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Daniel_TV

Crónicas sobre Televisão

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A "Casa dos Segredos" é aquilo que os portugueses querem que ela seja, não é a TVI ;)

Se o formato é sucesso e se numa semana se conseguem 15 mil inscrições, é porque o povo português gosta do formato.

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Semear para colher

1. Felizes para Sempre é mais uma aposta bem sucedida do Canal Q, das Produções Fictícias, que infelizmente para os espectadores da Zon continua disponível apenas para os clientes da Meo. O conceito é muito simples: um reality show feito em casa de Nuno Markl e Ana Galvão, dois profissionais da rádio que em boa hora a televisão absorveu. Nuno e Ana são casados na vida real e é como casal, precisamente, que se aventuram neste formato. Dir-me-ão que um reality show não é original e que a chegada do género, há mais de uma década à televisão portuguesa, não trouxe propriamente nada de novo, e sobretudo, nada de bom à dita. E eu não posso deixar de concordar. Mas nesta tarefa hercúlea de fazer um canal 100% de humor e que é, seguramente, investir e produzir em português num mercado cada vez mais atrofiado, volto a tirar o chapéu ao chefe da banda, Nuno Artur Silva. Felizes para Sempre é bem pensado e bem escrito. A diferença com, por exemplo, Na Casa do Toy, que a SIC produziu e exibiu há quase dez anos, é que neste Markl e Galvão não se levam a sério. E, por isso, são eles a caricatura de si próprios. Muito bom.

2. Nuno Eiró vai começar a colher na TVI o que anda a semear há mais de um ano. O antigo repórter de entretenimento da SIC começa segunda-feira um novo projecto ao lado de Leonor Poeiras, nas tardes da estação. Fragoso mantem a sua senda de diversificação de conteúdos e estrelas do canal. Seguir-se-á João Paulo Rodrigues, que ele tanto acarinhou na RTP1, e, quem sabe, Luciana Abreu, que ainda no domingo confessou estar a "concretizar o sonho" de trabalhar na TVI.

por NUNO AZINHEIRA

Concordo!

1. O Canal Q não é mais um canal! É diferente e difícil de fazer! Tem mérito, pois aquela equipa faz muito com muito pouco...

2. Esta é uma vantagem do Video POP: "utilizar" estrelas que estão na prateleira (leia-se sem nenhum projecto diário ou semanal, sem contar com as festas dominicais). Para além da formação que dão as apresentadores (pois é sempre uma aprendizagem trabalhar), embora Leonor Poeiras já ter experiência para voar mais alto... E isto também serve para o novo programa semanal!!! Falta um projeto para Iva Domingues...

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Os segredos estão de volta: Bem verdade, pode ser do pior que se pode ter em TV, mas não deixa de ser o tipo de programas que mais pode sustentar uma grelha e deslocalizar publico fidelizado de outras antenas!

Semear para colher: acho que é demasiado egocentrista fazer um reality com os proprios idiotas que o fizeram nascer, ainda para mais num canal onde assumem demasiado protagonismo. Mas não posso falar muito pq nunca o vi (o programa em causa, não o canal). é questão de ir espreitar. O Eiró foi muito bem aproveitado pela TVI, depois de ter saído da SIC. Danado para a brincadeira é capaz de decompor a posticez demasiado evidente da Poeiras (que tb acho ser demasiado egocentrista), e é capaz de levantar as audiencias no fim de tarde da TVI. Capaz de derrubar Fina Estampa? Não, de certeza!

A "Casa dos Segredos" é aquilo que os portugueses querem que ela seja, não é a TVI ;)

Se o formato é sucesso e se numa semana se conseguem 15 mil inscrições, é porque o povo português gosta do formato.

Não só, o pacote só fica completo com o dedinho do produtor, do diretor de programas e do apresentador.

