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Postado (editado)
há 7 horas, RodrigoMarquês. disse:

Cristina exímia na entrevista ao JCB… Cláudio completamente desastrado, vergonha alheia quase sempre que “interrompia” a entrevista da Cristina, sempre fora de tom e a mudar o assunto.

O JCB ia explicar/contar mais sobre o Roger e a relação da Betty e ele não deixou, foi pena 

Editado por TheSecret
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há 10 horas, D91 disse:

Canal rico faz assim.:vip:

SIC chora por não ter dinheiro para fazer o mesmo.:triste:

Querem entrevistas paguem.:galderia:

Com esse dinheiro Daniel faz 3 temporadas do Terra Nossa e ainda sobra :clap:

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há 14 horas, EFMR disse:

Eu também vi a entrevista. E a minha opinião até ficou reforçada: O JCB não bateu na Betty.

Claro que posso estar enganado mas essa é a minha percepção.

Naturalmente que respeito a tua percepção, até porque todos nós temos direito a tê-la e isto vai ser sempre bastante particular de pessoa para pessoa. O Zé nunca foi flor que se cheire, sempre muito explosivo, o Zé parece perder a noção muitas vezes; sempre o achei um bocado manipulador, ainda que ache uma graça enorme ao personagem e associasse esta manipulação àquela construção. Custa-me, particularmente, duvidar do testemunho de uma senhora de 95 anos, que não tem nada a ganhar em mentir sobre factos graves, e a senhora apesar de grandes fragilidades motoras, mentalmente sempre esteve ótima. Aliás, quando na entrevista ele relata um episódio em que a Betty terá delirado, pareceu-me inventado na hora. Não acredito que ele terá passado a vida a bater na Betty, mas estou convencido que os episódios relatados são verdadeiros. E podem ser fruto do cansaço, como a Cristina disse na entrevista, mas não são justificáveis. As vítimas quase sempre têm medo de falar, e demoram bastante, porque é sempre mais fácil acreditar no agressor, especialmente quando estas pessoas têm grande poder de manipulação. Magoa-me descreditar uma senhora de 95 anos, que está a lutar pela vida, e que não precisa de ganhar nada com isso, mas que precisava de dar este grito.

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há 2 minutos, João Fernandes disse:

Também não se pode dizer que o Cláudio esteve mal, não esteve mal nem bem, não se quis comprometer e acho que fez bem até porque a Cristina deu bem conta do recado.

A Cristina nao quis nem gosta de partilhar entrevistas com o Cláudio, não trabalha com ele como trabalha como o Goucha. É um bocado ego e também porque se acha superior, mas não invalida que esteve muito bem, embora o desconforto notável 

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há 39 minutos, Patiño disse:

A Cristina nao quis nem gosta de partilhar entrevistas com o Cláudio, não trabalha com ele como trabalha como o Goucha. É um bocado ego e também porque se acha superior, mas não invalida que esteve muito bem, embora o desconforto notável 

e, de facto, é

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há 1 hora, Patiño disse:

A Cristina nao quis nem gosta de partilhar entrevistas com o Cláudio, não trabalha com ele como trabalha como o Goucha. É um bocado ego e também porque se acha superior, mas não invalida que esteve muito bem, embora o desconforto notável 

Mas é mesmo superior... Muito superior. 

Nesta entrevista foi gritante a diferença. 

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há 11 minutos, RodrigoMarquês. disse:

Mas é mesmo superior... Muito superior. 

Nesta entrevista foi gritante a diferença. 

Ela também não quis partilhar a entrevista. Não foi muito boa colega, se quiseres ir por aí. Mais vale ele ter ido almoçar. 

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há 12 horas, arturdmachado disse:

Aliás, quando na entrevista ele relata um episódio em que a Betty terá delirado, pareceu-me inventado na hora. 

A história de que ela estava a olhar para um sítio e a dizer que estavam a arrancar as árvores, achei exatamente o mesmo. :lol:

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há 8 minutos, Loverboy disse:

A história de que ela estava a olhar para um sítio e a dizer que estavam a arrancar as árvores, achei exatamente o mesmo. :lol:

Sim, foi TÃO inventada essa parte! 

