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Feliz e ao mesmo tempo surpreendido pelo segundo lugar de Portugal! 
 

Confesso que não costumo seguir o JESC mas ontem de manhã vi o post no insta das votações e lá fui votar… Tivemos uma óptima actuação e nunca pensei que ficássemos em segundo… 

Mas… Agora que sei que vencemos o televoto sinto uma certa azia. :|

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há 17 horas, LAboy 456 disse:

Durante a conferência de imprensa da canção vencedora do jESC 2024:

https://eurofestivales.blogspot.com/2024/11/georgia-gpb-confirma-que-organizara.html

Se bem que uma confirmação oficial por parte da UER (EBU) acerca do país anfitrião do jESC 2025 só será dada após finalizadas as primeiras reuniões acerca da edição do próximo ano:

Citação

Unlike in the Eurovision Song Contest, JESC winners do not automatically have to host the following year’s event. We will be working with all our Members, including the winning broadcaster GPB, over the next few weeks to identify and then announce the host broadcaster for next year.

https://www.ebu.ch/news/2024/11/georgia-wins-22nd-junior-eurovision-song-contest-and-sets-new-competition-record

Edited by LAboy 456
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Slimane alvo de nova denúncia de assédio e tentativa de abuso sexual:

O cantor francês Slimane, que representou França no Festival Eurovisão da Canção de 2024, encontra-se novamente no centro de uma polémica legal. Apenas três semanas após a primeira queixa de assédio sexual ter sido apresentada contra ele, surgiu uma segunda acusação, mais grave, de agressão sexual e tentativa de agressão sexual. Este novo desenvolvimento levanta questões sobre o seu futuro profissional, especialmente depois de ter sido recentemente coroado “Artista Francês do Ano” nos NRJ Music Awards e de ter alcançado reconhecimento internacional ao garantir o quarto lugar na Eurovisão com a sua música “Mon Amour”, que atingiu o status de platina em França.

A controvérsia começou com uma queixa apresentada por um técnico que trabalhou com Slimane durante a sua digressão. De acordo com a queixa, o cantor, de 35 anos, terá assediado o técnico numa festa após uma das suas atuações. Alega-se que Slimane encostou o técnico contra uma parede e, posteriormente, enviou-lhe mensagens e vídeos sexualmente explícitos e até pornográficos. Após a primeira queixa, foi iniciada uma investigação preliminar sobre alegações de assédio sexual, agravadas pelo uso de plataformas digitais de comunicação.

A segunda queixa, apresentada no dia 18 de novembro, descreve alegados incidentes que ocorreram na mesma festa, que contou com a presença de membros da equipa técnica e do cantor, nos bastidores após a sua atuação na sala de concertos Zénith de Saint-Étienne. Esta queixa foi submetida por um técnico de iluminação de 33 anos, empregado pela empresa de produção responsável pela digressão.

O técnico de iluminação alega que, durante a festa, Slimane se aproximou dele na pista de dança e fez comentários sexuais ofensivos. Segundo o técnico, o cantor tocou-o contra a sua vontade. O técnico afirma que apenas a intervenção do irmão de Slimane impediu que a situação escalasse ainda mais.

A queixa também alega que o irmão de Slimane instruiu todos os presentes a apagarem quaisquer vídeos que documentassem o incidente. Apesar destes esforços, o técnico e alguns dos seus colegas exigiram a rescisão imediata dos seus contratos com Slimane. Os funcionários alegam que a empresa de produção tentou minimizar e encobrir a gravidade da situação.

O procurador público de Saint-Étienne anunciou oficialmente o início de uma investigação após a segunda queixa, intensificando o escrutínio em torno do caso Slimane. Enquanto o círculo próximo do cantor mantém silêncio e ainda não respondeu às novas acusações, estas alegações lançam uma sombra significativa sobre a sua carreira. À medida que a investigação avança, espera-se que surjam mais detalhes, que poderão abalar ainda mais a indústria musical. Uma coisa já é certa: esta controvérsia não é apenas um caso legal, mas um escândalo que deixará uma marca duradoura no Festival Eurovisão da Canção de 2024 e na posição de Slimane no panorama internacional.

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On 16/11/2024 at 19:51, AndreRob disse:

Não recebemos pontos do juri San Marino e Arménia.... :manas:

Parece-me que o júri da Arménia votou estrategicamente, já que também não deu pontos à Ucrânia, que também era das favoritas à vitória. 

