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Mário Ferreira acusa as operadoras de “intransigência e até uma certa prepotência” em relação às televisões

Mário Ferreira defende que as televisões “pagam uma taxa muito elevada” e “injusta” pela distribuição do seu sinal — que já nem sequer tem utilidade, porque é a distribuição por antena e o consumo é feito na quase totalidade via box — e diz também que os media “contribuem para grande parte dos lucros gordos” das empresas de telecomunicação. “As televisões estão amarradas porque têm muita pouca capacidade negocial com os operadores”, afirma, acrescentando que “quem está a ganhar são eles”.

Apesar do resultado líquido de 9,26 milhões de euros, um aumento de cerca de nove milhões face aos 319 mil euros de lucro registados em 2023, o dono da TVI realça que “em relação à televisão, em particular, estamos a falar de uma margem miserável de 2,5%. Com margens destas, nenhum grupo de media vai conseguir sobreviver”, atira o presidente do conselho de administração da Media Capital, dona da TVI e também da Plural, na conferência “O Futuro da Comunicação Social”, organizada pelo ECO, que decorreu esta sexta-feira na Câmara Municipal do Porto.

“Do outro lado temos intransigência e até uma certa prepotência por parte desses grandes operadores [Meo, Nos e Vodafone], que acham que controlam a distribuição e que podem obrigar-nos a dar umas míseras migalhas por uma quantidade de produtos que custam imenso dinheiro a produzir”, aponta, ressalvando que a RTP é uma exceção, porque “esse produto já está pago por todos nós”.

Mário Ferreira garante que os “lucros não estão a ser distribuídos na proporção correta perante os produtores desses conteúdos, mas como as leis, neste momento, ajudam a proteger esses distribuidores, eles têm a faca e o queijo na mão e continuam-nos a pagar miseravelmente”, reforça.

Em relação ao desequilíbrio entre quem produz a informação e quem a distribui, Pedro Duarte, ministro com a tutela da comunicação social, assumiu “que pode fazer sentido uma reavaliação da situação atual, mas tem que partir em primeiro lugar dos players que estão no mercado”.

No entanto, Pedro Duarte salvaguarda que “a distribuição da televisão em Portugal, é baseada numa relação contratual, portanto, não é propriamente uma lei –– há um contrato entre operadores e os diferentes produtores de conteúdos”, disse o governante à margem da conferência “O Futuro da Comunicação Social”.

Em julho do ano passado, recorde-se, a Media Capital, dona da TVI e da CNN Portugal, tentou comprar a Nowo, que acabou por ser comprada um mês depois pela Digi por 150 milhões de euros. Mário Ferreira explicou que esta tentativa foi para o grupo ter “alguma independência de distribuição”, perante esta “pseudo guerra com as operadoras”.

Presidente da TVI acusa RTP de concorrência desleal na transmissão de jogos
Em relação ao futebol, com os jogos da seleção portuguesa a serem transmitidos na RTP, Mário Ferreira considera “injusto” que uma televisão subsidiada pelo Estado “esteja a concorrer contra duas outras televisões chamadas free-to-air, que na realidade já não são um free-to-air“, uma vez que o consumo é via box.

“Com o dinheiro de todos os contribuintes, a RTP pode pagar fortunas pelos jogos e deixar-nos de fora“, lamenta o dono da TVI, que o ano passado comprou os direitos televisivos dos jogos do Moreirense.

“É uma concorrência desleal para com os outros canais que também precisam de futebol”, afirma o presidente do conselho de administração do Grupo Media Capital, exemplifica que “nos jogos da taça a RTP está disposta a oferecer muito mais que o grupo (que detém a TVI e a CNN), porque o dinheiro não lhes custa a ganhar”.

Em relação à transmissão dos jogos do campeonato nacional assegura “que ao preço a que estão os jogos”, no caso da Media Capital “não conseguem cobrir sequer 50% do custo de cada jogo”. “A receita que obtemos em termos publicitários é sempre inferior a 50% daquilo que precisávamos”, diz Mário Ferreira, numa altura em que o Benfica está a negociar diretivos de transmissão televisivos para os jogos dos próximos dois anos no valor de cerca de 50 milhões de euros por ano.

