sandroazenha Postado 3 de maio 2013 Postado 3 de maio 2013 Credoo, parece um consultório de bruxos Mas esta ouve sempre a mesma música?
Yggdrasil Postado 3 de maio 2013 Postado 3 de maio 2013 Luaninha Patrícia a sorrir de novo para a mamã!
sandroazenha Postado 3 de maio 2013 Postado 3 de maio 2013 Estava exausto de tanto trabalhar... Claro... Trabalhar
Fofusco Postado 3 de maio 2013 Postado 3 de maio 2013 O Ricardinho nunca falha. Ao contrário da sua mana.
jgsantos Postado 3 de maio 2013 Postado 3 de maio 2013 qualquer dia vai haver um dicionário de Português - Liliane Marisês
Tiagotv Postado 3 de maio 2013 Postado 3 de maio 2013 Catarina Gouveia e as suas amigas sempre em ação
Joana Postado 3 de maio 2013 Postado 3 de maio 2013 A Milinha podia ir outra vez para o meio da farinha com as 3 palhinhas à Rambo para poder respirar
jgsantos Postado 3 de maio 2013 Postado 3 de maio 2013 Adoro a música que está a dar na cena da Nanda
Tiagotv Postado 3 de maio 2013 Postado 3 de maio 2013 Esta Sónia acha que toda a gente tem inveja dela
Marta Postado 4 de maio 2013 Postado 4 de maio 2013 Tou a morrer com a cara da Liliane e do Moises, que lindooosssss :wub: :wub: Minuto 37:29 - 37:35 http://www.videosbacanas.com/destinos-cruzados-82o-episodio-tvi-03-05-2013/
Tiagotv Postado 4 de maio 2013 Postado 4 de maio 2013 José Mata nunca sonhou com a televisão e tinha os atores como pessoas inatingíveis. Com uma licenciatura em Teatro, quer internacionalizar-se enquanto dá corpo a Tobias na novela da TVI‘Destinos Cruzados’. A mãe é a melhor companhia, mas na vida há uma altura para tudo e, aos 27 anos, decidiu ir viver sozinho. - Na telenovela ‘Destinos Cruzados’, da TVI, interpreta a personagem Tobias, um jovem homossexual... - O Tobias é homossexual mas tem preconceito, não assume com a família nem no trabalho. Ele não conta a ninguém. Tem 22 anos e trabalha num bar, vive com os pais, o pai é muito conservador e ele tem de viver uma pessoa que não é. - Finge que é um machão. - Pois finge. Eu não trabalhei nenhum trejeito. Muito excecionalmente, quando são cenas mais fortes, com mais emoção, pode haver uma maior sensibilidade, uma maior insegurança, mas foram as únicas coisas que trabalhei. Fiz questão de não ter nenhum trejeito feminino. Vi alguns filmes e atores que interpretaram homossexuais. - Ele tem alguma coisa sua? - Tem. Eu também tenho alguma insegurança. E não sou uma pessoa muito aberta. - O Tobias é um regresso em força à televisão. - É um grande desafio. E uma oportunidade de trabalhar com uma das maiores atrizes portuguesas, a Maria João Bastos. Tem sido maravilhoso. Ela, sim, tem uma personagem muito complicada [a cantora pimba Liliane Marise]. Com muita composição e sempre com a energia lá em cima. - A televisão era uma ambição? - Não, nunca foi. Inscrevi-me numa agência por causa de uma ex-namorada minha que foi a um casting e perguntaram-me se queria fazer também. Acabei por ficar. Fiz esse anúncio e fiz ainda outro. E depois fiz os ‘Morangos com Açúcar’ [na TVI]. - Há nove anos... - Sim. Faz este verão nove anos. Estava a acabar o 12º ano. Sempre gostei muito de cinema e de teatro, mas como espectador. E sempre tive o ator num sítio inalcançável, quase sagrado. - Então sonhava ser o quê? - Cheguei a entrar em Comunicação Social na Universidade Católica. Sempre gostei de letras, línguas e comunicação. Até o jornalismo me interessava bastante. Qualquer coisa que tivesse a ver com comunicação, com informação. - É filho único? - Sou. E moro com a minha mãe. Mas, em breve, vou viver sozinho. Vou sair de debaixo das saias da mãe. Fiz 27 anos. Está na altura. - E está apto? Sabe, por exemplo, cozinhar? - Sei