dav01 Postado 26 de abril Postado 26 de abril há 1 hora, RenatoSimões disse: Hoje no Jornal Nacional, em vez do intervalo normal, fizeram um mini-break de 30 seguros mais dois "não-tão-mini"-breaks de cerca de 3:30 (até agora), não sei se já têm testado isto noutros dias, à semelhança do que a SIC faz no JdN? Sim, agora é sempre assim. Acho que começou terça da semana passada 1 Citar
CarlosTeixeira Postado 26 de abril Postado 26 de abril Jura que o Moniz foi atrás da estratégia que tanto criticou da SIC ??? 4 Citar
RodrigoMarquês. Postado 27 de abril Postado 27 de abril há 11 horas, dav01 disse: Sim, agora é sempre assim. Acho que começou terça da semana passada É todos os dias assim agora não é? Ainda não vim um de ponta a ponta para perceber. Citar
Filipe Postado 27 de abril Postado 27 de abril Hoje há entrevista com o Toy devido ao apelo ao boicote à Eurovisão. 3 Citar
Max30 Postado 27 de abril Postado 27 de abril Passaram o momento em que o Toy chama filho da p*** ao Trump e não puseram o "pi" 1 4 Citar
ilovetv.2008 Postado 27 de abril Postado 27 de abril há 33 minutos, Filipe disse: Hoje há entrevista com o Toy devido ao apelo ao boicote à Eurovisão. Assim se vê qual é o futuro da informação em Portugal... Cristina, Toy, quem se seguirá? Tony?? Citar
RMF_123 Postado 27 de abril Postado 27 de abril há 57 minutos, ilovetv.2008 disse: Assim se vê qual é o futuro da informação em Portugal... Cristina, Toy, quem se seguirá? Tony?? Tânia Laranjo -q 2 Citar
ATVTQsV Postado 28 de abril Postado 28 de abril há 16 horas, Max30 disse: Passaram o momento em que o Toy chama filho da p*** ao Trump e não puseram o "pi" Porque "quem fala assim não é gago" (ainda assim, a CM TV censurou) Citar
canal5 Postado 29 de abril Postado 29 de abril A Sara Sousa Pinto esteve hoje no 2 às 10. Como apenas tem feito mini-programas na CNN desde o fim do Esta Manhã pensava que estaria muito perto da saída, mas parece que foi mãe recentemente. Citar
RodrigoMarquês. Postado 29 de abril Postado 29 de abril há 44 minutos, canal5 disse: A Sara Sousa Pinto esteve hoje no 2 às 10. Como apenas tem feito mini-programas na CNN desde o fim do Esta Manhã pensava que estaria muito perto da saída, mas parece que foi mãe recentemente. Sim… E teve problemas de saúde… Mudou-se para o Ribatejo acho eu. 3 Citar
Fernando Postado 30 de abril Postado 30 de abril 10 minutes ago, Max30 said: mds, não metam fotos do bandarra novamente na net senão o Moniz lembra-se novamente dele Já há mau jornalismo que chegue neste país. 6 Citar
Pires Postado 30 de abril Postado 30 de abril há 18 minutos, Max30 disse: Esse foi tirado do baú Citar
EFMR Postado 30 de abril Postado 30 de abril há 18 minutos, Fernando disse: mds, não metam fotos do bandarra novamente na net senão o Moniz lembra-se novamente dele Já há mau jornalismo que chegue neste país. Coitado, já está na reforma 2 Citar
Fernando Postado 30 de abril Postado 30 de abril 9 minutes ago, EFMR said: Coitado, já está na reforma Ainda bem para todos nós. Citar
Eduardo Oliveira Postado 9 de maio Postado 9 de maio Notícia do Público sobre uma peça informativa da TVI https://www.publico.pt/2026/05/09/politica/opiniao/desinformacao-tvi-andre-ventura-gosta-2174053 A desinformação da TVI de que André Ventura gosta O que a TVI fez com a notícia sobre os assaltos a casas tem um nome: desinformação servida de bandeja a André Ventura. A boa notícia: há cada vez menos assaltos. Bárbara Reis 9 de Maio de 2026 Há um facto que até André Ventura aceita como verdadeiro: um ano tem 8760 horas. O número é a base deste Coffee break. Sempre atento à TVI, a 29 de Abril, o líder do Chega publicou nas redes sociais um grito de alerta: “Uma casa