Recorde-se que os canais em sinal aberto deixaram de transmitir os jogos da Liga dos Campeões (UEFA Champions League) em 2023. Os direitos de transmissão foram divididos entre dois canais por cabo – Sport TV e DAZN (Eleven).

https://eco.sapo.pt/2025/03/21/mario-ferreira-acusa-as-operadoras-de-intransigencia-e-ate-uma-certa-prepotencia-em-relacao-as-televisoes/

  • LOL 2
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O Mário Ferreira está a defender os seus interesses mas acaba por ter uma certa razão.

Depois de ver o benfica a transmitir há mais 10 anos no seu canal os jogos em casa pro Campeonato (coisa exclusiva no Mundo do futebol) e estando até a negociar +2 épocas por verbas inacreditáveis já acredito em tudo neste país de 3° mundo.

Edited by Ficcão Total
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há 1 hora, D91 disse:

Mário Ferreira acusa as operadoras de “intransigência e até uma certa prepotência” em relação às televisões

Mário Ferreira defende que as televisões “pagam uma taxa muito elevada” e “injusta” pela distribuição do seu sinal — que já nem sequer tem utilidade, porque é a distribuição por antena e o consumo é feito na quase totalidade via box — e diz também que os media “contribuem para grande parte dos lucros gordos” das empresas de telecomunicação. “As televisões estão amarradas porque têm muita pouca capacidade negocial com os operadores”, afirma, acrescentando que “quem está a ganhar são eles”.

Apesar do resultado líquido de 9,26 milhões de euros, um aumento de cerca de nove milhões face aos 319 mil euros de lucro registados em 2023, o dono da TVI realça que “em relação à televisão, em particular, estamos a falar de uma margem miserável de 2,5%. Com margens destas, nenhum grupo de media vai conseguir sobreviver”, atira o presidente do conselho de administração da Media Capital, dona da TVI e também da Plural, na conferência “O Futuro da Comunicação Social”, organizada pelo ECO, que decorreu esta sexta-feira na Câmara Municipal do Porto.

“Do outro lado temos intransigência e até uma certa prepotência por parte desses grandes operadores [Meo, Nos e Vodafone], que acham que controlam a distribuição e que podem obrigar-nos a dar umas míseras migalhas por uma quantidade de produtos que custam imenso dinheiro a produzir”, aponta, ressalvando que a RTP é uma exceção, porque “esse produto já está pago por todos nós”.

Mário Ferreira garante que os “lucros não estão a ser distribuídos na proporção correta perante os produtores desses conteúdos, mas como as leis, neste momento, ajudam a proteger esses distribuidores, eles têm a faca e o queijo na mão e continuam-nos a pagar miseravelmente”, reforça.

Em relação ao desequilíbrio entre quem produz a informação e quem a distribui, Pedro Duarte, ministro com a tutela da comunicação social, assumiu “que pode fazer sentido uma reavaliação da situação atual, mas tem que partir em primeiro lugar dos players que estão no mercado”.

No entanto, Pedro Duarte salvaguarda que “a distribuição da televisão em Portugal, é baseada numa relação contratual, portanto, não é propriamente uma lei –– há um contrato entre operadores e os diferentes produtores de conteúdos”, disse o governante à margem da conferência “O Futuro da Comunicação Social”.

Em julho do ano passado, recorde-se, a Media Capital, dona da TVI e da CNN Portugal, tentou comprar a Nowo, que acabou por ser comprada um mês depois pela Digi por 150 milhões de euros. Mário Ferreira explicou que esta tentativa foi para o grupo ter “alguma independência de distribuição”, perante esta “pseudo guerra com as operadoras”.

https://eco.sapo.pt/2025/03/21/mario-ferreira-acusa-as-operadoras-de-intransigencia-e-ate-uma-certa-prepotencia-em-relacao-as-televisoes/

Amigo, vai de vez em exclusivo para a Digi e matavas dois coelhos de uma cajadada :cryhappy:

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O Mário Ferreira já vai na lengalenga de que "a SIC e a TVI já não são FTA porque o consumo é por boxes" como se esses dois canais saíssem definitivamente da TDT.

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há 2 horas, D91 disse:

Em relação ao futebol, com os jogos da seleção portuguesa a serem transmitidos na RTP, Mário Ferreira considera “injusto” que uma televisão subsidiada pelo Estado “esteja a concorrer contra duas outras televisões chamadas free-to-air, que na realidade já não são um free-to-air“, uma vez que o consumo é via box.

