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há 1 hora, msm0 disse:

A partir deste fim de semana, o diário da manhã dará entre as 7h e as 10h da manhã no sábado e domingo.

Resta saber quem vai apresentar o jornal. 

Deve ser só um rosto e espero que seja alguém novo. Mas cheira-me a José Gabriel Quaresma. 

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há 32 minutos, D91 disse:

A vacina contra a COVID 19 foi a mais rápida a ser desenvolvida em toda a História.

Agora começam a ser conhecidos os efeitos adversos graves que algumas delas provocaram.

Há casos em todo o mundo. Em Portugal, já encontrámos quem tenha deixado de andar autonomamente.

Amanhã não perca!

No Exclusivo!

https://www.instagram.com/reel/C8KYJiOMYQK/?igsh=eWFhYXo5MWVvNXdq

A comunicação social dizia para as pessoas se vacinarem e agora fazem reportagens destas lol :perdida:

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há 4 horas, D91 disse:

A vacina contra a COVID 19 foi a mais rápida a ser desenvolvida em toda a História.

Agora começam a ser conhecidos os efeitos adversos graves que algumas delas provocaram.

Há casos em todo o mundo. Em Portugal, já encontrámos quem tenha deixado de andar autonomamente.

Amanhã não perca!

No Exclusivo!

https://www.instagram.com/reel/C8KYJiOMYQK/?igsh=eWFhYXo5MWVvNXdq

Vacinas têm efeitos adversos graves raros, CHOQUE! :surpresa:

Obrigado Sandra Felgueiras pela tua contribuição para a ciência. :obrigado:

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há 4 minutos, miguelalex23 disse:

Vacinas têm efeitos adversos graves raros, CHOQUE! :surpresa:

Obrigado Sandra Felgueiras pela tua contribuição para a ciência. :obrigado:

Manuela Moura Guedes chora no banho

Editado por cristovaoga
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há 5 horas, D91 disse:

A vacina contra a COVID 19 foi a mais rápida a ser desenvolvida em toda a História.

Agora começam a ser conhecidos os efeitos adversos graves que algumas delas provocaram.

Há casos em todo o mundo. Em Portugal, já encontrámos quem tenha deixado de andar autonomamente.

Amanhã não perca!

No Exclusivo!

https://www.instagram.com/reel/C8KYJiOMYQK/?igsh=eWFhYXo5MWVvNXdqq

Que interesse tem esta reportagem? Se querem ser rigorosos, então teriam de fazer reportagens com todos os medicamentos. Há com certeza, pelo menos, uma vítima grave de cada medicamento. Não faz sentido nenhum abordar as coisas desta forma. O público vai achar que alguns casos tornam as vacinas pouco seguras, o que é factualmente mentira. O jornalismo ao serviço do negacionismo e das teorias da conspiração.

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6 hours ago, D91 said:

A vacina contra a COVID 19 foi a mais rápida a ser desenvolvida em toda a História.

Agora começam a ser conhecidos os efeitos adversos graves que algumas delas provocaram.

Há casos em todo o mundo. Em Portugal, já encontrámos quem tenha deixado de andar autonomamente.

Amanhã não perca!

No Exclusivo!

https://www.instagram.com/reel/C8KYJiOMYQK/?igsh=eWFhYXo5MWVvNXdq

Ninguém diria, é quase como se, sei lá, os cientistas não tivessem referido que existem efeitos adversos. O que Sandra Felgueiras, jornalista pela verdade, esqueceu-se de dizer é que para além de se ter falado dos potenciais efeitos adversos, também são raros. Pegar num caso isolado e transformar num grande caso jornalístico é um reflexo de mau jornalismo.

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há 6 horas, D91 disse:

A vacina contra a COVID 19 foi a mais rápida a ser desenvolvida em toda a História.

Agora começam a ser conhecidos os efeitos adversos graves que algumas delas provocaram.

Há casos em todo o mundo. Em Portugal, já encontrámos quem tenha deixado de andar autonomamente.

Amanhã não perca!

No Exclusivo!

https://www.instagram.com/reel/C8KYJiOMYQK/?igsh=eWFhYXo5MWVvNXdq

A COMCEPT já tem um prémio "Unicórnio Voador" pronto a entregar à Sandrinha no final deste ano. Candidata bem forte para o "O Rei Vai Nu" ou para o "Grafonola".

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43 minutes ago, Fernando said:

 Pegar num caso isolado e transformar num grande caso jornalístico é um reflexo de mau jornalismo.