Recordo as palavras da Gabi (qq coisa do tipo que na SIC seria feito noutros conformes). Quero com isto dizer que até pode ser o público a moldar grande parte do programa, mas a baixeza e o ridículo que as vezes este tipo de programas atinge é da total responsabilidade do canal!

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Engasgos e eufemismos

por NUNO AZINHEIRA

1. Ao fim de três meses e meio a trabalhar diariamente na medição do consumo televisivo em Portugal, a GfK ainda se engasga quando algo de diferente acontece. Ontem, a empresa de audimetria precisou de mais seis horas do que é habitual para saber quantos espectadores viram o Portugal-Dinamarca. Em vez de serem divulgadas às 09.30, como é habitual, as audiências só estiveram disponíveis às 15.30. Não se percebe porquê, mas deve ter havido uma razão ponderosa, seguramente. Ou foi do satélite, ou foi dos ficheiros, ou foram os audímetros que se assustaram com o golo do Postiga, ou foi alguém que atirou uma garrafa de cerveja ao aparelho depois do Ronaldo falhar os golos que falhou. Há sempre uma razão. E o mercado aguarda a auditoria externa...

2. Há uma espécie de acordo tácito entre os jornalistas televisivos que seguem o Euro, que fazem da avaliação dos jogos de Cristiano Ronaldo uma espécie de "Leis do Chefe" (o chefe não dorme, apenas descansa. O chefe nunca chega tarde, demora-se... e por aí adiante). Ronaldo nunca joga mal, apenas está desinspirado. Ronaldo nunca falha um golo de forma infantil, apenas se descuida. O que os 2,4 milhões de espectadores (agora, sim, chegaram as medições da GfK...) viram foi uma das piores exibições de sempre do CR7. Não vale a pena sacrificar o homem, grande jogador, indiscutivelmente, mas poupem-nos aos eufemismos. Ronaldo não jogou nada. Nada. Não vale a pena ter medo das palavras. O que vale é que depois do jogo da SIC, David Borges chegou ao estúdio. E com ele, já se sabe, o rigor e as palavras são outros...

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Até quando?

Mais de 35% dos portugueses que veem TV já não escolhem os canais generalistas. Em pleno mês de junho, quando crianças, adolescentes e universitários entram de férias escolares, e, portanto, com mais tempo disponível para ver TV, este número não deixa de ser revelador do comportamento dos portugueses perante o ecrã. Com a nova medição de audiência, entre o Cabo (cerca de 25%) e os Outros (canais temáticos e codificados com menor expressão, mais vídeo, mais videojogos em consolas - quase 12%), temos, pois, que quatro em cada 10 espectadores procuram a diversidade de conteúdos que a TV generalista não oferece.

E, mesmo sabendo que as grelhas tradicionais ainda continuam a atrair a maioria, e mesmo sabendo que o consumo de TV aumentou com a medição da GfK (coisa que deixa programadores e planeadores de meios de consciência ainda tranquila e com uma falsa ilusão de conforto...), esta realidade dos temáticos está longe de ser algo residual. É preciso olhar para estes números e percebê-los. Sobretudo, não enterrar a cabeça na areia- estes refletem um esgotamento do modelo de programas assente em talk shows, concursos e novelas, que há décadas nos é oferecido pela RTP, SIC e TVI.

O assunto não é dramático ainda, até porque ninguém sabe responder à tal pergunta de um milhão de dólares (até quando este modelo vai chegar para as encomendas?). Mas ignorar esta realidade significará, a prazo, uma indústria de mãos e pés atados - sem massa crítica para se reinventar e sem dinheiro para investir.

Quando chegar esse momento, sem que nada tenha sido feito ou equacionado, será tarde de mais, porque os consumidores tenderão a ser cada vez mais exigentes.

por NUNO AZINHEIRA

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Completamente de acordo.

