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lvigario

Our Dystopian Story - Episódio 1 [Seth]

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Adorei o episódio! Acho que os dois conseguiram criar uma personagem principal carismática e acima de tudo conseguiram introduzir o leitor à situação em que as personagens se encontram. 

Além do mais, fiquei especialmente agradado com o episódio pois sou eu que estou a escrever ( já está praticamente terminado ) o segundo episódio e penso que este capítulo permitiu-me desenvolver mais certos enredos e aprofundar-me mais na história das personagens.

Parabéns! Ah, e o link da banda sonora não dá.:P

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Adorei o episódio! Acho que os dois conseguiram criar uma personagem principal carismática e acima de tudo conseguiram introduzir o leitor à situação em que as personagens se encontram. 

Além do mais, fiquei especialmente agradado com o episódio pois sou eu que estou a escrever ( já está praticamente terminado ) o segundo episódio e penso que este capítulo permitiu-me desenvolver mais certos enredos e aprofundar-me mais na história das personagens.

Parabéns! Ah, e o link da banda sonora não dá.:P

Penso que agora já deve dar :)

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Penso que agora já deve dar :)

Obrigado.

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Viva!!!

Pensei que teria mais tempo para reflectir e tecer a minha opinião, mas acabei por ler agora o episódio e, muito a quente, vou deixá-la convosco:

Não sou adepto de distopias, principalmente as de carácter juvenil. Os pontos mais negativos, a meu ver, foram o uso de alguns adjectivos como "suor peganhento" ou "frio congelante". São dispensáveis, ainda para mais numa história de escrita light como se quer. Não me cativaram muito os protagonistas, Theo e Sean, e a história de um ser escolhido e o outro ir substituí-lo por alguma razão não me caiu bem, não sei se por me fazer lembrar Hunger Games, se pela previsibilidade que tal acontecesse. O Senhor Barriston foi também um nome que não me pareceu amadurecido, fruto de um nome sonante que um dos autores procurou no seu subconsciente, e atrevo-me a supor que o foi buscar ao personagem Barristan de Game of Thrones. De qualquer forma, não me parece importante. Para finalizar, a violência e o sexo gratuito no final do episódio deixa-me com dúvidas. A nível visual, talvez esse impacto fosse bem-sucedido, deixando um gancho perfeito para o segundo episódio. De uma forma escrita, gostaria de ter recebido algum suspense e um desencadear gradual desses próprios acontecimentos. Não acho muito realista que o sujeito esteja em choque pelo que o estão a obrigar a fazer, ainda para mais com a ideia que aquela mulher seja a sua irmã gémea, e instantaneamente, sem mais porquês nem respostas, fica com uma erecção e viola-a. 

Seja como for, vocês não são guionistas profissionais nem têm a obrigação de ser realistas. O plot está interessante, gostei de os apelidos estarem relacionados às profissões, e a questão da rapariga ser igual ao rapaz deixa muita coisa em aberto e um grande interesse em saber o que vem aí no próximo episódio. Para o Herportrait e Oxi, continuem a entrar nestes projectos, a vossa escrita é cuidada e cativante. Não me senti cansado nem dos diálogos, nem das descrições, o que é óptimo.

Pontuação: 16/20

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Adorei o episódio! Acho que os dois conseguiram criar uma personagem principal carismática e acima de tudo conseguiram introduzir o leitor à situação em que as personagens se encontram. 

Além do mais, fiquei especialmente agradado com o episódio pois sou eu que estou a escrever ( já está praticamente terminado ) o segundo episódio e penso que este capítulo permitiu-me desenvolver mais certos enredos e aprofundar-me mais na história das personagens.

Parabéns! Ah, e o link da banda sonora não dá.:P

Obrigado, Mundo! ^^ Espero que te tenhamos facilitado a vida no teu episódio xD

Viva!!!