assaltada a cada duas horas... Imaginem se não fôssemos um país seguro, como diz o Governo! Imaginem o que seria!!!” A acompanhar o post, Ventura publicou um excerto de 24 segundos do Jornal Nacional da TVI da véspera, apresentado por Sandra Felgueiras. Diz a jornalista (minuto 18 do longo noticiário de 1h20): “Com o aumento da insegurança no país, a cada duas horas há uma casa que é assaltada em Portugal. Só nos primeiros três meses do ano, a PSP registou 1125 furtos no interior de residências. Os agentes alertam que os ladrões estão cada vez mais à vontade e já assaltam a qualquer hora.” É verdade. Mas falta o contexto. O que significa 1125? É muito ou pouco? É mais ou menos? Portugal está melhor ou pior? Aqui entra o número 8760, as horas do ano (sim, mais 24h se o ano tiver 366 dias). O leitor sabe que gosto de listas. Se não gosta, salte por favor para o fim e procure o parágrafo que começa com “AQUI CHEGADOS”, em maiúsculas, para facilitar. Se gosta, acompanhe-me por um minuto. Primeiro, os assaltos a residências dos últimos 25 anos. Escolho os assaltos “com arrombamento”, por serem muito mais do que os assaltos “sem arrombamento”: 2000 — 21.153 2001 — 20.806 2002 — 19.989 2003 — 21.963 2004 — 22.586 2005 — 21.846 2006 — 23.314 2007 — 22.324 2008 — 29.654 2009 — 26.027 2010 — 26.641 2011 — 28.299 2012 — 25.148 2013 — 22.197 2014 — 19.312 2015 — 16.186 2016 — 14.369 2017 — 12.300 2018 — 12.161 2019 — 10.961 2020 — 9168 2021 — 8420 2022 — 9276 2023 — 8237 2024 — 7881 2025 — 7546 Isto mostra duas coisas: desde 2014 que há em Portugal menos de 20 mil assaltos a casas por ano e desde 2011 que o número tem vindo a baixar. Subiu após a pandemia — estávamos todos em casa, era mais difícil, mas há as casas de férias... —, mas subiu para 9276 assaltos por ano, menos do que antes da pandemia. A seguir, em 2023, desceu para 8237; em 2024, desceu para 7881, e em 2025 voltou a descer: no ano passado, houve 7546 assaltos a casas. A tendência é sólida e a descida do número de assaltos é consistente: ano após ano, são sempre menos. Estes são os números dos últimos 26 RASI (Relatório Anual de Segurança Interna), feitos pelas polícias — os órgãos de polícia criminal comunicam as “ocorrências” à Direcção-Geral de Política de Justiça, responsável pelas estatísticas oficiais. Faltam as contas. Os números que transcrevi acima — e uso a fórmula da TVI — são quantos assaltos a cada duas horas? Aqui está: 2000 — 4,8 assaltos a cada duas horas 2001 — 4,7 2002 — 4,5 2003 — 5,0 2004 — 5,1 2005 — 4,9 2006 — 5,3 2007 — 5,0 2008 — 6,7 2009 — 5,9 2010 — 6,0 2011 — 6,4 2012 — 5,7 2013 — 5,0 2014 — 4,4 2015 — 3,6 2016 — 3,2 2017 — 2,8 2018 — 2,7 2019 — 2,5 2020 — 2,0 2021 — 1,9 2022 — 2,1 2023 — 1,8 2024 — 1,7 2025 — 1,7 Tradução: até 2013, tivemos perto de cinco assaltos a casas a cada duas horas. Uns anos, foi um pouco menos; noutros, foi um pouco mais. Basta olhar para o período entre 2008 e 2012. Os números mostram também que, desde 2017, temos menos de três assaltos a cada duas horas — quase metade do que tínhamos em 2000. Feitas as contas básicas, volto aos 1125 assaltos a casas no primeiro trimestre de 2026 noticiados pela TVI e partilhados por Ventura. A conta que a TVI fez é simples: se um mês tem em média 730 horas, um trimestre tem 2190. Pelo que, 1125 assaltos : 2190 horas = 0,5 assaltos por hora. A seguir, multiplicaram por dois: 0,5 assaltos x 2 = 1 assalto a cada duas horas. Percebe-se a escolha: meio assalto por hora não dava um título sexy. Se mantivermos o padrão, teremos 4500 assaltos a casas no fim do ano, ou seja, um assalto a cada duas horas. Imagino que possa não ser assim, porque os ladrões aproveitam as férias para