Postado (editado)

Eu por um lado acredito que o JCB tenha batido na Betty pela maneira efusiva que ele é e que se mostrou mais recentemente com aquela discussão num bar no Bairro Alto. Mas por outro, a Susana tocou num ponto que achei importante e que me fez duvidar se de facto seria tão preto no branco. Creio que todos sabemos como a justiça em Portugal é demorada (tanto com casos de violência doméstica ou outros), e justamente quando a pessoa que está a ser julgada foge dos padrões do que a sociedade considera correto, avança logo mais rápido. Claro que isto não invalida de TODO que a Betty seja vitima, porque é uma senhora de 95 anos e não teria nenhum motivo aparentemente para inventar uma coisa destas. Mas não deixa de ser estranho toda esta resolução ""fácil"" do caso, e é isso que me deixa mesmo na dúvida do que terá realmente acontecido.

Editado por afonso ツ
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Quarta-feira vão fazer uma emissão especial no programa dedicada ao Dia da Família. 

Estão também a promover a entrega de um prémio de 20.000€. 

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há 10 horas, afonso ツ disse:

Eu por um lado acredito que o JCB tenha batido na Betty pela maneira efusiva que ele é e que se mostrou mais recentemente com aquela discussão num bar no Bairro Alto. Mas por outro, a Susana tocou num ponto que achei importante e que me fez duvidar se de facto seria tão preto no branco. Creio que todos sabemos como a justiça em Portugal é demorada (tanto com casos de violência doméstica ou outros), e justamente quando a pessoa que está a ser julgada foge dos padrões do que a sociedade considera correto, avança logo mais rápido. Claro que isto não invalida de TODO que a Betty seja vitima, porque é uma senhora de 95 anos e não teria nenhum motivo aparentemente para inventar uma coisa destas. Mas não deixa de ser estranho toda esta resolução ""fácil"" do caso, e é isso que me deixa mesmo na dúvida do que terá realmente acontecido.

Mas o caso não está resolvido. Ele foi apenas interrogado para aplicação de medidas de proteção da alegada vítima. Que a detenção foi excessiva, eu também acho; mas a detenção acontece porque ele não tem morada em Portugal. Não me tentem convencer que os outros tantos agressores não são chamados a primeiro interrogatório, porque são; é a demora de receberem uma cartinha em casa. E eu conheço casos, e esse interrogatório acontece sempre num espaço de uma a duas semanas. O que demora é o julgamento do caso, e este também há de demorar. O facto de ele ter sido detido faz com que as pessoas pensem que ele já foi julgado e, aí sim, tínhamos um caso de super rápido julgamento e que não seria normal. O julgamento deste caso está a ser feito pelo público e isto só é visível porque trata-se de uma figura pública.

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há 18 minutos, arturdmachado disse:

Mas o caso não está resolvido. Ele foi apenas interrogado para aplicação de medidas de proteção da alegada vítima. Que a detenção foi excessiva, eu também acho; mas a detenção acontece porque ele não tem morada em Portugal. Não me tentem convencer que os outros tantos agressores não são chamados a primeiro interrogatório, porque são; é a demora de receberem uma cartinha em casa. E eu conheço casos, e esse interrogatório acontece sempre num espaço de uma a duas semanas. O que demora é o julgamento do caso, e este também há de demorar. O facto de ele ter sido detido faz com que as pessoas pensem que ele já foi julgado e, aí sim, tínhamos um caso de super rápido julgamento e que não seria normal. O julgamento deste caso está a ser feito pelo público e isto só é visível porque trata-se de uma figura pública.

Ninguém te está a convencer de nada, ou eu pelo menos. Estou simplesmente a exprimir a minha opinião sobre o assunto. Não estava a falar da detenção em si, e sim do pouco tempo que demorou a fazerem algo, quando na maioria dos casos a justiça não faz rigorosamente NADA perante estes casos. Não achas isso minimamente suspeito?

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22 minutes ago, afonso ツ said:

Ninguém te está a convencer de nada, ou eu pelo menos. Estou simplesmente a exprimir a minha opinião sobre o assunto. Não estava a falar da detenção em si, e sim do pouco tempo que demorou a fazerem algo, quando na maioria dos casos a justiça não faz rigorosamente NADA perante estes casos. Não achas isso minimamente suspeito?