Pensei que teria mais tempo para reflectir e tecer a minha opinião, mas acabei por ler agora o episódio e, muito a quente, vou deixá-la convosco:

Não sou adepto de distopias, principalmente as de carácter juvenil. Os pontos mais negativos, a meu ver, foram o uso de alguns adjectivos como "suor peganhento" ou "frio congelante". São dispensáveis, ainda para mais numa história de escrita light como se quer. Não me cativaram muito os protagonistas, Theo e Sean, e a história de um ser escolhido e o outro ir substituí-lo por alguma razão não me caiu bem, não sei se por me fazer lembrar Hunger Games, se pela previsibilidade que tal acontecesse. O Senhor Barriston foi também um nome que não me pareceu amadurecido, fruto de um nome sonante que um dos autores procurou no seu subconsciente, e atrevo-me a supor que o foi buscar ao personagem Barristan de Game of Thrones. De qualquer forma, não me parece importante. Para finalizar, a violência e o sexo gratuito no final do episódio deixa-me com dúvidas. A nível visual, talvez esse impacto fosse bem-sucedido, deixando um gancho perfeito para o segundo episódio. De uma forma escrita, gostaria de ter recebido algum suspense e um desencadear gradual desses próprios acontecimentos. Não acho muito realista que o sujeito esteja em choque pelo que o estão a obrigar a fazer, ainda para mais com a ideia que aquela mulher seja a sua irmã gémea, e instantaneamente, sem mais porquês nem respostas, fica com uma erecção e viola-a. 

Seja como for, vocês não são guionistas profissionais nem têm a obrigação de ser realistas. O plot está interessante, gostei de os apelidos estarem relacionados às profissões, e a questão da rapariga ser igual ao rapaz deixa muita coisa em aberto e um grande interesse em saber o que vem aí no próximo episódio. Para o Herportrait e Oxi, continuem a entrar nestes projectos, a vossa escrita é cuidada e cativante. Não me senti cansado nem dos diálogos, nem das descrições, o que é óptimo.

Pontuação: 16/20

Eu acho que as coisas podiam estar melhor desenvolvidas se tivessemos mais páginas :( Ou talvez tivessemos o talento em escrever o que quisessemos no menor número de páginas xD Nós tinhamos mais ideias para continuar, na verdade, o episódio não terminaria assim ;_; 

É Barriston em Got e Barristan em Our Dystopian :cool: Há diferenças :cool: 

Em relação ao uso de "peganhento", "congelante"... não vejo mal nenhum. Não é por ser light que tem de ter obrigatoriamente palavras menos pesadas.

Obrigado pelo comentário, Nuno :D

 

EDIT: No início, quando aparece "– Até parece que a tua é melhor que a minha! – resmungou o mais novo.", há um erro. É o mais velho e não o mais novo.

Edited by Oxi
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Lido! Li com a banda sonora que está perfeita. Parabéns, lvigario!!!

Nota: 17/20

Avaliação: Desde já, gostei muito. A escrita está bem crua como gosto, as descrições estão muito boas e, a história foi bem apresentada e desenvolvida no primeiro episódio. Adorei o pouco vocabulário vulgar que foi usado. Quanto ao episódio em si, detetei um erro - apesar de não ser muito importante e motivo para preocupações - no inicio da segunda página, na descrição da terceira fala. O Theo é o mais velho e não o mais novo, embora que um de vocês já tenha corrigido o lapso. Ao contrário do NF, gostei bastante dos protagonistas. De facto, a história da escolha do Seth é muito parecida com Hunger Games, mas já dizia Antonie de Lavoisier: nada se cria, nada se perde, tudo se transforma. Mas é um pouco cliché. E também gostaria que houvesse mais suspense na história, suspense esse que só veio das situações previsíveis que foram criadas. De resto, nada a apontar. História muito boa, escrita muito boa, enfim... um excelente episódio! Parabéns Heroxi (este nome combinado com um dos motes da história é só perfeito xD). Espero que o segundo episódio esteja ao mesmo nível ou que esteja ainda melhor. :)

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Lido! Li com a banda sonora que está perfeita. Parabéns, lvigario!!!

