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Nuno Scp

Our Dystopian Story - Episódio 2 [Uma Questão De Identidade]

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OUR DYSTOPIAN STORY - 2º EPISÓDIO

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Relembro as personagens e respetivos nomes:

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EPISÓDIO:

http://pt.slideshare.net/votatotil/episodio-2-uma-questo-de-identidade

BANDA SONORA:

https://soundcloud.com/luisvig-rio/uma-questao-de-identidade

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Eu e o Mundo esperemos que gostem e que comentem!

 

Pontuação dos jurados: 9 + 10 + 8 = 27 pontos 

Edited by Nuno Scp

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Nota: 9/20

Comentário: bom, antes demais e para explicar o que disse no tópico geral, o grande ponto negativo foi o facto do Mundo não ter respeitado as dicas deixadas no episódio anterior. E não me venham com a liberdade de ideias e sumo de laranja ao pequeno almoço, porque não pega. Liberdade de escrita, sim; liberdade para, sem esquecer tudo o que foi feito anterior, abrir a história para novos rumos, sim! Agora, esquecer e aniquilar tudo o que foi dado a conhecer no episódio anterior é que não. O Mundo simplesmente começou algo novo. Decidiu deitar fora as premissas dadas e criou algo novo "para se sentir mais à vontade", segundo ele. Pois, sendo assim, todos vão escrever cosias novas e esquecer o que já foi feito pelos outros.

Então vamos lá:

1. no slide 4, como é que o Seth se podia lembrar do pai que nunca conheceu? Porque ali ninguém sabe quem são os progenitores e isso ficou bem explicito no episódio 1. Aliás, como é que o Seth se quer podia ter conhecido o pai se, no episódio anterior, foi dito que ele morrera meses depois do Dia da Criação em que o Seth foi concebido. A não ser que ainda sejam memórias dos tempos de espermatozóide!

2. no slide 10, morri com esses Jogos do Império.

3. no slide 10, dizer que o Seth não conhece as regras do mundo/país/regime em que vive só porque é cozinheiro foi o melhor que arranjaste para disfarçar a ignorância total que havia no episódio original? Uau! Bonito! O rapaz tem 19 anos e, ainda que não morresse ninguém há mais de 50, não significa que ele não soubesse as regras das coisas. Se no episódio passado o Seth era muito panhonha e pouco lutador, agora passou a ser burro!

4. ainda no slide 10, também morri com o facto de aprenderem Latim. Epá não é por nada... Mas aquela gente começa a trabalhar aos 10 anos, num regime completamente totalitário, onde é preciso trabalhar para viver... Mas keep calm, porque o Latim não é esquecido! Rly?

5. slide 11, nota-se a alteração/correcção do texto quando a fala do Seth começa com "Obstáculos?" depois de um diálogo nada a ver, onde a parte das provas já tinha virado a esquina da conversa!

Sim, porque se nesta versão ainda há ali umas pontas nada a ver, nem imaginam o original... Esse sim, era de rir. Feito por alguém que não prestou atenção nenhuma ao trabalho feito anteriormente. Mas pronto, lá se mudou e corrigiu! Sorte!

Se a semana passada não concordei com as criticas de "cópia", esta semana tenho de concordar ao máximo. Não foram apenas nomes, foi basicamente a nova base criada: os Jogos do Impérios... Que lol. Que grande lol!

Mas nem tudo é negativo, calma... Gostei twist final. Mas claro, só terá lógica se os próximos não ignorarem a dica, como o Mundo fez com as dicas deixadas anteriormente.

 

PS: a nota podia ser mais baixa, tendo em conta tudo o que disse, mas a escrita, que não é má, e o final salvam um pouco a coisa.

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Eu participei nisto porque o Oxi me convidou, sinceramente o projecto não me interessava muito. Depois de ler este episódio só me pergunto porque raio me dei ao trabalho de participar. Eu e o Oxi tivemos o azar de ter o 1º episódio e estivemos 1 semana a pensar no mundo e na história que queríamos explorar, tentámos sempre desviar ao máximo (que conseguimos, claro..) das histórias mais conhecidas do mesmo tema. Num primeiro episódio apresentamos 3 personagens, um mundo totalitário, uma segregação de sexos e por fim, o dia da criação. Este segundo episódio cagou completamente na nossa história e podia muito bem ser um primeiro episódio...Tu apenas fizeste referência ao dia da criação para dizer que houve um gajo qualquer que também morreu nesse dia. Tu não desenvolveste a história, começaste outra diferente. Agora, todo o resto da história vai ser o Hunger Games? Ah não, Jogos do Império, confundi, desculpa. Enfim...apenas é triste esta total falta de respeito pelo trabalho dos outros, se querias o primeiro episódio tinhas dito ;) 
Outra coisa, dica para o terceiro escritor: começar o episódio depois dos jogos do império, já a anunciar o vencedor (o Seth, claro!) e depois começar outra história qualquer...maze runner ou assim!