A Suzana Garcia leva isto para o campo identitário do Castelo Branco porque lhe dá jeito, dado que agora se lembro de ser defensora dele. No entanto, não me parece que seja isso que esteja a contribuir para essa sensação de que o caso está a ser acelerado. Até porque, até mesmo neste caso, a justiça está a deixar a desejar, basta ver que o Castelo Branco nem está impedido de sair do país, portanto, só a aí já desmonta toda a teoria da Suzana Garcia de que há uma perseguição do Castelo Branco :lol: Essa sensação de que tudo está a avançar rápido está relacionada com a amplitude nos media, nada mais do que isso. A projeção mediática do caso também dá muito jeito à polícia, muitos casos mediáticos também são mais rapidamente, ou dão essa sensação, de que estão a avançar rápido precisamente por essa atenção . Agora, o que houve foi um interrogatório a a aplicação de medidas preventivas, o que acontece em boa parte dos casos. Pode-se é discutir se essas medidas são ou não suficientes, que poderão trazer outras consequências. Além disso, nada está resolvido, como dás a entender no teu comentário, o que está a acontecer são medidas de coação, o que é diferente de um julgamento. 

Editado por Fernando
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há 50 minutos, Fernando disse:

A Suzana Garcia leva isto para o campo identitário do Castelo Branco porque lhe dá jeito, dado que agora se lembro de ser defensora dele. No entanto, não me parece que seja isso que esteja a contribuir para essa sensação de que o caso está a ser acelerado. Até porque, até mesmo neste caso, a justiça está a deixar a desejar, basta ver que o Castelo Branco nem está impedido de sair do país, portanto, só a aí já desmonta toda a teoria da Suzana Garcia de que há uma perseguição do Castelo Branco :lol: Essa sensação de que tudo está a avançar rápido está relacionada com a amplitude nos media, nada mais do que isso. A projeção mediática do caso também dá muito jeito à polícia, muitos casos mediáticos também são mais rapidamente, ou dão essa sensação, de que estão a avançar rápido precisamente por essa atenção . Agora, o que houve foi um interrogatório a a aplicação de medidas preventivas, o que acontece em boa parte dos casos. Pode-se é discutir se essas medidas são ou não suficientes, que poderão trazer outras consequências. Além disso, nada está resolvido, como dás a entender no teu comentário, o que está a acontecer são medidas de coação, o que é diferente de um julgamento. 

Quando me referia a fazerem algo, não me referia a darem o caso por encerrado. Refiro-me sim a darem algum tipo de sanção (?) ao JCB. Ok que ele foi preso e depois solto no dia seguinte, mas onde eu queria realmente chegar com isto tudo é o facto de haver casos e casos onde não se resolve nada e deixam os agressores à solta. E isso não ocorrer, justamente com uma pessoa mediática e polémica que também é reflexo de vários preconceitos na sociedade, faz-me ficar com dúvidas acerca do caso. É somente isto que queria dizer.

Editado por afonso ツ
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há 25 minutos, afonso ツ disse:

Quando me referia a fazerem algo, não me referia a darem o caso por encerrado. Refiro-me sim a darem algum tipo de sanção (?) ao JCB. Ok que ele foi preso e depois solto no dia seguinte, mas onde eu queria realmente chegar com isto tudo é o facto de haver casos e casos onde não se resolve nada e deixam os agressores à solta. E isso não ocorrer, justamente com uma pessoa mediática e polémica que também é reflexo de vários preconceitos na sociedade, faz-me ficar com dúvidas acerca do caso. É somente isto que queria dizer.

Por acaso, vi uma advogada que trata de casos de violência doméstica, na CMTV, que afirma que estes casos, por diversas atualizações recentes nos procedimentos, até nem está a ser assim tão célere... Depois de uma denúncia, o acusado tem 48h para se apresentar ao juíz... E afirma que nos casos que conhece, no Porto, a pulseira eletrónica de distanciamento da vítima é colocada praticamente à saída da audição das medidas de coação ditadas pelo juiz. E que nem neste caso nem isso foi breve... Portanto, em que ficamos?