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Se me permite D_ TV , a crónica de hoje de Nuno Azinheira:

Os fora de jogo não têm contraditório

Anda para aí meio mundo cibernético engalfinhado pelo facto de a TVI ter Pedro Ribeiro, diretor da Rádio Comercial, um não jornalista, a narrar e comentar os jogos do Euro 2012 que a estação transmite. É uma polémica entre jornalistas, está bom de ver. Porque só os jornalistas, metidos na sua caixinha e no seu mundo, se preocupam com uma coisa destas. Aliás, estou mesmo a ver o incauto espectador da TVI, ao segundo minuto de transmissão, a ler o oráculo que identifica o narrador e a dizer em alto e bom som: "Pedro Ribeiro? Hummm, este tipo não é jornalista. Como posso eu confiar nele, se ele não obedece a um Código Deontológico? Livra, deixa-me mas é mudar de canal, que não quero nada com estes tipos."

O inferno televisivo está cheio de jornalistas à séria que usam o plural majestático para transmitir uma ideia de união patriótica; profissionais que se deixam contagiar pelo fogo ardente que sai da boca inflamada dos adeptos ("até os comemos, carago..."); gente incapaz de dizer com todas as letras que Cristiano Ronaldo fez uma exibição desastrada contra a Dinamarca, como se a análise às exibições do CR7 na seleção fosse uma espécie de As Leis do Chefe ("O chefe não dorme, descansa"; "O Chefe não se atrasa, foi preciso noutro local à mesma hora", e por aí adiante...), impedidas de serem contrariadas.

Eu quero lá saber que Pedro Ribeiro não seja jornalista. Quero lá saber que ele faça piadas e cantorias à vida conjugal da Luciana Abreu. O que eu quero é alguém que não me diga o óbvio que os meus olhos veem. O que eu quero é alguém que saiba mais do que eu de futebol, que me explique as táticas, que me ajude a perceber movimentações. Eu quero é alguém competente na narração de um jogo e que conheça os jogadores. Que fale bem português e que saiba o que está a fazer. Até pode ser o José Castelo Branco (como é que a TVI não se lembrou?!...)

Eu quero lá saber do Código Deontológico dos Jornalistas num jogo de futebol. Os foras de jogo não têm contraditório. E se tiverem, não dependem dos jornalistas...

por NUNO AZINHEIRA

Fonte: DN Televisão

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Até quando? Se calhar qd o CABO e Outros atingir os 50% as generalistas pensam em fazer alguma coisa! É lamentável. As generalistas agora resumem-se a 3 coisas: Novelas + Informação + talk shows

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É dos comentadores q mais aprecio aqui no Euro, sem dúvida.

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Apostar forte

1 - A TVI está a apostar tudo na recuperação do seu horário vespertino. Ontem, estreou o seu novo programa, com Nuno Eiró e Leonor Poeiras, uma espécie de Gosto Disto com prémios, e Fátima Lopes lança, a partir de quinta-feira, um passatempo que dará aos seus espectadores a possibilidade de ganharem um apartamento duplex em Vilamoura. Já não são dez mil euros garantidos, já não são barras de ouro, já não é um automóvel. Não, agora, a TVI colocou toda a carne no assador: um apartamento duplex junto à praia em Vilamoura. Num mercado em crise, em que os programadores passam a vida a lamentar o pouco dinheiro para investir em grelha, e em que os acionistas se queixam da redução da publicidade, não está mal. Com crises destas... podemos nós bem.

2 - A SIC tem estado calada em relação às audiências do Ídolos. O único sinal de espanto, e de alguma indignação, de resto, tem vindo do produtor, Frederico Ferreira de Almeida, que diz não acreditar nas audiências do talent show. Nos últimos três meses, desde a entrada em cena da GfK, passou a ser moda duvidar dos números. As trocas e baldrocas em que o novo sistema se tem visto envolvido legitimam todas as dúvidas. Mesmo que não haja razões para isso. Mas, de facto, olha-se para o Ídolos e não se percebe: o programa continua a ser bem produzido, e, mesmo que as vozes desta edição estejam aquém das de anos anteriores, o concurso não aquece. Mesmo este domingo, sem a concorrência de A Tua Cara não Me É Estranha (TVI), não passou dos 23,7% de quota de mercado. Fraquito...