assaltar casas. Se for assim, teremos uma queda nos assaltos a casas, quem sabe um recorde histórico. A manter-se o padrão, teremos menos do que os 1,7 assaltos de 2025; metade de 2022; menos de um sexto do que tivemos em 2011. AQUI CHEGADOS, a notícia da TVI ignora cinco factos: omite a tendência dos últimos anos; não diz que um assalto a cada duas horas é uma boa notícia porque confirma que há cada vez menos assaltos a casas; não diz que um assalto em cada duas horas é menos do que tivemos em 2025; não diz que há 25 anos tínhamos quase cinco assaltos a cada duas horas; não diz que chegámos a ter seis assaltos a cada duas horas; e não diz que há dois anos que temos 1,7 assaltos a cada duas horas. Dizer isso não serviria para alarmar, e alarmar é a vida de muitos jornalistas. Um assalto a uma casa é sempre uma má notícia. Mas as obrigações do jornalismo incluem dar contexto e dar a proporção certa à informação. Dir-me-ão: foi uma forma de a TVI chamar a atenção para a campanha de prevenção que a PSP está a fazer sobre os assaltos a casas. Falso. A campanha da PSP lançada no dia da “notícia” da TVI dizia o contrário. O comunicado da PSP, publicado nas redes sociais a 28 de Abril, diz na primeira linha: “PSP regista descida de 10% nos furtos em residência no primeiro trimestre de 2026.” Dada a boa notícia, a PSP apela à ajuda do cidadão: “Pequenos gestos, como garantir que as portas de prédios e garagens ficam devidamente fechadas, não divulgar rotinas ou ausências nas redes sociais e manter a aparência de que a casa está habitada, são barreiras eficazes contra este crime.” Reparou? Menos 10% de assaltos a casas. Isso a TVI também não diz. É incrível, mas foi assim. É verdade que há um assalto a cada duas horas em Portugal. Mas essa verdade é uma mentira quando é dita depois da frase “com o aumento da insegurança no país” e omitindo que o número é 10% mais baixo do que em 2025. O que a TVI fez tem um nome: desinformação servida de bandeja a André Ventura. 3 1 Citar
Miguelão Postado 10 de maio Postado 10 de maio há 3 horas, Eduardo Oliveira disse: Notícia do Público sobre uma peça informativa da TVI https://www.publico.pt/2026/05/09/politica/opiniao/desinformacao-tvi-andre-ventura-gosta-2174053 Spoiler A desinformação da TVI de que André Ventura gosta O que a TVI fez com a notícia sobre os assaltos a casas tem um nome: desinformação servida de bandeja a André Ventura. A boa notícia: há cada vez menos assaltos. Bárbara Reis 9 de Maio de 2026 Há um facto que até André Ventura aceita como verdadeiro: um ano tem 8760 horas. O número é a base deste Coffee break. Sempre atento à TVI, a 29 de Abril, o líder do Chega publicou nas redes sociais um grito de alerta: “Uma casa assaltada a cada duas horas... Imaginem se não fôssemos um país seguro, como diz o Governo! Imaginem o que seria!!!” A acompanhar o post, Ventura publicou um excerto de 24 segundos do Jornal Nacional da TVI da véspera, apresentado por Sandra Felgueiras. Diz a jornalista (minuto 18 do longo noticiário de 1h20): “Com o aumento da insegurança no país, a cada duas horas há uma casa que é assaltada em Portugal. Só nos primeiros três meses do ano, a PSP registou 1125 furtos no interior de residências. Os agentes alertam que os ladrões estão cada vez mais à vontade e já assaltam a qualquer hora.” É verdade. Mas falta o contexto. O que significa 1125? É muito ou pouco? É mais ou menos? Portugal está melhor ou pior? Aqui entra o número 8760, as horas do ano (sim, mais 24h se o ano tiver 366 dias). O leitor sabe que gosto de listas. Se não gosta, salte por favor para o fim e procure o parágrafo que começa com “AQUI CHEGADOS”, em maiúsculas, para facilitar. Se