos próximos tempos.

Ou seja as legislativas não são só eleições para o parlamento em Paris correto?!

Achas que existe a possibilidade de acontecer com a FN o mesmo que está a acontecer com o UKIP e a extrema direita alemã (ambos os partidos estão a perder força)?!

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há 23 minutos, Maya disse:

Ou seja as legislativas não são só eleições para o parlamento em Paris correto?!

Achas que existe a possibilidade de acontecer com a FN o mesmo que está a acontecer com o UKIP e a extrema direita alemã (ambos os partidos estão a perder força)?!

São. Aquilo que ela se refere é que a maneira deles serem eleitos é que devia mudar para algo que fosse mais representativo dos votos que o partido obtém a nível nacional.

Se no ano passado a tendência, após o Brexit e após a eleição do Trump (sem esquecer que a Le Pen era a larga favorita para vencer a 1ª volta das presidenciais, o Wilders ia vencer sem problemas na Holanda, o Höfer também estava destinado a vencer as presidenciais na Áustria), era de que o populismo estava a ganhar uma força que não se via há quase um século, este ano parece que está a acontecer exatamente o oposto.

No entanto, a razão pelo colapso do UKIP não se deve ao facto de uma queda generalizada da extrema-direita. Deve-se ao facto de que o objetivo #1 do UKIP como partido já foi cumprido. O grande objetivo do UKIP era retirar o Reino Unido da UE, com tudo o que isso implica (mais controlo, menos imigração, etc). Com o Brexit, o partido não tem nenhum objetivo definido, logo não há nenhuma razão para as pessoas votarem no UKIP, daí que uma enorme parte dos eleitores do UKIP tenham ido para os Conservadores/Labour nestas eleições.

Já a extrema-direita de outros países (FN, AfD, etc), acho que está a cair exatamente por causa do Trump. Trump não alcançou nada de especial para já. O plano de saúde dos Republicanos é um desastre, a saída do Acordo de Paris deixou os EUA praticamente isolados num assunto que muitos europeus vêem com grande importância. Depois também temos todos os escândalos com a Rússia, o facto de ninguém levar a sério o próprio Trump na Europa também não ajuda em nada as pessoas (principalmente destes partidos) que antes aplaudiam o facto dele ter sido eleito contra os "interesses globalistas" da Clinton.

Ele quando esteve na Europa, perguntou 11 vezes se podia ter um novo acordo com a Alemanha, sem sequer saber que todos os acordos com a Alemanha têm de ser feitos através da UE, porque a Alemanha pertence à UE. 11 vezes que a Merkel teve de responder que só podia renegociar com a UE como um todo e não só com a Alemanha, que foi quando ele finalmente percebeu que teria de renegociar com a UE. A própria Merkel comentou depois para as pessoas mais próximas que a acompanham que ele não tinha a mínima noção de praticamente nada e a própria imprensa alemã arrasou completamente a incompetência do Trump. Isto tudo depois dos líderes da NATO estarem praticamente a rir-se à frente dele enquanto ele discursava na nova sede da NATO em Bruxelas.

Ora, quem vê isto, pensa duas vezes se de facto esses partidos, essas pessoas que se dizem contra o sistema são a melhor opção, até porque quem acha que Trump é uma boa opção seja em que país for, de facto tem uma visão completamente distorcida da realidade. E isso é algo que a maioria dos europeus, que por si só já são bem mais cultos que os americanos, concorda, seja de direita como de esquerda. Claro que a extrema-direita ainda tem uma representação significativa aqui e ali e ainda vai manter essa representação por uns bons tempos, mas enquanto termos um Trump na Casa Branca e uma extrema-direita que está mais preocupada em desmembrar a UE que propriamente ter alternativas realmente credíveis (um dos maiores erros da Le Pen nestas eleições), estes resultados vão continuar.

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Credo, soube agora do incêndio em Pedrógão Grande! :O

Que horror :S:( Todos os anos a mesma história dos incêndios... será que dada a gravidade deste vão finalmente tomar mais medidas quanto a isto? :dontknow:

E ao que parece o incêndio continua com muitas frentes activas e o número de vítimas mortais pode subir :S

 

Editado por Ambrósio
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Credo, soube agora do incêndio em Pedrógão Grande! :O
Que horror [emoji37][emoji20] Todos os anos a mesma história dos incêndios... será que dada a gravidade deste vão finalmente tomar mais medidas quanto a isto? :dontknow:
E ao que parece o incêndio continua com muitas frentes activas e o número de vítimas mortais pode subir [emoji37]
 

Sim, uma grande tragédia. Ao início da noite conseguia ver as lavaredas de minha casa e vivo relativamente longe, em Tomar.
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há 13 minutos, Ambrósio disse:

Credo, soube agora do incêndio em Pedrógão Grande! :O

Que horror :S:( Todos os anos a mesma história dos incêndios... será que dada a gravidade deste vão finalmente tomar mais medidas quanto a isto? :dontknow:

E ao que parece o incêndio continua com muitas frentes activas e o número de vítimas mortais pode subir :S

 

Também cheguei agora a casa e ao ligar na RTP 3 é que soube da notícia. Têm existido muitos incêndios, mas com este nº de vítimas mortais não me lembro de nenhum.

Segundo a RTP, é a maior tragédia num incêndio desde 1966.

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57. Como se o calor não fosse já mau o suficiente, agora uma calamidade destas (até fiz direta por não conseguir dormir). :O

Isto vai superar a tragédia de Londres e isso já foi bem mau.

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Isto é ridículo. Aldeias arderam ontem e eles só foram revistar hoje de manhã. Eu sei que eles têm de ter os meios concentrados, mas sei lá... Podia ainda estar alguém ferido nestas casas que após estas horas todas acabou por morrer. E só de pensar na quantidade de pessoas que neste momento deve estar a morrer :( 

Isto é demasiado mau. Eles deviam começar a tomar sérias medidas, porque assim isto não pode continuar. Todos os anos a mesma história. E se estamos em junho e já acontecem incêndios de dimensões tão grandes, fará na fase Charlie, que ainda não começou. Mas é melhor construir novos edifícios públicos quando os anteriores ainda estão em boas condições. 

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