por NUNO AZINHEIRA

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2 - A SIC tem estado calada em relação às audiências do Ídolos. O único sinal de espanto, e de alguma indignação, de resto, tem vindo do produtor, Frederico Ferreira de Almeida, que diz não acreditar nas audiências do talent show. Nos últimos três meses, desde a entrada em cena da GfK, passou a ser moda duvidar dos números. As trocas e baldrocas em que o novo sistema se tem visto envolvido legitimam todas as dúvidas. Mesmo que não haja razões para isso. Mas, de facto, olha-se para o Ídolos e não se percebe: o programa continua a ser bem produzido, e, mesmo que as vozes desta edição estejam aquém das de anos anteriores, o concurso não aquece. Mesmo este domingo, sem a concorrência de A Tua Cara não Me É Estranha (TVI), não passou dos 23,7% de quota de mercado. Fraquito...

por NUNO AZINHEIRA

Ninguém percebe, o programa tem tudo para vingar mas não pega! Sim as vozes são mais fracas que em edições anteriores!

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É mais que óbvio que o formato está gasto, pelo menos durante os próximos anos... esta 5ª edição foi um erro. Tinha sido preferível o X Factor, e o investimento não teria que ser muito diferente, visto que até fizeram cenário novo e tudo...

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É mais que óbvio que o formato está gasto, pelo menos durante os próximos anos... esta 5ª edição foi um erro. Tinha sido preferível o X Factor, e o investimento não teria que ser muito diferente, visto que até fizeram cenário novo e tudo...

LOL. Estás tão enganado, João! Fazer o X Factor implicaria um investimento fortíssimo, já para não dizer que era um formato novo e não se sabia se as pessoas iam gostar. Eles preferiram acreditar que os portugueses continuavam fanáticos pelo idolos...

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Que grandes diferenças há para o investimento ter que ser tão diferente? Há uma fase de castings, tal como no Ídolos e uma fase de galas como no Ídolos. Os castings são feitos num local qualquer, o investimento num palco novo, acabou por existir também no Ídolos 5...

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Que grandes diferenças há para o investimento ter que ser tão diferente? Há uma fase de castings, tal como no Ídolos e uma fase de galas como no Ídolos. Os castings são feitos num local qualquer, o investimento num palco novo, acabou por existir também no Ídolos 5...

A estrutura já existia, João...

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Um pássaro na mão

Nunca um comentário cheio de nada teve tanto significado no mundo da televisão. Depois de conhecidas as críticas do relatório preliminar do Pricewaterhouse Coopers ao sistema de audiências da GfK, a grande dúvida que circulava no mercado era que posição assumiria a TVI. Seria coerente com a sua atitude de 1 de abril (quando denunciou as falhas técnicas da nova medição e anunciou que passaria a trabalhar com os números da Marktest...) e juntar-se-ia à RTP na exigência de denúncia de contrato, ou assumiria uma solução apaziguadora na defesa dos interesses dos operadores privados e inclinar-se-ia para ficar ao lado da SIC? Pois bem, não foram precisas 24 horas. A resposta veio em forma de comunicado. Do tal comunicado vazio, que diz apenas que "é prematuro" falar agora e que comentários só no final do jogo, quando houver mais factos. A posição é ponderada, admito. Mas a simples existência de um comunicado conjunto SIC/TVI, enviado pelas duas estações à mesma hora de ontem, é a resposta que o mercado precisava: a TVI prepara-se para deixar isolada a RTP no combate à GfK. O que a SIC e a TVI perceberam é que juntas podem defender melhor os seus interesses comerciais, sem deixar o poder de decisão aos anunciantes, numa época de crise do sector. O que a TVI foi obrigada a perceber, mesmo que para isso se prepare para fazer tábua rasa de tudo o que disse há dois meses, é que mais vale um sistema coxo do que sistema nenhum. Convenhamos que não é um grande consolo para a saúde do mercado, mas em tempo como estes mais vale um pássaro na mão do que dois a voar...