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A morte do Anthony não teve qualquer impacto para quem leu. Nota-se mesmo que só "apareceu/morreu" para necessitarem de um novo membro no Conselho e fazerem os Jogos. A mesma coisa digo do Richard. Apareceu só para ser o namorado do Theo e ser selecionado também para os Jogos, para causar impacto. Teria sido mais sensato teres colocado o Jack (personagem já conhecida do primeiro capítulo) como namorado do Theo, já que ele foi ao Dia da Criação. Que raio de namorado, neste caso o Richard, não vai ao Dia da Criação apoiar o outro?

Como é que o Seth podia lembrar-se do pai, se ele morreu meses depois do seu Dia da Criação?

No slide 11 aparece "- Depois ficas a saber - disse ela" Ela? Ela quem? Ai ai xD Subscrevo o ponto 5 da mensagem da Magy. Aquele "Obstáculos? O que é essa merda?" não fez muito sentido no seguimento da conversa.

Achei um pouco desnecessário introduzires um mistério com a chegada do Ron à vila, tendo em conta que ele mal falou. Sinto que isso não contribuirá em nada para a história principal, mas é esperar para ver se os próximos escritores fazem um milagre.

Pecaste por tentares introduzir mistérios, sem antes teres resolvido os mistérios do capítulo anterior. Por exemplo, podias ter pegado na perspectiva do Theo e saberíamos assim o motivo dele não ter violado a Lorena (se bem que isso é fácil de se entender e não estou a falar do facto dele ser gay). Assim, também poderias ter colocado aquela conversa final dentro do Casarão, que foi onde possivelmente o Theo ficou no fim do capítulo anterior. Aquela conversa na floresta foi demasiado desconexa, não o assunto, mas sim o local em si. "Bora para a floresta falar de algo bombástico sujeitos a sermos ouvidos?" Não, não cola, ainda por cima com alguém importante a falar. No entanto, gostei do twist :3

Outra observação, mas esta posso ter lido mal. O Theo recuperou demasiado bem da perda do braço em 3 dias :x Não?

Sobre o que vou dizer agora... confesso que é ser picuinhas, mas meteu-me fastio ver o Seth a falar "meu" -.- Só me fez lembrar os nigas do bairro, mano. Yo, bro!

O episódio só vale pela escrita que é boa, porque o conteúdo em si deixa muito a desejar.

Espero que a próxima pessoa a pegar nisto faça um avanço temporal e comece com o ponto de vista da Lorena ou do Theo, já com Seth como membro do Conselho e afins, para não termos de levar com a lengalenga dos Jogos do Império.

PS: Fico triste que tenhas ignorado o episódio anterior. Sinceramente senti que querias fazer algo novo e criar mistério, e acabaste por esquecer o que foi escrito anteriormente. Ter havido ou não o Dia da Criação pouco contribuiu para o desenrolar da estória.

 

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Eu participei nisto porque o Oxi me convidou, sinceramente o projecto não me interessava muito. Depois de ler este episódio só me pergunto porque raio me dei ao trabalho de participar. Eu e o Oxi tivemos o azar de ter o 1º episódio e estivemos 1 semana a pensar no mundo e na história que queríamos explorar, tentámos sempre desviar ao máximo (que conseguimos, claro..) das histórias mais conhecidas do mesmo tema. Num primeiro episódio apresentamos 3 personagens, um mundo totalitário, uma segregação de sexos e por fim, o dia da criação. Este segundo episódio cagou completamente na nossa história e podia muito bem ser um primeiro episódio...Tu apenas fizeste referência ao dia da criação para dizer que houve um gajo qualquer que também morreu nesse dia. Tu não desenvolveste a história, começaste outra diferente. Agora, todo o resto da história vai ser o Hunger Games? Ah não, Jogos do Império, confundi, desculpa. Enfim...apenas é triste esta total falta de respeito pelo trabalho dos outros, se querias o primeiro episódio tinhas dito ;) 
Outra coisa, dica para o terceiro escritor: começar o episódio depois dos jogos do império, já a anunciar o vencedor (o Seth, claro!) e depois começar outra história qualquer...maze runner ou assim!

Apesar de tudo dou-te razão.  A tua visão é totalmente correta no sentido em que eu me desviei do gancho que foi deixado no que toca à Lorena e ao Seth e à relação entre os dois irmãos. Mas posso dizer( correndo o risco de achares que "caguei completamente na vossa história" com o mero propósito de me sentir mais à vontade) que foi propositado. Primeiro porque não me parece que uma história consiga sobreviver com apenas uma trama ao longo dos episódios e portanto decidi criar uma que pudesse ajudar a englobar a história principal. E segundo porque apesar da vontade que tive em incluir a Lorena no capítulo, não o consegui devido á minha incompetência (admito) para encaixar tanto conteúdo num número limitado de páginas. E por isso, como é óbvio, peço desculpa. Nunca foi minha intenção desvalorizar de que maneira fosse o trabalho que tu e o Oxi fizeram com tanto empenho e bom resultado!

 

4. ainda no slide 10, também morri com o facto de aprenderem Latim. Epá não é por nada... Mas aquela gente começa a trabalhar aos 10 anos, num regime completamente totalitário, onde é preciso trabalhar para viver... Mas keep calm, porque o Latim não é esquecido! Rly?

