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há 1 hora, RenatoSimões disse:

Hoje no Jornal Nacional, em vez do intervalo normal, fizeram um mini-break de 30 seguros mais dois "não-tão-mini"-breaks de cerca de 3:30 (até agora), não sei se já têm testado isto noutros dias, à semelhança do que a SIC faz no JdN?

Sim, agora é sempre assim. Acho que começou terça da semana passada

  • Obrigado 1
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há 33 minutos, Filipe disse:

Hoje há entrevista com o Toy devido ao apelo ao boicote à Eurovisão.

Assim se vê qual é o futuro da informação em Portugal...

Cristina, Toy, quem se seguirá? Tony?? :triste_teresa:

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há 57 minutos, ilovetv.2008 disse:

Assim se vê qual é o futuro da informação em Portugal...

Cristina, Toy, quem se seguirá? Tony?? :triste_teresa:

Tânia Laranjo :clink:-q

  • Haha 2
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há 16 horas, Max30 disse:

Passaram o momento em que o Toy chama filho da p*** ao Trump e não puseram o "pi" :abismado4:

Porque "quem fala assim não é gago" (ainda assim, a CM TV censurou)

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A Sara Sousa Pinto esteve hoje no 2 às 10.
Como apenas tem feito mini-programas na CNN desde o fim do Esta Manhã pensava que estaria muito perto da saída, mas parece que foi mãe recentemente.

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há 44 minutos, canal5 disse:

A Sara Sousa Pinto esteve hoje no 2 às 10.
Como apenas tem feito mini-programas na CNN desde o fim do Esta Manhã pensava que estaria muito perto da saída, mas parece que foi mãe recentemente.

Sim… E teve problemas de saúde… Mudou-se para o Ribatejo acho eu.

  • Gosto 3
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10 minutes ago, Max30 said:

:abismado4:

 

 

mds, não metam fotos do bandarra novamente na net senão o Moniz lembra-se novamente dele 

Já há mau jornalismo que chegue neste país.

  • Haha 6
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há 18 minutos, Fernando disse:

mds, não metam fotos do bandarra novamente na net senão o Moniz lembra-se novamente dele 

Já há mau jornalismo que chegue neste país.

Coitado, já está na reforma :riso:

  • Haha 2
  • 2 semanas depois...
Postado

Notícia do Público sobre uma peça informativa da TVI

https://www.publico.pt/2026/05/09/politica/opiniao/desinformacao-tvi-andre-ventura-gosta-2174053

A desinformação da TVI de que André Ventura gosta

O que a TVI fez com a notícia sobre os assaltos a casas tem um nome: desinformação servida de bandeja a André Ventura. A boa notícia: há cada vez menos assaltos. Bárbara Reis 9 de Maio de 2026

Há um facto que até André Ventura aceita como verdadeiro: um ano tem 8760 horas. O número é a base deste Coffee break. Sempre atento à TVI, a 29 de Abril, o líder do Chega publicou nas redes sociais um grito de alerta: “Uma casa assaltada a cada duas horas... Imaginem se não fôssemos um país seguro, como diz o Governo! Imaginem o que seria!!!”

A acompanhar o post, Ventura publicou um excerto de 24 segundos do Jornal Nacional da TVI da véspera, apresentado por Sandra Felgueiras. Diz a jornalista (minuto 18 do longo noticiário de 1h20): “Com o aumento da insegurança no país, a cada duas horas há uma casa que é assaltada em Portugal. Só nos primeiros três meses do ano, a PSP registou 1125 furtos no interior de residências. Os agentes alertam que os ladrões estão cada vez mais à vontade e já assaltam a qualquer hora.”

É verdade. Mas falta o contexto. O que significa 1125? É muito ou pouco? É mais ou menos? Portugal está melhor ou pior?

Aqui entra o número 8760, as horas do ano (sim, mais 24h se o ano tiver 366 dias). O leitor sabe que gosto de listas. Se não gosta, salte por favor para o fim e procure o parágrafo que começa com “AQUI CHEGADOS”, em maiúsculas, para facilitar. Se gosta, acompanhe-me por um minuto.

Primeiro, os assaltos a residências dos últimos 25 anos. Escolho os assaltos “com arrombamento”, por serem muito mais do que os assaltos “sem arrombamento”:
2000 — 21.153
2001 — 20.806
2002 — 19.989
2003 — 21.963
2004 — 22.586
2005 — 21.846
2006 — 23.314
2007 — 22.324
2008 — 29.654
2009 — 26.027
2010 — 26.641
2011 — 28.299
2012 — 25.148
2013 — 22.197
2014 — 19.312
2015 — 16.186
2016 — 14.369
2017 — 12.300
2018 — 12.161
2019 — 10.961
2020 — 9168
2021 — 8420
2022 — 9276
2023 — 8237
2024 — 7881
2025 — 7546

Isto mostra duas coisas: desde 2014 que há em Portugal menos de 20 mil assaltos a casas por ano e desde 2011 que o número tem vindo a baixar. Subiu após a pandemia — estávamos todos em casa, era mais difícil, mas há as casas de férias... —, mas subiu para 9276 assaltos por ano, menos do que antes da pandemia. A seguir, em 2023, desceu para 8237; em 2024, desceu para 7881, e em 2025 voltou a descer: no ano passado, houve 7546 assaltos a casas. A tendência é sólida e a descida do número de assaltos é consistente: ano após ano, são sempre menos.