 

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há 28 minutos, Fox Scully disse:

Por acaso, vi uma advogada que trata de casos de violência doméstica, na CMTV, que afirma que estes casos, por diversas atualizações recentes nos procedimentos, até nem está a ser assim tão célere... Depois de uma denúncia, o acusado tem 48h para se apresentar ao juíz... E afirma que nos casos que conhece, no Porto, a pulseira eletrónica de distanciamento da vítima é colocada praticamente à saída da audição das medidas de coação ditadas pelo juiz. E que nem neste caso nem isso foi breve... Portanto, em que ficamos?

 

A percepção que tenho de casos de violência doméstica à minha volta e no meio onde vivo é que muitas vezes não se faz rigorosamente perante a segurança das vítimas.

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há 2 horas, afonso ツ disse:

Quando me referia a fazerem algo, não me referia a darem o caso por encerrado. Refiro-me sim a darem algum tipo de sanção (?) ao JCB. Ok que ele foi preso e depois solto no dia seguinte, mas onde eu queria realmente chegar com isto tudo é o facto de haver casos e casos onde não se resolve nada e deixam os agressores à solta. E isso não ocorrer, justamente com uma pessoa mediática e polémica que também é reflexo de vários preconceitos na sociedade, faz-me ficar com dúvidas acerca do caso. É somente isto que queria dizer.

Amigo, o teu comentário é tão desprovido da realidade. Primeiro, ele não foi preso, mas sim detido (são conceitos diferentes). Segundo, não existem sanções a aplicar; a sanção é a condenação, e isto só no julgamento, não é agora. O que havia a aplicar nesta detenção eram as medidas de coação, que são única e simplesmente para proteção da alegada vítima, e aí podemos discutir se foram as suficientes ou não.

E uma vez mais repito, não houve rapidez nenhuma; quando são apresentadas queixas de violência doméstica, os alegados agressores são logo chamados a apresentarem-se ao juiz para aplicação de medidas de coação. Sempre. E isto é rápido. Depois decorre todo um processo de recolha de provas para se chegar ao julgamento, e este sim é um processo longo. E no julgamento realmente pode não se conseguir provar nada. E aí não houve justiça nenhuma para as vítimas.

E volto a repetir, o julgamento do José Castelo Branco ainda não aconteceu. As pessoas andam muito confusas com os processos. Isto ainda está longe do fim; é coisa para até dois anos.

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há 17 minutos, arturdmachado disse:

Amigo, o teu comentário é tão desprovido da realidade. Primeiro, ele não foi preso, mas sim detido (são conceitos diferentes). Segundo, não existem sanções a aplicar; a sanção é a condenação, e isto só no julgamento, não é agora. O que havia a aplicar nesta detenção eram as medidas de coação, que são única e simplesmente para proteção da alegada vítima, e aí podemos discutir se foram as suficientes ou não.

E uma vez mais repito, não houve rapidez nenhuma; quando são apresentadas queixas de violência doméstica, os alegados agressores são logo chamados a apresentarem-se ao juiz para aplicação de medidas de coação. Sempre. E isto é rápido. Depois decorre todo um processo de recolha de provas para se chegar ao julgamento, e este sim é um processo longo. E no julgamento realmente pode não se conseguir provar nada. E aí não houve justiça nenhuma para as vítimas.

E volto a repetir, o julgamento do José Castelo Branco ainda não aconteceu. As pessoas andam muito confusas com os processos. Isto ainda está longe do fim; é coisa para até dois anos.

Eu fiz uma queixa por violência doméstica e a pessoa recebeu uma carta dois meses depois, para ser notificada para ir prestar declarações à GNR. Até lá, pedi e pedi ao tribunal para haver a medida de coação de afastamento e a assistente auxiliar de justiça mandava cartas de seis em seis meses :estacas: Tive provas, testemunhas e o processo está em inquérito desde março de 2022. Kkk a minha advogada só me envia mensagens a lamentar o estado e lentidão da justiça. 

 E o tanso nunca foi a juiz, foi só interrogado pela GNR e pela assistente do procurador uma vez, e está com o TIR, porque é a medida de coação menos gravosa que se fica logo quando se é acusado deste crime. 
Com o JCB foi demasiado rápido sim, ainda para mais a vítima estava protegida (não estava com ele), ou seja, não havia risco de continuidade de atividade criminosa.