 

Concordo com várias das tuas críticas, Magy, mas em relação a esta penso que foste pegar num pormenor inocente. Em nenhum momento do capítulo estava escrito que "aquela gente" aprende latim. Na verdade, nem foi com essa intenção que o escrevi. Na verdade, o Richard ensinou latim ao Seth não porque têm aulas de latim ou algo desse género mas sim porque o primeiro sabia e o segundo tinha curiosidade. Esta poderia ser a única interpretação, até porque nem sequer desenvolvi o tema.

 

Sim, porque se nesta versão ainda há ali umas pontas nada a ver, nem imaginam o original... Esse sim, era de rir. Feito por alguém que não prestou atenção nenhuma ao trabalho feito anteriormente. Mas pronto, lá se mudou e corrigiu! Sorte!

Se a semana passada não concordei com as criticas de "cópia", esta semana tenho de concordar ao máximo. Não foram apenas nomes, foi basicamente a nova base criada: os Jogos do Impérios... Que lol. Que grande lol!

 

É até engraçado dizeres isso porque na verdade nunca fui muito fã desta género e devo ser uma das únicas pessoas que conheço que nunca viu The Hunger Games, Divergent ou outros que tais. Portanto tive que me socorrer de algumas pesquisas para construir os Jogos do Império, que me deram bastante trabalho por sinal.

 

Mas nem tudo é negativo, calma... Gostei twist final. Mas claro, só terá lógica se os próximos não ignorarem a dica, como o Mundo fez com as dicas deixadas anteriormente.

 

PS: a nota podia ser mais baixa, tendo em conta tudo o que disse, mas a escrita, que não é má, e o final salvam um pouco a coisa.

Bom, nem tudo pode ser mau, não é? Obrigado.

Em geral, posso dizer que não considero este capítulo mau de todo. Esforcei-me bastante para escrever sobre algo em que não me sinto muito à vontade  Apenas o construí dessa forma para não esgotar uma storyline que na minha opinião é a principal e deverá ser levada até ao final da história. Mas entendo e respeito as críticas. 

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Concordo com várias das tuas críticas, Magy, mas em relação a esta penso que foste pegar num pormenor inocente. Em nenhum momento do capítulo estava escrito que "aquela gente" aprende latim. Na verdade, nem foi com essa intenção que o escrevi. Na verdade, o Richard ensinou latim ao Seth não porque têm aulas de latim ou algo desse género mas sim porque o primeiro sabia e o segundo tinha curiosidade. Esta poderia ser a única interpretação, até porque nem sequer desenvolvi o tema.

É até engraçado dizeres isso porque na verdade nunca fui muito fã desta género e devo ser uma das únicas pessoas que conheço que nunca viu The Hunger Games, Divergent ou outros que tais. Portanto tive que me socorrer de algumas pesquisas para construir os Jogos do Império, que me deram bastante trabalho por sinal.

Bom, nem tudo pode ser mau, não é? Obrigado.

Em geral, posso dizer que não considero este capítulo mau de todo. Esforcei-me bastante para escrever sobre algo em que não me sinto muito à vontade  Apenas o construí dessa forma para não esgotar uma storyline que na minha opinião é a principal e deverá ser levada até ao final da história. Mas entendo e respeito as críticas. 

Se o Richard sabia Latim é porque aprendeu em algum lado. Ou já nasceu a saber? Se sabe, teve de aprender. Se teve de aprender é porque, em algum momento, eles aprendem. E Latim é tão fora da onda disto. Ainda se tivesses optado pela matemática, por história... Sei lá. Agora Latim?

Espera lá... Pesquisas??? Para quê? Para saberes que existem? É que a partir do momento em que sabes que existem, devias logo pô-los de parte. Espero que não me estejas a dizer que pesquisaste para saber regras e afins, porque não exploraste nada dos Jogos. O que disseste é o básico que, por acaso, é uma cópia a 100% do que já há. Essas pesquisas saíram um pouco ao lado.

Edited by Magy
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Se o Richard sabia Latim é porque aprendeu em algum lado. Ou já nasceu a saber? Se sabe, teve de aprender. Se teve de aprender é porque, em algum momento, eles aprendem. E Latim é tão fora da onda disto. Ainda se tivesses optado pela matemática, por história... Sei lá. Agora Latim?

Espera lá... Pesquisas??? Para quê? Para saberes que existem? É que a partir do momento em que sabes que existem, devias logo pô-los de parte. Espero que não me estejas a dizer que pesquisaste para saber regras e afins, porque não exploraste nada dos Jogos. O que disseste é o básico que, por acaso, é uma cópia a 100% do que já há. Essas pesquisas saíram um pouco ao lado.

Se formos por aí, o Richard também podia ter sido ensinado por alguém ou lido num livro, ou algo como isso. Lá está, acho que foste pegar numa coisa sem importância.

