Jão Postado 17 de outubro 2013 Postado 17 de outubro 2013 (editado) Á cerca de 1 ano, comecei as minhas aventuras pelas Crónicas de Gelo e Fogo com o primeiro volume “A Guerra dos Tronos”. Hoje terminei “Os Reinos do Caos”. Bem, foi um ano e tanto! Este livro terminou com alguns capítulos pov que me matam de coração para saber o que aí virá, e outros tantos a deixarem a desejar. O último da Daenerys foi fraquinho a meu ver. O do Jon está a deixar-me curioso com o rumo da Muralha, mas se as previsões da mulher de vermelho estiverem corretas nada com que se preocupar. E agora estará Stannis realmente morto? Não acreditei muito naquela carta, mas também como poderia alguém saber toda aquela informação?… a ver como isto se irá desenvolver. Uma personagem que me surpreendeu e muito e que estou a adorar seguir é o Sor Barristan Selmy! Agora estou como tantos outros à espera do próximo livro “Os Ventos do Inverno”. Enquanto isso a minha próxima leitura será: Editado 17 de outubro 2013 por JoãoM94 Citar
Forbidden Postado 18 de outubro 2013 Postado 18 de outubro 2013 Á cerca de 1 ano, comecei as minhas aventuras pelas Crónicas de Gelo e Fogo com o primeiro volume “A Guerra dos Tronos”. Hoje terminei “Os Reinos do Caos”. Bem, foi um ano e tanto! Este livro terminou com alguns capítulos pov que me matam de coração para saber o que aí virá, e outros tantos a deixarem a desejar. O último da Daenerys foi fraquinho a meu ver. O do Jon está a deixar-me curioso com o rumo da Muralha, mas se as previsões da mulher de vermelho estiverem corretas nada com que se preocupar. E agora estará Stannis realmente morto? Não acreditei muito naquela carta, mas também como poderia alguém saber toda aquela informação?… a ver como isto se irá desenvolver. Uma personagem que me surpreendeu e muito e que estou a adorar seguir é o Sor Barristan Selmy! Agora estou como tantos outros à espera do próximo livro “Os Ventos do Inverno”. Enquanto isso a minha próxima leitura será: Depois diz o que achaste do Gabriela, ja me interessei por le lo mas acabei por nao lhe pegar 2 Citar
Jão Postado 19 de outubro 2013 Postado 19 de outubro 2013 Depois diz o que achaste do Gabriela, ja me interessei por le lo mas acabei por nao lhe pegar Do que já li, tem sido muito bom! Estou a gostar imenso. Aconselho. 1 Citar
TaniaM Postado 20 de outubro 2013 Postado 20 de outubro 2013 Mudança de Rumo de Nora Roberts Apaixonada por um Milionario de Ruth Cardello Anna e o Beijo Francês de Stephanie Perkins Citar
TaniaM Postado 23 de outubro 2013 Postado 23 de outubro 2013 Até Que Ele nos Separe de Emily Giffin Citar
TaniaM Postado 26 de outubro 2013 Postado 26 de outubro 2013 Outra Forma de Amar de Suzanne Brockmann Citar
Forbidden Postado 27 de outubro 2013 Postado 27 de outubro 2013 (editado) "Sputnik, meu amor", de Haruki Murakami. Estou a adorar, o autor escreve de uma forma muito cativante Editado 27 de outubro 2013 por Forbidden Citar
Forbidden Postado 29 de outubro 2013 Postado 29 de outubro 2013 (editado) Ja acabei o "Sputnik, meu amor" e adorei simplesmente. Confesso que o livro nao foi nada o que eu estava a espera, ou melhor, a segunda parte nao o foi, pois o livro muda completamente a partir dai, aparecendo finalmente o tal surrealismo/fantasia que li que estava associado a Murakami. O desenlace do livro é fantastico, e surpreendeu-me, ainda para mais, e pelo caminho que o penultimo capitulo dava a entender, ja esperava que acabasse em aguas de bacalhau, sem acontecer nada. Mas aconteceu! E foi um final excelente, so nao percebo muito bem a utilidade da historia do Cenoura, acho que adiou desnecessariamente o desenlace... de resto, foi um livro excelente do principio ao fim. Recomendo muito, mas com a reserva de saberem de antemao que mete fantasia pelo meio, e que acontecem coisas "estranhas" E pronto, o proximo a ler sera o "Kafka à beira mar". Editado 29 de outubro 2013 por Forbidden Citar