A verdade é que eu até concordaria com o teu ponto se fosse uma outra qualquer vacina. Esta não foi uma vacina qualquer. 

Eu assim como muitos de vós vacinei-me e todos sabíamos o risco que corríamos (para ambos os lados, ou seja, caso o fizessemos, caso não o fizessemos).

Mas excluindo as vacinas da difteria e do tétano que são obrigatórias desde os anos 60, não há mais nenhuma vacina obrigatória em Portugal. E mesmo em 2017 o governo equacionou deixar de as tornar obrigatórias.

E neste caso a vacina foi criada de forma rápida, os profissionais de saúde não teriam plena consciência do que existia lá dentro, dos efeitos secundários, etc. Não dava para saber, dada era a urgência. Nem sabemos se daqui a 10 anos podemos coletivamente desenvolver problemas. Foi um risco consciente? Pelo menos no meu caso foi. Mas não podemos ignorar o que correu mal. Neste caso parece-me que a senhora ficou numa cadeira de rodas, é importante denunciar casos em que as coisas correram mal. Até para alerta. Deve sublinhar-se sim que são casos muito raros, mas é importante que o jornalismo dê voz a quem não a tem, a quem se sente impotente porque tomou algo que o/a lesou. Não considero que seja reflexo de mau jornalismo. Acredito que a comunidade científica também tenha interesse em que casos destes sejam reportados para prevenir eventuais "mais casos raros". Se vai dar gás aos chalupas negacionistas? Provavelmente. Mas se a reportagem estiver feita sempre no sentido que esta promo está de "as vacinas salvaram milhões de vidas" e "casos raros", não percebo porque não se há de mostrar, parece-me até pouca empatia por quem teve uma experiência não tão boa quanto à que a maioria teve.

 

EDIT: Não completei esta ideia "Mas excluindo as vacinas da difteria e do tétano que são obrigatórias desde os anos 60, não há mais nenhuma vacina obrigatória em Portugal. E mesmo em 2017 o governo equacionou deixar de as tornar obrigatórias.". Ou seja, esta vacina foi a única que esteve próxima dessa obrigação, porque efetivamente a liberdade para a tomares ou não tomares foi pouca. Eras barrado à entrada de diversos sítios, países, etc, se não a tivesses tomado. Até mesmo por questões profissionais e não de lazer. E atenção eu sei bem o porquê disso ter acontecido, era a ideia de união, de um por todos, de "vamos lá parar isto": sem dúvida. Mas ainda assim não pode ser tratada como mais um comprimido (há pessoas que morrem com Ben-u-rons), uma outra vacina. Teve aqui contornos especiais.

Editado por VTL
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1 hour ago, VTL said:

A verdade é que eu até concordaria com o teu ponto se fosse uma outra qualquer vacina. Esta não foi uma vacina qualquer. 

Eu assim como muitos de vós vacinei-me e todos sabíamos o risco que corríamos (para ambos os lados, ou seja, caso o fizessemos, caso não o fizessemos).

Mas excluindo as vacinas da difteria e do tétano que são obrigatórias desde os anos 60, não há mais nenhuma vacina obrigatória em Portugal. E mesmo em 2017 o governo equacionou deixar de as tornar obrigatórias.

E neste caso a vacina foi criada de forma rápida, os profissionais de saúde não teriam plena consciência do que existia lá dentro, dos efeitos secundários, etc. Não dava para saber, dada era a urgência. Nem sabemos se daqui a 10 anos podemos coletivamente desenvolver problemas. Foi um risco consciente? Pelo menos no meu caso foi. Mas não podemos ignorar o que correu mal. Neste caso parece-me que a senhora ficou numa cadeira de rodas, é importante denunciar casos em que as coisas correram mal. Até para alerta. Deve sublinhar-se sim que são casos muito raros, mas é importante que o jornalismo dê voz a quem não a tem, a quem se sente impotente porque tomou algo que o/a lesou. Não considero que seja reflexo de mau jornalismo. Acredito que a comunidade científica também tenha interesse em que casos destes sejam reportados para prevenir eventuais "mais casos raros". Se vai dar gás aos chalupas negacionistas? Provavelmente. Mas se a reportagem estiver feita sempre no sentido que esta promo está de "as vacinas salvaram milhões de vidas" e "casos raros", não percebo porque não se há de mostrar, parece-me até pouca empatia por quem teve uma experiência não tão boa quanto à que a maioria teve.