Pesquisei para saber mais como escrever este tipo de literatura, e achei que a existência de uma competição poderia servir como suporte para o desenrolar da história principal. Lá está, apenas me limitei a criar histórias secundárias e tenho pena de estar sujeito a um limite de páginas, porque poderia melhorar nesse aspeto e fechar melhor algumas pontas soltas. Não sou hipócrita ao ponto de dizer que o capítulo está perfeito, muito longe disso. ;)

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Apesar de tudo dou-te razão.  A tua visão é totalmente correta no sentido em que eu me desviei do gancho que foi deixado no que toca à Lorena e ao Seth e à relação entre os dois irmãos. Mas posso dizer( correndo o risco de achares que "caguei completamente na vossa história" com o mero propósito de me sentir mais à vontade) que foi propositado. Primeiro porque não me parece que uma história consiga sobreviver com apenas uma trama ao longo dos episódios e portanto decidi criar uma que pudesse ajudar a englobar a história principal. E segundo porque apesar da vontade que tive em incluir a Lorena no capítulo, não o consegui devido á minha incompetência (admito) para encaixar tanto conteúdo num número limitado de páginas. E por isso, como é óbvio, peço desculpa. Nunca foi minha intenção desvalorizar de que maneira fosse o trabalho que tu e o Oxi fizeram com tanto empenho e bom resultado!

Concordo com várias das tuas críticas, Magy, mas em relação a esta penso que foste pegar num pormenor inocente. Em nenhum momento do capítulo estava escrito que "aquela gente" aprende latim. Na verdade, nem foi com essa intenção que o escrevi. Na verdade, o Richard ensinou latim ao Seth não porque têm aulas de latim ou algo desse género mas sim porque o primeiro sabia e o segundo tinha curiosidade. Esta poderia ser a única interpretação, até porque nem sequer desenvolvi o tema.

É até engraçado dizeres isso porque na verdade nunca fui muito fã desta género e devo ser uma das únicas pessoas que conheço que nunca viu The Hunger Games, Divergent ou outros que tais. Portanto tive que me socorrer de algumas pesquisas para construir os Jogos do Império, que me deram bastante trabalho por sinal.

Bom, nem tudo pode ser mau, não é? Obrigado.

Em geral, posso dizer que não considero este capítulo mau de todo. Esforcei-me bastante para escrever sobre algo em que não me sinto muito à vontade  Apenas o construí dessa forma para não esgotar uma storyline que na minha opinião é a principal e deverá ser levada até ao final da história. Mas entendo e respeito as críticas. 

Mas Mundo, ninguém disse que tinha de ser apenas uma trama! Nós demos o plot principal e vocês poderiam ter desenvolvido muito sem ter c*gado como tu fizeste. Para mim os Jogos do Império foi uma cena super desnecessária e foi isso que anulou completamente o que fizemos. O mistério do miúdo que apareceu, o twist do pai que afinal está vivo e é o presidente...são tudo continuações que tu fizeste da nossa história, e isso é ok no meu ponto de vista. Agora, como disse, os Jogos do Império para além de ser uma cópia chapada, crias-te outra cena completamente diferente. De repente, a história já não é sobre uns miúdos num regime totalitário que são obrigados a "estar juntos" uma vez por ano e que descobrem que são gêmeos...agora é sobre uns jogos do império, entendes? O foco principal da história mudou todo. Para mim, perdeste uma oportunidade excelente de apresentar o mundo das Mulheres...começar este capitulo do ponto de vista da Lorena no dia da criação, por exemplo. Eu compreendo que é complicado porque estando os dois sexos separados tu não irás ter uma interacção dos personagens femininas e masculinas (pelo menos para já), portanto teres escolhido continuado com o Seth é válido. 
Só que fiquei super triste porque a história que começamos foi completamente abandonada...agora o que vou ler é a continuação dos Jogos do Império, não é justo para nós.

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Se formos por aí, o Richard também podia ter sido ensinado por alguém ou lido num livro, ou algo como isso. Lá está, acho que foste pegar numa coisa sem importância.

Pesquisei para saber mais como escrever este tipo de literatura, e achei que a existência de uma competição poderia servir como suporte para o desenrolar da história principal. Lá está, apenas me limitei a criar histórias secundárias e tenho pena de estar sujeito a um limite de páginas, porque poderia melhorar nesse aspeto e fechar melhor algumas pontas soltas. Não sou hipócrita ao ponto de dizer que o capítulo está perfeito, muito longe disso. ;)

Eu acho muito deslocado. Muito mesmo... Mas pronto, é a minha opinião.

Mas viste que havia já algo com jogos e mesmo assim fizeste igual? É que a única diferença é que aqui é para eleger o gajo que vai para o Conselho e nos outros é só para mostrar poder. E para mostrar poder já tínhamos o Dia da Criação, que tu ignoraste. Aliás, eu achei que foste um pouco egoísta (não leves a mal), não por quereres criar as tuas histórias e enredos, mas porque para isso ignoraste tudo o que foi escrito. Já tinhas muitas histórias secundárias com a ponta levantada e uma principal, mas preferiste criar mais, deixando trezentas pontas levantadas.

 

Eu falei sobre isto ao Luís e a resposta dele foi "eu quero que haja liberdade de escrita, mas comentas isso depois"... Comentar eu até comento, mas agora já não há remédio. Como eu já disse, acho bem que tenham liberdade de escrita, mas acho melhor ainda que se sigam as linhas deixadas anteriormente, a fim de deixar a história com uma linha certa.