TaniaM Postado 29 de outubro 2013 Postado 29 de outubro 2013 Ja acabei o "Sputnik, meu amor" e adorei simplesmente. Confesso que o livro nao foi nada o que eu estava a espera, ou melhor, a segunda parte nao o foi, pois o livro muda completamente a partir dai, aparecendo finalmente o tal surrealismo/fantasia que li que estava associado a Murakami. O desenlace do livro é fantastico, e surpreendeu-me, ainda para mais, e pelo caminho que o penultimo capitulo dava a entender, ja esperava que acabasse em aguas de bacalhau, sem acontecer nada. Mas aconteceu! E foi um final excelente, so nao percebo muito bem a utilidade da historia do Cenoura, acho que adiou desnecessariamente o desenlace... de resto, foi um livro excelente do principio ao fim. Recomendo muito, mas com a reserva de saberem de antemao que mete fantasia pelo meio, e que acontecem coisas "estranhas" E pronto, o proximo a ler sera o "Kafka à beira mar". Não gostei nada desse livro! Engraçado como as pessoas são tão diferentes em relação a um mesmo livro! 1 Citar
Forbidden Postado 29 de outubro 2013 Postado 29 de outubro 2013 Não gostei nada desse livro! Engraçado como as pessoas são tão diferentes em relação a um mesmo livro! Acho que este livro ou se adoro ou se odeia, pelo menos quando começa a meter a fantasia pelo meio... Citar
Bloody Postado 1 de novembro 2013 Postado 1 de novembro 2013 Depois de Memorial do Convento, Os Homens que Odeiam as Mulheres, de Stieg Larsson. Citar
Forbidden Postado 1 de novembro 2013 Postado 1 de novembro 2013 Depois de Memorial do Convento, Os Homens que Odeiam as Mulheres, de Stieg Larsson. Otima escolha, essa trilogia é divinal 1 Citar
Forbidden Postado 1 de novembro 2013 Postado 1 de novembro 2013 Comecei a ler o “Norwegian Wood”, do Murakami. Era para ser o “Kafka à beira mar”, mas nao estava disponivel na biblioteca, por isso trouxe este. Do que li ate agora, parece ser um otimo livro. Citar
Vasco Postado 1 de novembro 2013 Postado 1 de novembro 2013 Estou a ler Beijo das Sombras de Laurell K. Hamilton. Meu Deus, a protagonista atira-se a todos... Tudo bem que descenda de 5 deuses da fertilidade, mas que exagero! E ainda vou na página 200... Citar
TaniaM Postado 2 de novembro 2013 Postado 2 de novembro 2013 Tenho esse livro por ler Vasco, depois diz o que achaste! Comecei Porque Somos Um Só da Beth Kery Citar
Forbidden Postado 3 de novembro 2013 Postado 3 de novembro 2013 PAIZINHO de Sylvia Plath Não serves, não serves, Não serves mais, sapato preto Em que eu vivi como um pé Trinta anos, pobre e branca, Mal me atrevendo a respirar ou atchim. Paizinho, eu tive de matar-te, Morreste antes que eu tivesse tempo, Mármore pesado, saco repleto de Deus, Estátua medonha de dedo grande cinzento Do tamanho de uma foca de Frisco E uma cabeça no Atlântico mais esquisito Onde ele derrama o verde-feijão sobre o azul Nas águas da lindíssima Nauset. Eu costumava rezar para te recuperar Ach, du. Na língua alemã, na vila polaca Aterradas pelo rolo Das guerras, guerras, guerras. Mas o nome do lugar é vulgar. Diz o meu amigo polaco Que há uma ou duas dúzias. Assim nunca soube onde tu Fixaste os pés, as tuas raízes, Contigo nunca consegui falar. A língua presa no maxilar. Arame farpado. Ich, ich, ich, ich, Mal conseguia dizer. Em qualquer alemão estavas espelhado. E a linguagem porca Uma máquina, uma máquina Em vapores leva-me como judia. Uma judia para Dachau, Auschwtiz, Belsen. Comecei a falar como uma Judia. Acho que é boa ideia ser Judia. A neve do Tirol, as cervejas clarinhas de Viena Não são muito puras ou genuínas Com a minha angelical cigana, o meu destino estranho E as minhas cartas de tarot, cartas de tarot Eu posso ser um pouco Judia. Sempre me provocaste medo, Com a tua Luftwaffe, a tua conversa vazia. E o teu bigode lavado O olho ariano, muito azul. Homem-panzer, homem-panzer, oh tu_ Não Deus, mas uma suástica. Tão negra que nem