Estes são os números dos últimos 26 RASI (Relatório Anual de Segurança Interna), feitos pelas polícias — os órgãos de polícia criminal comunicam as “ocorrências” à Direcção-Geral de Política de Justiça, responsável pelas estatísticas oficiais.

Faltam as contas. Os números que transcrevi acima — e uso a fórmula da TVI — são quantos assaltos a cada duas horas? Aqui está:
2000 — 4,8 assaltos a cada duas horas
2001 — 4,7
2002 — 4,5
2003 — 5,0
2004 — 5,1
2005 — 4,9
2006 — 5,3
2007 — 5,0
2008 — 6,7
2009 — 5,9
2010 — 6,0
2011 — 6,4
2012 — 5,7
2013 — 5,0
2014 — 4,4
2015 — 3,6
2016 — 3,2
2017 — 2,8
2018 — 2,7
2019 — 2,5
2020 — 2,0
2021 — 1,9
2022 — 2,1
2023 — 1,8
2024 — 1,7
2025 — 1,7

Tradução: até 2013, tivemos perto de cinco assaltos a casas a cada duas horas. Uns anos, foi um pouco menos; noutros, foi um pouco mais. Basta olhar para o período entre 2008 e 2012. Os números mostram também que, desde 2017, temos menos de três assaltos a cada duas horas — quase metade do que tínhamos em 2000.

Feitas as contas básicas, volto aos 1125 assaltos a casas no primeiro trimestre de 2026 noticiados pela TVI e partilhados por Ventura. A conta que a TVI fez é simples: se um mês tem em média 730 horas, um trimestre tem 2190. Pelo que, 1125 assaltos : 2190 horas = 0,5 assaltos por hora. A seguir, multiplicaram por dois: 0,5 assaltos x 2 = 1 assalto a cada duas horas. Percebe-se a escolha: meio assalto por hora não dava um título sexy.

Se mantivermos o padrão, teremos 4500 assaltos a casas no fim do ano, ou seja, um assalto a cada duas horas. Imagino que possa não ser assim, porque os ladrões aproveitam as férias para assaltar casas.

Se for assim, teremos uma queda nos assaltos a casas, quem sabe um recorde histórico. A manter-se o padrão, teremos menos do que os 1,7 assaltos de 2025; metade de 2022; menos de um sexto do que tivemos em 2011.

AQUI CHEGADOS, a notícia da TVI ignora cinco factos: omite a tendência dos últimos anos; não diz que um assalto a cada duas horas é uma boa notícia porque confirma que há cada vez menos assaltos a casas; não diz que um assalto em cada duas horas é menos do que tivemos em 2025; não diz que há 25 anos tínhamos quase cinco assaltos a cada duas horas; não diz que chegámos a ter seis assaltos a cada duas horas; e não diz que há dois anos que temos 1,7 assaltos a cada duas horas.

Dizer isso não serviria para alarmar, e alarmar é a vida de muitos jornalistas.

Um assalto a uma casa é sempre uma má notícia. Mas as obrigações do jornalismo incluem dar contexto e dar a proporção certa à informação.

Dir-me-ão: foi uma forma de a TVI chamar a atenção para a campanha de prevenção que a PSP está a fazer sobre os assaltos a casas.

Falso.

A campanha da PSP lançada no dia da “notícia” da TVI dizia o contrário. O comunicado da PSP, publicado nas redes sociais a 28 de Abril, diz na primeira linha: “PSP regista descida de 10% nos furtos em residência no primeiro trimestre de 2026.” Dada a boa notícia, a PSP apela à ajuda do cidadão: “Pequenos gestos, como garantir que as portas de prédios e garagens ficam devidamente fechadas, não divulgar rotinas ou ausências nas redes sociais e manter a aparência de que a casa está habitada, são barreiras eficazes contra este crime.”

Reparou? Menos 10% de assaltos a casas. Isso a TVI também não diz. É incrível, mas foi assim.

É verdade que há um assalto a cada duas horas em Portugal. Mas essa verdade é uma mentira quando é dita depois da frase “com o aumento da insegurança no país” e omitindo que o número é 10% mais baixo do que em 2025.

O que a TVI fez tem um nome: desinformação servida de bandeja a André Ventura.