por NUNO AZINHEIRA

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Um pássaro na mão

Nunca um comentário cheio de nada teve tanto significado no mundo da televisão. Depois de conhecidas as críticas do relatório preliminar do Pricewaterhouse Coopers ao sistema de audiências da GfK, a grande dúvida que circulava no mercado era que posição assumiria a TVI. Seria coerente com a sua atitude de 1 de abril (quando denunciou as falhas técnicas da nova medição e anunciou que passaria a trabalhar com os números da Marktest...) e juntar-se-ia à RTP na exigência de denúncia de contrato, ou assumiria uma solução apaziguadora na defesa dos interesses dos operadores privados e inclinar-se-ia para ficar ao lado da SIC? Pois bem, não foram precisas 24 horas. A resposta veio em forma de comunicado. Do tal comunicado vazio, que diz apenas que "é prematuro" falar agora e que comentários só no final do jogo, quando houver mais factos. A posição é ponderada, admito. Mas a simples existência de um comunicado conjunto SIC/TVI, enviado pelas duas estações à mesma hora de ontem, é a resposta que o mercado precisava: a TVI prepara-se para deixar isolada a RTP no combate à GfK. O que a SIC e a TVI perceberam é que juntas podem defender melhor os seus interesses comerciais, sem deixar o poder de decisão aos anunciantes, numa época de crise do sector. O que a TVI foi obrigada a perceber, mesmo que para isso se prepare para fazer tábua rasa de tudo o que disse há dois meses, é que mais vale um sistema coxo do que sistema nenhum. Convenhamos que não é um grande consolo para a saúde do mercado, mas em tempo como estes mais vale um pássaro na mão do que dois a voar...

por NUNO AZINHEIRA

Mais que acertado! Muito acertado! Concordo em tudo o que disse....

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Viver de enlatados

por NUNO AZINHEIRA

1 - Há um lado enternecedor nas comemorações crescentes de cada vitória de Portugal no Euro 2012. Bastou o triunfo com a Dinamarca, no nosso segundo jogo na prova, para tudo mudar. Da depressão à euforia foi um ápice e, quinta-feira à noite, quando atravessava Lisboa a caminho de casa, dei por mim a pensar: se a passagem às meias-finais significou milhares de pessoas nas ruas (do Chiado, ao Marquês, das Avenidas Novas ao Campo Pequeno...), o que acontecerá se o nosso caminho terminar glorioso em Kiev?

Que as televisões, sobretudo os canais informativos, passem o dia seguinte a repetir hora a hora as mesmas reportagens, as mesmas festas, os mesmos pulos de alegria, os mesmos comentários, as mesmas esperanças convictas de que ninguém nos travará (nem mesmo a Grécia...), não é uma novidade. Há muito que o futebol serve para disfarçar a preguiça e a falta de meios...

2 - A primeira semana de Video Pop, o novo programa de Leonor Poeiras e Nuno Eiró, não resolveu o problema das tardes da TVI. A audiência média da estação nesse período horário continua a ser pouco menos de metade da da SIC. Depois, com toda a franqueza, tenho dúvidas se o público que vê Fátima Lopes ainda tem paciência para os gatinhos em cima das árvores, os bebés a brincar no tapete ou os avós embriagados a tropeçarem na árvore de Natal - afinal, o prato forte da maior parte dos imbecis vídeos supostamente divertidos que se retiram do YouTube. Não se pode dizer que Leonor e Eiró estejam mal. Não estão. Mas o que se lhes pede - umas caretas, umas brincadeiras a dois, uma falsa boa disposição - convenhamos, é pouco...

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