fazer tudo e adoro cozinhar, sobretudo massas e assados. Gosto muito de coisas no forno. Mas não gosto de fazer para mim. - Aprendeu com quem? - Com a minha mãe. - Que diz ser a melhor companhia. - E é. Somos irmãos, amigos... A minha mãe tem 62 anos mas não parece. E é uma pessoa fantástica. O meu pai faleceu quando eu tinha 12 anos. Mas eles já estavam separados. - E essa mudança de rumo, sair da universidade para fazer os ‘Morangos com Açúcar’, foi bem aceite pela mãe? - Foi. Apoiou-me em tudo. Mas claro que o facto de eu querer ter uma licenciatura em Teatro ajudou. Estive na série de verão dos ‘Morangos’ e procurei fazer workshops. Depois entrei para o Conservatório, em 2006. Fiz um ano e parei para voltar a trabalhar. Fiz duas novelas e duas peças de teatro. Entretanto acabei, concluí o curso no ano passado. Teve de ser. Foi uma decisão minha. Agora também posso dar aulas. E estou a pôr a hipótese de fazer um mestrado em encenação. - É uma área que o atrai? - É. Encenação e realização. O estar do outro lado a criar, nesse sentido mais criador. - Mas os ‘Morangos’ foram a primeira escola? - Foram, sem dúvida nenhuma. E foi aí que senti que queria fazer isto. Lembro--me muito bem. Foi numa cena com a Lourdes Norberto. - Foi fácil perder o anonimato? - Inicialmente foi um bocado estranho. Depois faz parte. Não procuro, mas também não escondo nada. As pessoas falam comigo e tento ser simpático. Mas também não sou o Johnny Depp. - E as fãs, são aguerridas? - [risos] Eu não sou assediado. Mas claro que há umas miúdas com umas demonstrações de carinho… Reconhecem-me. Eu não valorizo isso. Acho que faz parte. - O José é um otimista? - Sou. Acredito que as coisas acabam sempre por correr bem. - E gosta da Meryl Streep? - É a melhor atriz do Mundo. Não há ninguém que chegue aos calcanhares dela. Tudo aquilo que faz, desde que começou a brincar a isto, ela faz de uma maneira maravilhosa. E consegue sempre surpreender-nos. - Acha que um ator se vai fazendo? - Acho. Eu nunca estou satisfeito. E ambiciono isso. Acho que não pode ser uma procura desesperada nem uma obsessão, mas ainda tenho muito para aprender. - Gosta de se ver ou obriga-se a ver-se? - Não gosto, mas acho que é importante ver-me. Vejo para observar aquilo que faço e se o caminho é aquele. Mas se puder não ver, não vejo [risos]. - E a primeira vez que se viu… - Ui, foi muito esquisito. Muito estranho. Não parecia eu, e a voz não era a minha. ‘Que voz é esta?!’ - Já receou não conseguir distanciar-se das personagens? - Já me aconteceu. Num papel em que por acaso fiz de José, o José Mendes na novela ‘Deixa-me Amar’ [TVI]. E ao início havia uma certa dificuldade em separar. Não tinha a ver com a história da personagem. E depois afastei-o pegando em alguns pormenores, na postura, na maneira de andar. Criei formas diferentes das minhas e que definiam melhor a personagem. - É verdade que prefere o teatro à televisão? - É verdade. Ter o público ali à frente e conhecer logo a sua reação… É imediato. Sentimos mais adrenalina. É mais desafiante. Se uma coisa corre mal, o público está ali. - Gosta de desafios? - Gosto. E o meu grande desejo, como acho que deve ser o de qualquer ator, é interpretar personagens sempre diferentes umas das outras. - Depois do Tobias, gostava de fazer o quê? - Um mau. Uma pessoa má. Acho que nunca fiz um vilão. E acho que todos nós gostamos é dos vilões. Mas o importante é ter trabalho. Como isto está... A taxa de desemprego nos jovens é assustadora e a resposta que nos dão é "emigrem", que é uma coisa que me faz impressão. Tenho colegas meus a irem para fora, para estudar, fazer estágios, trabalhar. Cá