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Se formos por aí, o Richard também podia ter sido ensinado por alguém ou lido num livro, ou algo como isso. Lá está, acho que foste pegar numa coisa sem importância.

Pesquisei para saber mais como escrever este tipo de literatura, e achei que a existência de uma competição poderia servir como suporte para o desenrolar da história principal. Lá está, apenas me limitei a criar histórias secundárias e tenho pena de estar sujeito a um limite de páginas, porque poderia melhorar nesse aspeto e fechar melhor algumas pontas soltas. Não sou hipócrita ao ponto de dizer que o capítulo está perfeito, muito longe disso. ;)

Oh Mundo..Hunger Games é provavelmente a Distopia mais famosa do momento e fazer uma história que não tenha parecenças com HG é difícil...mas fazer uma cena completamente igual é escusado. Eu e o Oxi tentámos ao máximo fugir de jogos, competições, etc. e mesmo assim a história ainda tem coisas estilo Divergente, é um estilo muito explorado, mas tentámos ao máximo! E depois ver isso tudo ignorado e a cair no básico logo no segundo episódio, é frustrante. 

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Mas Mundo, ninguém disse que tinha de ser apenas uma trama! Nós demos o plot principal e vocês poderiam ter desenvolvido muito sem ter c*gado como tu fizeste. Para mim os Jogos do Império foi uma cena super desnecessária e foi isso que anulou completamente o que fizemos. O mistério do miúdo que apareceu, o twist do pai que afinal está vivo e é o presidente...são tudo continuações que tu fizeste da nossa história, e isso é ok no meu ponto de vista. Agora, como disse, os Jogos do Império para além de ser uma cópia chapada, crias-te outra cena completamente diferente. De repente, a história já não é sobre uns miúdos num regime totalitário que são obrigados a "estar juntos" uma vez por ano e que descobrem que são gêmeos...agora é sobre uns jogos do império, entendes? O foco principal da história mudou todo. Para mim, perdeste uma oportunidade excelente de apresentar o mundo das Mulheres...começar este capitulo do ponto de vista da Lorena no dia da criação, por exemplo. Eu compreendo que é complicado porque estando os dois sexos separados tu não irás ter uma interacção dos personagens femininas e masculinas (pelo menos para já), portanto teres escolhido continuado com o Seth é válido. Só que fiquei super triste porque a história que começamos foi completamente abandonada...agora o que vou ler é a continuação dos Jogos do Império, não é justo para nós.

Eu acho muito deslocado. Muito mesmo... Mas pronto, é a minha opinião.

Mas viste que havia já algo com jogos e mesmo assim fizeste igual? É que a única diferença é que aqui é para eleger o gajo que vai para o Conselho e nos outros é só para mostrar poder. E para mostrar poder já tínhamos o Dia da Criação, que tu ignoraste. Aliás, eu achei que foste um pouco egoísta (não leves a mal), não por quereres criar as tuas histórias e enredos, mas porque para isso ignoraste tudo o que foi escrito. Já tinhas muitas histórias secundárias com a ponta levantada e uma principal, mas preferiste criar mais, deixando trezentas pontas levantadas.

 

Eu falei sobre isto ao Luís e a resposta dele foi "eu quero que haja liberdade de escrita, mas comentas isso depois"... Comentar eu até comento, mas agora já não há remédio. Como eu já disse, acho bem que tenham liberdade de escrita, mas acho melhor ainda que se sigam as linhas deixadas anteriormente, a fim de deixar a história com uma linha certa.

Compreendo por inteiro  a vossa opinião. Aliás, concordo com ela. Se fosse eu no vosso lugar também estaria a ter a mesma reação, mas o que eu gostaria que compreendessem também é que ao criar os Jogos do Império, eu não pretendia ofuscar a trama principal mas sim complementá-la e até mesmo reforçá-la. Errei por não ter deixado isso tão explícito no capítulo e por não ter introduzido algo que relacionasse a Lorena com a trama, pelo menos. 

Mas pronto, não posso voltar atrás. Resta-me assumir os erros e confiar que o Sérgio consiga anular estes mesmos erros e fazer um brilharete.

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Compreendo por inteiro  a vossa opinião. Aliás, concordo com ela. Se fosse eu no vosso lugar também estaria a ter a mesma reação, mas o que eu gostaria que compreendessem também é que ao criar os Jogos do Império, eu não pretendia ofuscar a trama principal mas sim complementá-la e até mesmo reforçá-la. Errei por não ter deixado isso tão explícito no capítulo e por não ter introduzido algo que relacionasse a Lorena com a trama, pelo menos. 

Mas pronto, não posso voltar atrás. Resta-me assumir os erros e confiar que o Sérgio consiga anular estes mesmos erros e fazer um brilharete.

Pois, agora já não há nada a fazer...só tenho pena que a organização tenha aceite o episódio assim, nem ter dado umas dicas ou feedback decente. Compreendo que a tua intenção tenha sido a melhor mas talvez pesquisando mais um pouco não tivesses caído na cena mais batida do momento e tivesses arranjado algo paralelo para completar e não ofuscar...agora já não há nada a fazer, não vou bater mais no ceguinho. A opinião está dada :) espero que o Sérgio arrase no terceiro episódio! 