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há 3 horas, Eduardo Oliveira disse:

Notícia do Público sobre uma peça informativa da TVI

https://www.publico.pt/2026/05/09/politica/opiniao/desinformacao-tvi-andre-ventura-gosta-2174053

Spoiler

A desinformação da TVI de que André Ventura gosta

O que a TVI fez com a notícia sobre os assaltos a casas tem um nome: desinformação servida de bandeja a André Ventura. A boa notícia: há cada vez menos assaltos. Bárbara Reis 9 de Maio de 2026

Há um facto que até André Ventura aceita como verdadeiro: um ano tem 8760 horas. O número é a base deste Coffee break. Sempre atento à TVI, a 29 de Abril, o líder do Chega publicou nas redes sociais um grito de alerta: “Uma casa assaltada a cada duas horas... Imaginem se não fôssemos um país seguro, como diz o Governo! Imaginem o que seria!!!”

A acompanhar o post, Ventura publicou um excerto de 24 segundos do Jornal Nacional da TVI da véspera, apresentado por Sandra Felgueiras. Diz a jornalista (minuto 18 do longo noticiário de 1h20): “Com o aumento da insegurança no país, a cada duas horas há uma casa que é assaltada em Portugal. Só nos primeiros três meses do ano, a PSP registou 1125 furtos no interior de residências. Os agentes alertam que os ladrões estão cada vez mais à vontade e já assaltam a qualquer hora.”

É verdade. Mas falta o contexto. O que significa 1125? É muito ou pouco? É mais ou menos? Portugal está melhor ou pior?

Aqui entra o número 8760, as horas do ano (sim, mais 24h se o ano tiver 366 dias). O leitor sabe que gosto de listas. Se não gosta, salte por favor para o fim e procure o parágrafo que começa com “AQUI CHEGADOS”, em maiúsculas, para facilitar. Se gosta, acompanhe-me por um minuto.

Primeiro, os assaltos a residências dos últimos 25 anos. Escolho os assaltos “com arrombamento”, por serem muito mais do que os assaltos “sem arrombamento”:
2000 — 21.153
2001 — 20.806
2002 — 19.989
2003 — 21.963
2004 — 22.586
2005 — 21.846
2006 — 23.314
2007 — 22.324
2008 — 29.654
2009 — 26.027
2010 — 26.641
2011 — 28.299
2012 — 25.148
2013 — 22.197
2014 — 19.312
2015 — 16.186
2016 — 14.369
2017 — 12.300
2018 — 12.161
2019 — 10.961
2020 — 9168
2021 — 8420
2022 — 9276
2023 — 8237
2024 — 7881
2025 — 7546

Isto mostra duas coisas: desde 2014 que há em Portugal menos de 20 mil assaltos a casas por ano e desde 2011 que o número tem vindo a baixar. Subiu após a pandemia — estávamos todos em casa, era mais difícil, mas há as casas de férias... —, mas subiu para 9276 assaltos por ano, menos do que antes da pandemia. A seguir, em 2023, desceu para 8237; em 2024, desceu para 7881, e em 2025 voltou a descer: no ano passado, houve 7546 assaltos a casas. A tendência é sólida e a descida do número de assaltos é consistente: ano após ano, são sempre menos.

Estes são os números dos últimos 26 RASI (Relatório Anual de Segurança Interna), feitos pelas polícias — os órgãos de polícia criminal comunicam as “ocorrências” à Direcção-Geral de Política de Justiça, responsável pelas estatísticas oficiais.

Faltam as contas. Os números que transcrevi acima — e uso a fórmula da TVI — são quantos assaltos a cada duas horas? Aqui está:
2000 — 4,8 assaltos a cada duas horas
2001 — 4,7
2002 — 4,5
2003 — 5,0
2004 — 5,1
2005 — 4,9
2006 — 5,3
2007 — 5,0
2008 — 6,7
2009 — 5,9
2010 — 6,0
2011 — 6,4
2012 — 5,7
2013 — 5,0
2014 — 4,4
2015 — 3,6
2016 — 3,2
2017 — 2,8
2018 — 2,7
2019 — 2,5
2020 — 2,0
2021 — 1,9
2022 — 2,1
2023 — 1,8
2024 — 1,7
2025 — 1,7

Tradução: até 2013, tivemos perto de cinco assaltos a casas a cada duas horas. Uns anos, foi um pouco menos; noutros, foi um pouco mais. Basta olhar para o período entre 2008 e 2012. Os números mostram também que, desde 2017, temos menos de três assaltos a cada duas horas — quase metade do que tínhamos em 2000.