Nota: 17/20

Avaliação: Desde já, gostei muito. A escrita está bem crua como gosto, as descrições estão muito boas e, a história foi bem apresentada e desenvolvida no primeiro episódio. Adorei o pouco vocabulário vulgar que foi usado. Quanto ao episódio em si, detetei um erro - apesar de não ser muito importante e motivo para preocupações - no inicio da segunda página, na descrição da terceira fala. O Theo é o mais velho e não o mais novo, embora que um de vocês já tenha corrigido o lapso. Ao contrário do NF, gostei bastante dos protagonistas. De facto, a história da escolha do Seth é muito parecida com Hunger Games, mas já dizia Antonie de Lavoisier: nada se cria, nada se perde, tudo se transforma. Mas é um pouco cliché. E também gostaria que houvesse mais suspense na história, suspense esse que só veio das situações previsíveis que foram criadas. De resto, nada a apontar. História muito boa, escrita muito boa, enfim... um excelente episódio! Parabéns Heroxi (este nome combinado com um dos motes da história é só perfeito xD). Espero que o segundo episódio esteja ao mesmo nível ou que esteja ainda melhor. :)

Estou a trabalhar para isso. Vamos ver o que sairá daqui.;)

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Podem estar muito orgulhosos por este episódio. Escrever o primeiro episódio não era tarefa para qualquer pessoa e estiveram à altura. A matriz da história está muito boa e com originalidade e até com bastante credibilidade, e a personagem principal é muito carismática. "Os habitantes da vila repetiram o lema do Império em voz alta: Criação é controlo. Regulação é prosperidade infinita. Theo olhou para Seth e murmurou “Eu sou capaz”." Adorei.

 

Estava a torcer para que o narrador fosse a personagem principal, mas isso é fácil de contornar como vocês bem mostraram. E custou-me a "engolir" toda aquela agressividade crua e gratuita no final do capítulo, mas compreendo, apesar de ser algo que eu não vou adotar quando for eu a escrever.

 

Edited by sergio.duarte
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Oxi, é mais ao contrário. O Barristan é que é de GOT. :P

Quanto às palavras peganhento e congelante, não é por serem pesadas, acho que são adjectivos dispensáveis, o peganhento podia ser substituído por pegajoso, e congelante soa-me a brasileiro :D 

 

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Então vamos lá!

Antes de mais quero fazer um comentário mais geral... Temos de ter em conta que este tema tem sido um dos mais trabalhados ultimamente. Quer em livros, quer em filmes, quer em jogos. E, como tal, é mais que natural que já não haja nada novo e que, deitando um olho aqui e outro ali, consigamos achar algumas "coincidências" entre histórias. Fosse eu agora escrever um livro erótico (coisa que seria impossível, visto eu ser uma mulher de pensamento puro) e seria mais que normal as comparações, fossem óbvias ou não. Posto isto, não me incomoda nem acho que desvalorize o facto de haver alguns pontos em comuns com outras histórias. Sejam nomes, sejam ideias, sejam personagens.

 

Quanto ao que li...

Antes de mais, o que me fez mesmo confusão foi não me ter sido apresentado todo aquele mundo. Claro que ficamos com algum conhecimento, o essencial para se perceber o episódio, mas eu sinto falta de conhecer melhor e mais profundamente o background desta história. Mas, como é óbvio, os Heroxi não podiam dar 100% das informações e fazer o trabalhinho todo. Espero que os próximos escritores não se esqueçam de seguir a linha dos Heroxi e irem completando esse background.

No que diz respeito aos personagens, tenho que concordar que podiam ter um pouco mais de carisma (e podia haver uma descrição de cada um deles, mesmo havendo uma imagem). Acho o Seth e o Theo muito parecidos e um pouco monótonos. O Seth, sendo (dos dois) o personagem principal devia ter um pouco mais de garra, podia questionar mais a realidade daquele mundo, em vez de parecer conformado. Isto serve de dica para os próximos escritores.

Acho que a parte melhor conseguida foi a chamada para o Dia da Criação. O equilíbrio entre o pensamento do Seth, os acontecimentos e as descrições simples de cada seleccionado ficou perfeito. Seria mais que óbvio que o Theo fosse chamado, ou não fosse ele o companheiro do personagem principal. Quanto à chamada do Seth para substituir o Theo, também é natural, tendo em conta o regime que vivem: qual a melhor forma de mostrar poder, quando esse poder é posto em causa e contrariado? As pessoas mais próximas é que pagam. Neste caso, a pessoa mais próxima do Theo é o Seth, quem mais poderia ser chamado?