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Pois, agora já não há nada a fazer...só tenho pena que a organização tenha aceite o episódio assim, nem ter dado umas dicas ou feedback decente. Compreendo que a tua intenção tenha sido a melhor mas talvez pesquisando mais um pouco não tivesses caído na cena mais batida do momento e tivesses arranjado algo paralelo para completar e não ofuscar...agora já não há nada a fazer, não vou bater mais no ceguinho. A opinião está dada :) espero que o Sérgio arrase no terceiro episódio! 

Pois, na verdade recebi algumas orientações quanto a algumas alterações que deveria fazer mas nenhuma era sobre a trama que tinha criado. Mas pronto, o que está feito está feito. 

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Para ti, Sérgio!

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Bem, isto vai aqui uma confusão de todo o tamanho. Concordo até certo ponto com a Sandra e o Oxi, aquilo que se deveria seguir era o Dia da Criação, a união sexual entre os dois irmãos. Tinhas aqui uma grande deixa Mundo que poderia ser aproveitada. No meu ver, criar os tais Jogos não trazem novidade - se bem que o tema geral da história também não permite isso, não é? Anyway, a nível de escrita está bom, é o que salva. Deixas-te alguns plot twists que também são bons, mas a criatividade está muito longe de ter uma boa apreciação, se fosse eu a avaliar. 

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Our Dystopian Story | Episodio 02

Se achei o primeiro episódio com semelhanças gritantes ao The Hunger Games, este segundo episódio teve colagens forçadas e escusadas. O género distopia teen tem muito disto, infelizmente, e se o Herportrait e o Oxi se esforçaram por fugir ao estereótipo, o Mundo (desconhecendo-o), foi ao encontro dele. Não achei a escrita nada de mais, mas cumpriu. Para o tipo de diálogos, mais infantis e pouco coerentes com o ambiente em questão - "Duh", "Como é?" "Meu" -, a escrita não caiu no ridículo.

Aqui o principal senão foi mesmo a história. Se este resultado final está assim, a forma como foi concebido o episódio originalmente demonstra que o Mundo NÃO leu o primeiro episódio, pelo menos com olhos de ver. Ele ignorou completamente o universo criado na primeira história, as regras daquela comunidade, o passado de Seth e os personagens Theo e Lorena. O Luís teve um trabalho acrescido na supervisão deste episódio, e deve tê-lo mandado para trás mais do que uma vez. Gostaria de ter visto mais envolvimento do personagem Ron, uma perspectiva dos senhores do Conselho ou até mesmo a morte do Anthony... No meio disto tudo, um ou outro twist soou-me interessante. O envolvimento de Theo com o Presidente do Império pareceu-me bastante interessante, assim como a revelação de este ser *** do Seth.

O termo "Presidente do Império", parece-me descabido. Um Império é governado por um Imperador, uma República por um Presidente. De qualquer forma, e sem pôr em causa que o primeiro episódio foi melhor e este provocou uma ruptura com aquilo que aconteceu antes, fiquei com mais vontade de saber o que aí vem com este segundo episódio. Os twists animaram-me e espero que o escritor do terceiro episódio consiga conciliar o que de melhor houve nos dois primeiros. Correu mal a ligação. Por último, sou suspeito por não gostar deste tipo de distopias, mas tentem afastar-se do que já existe.

Até ao 3.º episódio.

Votação: 10/20

Edited by SorNunz
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Bem, isto vai aqui uma confusão de todo o tamanho. Concordo até certo ponto com a Sandra e o Oxi, aquilo que se deveria seguir era o Dia da Criação, a união sexual entre os dois irmãos. Tinhas aqui uma grande deixa Mundo que poderia ser aproveitada. No meu ver, criar os tais Jogos não trazem novidade - se bem que o tema geral da história também não permite isso, não é? Anyway, a nível de escrita está bom, é o que salva. Deixas-te alguns plot twists que também são bons, mas a criatividade está muito longe de ter uma boa apreciação, se fosse eu a avaliar. 

Joelito, o que achaste do primeiro episódio? Também gostava de saber a tua opiniao :) 

 

Our Dystopian Story | Episodio 02

Se achei o primeiro episódio com semelhanças gritantes ao The Hunger Games, este segundo episódio teve colagens forçadas e escusadas. O género distopia teen tem muito disto, infelizmente, e se o Herportrait e o Oxi se esforçaram por fugir ao estereótipo, o Mundo (desconhecendo-o), foi ao encontro dele. Não achei a escrita nada de mais, mas cumpriu. Para o tipo de diálogos, mais infantis e pouco coerentes com o ambiente em questão - "Duh", "Como é?" "Meu" -, a escrita não caiu no ridículo.