 

EDIT: Não completei esta ideia "Mas excluindo as vacinas da difteria e do tétano que são obrigatórias desde os anos 60, não há mais nenhuma vacina obrigatória em Portugal. E mesmo em 2017 o governo equacionou deixar de as tornar obrigatórias.". Ou seja, esta vacina foi a única que esteve próxima dessa obrigação, porque efetivamente a liberdade para a tomares ou não tomares foi pouca. Eras barrado à entrada de diversos sítios, países, etc, se não a tivesses tomado. Até mesmo por questões profissionais e não de lazer. E atenção eu sei bem o porquê disso ter acontecido, era a ideia de união, de um por todos, de "vamos lá parar isto": sem dúvida. Mas ainda assim não pode ser tratada como mais um comprimido (há pessoas que morrem com Ben-u-rons), uma outra vacina. Teve aqui contornos especiais.

A tecnologia usada pela vacina já estava a ser desenvolvida há anos, não é bem verdade que foi tão rápido como tentam pintar, teve é outra aplicação. O meu ponto sobre esta reportagem está refletido no textinho que a vem a acompanhar, soa a alarmista e sabendo o que o jornalismo da Sandra Felgueiras é natural saber o que vai sair daqui. Aliás, há uns tempos até foi criticada por vários médicos relativamente a uma reportagem sobre medicamentos. É natural que existam casos adversos, nunca ninguém escondeu isso, e acho bem que os divulguem, agora não venham com conversinhas à la chalupice a dizer que agora começam a ser conhecidos os casos adversos, como se alguém os tivesse escondido, o que não é verdade, ou que só agora é que as vacinas estão a causar efeitos, o que também não é bem verdade. O jornalismo tem um tom e diferentes abordagens relativamente ao tema e é isso, na maioria das vezes, que define o bom e mau jornalismo, conhecendo o que a casa gasta, vai ser mais uma coisa para causar alarme social porque não se tem noção da audiência para que se está a comunicar, nem se tem, ou quando se tem é pouca, noção do que se está a falar - mas este último ponto já é um defeito do jornalismo geral no jornalismo português.

Editado por Fernando
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mds o fearmongering sobre a vacina :tv_scary:

há 51 minutos, msm0 disse:

O Diário da Manhã de Fim de Semana é apresentado pela Diana Bouça-Nova. 

A promoção para a lenda :adoro:

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A TVI ocupa apenas o 11º lugar no que diz respeito à confiança dos portugueses na sua informação, segundo o Reuters Digital News Report 2024 com apenas 70%, ficando assim atrás da RTP, da SIC, do JN, do Expresso, da Rádio Comercial, da TSF, entre outros.

https://reutersinstitute.politics.ox.ac.uk/digital-news-report/2024/portugal

 

Ainda me lembro quando o Zé Lopes na Festa de Verão da TVI no ano passado disse que a informação da TVI era a mais credível :read: 

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agora mesmo, Max30 disse:

A TVI ocupa apenas o 11º lugar no que diz respeito à confiança dos portugueses na sua informação, segundo o Reuters Digital News Report 2024 com apenas 70%, ficando assim atrás da RTP, da SIC, do JN, do Expresso, da Rádio Comercial, da TSF, entre outros.

https://reutersinstitute.politics.ox.ac.uk/digital-news-report/2024/portugal

 

Ainda me lembro quando o Zé Lopes na Festa de Verão da TVI no ano passado disse que a informação da TVI era a mais credível :read: 

Saudades de quando o José Alberto Carvalho era diretor de informação da TVI.

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  • 2 semanas depois...
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há 7 minutos, Televisão 10 disse:

Hoje, o Diário da Manhã, embora esteja a ser apresentado por Diana Bouça-Nova, está a ser feito a partir de Queluz.

Já não está no Porto? Lá teve a Diana de vir até a capital. 

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On 29/06/2024 at 09:45, Televisão 10 disse:

Hoje, o Diário da Manhã, embora esteja a ser apresentado por Diana Bouça-Nova, está a ser feito a partir de Queluz.

Ontem, foi apresentado pela Patrícia Lima Leitão e hoje pela Daniela a solo. 

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A TVI acabou de passar agora no 'Jornal Nacional' uma nota da direção de informação da TVI/CNN, que tem como objetivo defender a redação dos comentários feitos por Bernardo Ferrão na SIC Notícias, em que 'denegriu' de certa forma (no lado profissional), não só a concorrência, mas detalhadamente, alguns profissionais da TVI/CNN.

A TVI exige saber quais foram os profissionais citados por Bernardo Ferrão.

Spoiler

Já é a 2ª nota de repúdio só hoje :ph34r:

 

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