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Uma empresa portuguesa, neste caso a ‘Lusopirotecnia’, foi responsável pelos efeitos especiais (SFX) e pirotecnia da Eurovisão Júnior deste ano. A mesma equipa já tinha sido responsável pelo ESC2018, ESC2021 e ESC2023.

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há 1 minuto, Frank disse:

Uma empresa portuguesa, neste caso a ‘Lusopirotecnia’, foi responsável pelos efeitos especiais (SFX) e pirotecnia da Eurovisão Júnior deste ano. A mesma equipa já tinha sido responsável pelo ESC2018, ESC2021 e ESC2023.

Portugueses desde 2018 a rebentar fogos na eurovisão. :dog:

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há 4 horas, Dimitri disse:

Achei que iria ser um vídeo chato mas não é, e tocou em pontos muito importantes

Eu só concordei em duas soluções: o limite de idade corrente (9-14) está no ponto + a UER devia de escolher permanentemente o dia da semana e a hora para o concurso (há várias pessoas que não souberam que a edição deste ano era a um Sábado à tarde)

O resto das soluções:

  • A regra obrigatória de o/a/os jovem/ns interpretes serem os seus próprios autores-compositores ou pelo menos de estarem no processo da canção: não me importaria ambos os caminhos... mas não sei se as emissoras participantes concordariam
  • A regra obrigatória de cantar 100% na sua própria língua: mesmo que a primeira + será que os artistas escolhidos quereriam só cantar na sua língua de origem?
  • A regra obrigatória de ter uma preselecção: não acho que isto seja viável por conta do orçamento das emissoras participantes. E falando de nepotismo, acho que isso também acontece no ESC (até em preselecções isso pode acontecer)
  • 100% televoto normal: discordo (o juri é preciso também) + não é viável nos tempos que correm (após 2015, a opinião da EBU é de que o televoto normal é demasiado caro para um programa como o jESC)
Edited by LAboy 456
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há 28 minutos, LAboy 456 disse:

Eu só concordei em duas soluções: o limite de idade corrente (9-14) está no ponto + a UER devia de escolher permanentemente o dia da semana e a hora para o concurso (há várias pessoas que não souberam que a edição deste ano era a um Sábado à tarde)

O resto das soluções:

  • A regra obrigatória de o/a/os jovem/ns interpretes serem os seus próprios autores-compositores ou pelo menos de estarem no processo da canção: não me importaria ambos os caminhos... mas não sei se as emissoras participantes concordariam
  • A regra obrigatória de cantar 100% na sua própria língua: mesmo que a primeira + será que os artistas escolhidos quereriam só cantar na sua língua de origem?
  • A regra obrigatória de ter uma preselecção: não acho que isto seja viável por conta do orçamento das emissoras participantes. E falando de nepotismo, acho que isso também acontece no ESC (até em preselecções isso pode acontecer)
  • 100% televoto normal: discordo (o juri é preciso também) + não é viável nos tempos que correm (após 2015, a opinião da EBU é de que o televoto normal é demasiado caro para um programa como o jESC)

Não digo necessariamente as soluções mas falou de muita coisa inconveniente para a EBU nomeadamente as alegações que pagam as participações de certos paises

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há 33 minutos, LAboy 456 disse:

Eu só concordei em duas soluções: o limite de idade corrente (9-14) está no ponto + a UER devia de escolher permanentemente o dia da semana e a hora para o concurso (há várias pessoas que não souberam que a edição deste ano era a um Sábado à tarde)

O resto das soluções:

  • A regra obrigatória de o/a/os jovem/ns interpretes serem os seus próprios autores-compositores ou pelo menos de estarem no processo da canção: não me importaria ambos os caminhos... mas não sei se as emissoras participantes concordariam
  • A regra obrigatória de cantar 100% na sua própria língua: mesmo que a primeira + será que os artistas escolhidos quereriam só cantar na sua língua de origem?
  • A regra obrigatória de ter uma preselecção: não acho que isto seja viável por conta do orçamento das emissoras participantes. E falando de nepotismo, acho que isso também acontece no ESC (até em preselecções isso pode acontecer)
  • 100% televoto normal: discordo (o juri é preciso também) + não é viável nos tempos que correm (após 2015, a opinião da EBU é de que o televoto normal é demasiado caro para um programa como o jESC)
  • Ampla cobertura de imprensa: verdade que isto tem diminuido com o passar do tempo (mas isso também tem estado à acontecer aos pouco com o ESC - portanto, não é so o jESC que sofre com isto, se bem que é quem sofre mais com isso)... mas será que a UER (EBU) concordaria em submeter os artistas às criticas de qualquer tipo de imprensa (especialmente se as criticas não forem construtivas), quando a ideia deles era reduzir a pressão dos artistas?
  • A produção do espectáculo em si: este é mais um problema que também existe no ESC (pelo que eu vejo nas redes sociais ao longo dos anos é que o espectáculo em ambos os concursos ou têm faltado originalidade/alma própria, ou têm faltado alguma coisa nova para que haja um interesse maior, etc.. - resmuindo: a ideia que dá para os fãs em geral é que a forma corrente de produção está ultrapassada/parada no tempo). A pergunta seria: como é que a emissora anfitriã poderia conseguir controlo total sobre a produção sem que a UER entre em modo de ultraproteção da sua própria marca? 
Edited by LAboy 456
Posted (edited)
há 17 horas, LAboy 456 disse:

Eu só concordei em duas soluções: o limite de idade corrente (9-14) está no ponto + a UER devia de escolher permanentemente o dia da semana e a hora para o concurso (há várias pessoas que não souberam que a edição deste ano era a um Sábado à tarde)

O resto das soluções:

  • A regra obrigatória de o/a/os jovem/ns interpretes serem os seus próprios autores-compositores ou pelo menos de estarem no processo da canção: não me importaria ambos os caminhos... mas não sei se as emissoras participantes concordariam
  • A regra obrigatória de cantar 100% na sua própria língua: mesmo que a primeira + será que os artistas escolhidos quereriam só cantar na sua língua de origem?
  • A regra obrigatória de ter uma preselecção: não acho que isto seja viável por conta do orçamento das emissoras participantes. E falando de nepotismo, acho que isso também acontece no ESC (até em preselecções isso pode acontecer)
  • 100% televoto normal: discordo (o juri é preciso também) + não é viável nos tempos que correm (após 2015, a opinião da EBU é de que o televoto normal é demasiado caro para um programa como o jESC)

A regra de serem os proprios autores\compositores não faz sentido... nem os adultos são porque raio se iam obrigar miudos a saber escrever letras e a compor musica? Nem toda a gente que tem boa voz tem capacidade para ser letrista.

o 100% na propria lingua só favorece determinados paises, portanto não... as regras devem ser as mesmas da eurovisão.

A pre seleção não faz sentido quando ela também não é obrigatoria no dos adultos.

E a questão do televoto é problemático, porque embora concorde com o juri, o facto é que eles são altamente influenciaveis pelas politicas e estrategias internas, as votações não são isentas. Talvez fosse bom pensar numa forma mais clara de votação dos jurados em vez em concordar com uma escolha vinda sabe-se lá de onde.

E quanto ao dia do festival, todos os anos a data muda nunca consegue ser na mesma semana que nos anos antereores... foi dois anos em dezembro agora dois em novembro... se calhar bastava terem uma altura especifica tipo 'a primeira semana de dezembro' como o esc é nas primeiras semanas de maio.

Edited by AndreRob
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há 25 minutos, Taktak disse:

E a RTP que pagou para ter gelo seco em palco de Madrid? Chocado. O piano também teve que ser pago para ali estar... 

Tudo é pago... E mesmo assim acho que a RTP errou no staging, faltou investimento. A nossa música deste ano era para vencer

 

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há 1 hora, George disse:

Tudo é pago... E mesmo assim acho que a RTP errou no staging, faltou investimento. A nossa música deste ano era para vencer

 

e venceu... só não não no juri.

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há 19 minutos, George disse:

Então perdeu xD

O staging não elevou a música, poderia ter sido melhor pensado.

Para mim o vencedor é sempre aquele que ganha pelo voto do publico, é o mais justo apesar de tudo... infelizmente não acredito que um staging melhor iria ser suficiente para um juri totalmente comprado pela georgia.... que igualmente teve um staging de tostões.

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há 1 minuto, AndreRob disse:

Para mim o vencedor é sempre aquele que ganha pelo voto do publico, é o mais justo apesar de tudo... infelizmente não acredito que um staging melhor iria ser suficiente para um juri totalmente comprado pela georgia.... que igualmente teve um staging de tostões.

Staging de tostões? Vai lá rever

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há 3 horas, George disse:

O staging não elevou a música, poderia ter sido melhor pensado.

Ao mesmo tempo... não acho que a canção pedia algo maior no que tocava à actuação cénica (staging)

Feito de maneira exagerada, acabaria perdendo o foco na canção em si e na artista - algo que aconteceu, por exemplo, à Polónia

Edited by LAboy 456

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