não há empregos e quando há são mal pagos. Cada vez se trabalha mais e pagam menos e as pessoas ficam com vontade de sair daqui. Mas eu quero trabalhar cá. Gosto disto, porque é que hei de sair daqui? - Já pensou em viver no estrangeiro? - Penso nisso. Gostava de passar uma temporada fora. Talvez em Madrid, Londres, Paris… - Gostava de se internacionalizar? - Claro que gostava. Não vou à procura do ‘american dream’ [sonho americano], mas acho que devemos pensar alto. E estou na altura certa, porque não é daqui a dez anos que vou pensar em ir para fora e tentar o mercado espanhol ou inglês. - E os amigos... - São os mesmos há muito tempo. A maior parte são da minha adolescência. Hoje, acompanham-me, criticam-me, e são a melhor crítica, porque não percebem nada disto mas dizem o que acham. São os mais fiéis. - É conservador? - Não, não me considero uma pessoa conservadora. E nós caminhamos para nos tornarmos cada vez menos conservadores. - A precariedade assusta-o? - Assusta. No início, assustou-me ainda mais. Assustou-me quando decidi que era isto que eu queria fazer para o resto da vida. Aí comecei a pensar de uma maneira mais responsável. É muito giro, muito bonito, não me vejo a fazer mais nada, mas ficar três, quatro meses sem trabalho?! Claro que posso fazer televisão, teatro, cinema, publicidade, locuções... Lá está, sou otimista. - E foi para tentar combater a precariedade que se obrigou a tirar o curso no Conservatório? - O curso é mais uma ferramenta, mas obriguei-me a tirá-lo porque queria ter uma licenciatura. Não foi para ter mais trabalho. Uma licenciatura em Teatro não me serve para ter mais trabalho. - É poupado? - [risos] Não sou muito poupado. Gosto de jantar fora. E agora estou a montar casa, mas nem estava à espera do que isso implica em termos monetários. Mas acho que temos de ser mais poupados. Da forma como as coisas estão, hoje em dia vamos ao supermercado, compramos meia dúzia de coisas e gastamos 50 euros. Já não viajo há uns dois anos e é uma coisa que me dá muito prazer. Mas acho que há coisas de que também não podemos abdicar. Se não andamos, não conseguimos ser felizes. Um dia, se me apetecer ir jantar fora com os meus amigos, vou. - É católico? Tem fé? - Sou batizado e tenho a Primeira Comunhão, mas desde que comecei a perceber deixei de dar importância. Talvez seja católico mas não praticante. Acredito em Deus mas não sei sob que forma, nem porquê… Mas tenho fé. - E filhos? Gostava de ser pai? - Gostava muito, mas quando não sei. Até aos 60 anos tenho tempo [risos]. INTIMIDADES - Quem convidaria para um jantar a dois? - A Meryl Streep. - Quem é a mulher mais sexy do Mundo? - Talvez a Natalie Portman. - O que não suporta no sexo oposto? - As variações de humor. - Qual é o seu maior vício? - Não tenho vícios... Talvez a praia. - Qual o último livro que leu? - ‘Retrato do Artista Quando Jovem’, de James Joyce. - O filme da sua vida? - Ui, são tantos. ‘A Vida É Bela’, ‘Closer’... - Cidade preferida? - Paris. - Um desejo? - Saúde. - Complete. A minha vida é… - Impecável. PERFIL José Mata nasceu a 25 de fevereiro de 1986 em Lisboa. Aos 17 anos, interpretou Nelson na primeira temporada da série da TVI ‘Morangos com Açúcar’. Depois foi Ruca em ‘Fala-me de Amor’, José em ‘Deixa-me Amar’ e Rodrigo em ‘Olhos nos Olhos’. Agora é Tobias em ‘Destinos Cruzados’.
Fofusco Postado 4 de maio 2013 Postado 4 de maio 2013 O Tiago vai adorar ver esta entrevista Eu já vi a entrevista completa com fotos. É na revista Vidas do CM.
Moonstruck Postado 4 de maio 2013 Postado 4 de maio 2013 grande ator, é o futuro da ficção em portugal
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