“Com o dinheiro de todos os contribuintes, a RTP pode pagar fortunas pelos jogos e deixar-nos de fora“, lamenta o dono da TVI, que o ano passado comprou os direitos televisivos dos jogos do Moreirense.

“É uma concorrência desleal para com os outros canais que também precisam de futebol”, afirma o presidente do conselho de administração do Grupo Media Capital, exemplifica que “nos jogos da taça a RTP está disposta a oferecer muito mais que o grupo (que detém a TVI e a CNN), porque o dinheiro não lhes custa a ganhar”.

Nem sei se hei de rir ou de chorar com estas declarações. A RTP pode ser uma empresa pública, mas tem tanto direito como as outras de adquirir os direitos de transmissão de jogos de futebol (seja seleção ou clubes) (eu, aliás, prefiro que seja a RTP a transmitir os jogos - ou até mesmo o Canal 11 - do que a SIC ou a TVI, muito pela forma como estas duas tratam o produto; basta ver o exemplo da transmissão, por parte da SIC, da final da Taça da Liga feminina).

Não acho que a RTP possa pagar fortunas, como o CEO da Media Capital argumenta (aliás, a RTP é das empresas mais escrutinadas; não é perfeita, mas longe vão os tempos dos gastos incontroláveis em grelha e ativos), mas concordo que ela tem uma maior margem negocial e financeira. Mas ele também se esquece que sem a RTP, eles nunca teriam e terão jogos do Mundial (e, no futuro, do Euro). Estas declarações poderão trazer consequências nas negociações de partilha dos direitos, caso a RTP consiga fechar os direitos de transmissão do Mundial 2026 (mas como a atual administração da RTP precisa de também pensar no equilíbrio financeiro da empresa, ela simplesmente fecha os olhos e fecha um acordo com a TVI e o Mário esquece-se daquilo que falou e passa a elogiar muito a RTP).

Mas no meio disto tudo, ele consegue proferir a frase mais estúpida que li nos últimos tempos: "É uma concorrência desleal para com os outros canais que também precisam de futebol". Por incrível que pareça, mais facilmente consegue fazer dinheiro e obter melhores lucros com o BB e o SS do que com o futebol (exceto a seleção e clássicos como Porto-Benfica e Sporting-Benfica). A TVI, assim como a SIC, podem precisar do futebol para aumentar a variedade na grelha, mas nem acho que, com o modelo atual, o futebol consiga ajudar a TVI e a SIC a sobreviver.

Edited by User3468
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há 2 minutos, User3468 disse:

Mas no meio disto tudo, ele consegue proferir a frase mais estúpida que li nos últimos tempos: "É uma concorrência desleal para com os outros canais que também precisam de futebol". Por incrível que pareça, mais facilmente consegue fazer dinheiro e obter melhores lucros com o BB e o SS do que com o futebol (exceto a seleção e clássicos como Porto-Benfica e Sporting-Benfica). A TVI, assim como a SIC, podem precisar do futebol para aumentar a variedade na grelha, mas nem acho que, com o modelo atual, o futebol consiga ajudar a TVI e a SIC a sobreviver.

Disseste uma grande verdade. O segredo para a sobrevivência da SIC e TVI é terem uma grelha equilibrada, enquanto não conseguirem isso, respeitando o publico e sem entrarem em loucuras, tudo continuará a piorar. Mas eles não percebem o óbvio.

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há 1 minuto, D91 disse:

Disseste uma grande verdade. O segredo para a sobrevivência da SIC e TVI é terem uma grelha equilibrada, enquanto não conseguirem isso, respeitando o publico e sem entrarem em loucuras, tudo continuará a piorar. Mas eles não percebem o óbvio.

Exatamente. A razão pela qual a TVI adquiriu os direitos dos jogos do Moreirense foi por causa do Benfica, Sporting e Porto. Esses três jogos serão, claramente, transmitidos na TVI. O do Braga poderá também ser transmitido lá, mas os restantes serão atirados para o V+, pois eles sabem que esses jogos terão uma audiência desastrosa. Os portugueses são malucos por futebol, mas a esmagadora maioria só tem interesse no futebol do Benfica, Sporting, Porto e/ou da seleção. Os restantes são nichos e nichos não interessam para a TVI, principalmente para as receitas que a administração da empresa quer com este tipo de conteúdos (ainda que para a TVI possa eventualmente haver algum interesse em determinado tipo de nichos, mas direcionados para os projetos no cabo).