céu. Qualquer mulher adora um Fascista, A bota na cara, o bruto Bruto coração de um bruto da tua espécie. Estás de pé na pedra, paizinho, Na imagem que trago comigo, Em vez do pé, o queixo partido, Não menos canalha por isso, oh não o homem que partiu em dois o meu lindo e vermelho coração. Eu tinha dez anos quando foi a enterrar. Aos vinte anos, eu tentei morrer E voltar, voltar, voltar para ti. E até pensei que os ossos serviriam. Mas não me deixaram, Juntaram os meus bocados com cola. E então eu soube o que fazer. Fiz um modelo de ti, Homem de preto, com um aspecto de Meinkampf E o amor de tortura e torniquete. E eu disse eu aceito, eu aceito E então, paizinho, finalmente estou acabada. Arranquei o telefone preto da ficha, As vozes já não se arrastam até aqui. Se matei um homem, matei dois_ O vampiro que me disse seres tu E bebeu o meu sangue por um ano, Sete anos, se queres saber Paizinho, podes voltar para trás. Há uma estaca no teu coração negro e gordo E os homens da vila nunca gostaram de ti. Eles dançam e espezinham-te. Eles sempre souberam que eras tu. Paizinho, paizinho, seu canalha, estou acabada. Fonte: http://sylviabeirute.blogspot.pt/2010/08/sylvia-plath-poesia-poemas-biografia.html 1 Citar
Yggdrasil Postado 5 de novembro 2013 Postado 5 de novembro 2013 Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio. Sossegadamente fitemos o seu curso e aprendamos Que a vida passa, e não estamos de mãos enlaçadas. (Enlacemos as mãos.) Depois pensemos, crianças adultas, que a vida Passa e não fica, nada deixa e nunca regressa, Vai para um mar muito longe, para ao pé do Fado, Mais longe que os deuses. Desenlacemos as mãos, porque não vale a pena cansarmo-nos. Quer gozemos, quer não gozemos, passamos como o rio. Mais vale saber passar silenciosamente E sem desassosegos grandes. Sem amores, nem ódios, nem paixões que levantam a voz, Nem invejas que dão movimento demais aos olhos, Nem cuidados, porque se os tivesse o rio sempre correria, E sempre iria ter ao mar. Amemo-nos tranquilamente, pensando que podiamos, Se quiséssemos, trocar beijos e abraços e carícias, Mas que mais vale estarmos sentados ao pé um do outro Ouvindo correr o rio e vendo-o. Colhamos flores, pega tu nelas e deixa-as No colo, e que o seu perfume suavize o momento — Este momento em que sossegadamente não cremos em nada, Pagãos inocentes da decadência. Ao menos, se for sombra antes, lembrar-te-ás de mim depois Sem que a minha lembrança te arda ou te fira ou te mova, Porque nunca enlaçamos as mãos, nem nos beijamos Nem fomos mais do que crianças. E se antes do que eu levares o óbolo ao barqueiro sombrio, Eu nada terei que sofrer ao lembrar-me de ti. Ser-me-ás suave à memória lembrando-te assim — à beira-rio, Pagã triste e com flores no regaço. Gostei tanto deste poema, analisado hoje na aula de Português, que decidi partilhá-lo aqui. É de Ricardo Reis, heterónimo epicurista de Fernando Pessoa. As temáticas do amor e da lembrança e recordação, melancolia e efemeridade da vida neste poema fascinam-me. 6 Citar
Ricardo Baptista Postado 5 de novembro 2013 Postado 5 de novembro 2013 Fernando Pessoa ♥ Engraçado, esse foi exatamente o poema que eu e uma amiga minha apresentamos na aula de Português, para falar sobre o Epicurismo e o Estoicismo de Ricardo Reis. Esse poema é tão nito. Citar
TaniaM Postado 8 de novembro 2013 Postado 8 de novembro 2013 (editado) Escravos do Amor da Kate Pearce Editado 8 de novembro 2013 por TaniaM Citar
Forbidden Postado 8 de novembro 2013 Postado 8 de novembro 2013 Escravos do Amor da Kate Pearce Nao sei porque, mas eu nunca conheço os livros o autores que les, sinto me ignorante xD Citar
TaniaM Postado 10 de novembro 2013 Postado 10 de novembro 2013 Mundos Opostos da Nora Roberts 1 Citar
TaniaM Postado 12 de novembro 2013 Postado 12 de novembro 2013 Escravos da Paixão de Kate Pearce Citar
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