Não acho a cena final nada violenta e desnecessária. Talvez mal trabalhada, mas tendo em conta o limite que cada escritor tem, das duas uma... Ou se cortava alguma cena anterior para se poder trabalhar melhor o final; ou deixava-se assim. Podia-se cortar? Podia. Mas para mim não. Claro que depois daquele conflito interior, ficar "duro" de um segundo para o outro é um pouco fora... Mas a última frase matou-me! Amei e tenho a certeza que foi escrita pelo Lud. Óbvio!

 

Nota: 17/20

 

Para acabar, acho que os próximos escritores ficaram com uma boa linha para seguir. Mas espero que surpreendam e vão para além daquilo que eu própria já imaginei na minha cabeça.

PS para o SorNunz: não percebi o teu conflito com os adjectivos. Dizeres que, por ser uma história leve não merece adjectivação forte é a mesma desculpa que a E. L. James usa para a escrita podre dela: já que é um livro para mulheres à espera de umas cócegas nas virilhas, então qualquer palavrinha e qualquer onomatopeia serve. Errado, a meu ver. Acho que todos aqui temos capacidade para assimilar adjectivação, quer simples quer complexa ou composta.

Edited by Magy
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Magy, estou a avaliar, não preciso de desculpas seja para o que for. Opinião é opinião. Como autor inexperiente, pequei também muito no que diz respeito à adjectivação no meu primeiro livro, e a convivência com outros escritores, revisores, etc, me alertaram para os perigos da adjectivação excessiva/dispensável. Apenas detectei esses dois casos acima referidos e já expliquei o porquê. "Suor peganhento" por não combinar muito bem (na minha opinião), e "frio congelante" por me parecer abrasileirado. Eu até sou fã de aforismos e pleonasmos, mas se na literatura, eles são bem dispensáveis, neste tipo de textos mais se tornam. 

Seja como for, foi um apenas um simples apontamento. Não é uma crítica que mereça relevo. 

Edited by SorNunz

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Magy, estou a avaliar, não preciso de desculpas seja para o que for. Opinião é opinião. Como autor inexperiente, pequei também muito no que diz respeito à adjectivação no meu primeiro livro, e a convivência com outros escritores, revisores, etc, me alertaram para os perigos da adjectivação excessiva/dispensável. Apenas detectei esses dois casos acima referidos e já expliquei o porquê. "Suor peganhento" por não combinar muito bem (na minha opinião), e "frio congelante" por me parecer abrasileirado. Eu até sou fã de aforismos e pleonasmos, mas se na literatura, eles são bem dispensáveis, neste tipo de textos mais se tornam. 

Seja como for, foi um apenas um simples apontamento. Não é uma crítica que mereça relevo. 

O que está a negrito é que é abrasileirado. ;)

Mas tu podes ter a tua opinião. Eu só referi o facto de dizeres (ou dares a entender) que por ser uma história "light" não justifica a adjectivação usada. E eu disse que, a meu ver, essa é a desculpa usada pela E L James para a pobre escrita dela. Para quê trabalhar e embelezar a escrita se vai ser considerada pornografia light para mamãs?! É a mesma onda que deste a entender. Lá por ser light, lá por estarmos num fórum e não sermos profissionais, não significa que não possamos ou não gostemos de uma escrita mais cuidada (consoante a capacidade de cada um, claro)!

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O que está a negrito é que é abrasileirado. ;)

Mas tu podes ter a tua opinião. Eu só referi o facto de dizeres (ou dares a entender) que por ser uma história "light" não justifica a adjectivação usada. E eu disse que, a meu ver, essa é a desculpa usada pela E L James para a pobre escrita dela. Para quê trabalhar e embelezar a escrita se vai ser considerada pornografia light para mamãs?! É a mesma onda que deste a entender. Lá por ser light, lá por estarmos num fórum e não sermos profissionais, não significa que não possamos ou não gostemos de uma escrita mais cuidada (consoante a capacidade de cada um, claro)!

Sim, essa expressão que tiveste o trabalho de colocar em negrito, é abrasileirada. Esse é um problema que às vezes tenho, uma vez que leio muita coisa em pt-br, mas por já ter sido alertado para isso tenho procurado ter mais cuidado, daí que também alerte quando o encontro em outros textos. Já justifiquei acima o ter apontado essas expressões. Nunca li E L James e gosto de escrita trabalhada e embelezada, e em lado algum disse que a escrita desta série não merece ser cuidada. 

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Paz e amor, gente!

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