Aqui o principal senão foi mesmo a história. Se este resultado final está assim, a forma como foi concebido o episódio originalmente demonstra que o Mundo NÃO leu o primeiro episódio, pelo menos com olhos de ver. Ele ignorou completamente o universo criado na primeira história, as regras daquela comunidade, o passado de Seth e os personagens Theo e Lorena. O Luís teve um trabalho acrescido na supervisão deste episódio, e deve tê-lo mandado para trás mais do que uma vez. Gostaria de ter visto mais envolvimento do personagem Ron, uma perspectiva dos senhores do Conselho ou até mesmo a morte do Anthony... No meio disto tudo, um ou outro twist soou-me interessante. O envolvimento de Theo com o Presidente do Império pareceu-me bastante interessante, assim como a revelação de este ser *** do Seth.

O termo "Presidente do Império", parece-me descabido. Um Império é governado por um Imperador, uma República por um Presidente. De qualquer forma, e sem pôr em causa que o primeiro episódio foi melhor e este provocou uma ruptura com aquilo que aconteceu antes, fiquei com mais vontade de saber o que aí vem com este segundo episódio. Os twists animaram-me e espero que o escritor do terceiro episódio consiga conciliar o que de melhor houve nos dois primeiros. Correu mal a ligação. Por último, sou suspeito por não gostar deste tipo de distopias, mas tentem afastar-se do que já existe.

Até ao 3.º episódio.

Votação: 10/20

Desculpa, mas que semelhancas gritantes com o Hunger Games teve o primeiro episódio? É que só vejo o facto das vilas estarem divididas por numeros e o Seth ter sido chamado para substituir o Theo...para mim isso nao sao semelhancas gritantes como dizes. Até porque o motor da história nao tem nada a ver com HG, sao apenas detalhes. Acho um bocado exagerado o que dizes principalmente tendo nós 1 semana para criar uma história numa temática já batida. 
Já agora, é A Herportrait.

 

Só espero que alguém aproveite o facto de haver vila feminina e masculina e que se faca uma coisa de jeito. Há tantas possibilidades que foram introduzidas nestes dois episódios :) ahh, e que alguém se lembre de continuar a nossa analepse :rolleyes:

 

 

Edited by herportrait
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Desculpa, mas que semelhancas gritantes com o Hunger Games teve o primeiro episódio? É que só vejo o facto das vilas estarem divididas por numeros e o Seth ter sido chamado para substituir o Theo...para mim isso nao sao semelhancas gritantes como dizes. Até porque o motor da história nao tem nada a ver com HG, sao apenas detalhes. Acho um bocado exagerado o que dizes principalmente tendo nós 1 semana para criar uma história numa temática já batida. 
Já agora, é A Herportrait.

 

Exactamente essas que referiste e o próprio ambiente. Podem não ser gritantes como referi, mas uma vez que detesto THG, tudo o que me faça lembrar a franquia vai soar-me gritante. Nunca vi o Divergente e o Maze Runner e só as suas sinopses e trailer fazem-me lembrar THG, mesmo que existam muitas coisas diferentes. 

Exagerado ou não, sou eu que estou a avaliar. ;)

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Exactamente essas que referiste e o próprio ambiente. Podem não ser gritantes como referi, mas uma vez que detesto THG, tudo o que me faça lembrar a franquia vai soar-me gritante. Nunca vi o Divergente e o Maze Runner e só as suas sinopses e trailer fazem-me lembrar THG, mesmo que existam muitas coisas diferentes. 

Exagerado ou não, sou eu que estou a avaliar. ;)

Resumindo, tudo o que seja distopia juvenil faz-te lembrar THG, mesmo que as premissas sejam diferentes xD

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Vou ter, novamente, que comentar a tua opinião (mesmo não estando aqui para avaliá-la, desculpa)... Mas eu também detesto Twilight e não é por isso que desprezo tudo o que tenha vampiros. Muito menos ao ponto dessa minha opinião sobre uma saga influenciar uma avaliação nada a ver. Se não gostas de distopias e tens essa opinião tão fechada sobre o estilo, porque aceitaste avaliar uma?

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Exactamente essas que referiste e o próprio ambiente. Podem não ser gritantes como referi, mas uma vez que detesto THG, tudo o que me faça lembrar a franquia vai soar-me gritante. Nunca vi o Divergente e o Maze Runner e só as suas sinopses e trailer fazem-me lembrar THG, mesmo que existam muitas coisas diferentes. 

Exagerado ou não, sou eu que estou a avaliar. ;)

E o próprio ambiente? As distopias sao caracterizadas por regimes totalitários e opressivos, nao é só Hunger Games, é mesmo o foco da temática. Talvez por nao entenderes bem o que sao Distopias tudo te pareca igual, mas Divergente e Hunger Games sao premissas bem diferentes. Por acaso calhava bem ter pessoas a avaliar que tenham pesquisado mais um pouco sobre o assunto. (a avaliar e a escrever...pelos vistos)

És tu que estás a avaliar e depois? Nao posso discutir algo contigo? Um bom avaliador é imparcial e acima de tudo sabe fundamentar a sua opiniao sem se achar mais que os outros ;)

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Resumindo, tudo o que seja distopia juvenil faz-te lembrar THG, mesmo que as premissas sejam diferentes xD

Se a distopia juvenil tiver provas de sobrivência, seleções, vida ou morte, sim. Mas como referi, não assisti a Divergente ou a Maze Runner, por isso fico-me pelo "fazer-me lembrar". Neste caso, estou a ler, e para além de estar a ver duas histórias distintas, ambas foram buscar cenas ao THG, e preferia que se afastassem o máximo possível.