gosta, acompanhe-me por um minuto. Primeiro, os assaltos a residências dos últimos 25 anos. Escolho os assaltos “com arrombamento”, por serem muito mais do que os assaltos “sem arrombamento”: 2000 — 21.153 2001 — 20.806 2002 — 19.989 2003 — 21.963 2004 — 22.586 2005 — 21.846 2006 — 23.314 2007 — 22.324 2008 — 29.654 2009 — 26.027 2010 — 26.641 2011 — 28.299 2012 — 25.148 2013 — 22.197 2014 — 19.312 2015 — 16.186 2016 — 14.369 2017 — 12.300 2018 — 12.161 2019 — 10.961 2020 — 9168 2021 — 8420 2022 — 9276 2023 — 8237 2024 — 7881 2025 — 7546 Isto mostra duas coisas: desde 2014 que há em Portugal menos de 20 mil assaltos a casas por ano e desde 2011 que o número tem vindo a baixar. Subiu após a pandemia — estávamos todos em casa, era mais difícil, mas há as casas de férias... —, mas subiu para 9276 assaltos por ano, menos do que antes da pandemia. A seguir, em 2023, desceu para 8237; em 2024, desceu para 7881, e em 2025 voltou a descer: no ano passado, houve 7546 assaltos a casas. A tendência é sólida e a descida do número de assaltos é consistente: ano após ano, são sempre menos. Estes são os números dos últimos 26 RASI (Relatório Anual de Segurança Interna), feitos pelas polícias — os órgãos de polícia criminal comunicam as “ocorrências” à Direcção-Geral de Política de Justiça, responsável pelas estatísticas oficiais. Faltam as contas. Os números que transcrevi acima — e uso a fórmula da TVI — são quantos assaltos a cada duas horas? Aqui está: 2000 — 4,8 assaltos a cada duas horas 2001 — 4,7 2002 — 4,5 2003 — 5,0 2004 — 5,1 2005 — 4,9 2006 — 5,3 2007 — 5,0 2008 — 6,7 2009 — 5,9 2010 — 6,0 2011 — 6,4 2012 — 5,7 2013 — 5,0 2014 — 4,4 2015 — 3,6 2016 — 3,2 2017 — 2,8 2018 — 2,7 2019 — 2,5 2020 — 2,0 2021 — 1,9 2022 — 2,1 2023 — 1,8 2024 — 1,7 2025 — 1,7 Tradução: até 2013, tivemos perto de cinco assaltos a casas a cada duas horas. Uns anos, foi um pouco menos; noutros, foi um pouco mais. Basta olhar para o período entre 2008 e 2012. Os números mostram também que, desde 2017, temos menos de três assaltos a cada duas horas — quase metade do que tínhamos em 2000. Feitas as contas básicas, volto aos 1125 assaltos a casas no primeiro trimestre de 2026 noticiados pela TVI e partilhados por Ventura. A conta que a TVI fez é simples: se um mês tem em média 730 horas, um trimestre tem 2190. Pelo que, 1125 assaltos : 2190 horas = 0,5 assaltos por hora. A seguir, multiplicaram por dois: 0,5 assaltos x 2 = 1 assalto a cada duas horas. Percebe-se a escolha: meio assalto por hora não dava um título sexy. Se mantivermos o padrão, teremos 4500 assaltos a casas no fim do ano, ou seja, um assalto a cada duas horas. Imagino que possa não ser assim, porque os ladrões aproveitam as férias para assaltar casas. Se for assim, teremos uma queda nos assaltos a casas, quem sabe um recorde histórico. A manter-se o padrão, teremos menos do que os 1,7 assaltos de 2025; metade de 2022; menos de um sexto do que tivemos em 2011. AQUI CHEGADOS, a notícia da TVI ignora cinco factos: omite a tendência dos últimos anos; não diz que um assalto a cada duas horas é uma boa notícia porque confirma que há cada vez menos assaltos a casas; não diz que um assalto em cada duas horas é menos do que tivemos em 2025; não diz que há 25 anos tínhamos quase cinco assaltos a cada duas horas; não diz que chegámos a ter seis assaltos a cada duas horas; e não diz que há dois anos que temos 1,7 assaltos a cada duas horas. Dizer isso não serviria para alarmar, e alarmar é a vida de muitos jornalistas. Um assalto a uma casa é sempre uma má notícia. Mas as obrigações do jornalismo incluem dar contexto e dar a proporção certa à informação. Dir-me-ão: foi uma forma de a TVI chamar a