A questão que se prende então é: compensa o investimento feito por causa de três jogos por ano que terão audiências não tão baixas, em relação aos restantes 14 que terão de transmitir, mesmo sabendo que não lhes interessam? Honestamente, acho que não. Claro que considero bem-vindo o regresso de jogos do campeonato em sinal aberto. Mas será este modelo que irá trazer grandes números à TVI?

E não se esqueçam de outro detalhe: se não fosse o bom arranque, o Moreirense já estaria em posição de descida. E ainda não está afastada essa hipótese. Não sou de desejar mal a ninguém, mas eu adoraria que o Moreirense descesse para a segunda liga, só para ver o que a TVI iria fazer com a transmissão dos jogos, pelo menos, na próxima época. E que declarações iria o Mário Ferreira fazer sobre "o grande interesse de transmitir jogos da segunda liga em sinal aberto".

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  • 2 months later...
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Boa noite, eu apareci (mais do que uma vez) numa reportagem  num canal televisivo português, sendo que o foco da reportagem não era eu. Não tendo ninguém me pedido consentimento para a gravação da minha cara, que é percetível na reportagem, num espaço fechado (não foi na rua), adicionando que a minha cara nem apareceu desfocada, e se isso acontecesse, em nada interferia com o objetivo da reportagem, queria saber quais são os meus direitos e que ações que posso tomar neste momento.

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há 11 horas, TVJ disse:

Boa noite, eu apareci (mais do que uma vez) numa reportagem  num canal televisivo português, sendo que o foco da reportagem não era eu. Não tendo ninguém me pedido consentimento para a gravação da minha cara, que é percetível na reportagem, num espaço fechado (não foi na rua), adicionando que a minha cara nem apareceu desfocada, e se isso acontecesse, em nada interferia com o objetivo da reportagem, queria saber quais são os meus direitos e que ações que posso tomar neste momento.

Nenhum... porque só tens de autorizar quando é pedida uma intervençao direta no assunto que se aborda, portanto só entrevistados pode requerer sigilo ou recusar ceder imagem. A não ser que no momento alegasses logo que não querias aparecer, depois de feito e exibido não tens como reclamar.

Imagina por exemplo nas campanhas eleitorais quando se fazem discursos em sala alguém que esta ali no meio vir reclamar dias depois que n queria aparecer nas imagens da palestra? não faz sentido.

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há 49 minutos, AndreRob disse:

Nenhum... porque só tens de autorizar quando é pedida uma intervençao direta no assunto que se aborda, portanto só entrevistados pode requerer sigilo ou recusar ceder imagem. A não ser que no momento alegasses logo que não querias aparecer, depois de feito e exibido não tens como reclamar.

Imagina por exemplo nas campanhas eleitorais quando se fazem discursos em sala alguém que esta ali no meio vir reclamar dias depois que n queria aparecer nas imagens da palestra? não faz sentido.

Você não percebeu, eu fui gravado sem ter qualquer ideia de que estava a ser gravado, porque os jornalistas que gravaram fizeram-no, de certeza, com um telemóvel e não com uma câmera que as televisões costumam utilizar. Eu não tinha como não consentir porque: 1)não sabia que estava a ser filmado; 2) nunca ninguém me informou que isto iria para a televisão e nunca ninguém me pediu o consentimento, adicionando que os jornalistas estavam disfarçados. Não foi por eu ter aparecido na televisão no meio da rua lol.

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agora mesmo, TVJ disse:

Você não percebeu, eu fui gravado sem ter qualquer ideia de que estava a ser gravado, porque os jornalistas que gravaram fizeram-no, de certeza, com um telemóvel e não com uma câmera que as televisões costumam utilizar. Eu não tinha como não consentir porque: 1)não sabia que estava a ser filmado; 2) nunca ninguém me informou que isto iria para a televisão e nunca ninguém me pediu o consentimento, adicionando que os jornalistas estavam disfarçados. Não foi por eu ter aparecido na televisão no meio da rua lol.

Se é gravado sem autorização de qualquer dos intervenientes com cameras escondidas aí já pode roçar a invasão de privacidade sobretudo se for em propriedade privada, tanto que geralmente essas gravações tendem a não mostrar a cara de ninguém ou a voz distorcida... se surges na imagem de forma indenfiticavel e nao foste informado podes fazer um pedido de danos morais... isto é se as imagens de alguma forma te possam prejudicar pessoalmente ou profissionalmente.