Vou ter, novamente, que comentar a tua opinião (mesmo não estando aqui para avaliá-la, desculpa)... Mas eu também detesto Twilight e não é por isso que desprezo tudo o que tenha vampiros. Muito menos ao ponto dessa minha opinião sobre uma saga influenciar uma avaliação nada a ver. Se não gostas de distopias e tens essa opinião tão fechada sobre o estilo, porque aceitaste avaliar uma?

Olá, Magy. Em lado nenhum me viste dizer que desprezo as distopias juvenis ou tão pouco as histórias aqui apresentadas. A minha avaliação cinge-se ao que leio. Se influencia? Claro que sim, mas tanto a minha pontuação como a minha argumentação não se focam nisso.

E o próprio ambiente? As distopias sao caracterizadas por regimes totalitários e opressivos, nao é só Hunger Games, é mesmo o foco da temática. Talvez por nao entenderes bem o que sao Distopias tudo te pareca igual, mas Divergente e Hunger Games sao premissas bem diferentes. Por acaso calhava bem ter pessoas a avaliar que tenham pesquisado mais um pouco sobre o assunto. (a avaliar e a escrever...pelos vistos)

És tu que estás a avaliar e depois? Nao posso discutir algo contigo? Um bom avaliador é imparcial e acima de tudo sabe fundamentar a sua opiniao sem se achar mais que os outros ;)

És livre de ter a tua opinião, mas não podes querer que os outros tenham opinião igual à tua. Sei bem o que são distopias, Aconselho-te a ler Aldous Huxley, H.G. Wells, George Orwell, Ray Bradbury. Um clima totalitário e opressivo não obriga a que personagens e cenas sejam semelhantes a outros livros/filmes. Não me acho mais do que os outros, mas aprende a aceitar a função de cada um.

 

 

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A maioria das distopias tem alguma conexão com o nosso mundo, mas frequentemente se refere a um futuro imaginado ou a um mundo paralelo no qual a distopia foi engendrada pela ação ou falta de ação humana, por um mau comportamento ou por ignorância.

A literatura distópica costuma apresentar pelo menos alguns dos seguintes traços:

  1. Tem conteúdo moral, projetando o modo como os nossos dilemas morais presentes figurariam no futuro.
  2. Oferecem crítica social e apresentam as simpatias políticas do autor.
  3. Exploram a estupidez coletiva.
  4. O poder é mantido por uma elite, mediante a somatização e consequente alívio de certas carências e privações do indivíduo.
  5. Discurso pessimista, raramente "flertando" com a esperança.
  6. Violência banalizada e generalizada.

 É óbvio que nem todas as ditopias têm de ter as mesmas características. Mas alguma base tem de ser comum. Assim como nem toda a fantasia épica tem de ter uma luta entre 4 ou 7 reinos, mas todas têm a mesma base. Ou então não partilhariam a mesma classificação de estilo.

E não disseste que desprezas o estilo, mas está bem marcado nos teus comentários alguma desvalorização ao estilo.

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Se a distopia juvenil tiver provas de sobrivência, seleções, vida ou morte, sim. Mas como referi, não assisti a Divergente ou a Maze Runner, por isso fico-me pelo "fazer-me lembrar". Neste caso, estou a ler, e para além de estar a ver duas histórias distintas, ambas foram buscar cenas ao THG, e preferia que se afastassem o máximo possível.

Olá, Magy. Em lado nenhum me viste dizer que desprezo as distopias juvenis ou tão pouco as histórias aqui apresentadas. A minha avaliação cinge-se ao que leio. Se influencia? Claro que sim, mas tanto a minha pontuação como a minha argumentação não se focam nisso.

És livre de ter a tua opinião, mas não podes querer que os outros tenham opinião igual à tua. Sei bem o que são distopias, Aconselho-te a ler Aldous Huxley, H.G. Wells, George Orwell, Ray Bradbury. Um clima totalitário e opressivo não obriga a que personagens e cenas sejam semelhantes a outros livros/filmes. Não me acho mais do que os outros, mas aprende a aceitar a função de cada um.

 

 

Nao posso nem quero que os outros tenham opiniao igual à minha, como viste, apenas te perguntei as tuas razoes e discordei delas. Entao se conheces nao percebo alguns comentários que fazes, que parecem de alguém que nao sabe e nao conhece, tipo quando falas do ambiente...mas agora já falas dos personagens. Mas também num comentário dizes que queres escrita light e no outro criticas escrita light, portanto vai-se lá perceber :) mas tu lá sabes, porque tu é que és o avaliador!! 
Eu aceito e respeito a funcao de cada um desde que nao falem comigo como se fossem mais que eu, há certos tipos de atitudes que sao escusadas. O Nuno e a Magy conseguem dar opiniao sem ser prepotentes, por exemplo. 

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