atenção para a campanha de prevenção que a PSP está a fazer sobre os assaltos a casas. Falso. A campanha da PSP lançada no dia da “notícia” da TVI dizia o contrário. O comunicado da PSP, publicado nas redes sociais a 28 de Abril, diz na primeira linha: “PSP regista descida de 10% nos furtos em residência no primeiro trimestre de 2026.” Dada a boa notícia, a PSP apela à ajuda do cidadão: “Pequenos gestos, como garantir que as portas de prédios e garagens ficam devidamente fechadas, não divulgar rotinas ou ausências nas redes sociais e manter a aparência de que a casa está habitada, são barreiras eficazes contra este crime.” Reparou? Menos 10% de assaltos a casas. Isso a TVI também não diz. É incrível, mas foi assim. É verdade que há um assalto a cada duas horas em Portugal. Mas essa verdade é uma mentira quando é dita depois da frase “com o aumento da insegurança no país” e omitindo que o número é 10% mais baixo do que em 2025. O que a TVI fez tem um nome: desinformação servida de bandeja a André Ventura. Amigo, não podemos querer ser rigorosos e depois confundir "notícia" com um artigo de opinião... Para além de que não é o primeiro texto opinativo que essa senhora escreve sobre a TVI; e nunca é pra dizer bem (não está em discussão se tem razão ou não... Qualquer dia ganha uma coluna no fórum aTV 2 Citar
Miguelão Postado 13 de maio Postado 13 de maio (editado) Este Jornal da Nação quer mesmo disputar audiência com a CMTV... mas então passa para o mercado de nicho, e deixa de ser generalista. Informação do piorio, a abrir com crime e cheio de adjetivações e expressões questionáveis por parte da pivô e daqueles que narram as peças. Choca-me que nomes como o do Pedro Santos Guerreiro estejam associados a isto. Querem mesmo consolidar o 3º lugar Editado 13 de maio por Miguelão 1 3 Citar
dav01 Postado 13 de maio Postado 13 de maio há 3 horas, Miguelão disse: Este Jornal da Nação quer mesmo disputar audiência com a CMTV... mas então passa para o mercado de nicho, e deixa de ser generalista. Informação do piorio, a abrir com crime e cheio de adjetivações e expressões questionáveis por parte da pivô e daqueles que narram as peças. Choca-me que nomes como o do Pedro Santos Guerreiro estejam associados a isto. Querem mesmo consolidar o 3º lugar Contexto pfv Citar
D007 Postado 15 de maio Postado 15 de maio https://www.instagram.com/reel/DYXVYS0IA0k "Aparentemente não são só as pessoas que poderão estar alcoolizadas nas estradas" 6 Citar
joker28 Postado 17 de maio Postado 17 de maio On 13/05/2026 at 23:44, dav01 disse: Contexto pfv Não é preciso grande contexto, basta ver… o JN com a Sandra Felgueiras foge para o sensacionalismo típico da CMTV demasiadas vezes. As introduções ás peças são do mais anti-jornalismo que existe 3 3 Citar
msm0 Postado 20 de maio Postado 20 de maio Porque motivo a Sara Pinto está a apresentar o jornal dentro de um autocarro que está a circular por Lisboa? 7 Citar
telespectador Postado 20 de maio Postado 20 de maio há 8 horas, msm0 disse: Porque motivo a Sara Pinto está a apresentar o jornal dentro de um autocarro que está a circular por Lisboa? Ideia horrível... 2 Citar
Filipe Postado 20 de maio Postado 20 de maio há 9 horas, msm0 disse: Porque motivo a Sara Pinto está a apresentar o jornal dentro de um autocarro que está a circular por Lisboa? Gente como a gente 1 1 Citar
Miguelão Postado 20 de maio Postado 20 de maio há 9 horas, msm0 disse: Porque motivo a Sara Pinto está a apresentar o jornal dentro de um autocarro que está a circular por Lisboa? E volta e meia a câmara abanava tanto que tinha vezes que ela quase desaparecia do plano 1 Citar
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