Feitas as contas básicas, volto aos 1125 assaltos a casas no primeiro trimestre de 2026 noticiados pela TVI e partilhados por Ventura. A conta que a TVI fez é simples: se um mês tem em média 730 horas, um trimestre tem 2190. Pelo que, 1125 assaltos : 2190 horas = 0,5 assaltos por hora. A seguir, multiplicaram por dois: 0,5 assaltos x 2 = 1 assalto a cada duas horas. Percebe-se a escolha: meio assalto por hora não dava um título sexy.

Se mantivermos o padrão, teremos 4500 assaltos a casas no fim do ano, ou seja, um assalto a cada duas horas. Imagino que possa não ser assim, porque os ladrões aproveitam as férias para assaltar casas.

Se for assim, teremos uma queda nos assaltos a casas, quem sabe um recorde histórico. A manter-se o padrão, teremos menos do que os 1,7 assaltos de 2025; metade de 2022; menos de um sexto do que tivemos em 2011.

AQUI CHEGADOS, a notícia da TVI ignora cinco factos: omite a tendência dos últimos anos; não diz que um assalto a cada duas horas é uma boa notícia porque confirma que há cada vez menos assaltos a casas; não diz que um assalto em cada duas horas é menos do que tivemos em 2025; não diz que há 25 anos tínhamos quase cinco assaltos a cada duas horas; não diz que chegámos a ter seis assaltos a cada duas horas; e não diz que há dois anos que temos 1,7 assaltos a cada duas horas.

Dizer isso não serviria para alarmar, e alarmar é a vida de muitos jornalistas.

Um assalto a uma casa é sempre uma má notícia. Mas as obrigações do jornalismo incluem dar contexto e dar a proporção certa à informação.

Dir-me-ão: foi uma forma de a TVI chamar a atenção para a campanha de prevenção que a PSP está a fazer sobre os assaltos a casas.

Falso.

A campanha da PSP lançada no dia da “notícia” da TVI dizia o contrário. O comunicado da PSP, publicado nas redes sociais a 28 de Abril, diz na primeira linha: “PSP regista descida de 10% nos furtos em residência no primeiro trimestre de 2026.” Dada a boa notícia, a PSP apela à ajuda do cidadão: “Pequenos gestos, como garantir que as portas de prédios e garagens ficam devidamente fechadas, não divulgar rotinas ou ausências nas redes sociais e manter a aparência de que a casa está habitada, são barreiras eficazes contra este crime.”

Reparou? Menos 10% de assaltos a casas. Isso a TVI também não diz. É incrível, mas foi assim.

É verdade que há um assalto a cada duas horas em Portugal. Mas essa verdade é uma mentira quando é dita depois da frase “com o aumento da insegurança no país” e omitindo que o número é 10% mais baixo do que em 2025.

O que a TVI fez tem um nome: desinformação servida de bandeja a André Ventura.

 

Amigo, não podemos querer ser rigorosos e depois confundir "notícia" com um artigo de opinião... 

Para além de que não é o primeiro texto opinativo que essa senhora escreve sobre a TVI; e nunca é pra dizer bem (não está em discussão se tem razão ou não... Qualquer dia ganha uma coluna no fórum aTV :winkglasses:

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Postado (editado)

Este Jornal da Nação quer mesmo disputar audiência com a CMTV... mas então passa para o mercado de nicho, e deixa de ser generalista.

Informação do piorio, a abrir com crime e cheio de adjetivações e expressões questionáveis por parte da pivô e daqueles que narram as peças. 

Choca-me que nomes como o do Pedro Santos Guerreiro estejam associados a isto. 

Querem mesmo consolidar o 3º lugar :6:

Editado por Miguelão
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Postado
há 3 horas, Miguelão disse:

Este Jornal da Nação quer mesmo disputar audiência com a CMTV... mas então passa para o mercado de nicho, e deixa de ser generalista.

Informação do piorio, a abrir com crime e cheio de adjetivações e expressões questionáveis por parte da pivô e daqueles que narram as peças. 

Choca-me que nomes como o do Pedro Santos Guerreiro estejam associados a isto. 

Querem mesmo consolidar o 3º lugar :6:

Contexto pfv

Postado
On 13/05/2026 at 23:44, dav01 disse:

Contexto pfv

Não é preciso grande contexto, basta ver… o JN com a Sandra Felgueiras foge para o sensacionalismo típico da CMTV demasiadas vezes. As introduções ás peças são do mais anti-jornalismo que existe

  • Gosto 3
  • Obrigado 3
Postado
há 9 horas, msm0 disse:

Porque motivo a Sara Pinto está a apresentar o jornal dentro de um autocarro que está a circular por Lisboa? :riso:

Gente como a gente :estacas:

  • Adoro 1
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Postado
há 9 horas, msm0 disse:

Porque motivo a Sara Pinto está a apresentar o jornal dentro de um autocarro que está a circular por Lisboa? :riso:

E volta e meia a câmara abanava tanto que tinha vezes que ela quase desaparecia do plano 

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