Mas pronto, se a GNR achava que havia perigo de fuga, deve ter sido por isso que o deteu e foi logo a juiz... mas tendo a concordar que foi demasiado rápido. Em casos anónimos e de igual gravidade, pelas situações que conheço, normalmente é sempre duas/tres semanas a um mês, dependendo da gravidade, por ex, se a vítima ficou sem casa, sem tem filhos "ao barulho", mas nunca tão rápido. 

Editado por Patiño
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agora mesmo, Patiño disse:

Em casos anónimos e de igual gravidade, pelas situações que conheço, normalmente é sempre duas semanas a um mês, dependendo da gravidade, se a vítima ficou sem casa, sem tem filhos "ao barulho", mas nunca tão rápido. 

Lamento que no teu caso tenha havido tanta demora, mas tu próprio, no teu último parágrafo, reconheces que normalmente não demora tanto.

E depois há outro fator: a autoridade com competência de investigação criminal varia de zona para zona. Na minha, por exemplo, é a PSP. E dos casos que conheço, a apresentação do alegado agressor ao juíz demorou dias, nem chegaram a uma semana. Vai um bocadinho ao encontro daquilo que foi referido pela advogada que o @Fox Scullycitou acima: "Depois de uma denúncia, o acusado tem 48h para se apresentar ao juíz...".

Que isto pode não ser padrão em todas as zonas? Pode. E isso é, de facto, lamentável. Cada caso é um caso, já diz o ditado.

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há 8 minutos, arturdmachado disse:

Lamento que no teu caso tenha havido tanta demora, mas tu próprio, no teu último parágrafo, reconheces que normalmente não demora tanto.

E depois há outro fator: a autoridade com competência de investigação criminal varia de zona para zona. Na minha, por exemplo, é a PSP. E dos casos que conheço, a apresentação do alegado agressor ao juíz demorou dias, nem chegaram a uma semana. Vai um bocadinho ao encontro daquilo que foi referido pela advogada que o @Fox Scullycitou acima: "Depois de uma denúncia, o acusado tem 48h para se apresentar ao juíz...".

Que isto pode não ser padrão em todas as zonas? Pode. E isso é, de facto, lamentável. Cada caso é um caso, já diz o ditado.

Como assim? Depois da denúncia? Queres dizer depois de ser notificado de que foi denunciado, ou seja, tem que se apresentar a juiz depois de ser notificado, por carta ou pessoalmente, como é habitualmente. E não é 48 horas, mas sim na data/hora marcada pelo tribunal, dada ao número elevado de casos que existem, óbvio que que as pessoas não vão logo a tribunal, excepto em casos extremos.

Ou seja, isso das 48 horas foi porque o JCB foi detido e após a detenção teria apenas 48 horas após o momento da detenção para ser ouvido pelo juiz e pelo procurador. Acho que estás a fazer confusão 

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agora mesmo, Patiño disse:

Como assim? Depois da denúncia? Queres dizer depois de ser notificado de que foi denunciado, ou seja, tem que se apresentar a juiz depois de ser notificado, por carta ou pessoalmente, como é habitualmente. E não é 48 horas, mas sim na data/hora marcada pelo tribunal, dada ao número elevado de casos que existem, óbvio que que as pessoas não vão logo a tribunal, excepto em casos extremos.

Ou seja, isso das 48 horas foi porque o JCB foi detido e após a detenção teria apenas 48 horas após o momento da detenção para ser ouvido pelo juiz e pelo procurador. Acho que estás a fazer confusão 

Não estou a fazer confusão alguma, meu querido.

O que destacas a negrito — e que eu pus entre aspas — foi o que o @Fox Scullydisse, a propósito da intervenção de uma advogada. Não fui eu que disse isso, muito menos sei se foi exatamente assim que foi dito, apenas fiz referência.

A leitura que faço é de que o alegado agressor terá 48h para se apresentar na autoridade competente a partir do momento em que é notificado, para que depois lhe sejam aplicadas as medidas de coação por um juíz.

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