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há 12 horas, TVJ disse:

Boa noite, eu apareci (mais do que uma vez) numa reportagem  num canal televisivo português, sendo que o foco da reportagem não era eu. Não tendo ninguém me pedido consentimento para a gravação da minha cara, que é percetível na reportagem, num espaço fechado (não foi na rua), adicionando que a minha cara nem apareceu desfocada, e se isso acontecesse, em nada interferia com o objetivo da reportagem, queria saber quais são os meus direitos e que ações que posso tomar neste momento.

Podes dizer que reportagem foi essa e em que canal deu? Fiquei curioso para saber o tipo de reportagem… qual o assunto? E como apareceste nela?

Não me digas que foi naquela reportagem da CMTV, naquele restaurante manhoso. :mosking:

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há 44 minutos, TVJ disse:

Você não percebeu, eu fui gravado sem ter qualquer ideia de que estava a ser gravado, porque os jornalistas que gravaram fizeram-no, de certeza, com um telemóvel e não com uma câmera que as televisões costumam utilizar. Eu não tinha como não consentir porque: 1)não sabia que estava a ser filmado; 2) nunca ninguém me informou que isto iria para a televisão e nunca ninguém me pediu o consentimento, adicionando que os jornalistas estavam disfarçados. Não foi por eu ter aparecido na televisão no meio da rua lol.

Se os jornalistas não estavam identificados e ninguém informou que estavas a ser filmado, ai podes tomar medidas legais. Contacta um advogado.

Também podes mandar um email ao canal em questão e expores a situação. 

Edited by D91
  • 2 weeks later...
  • 4 weeks later...
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Entrevista a Carlos Rodrigues da Medialivre. Ele diz que o Now ainda vai crescer e liderar o segmento, fala da CMTV, admite que podem lançar mais canais nos próximos anos, fala da crise das generalistas em Portugal, e da imprensa em papel, etc.

https://eco.sapo.pt/entrevista/ha-um-concorrente-que-conseguiu-derrotar-a-cnn-que-e-a-cmtv-achamos-que-vai-haver-dois-a-cmtv-e-o-now/

Edited by D91
  • Sad 2
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On 06/07/2025 at 12:05, D91 disse:

Entrevista a Carlos Rodrigues da Medialivre. Ele diz que o Now ainda vai crescer e liderar o segmento, fala da CMTV, admite que podem lançar mais canais nos próximos anos, fala da crise das generalistas em Portugal, e da imprensa em papel, etc.

https://eco.sapo.pt/entrevista/ha-um-concorrente-que-conseguiu-derrotar-a-cnn-que-e-a-cmtv-achamos-que-vai-haver-dois-a-cmtv-e-o-now/

A Brincar é o que tem mais noção do mercado e do futuro dele em Portugal. 

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há 1 hora, Foid disse:

A Brincar é o que tem mais noção do mercado e do futuro dele em Portugal. 

No que diz respeito à crise das generalistas tem razão.

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há 2 minutos, cristovaoga disse:

Até uma velha sabe dizer que as generalistas estão em crise

A RTP, a SIC e a TVI tem que mudar a sua forma de negócio, mas também não é algo que se faz da noite para o dia.

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On 11/07/2025 at 14:43, cristovaoga disse:

Até uma velha sabe dizer que as generalistas estão em crise

Mas dizer porquê nem tanto. As generalistas continuam a gastar o que já não podem. Penso que inclusive era possível ter uma programação melhor gastando menos.

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há 1 hora, AG. disse:

Mas dizer porquê nem tanto. As generalistas continuam a gastar o que já não podem. Penso que inclusive era possível ter uma programação melhor gastando menos.

Também acho que sim, mas eles gastam balúrdios em alguns contratos que nem eram necessários. 

  • 4 weeks later...
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On 14/07/2025 at 15:25, AG. disse:

Mas dizer porquê nem tanto. As generalistas continuam a gastar o que já não podem. Penso que inclusive era possível ter uma programação melhor gastando menos.

Para ser sincero, acho que há uma atenção completamente absurda ao daytime por cá. Alguns dos maiores ordenados da SIC e TVI devem estar em apresentadores de daytime com números e exposição cada vez mais ridículos. Duvido que muitos actores de novela ganhem metade do que ganha uma Cristina Ferreira quando estes estão em horários de maior exposição.

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